AINDA SOU VIRGEM ?

Na época eu era uma loirinha nova e virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu grupo.
Em casa minha mãe conversava comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então pensei em como poderia resolver este problema… Bom … Sexo anal poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao era isso!  Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que ele não demorasse muito… rs….)
Achei minha idéia incrível pois desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.
Mas aí veio a minha maior duvida e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu cuzinho era dele.
Pensei em quem poderia ser e achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que seria convidada para nos vermos, dito e feito.
Fomos ao shopping e ficamos juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.
Um dia conversamos sobre sexo e disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:
- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom… Tem sexo oral e… Também anal….
Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.
Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.
- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.
Combinado todos os detalhes, acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo que vai rolar alguma coisa a mais.
Ele apertava meus peitinhos e decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que sentíamos. 
Me atentei ao seu pau, afinal nunca tinha tido um para mim. Quando peguei naquelepau duro, logo comecei a massagea-lo. Como Tiago, tambem era inexperiente, pelo menos percebi ali. Ele nao deixou muito, pois acho que estava com tanto tesao que poderiagozar ali. Quando fiz mençao de me abaixar para chupa-lo. Ele se soltou para tirar o resto da sua roupa, aproveitei e tambem tirei o que restava, mas nao tirava os olhos daquele pau, aproveitei e o coloquei, num puxao, na minha boca e chupei-o com vontade, era gostoso, saboroso. Mas acho que ele ficou com receio de gozar, me pediu para esperar e voltou a tirar sua roupa.

Logo nossa roupas foram deixadas de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar. Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago, ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.
De quatro ele começou a forçar a cabeça do seu pau na entradinha de meu cu ,mas estava muito apertadinho e não entrava. Um lubrificante foi sacado do criado mudo e tive meu cuzinho lambuzado com seus dedos trémulos. O gel era geladinho e fazia cócegas no meu ânus quente Depois de ter o rabinho todo melecado. Ele espremeu o tubo por toda extensão de seu pau e  espalhou com mão. Eu olhava para trás acompanhando tudo o que ele fazia. Então ele mirou no meu cuzinho e forçou a cabecinha que entrou com alguma dificuldade. Sentia meu esfincter enforcar seu cacete. Acho que eu estava nervosa e ele percebeu isso pois murmurou no meu ouvido:
- Calma minha querida, agora que a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. – Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu rabo como se fosse um trem… Parecia que não acabava nunca. Senti um pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:
-Tá doendo demais… Tira….Tira…
- Por favor não me pede isso.
- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris
- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.
Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:
- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.
Aos poucos tive a impressão que a dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma de suas mãos estimulava o meu clitoris.
Ele me chamava de putinha gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu  ia para frente e para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho. Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas. Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois assim li que era bom.  Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel para ele e então disse com voz melosa.
- Vai… Come minha bundinha… Me fode… Que delícia!
Ele comecou a se empolgar e fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me concentrar no prazer
Agora por cima eu cavalgava , sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando, com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro
Ele ofegava e eu, mais relaxada, senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.
Embaixo do chuveiro nos beijamos e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder… Mas eu estava contente e uma sensação de felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o que é ter um homem me dando prazer e me penetrando… A virgindade da minha vagina? ah… esta ainda podia esperar mais um pouco, né?
Conto erótico recebido por email by Dai

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AMIGAS QUE ESTUDAM

Olá estou sendo atrevida em tentar descrever uma experiência sexual em minha vida, não pelo ato em si, mas por acreditar não ser muito boa com as palavras. Se vocês leitores deste conto, concordarem que minha escrita é ruim, por favor, não me xingar muito.
Para começar e auxiliar a imaginação de vocês acredito ser de praxe a minha descrição física… Então vamos lá: Meu nome é Claudia, sou morena clara, olhos castanhos, 1,75 de altura e , modéstia a parte uma mulher atraente . Em meu corpo tenho duas características que me destacam entre as mulheres. Uma boa, da qual me orgulho é minha bunda que é enorme e muito bem torneada e o outro os meus seios, coisa que não gosto por serem muito pequenos. Às vezes pareço ser até um rapazinho de tão pequenos que eles são. Definida as minhas características vamos a história…
Sempre fui uma boa aluna o que fez ao longo dos anos ser muito requisitadas pelas minhas amigas para auxiliá-las nos seus estudos. O que sempre acabei fazendo de bom grado. Nesta época tínhamos um grupo de quatro garotas que se reunia sempre para estudar. Em uma destas ocasiões iniciamos cedo e aos poucos as meninas conforme iam entendo a matéria começavam a ir embora. Até que no final sobramos somente eu e a Cátia.
Cátia era uma menina de uns dezoito anos, morena – clara, olhos claros e peitos incríveis. Eram tão enormes e bonitos que pareciam feitos por algum cirurgião plástico a base de silicone e muito bem desenhados. Empenhadas no estudo não vimos as horas passarem e quando nos tocamos do horário já passava das onze horas da noite. Então ligamos para sua mãe e decidimos que ela dormiria lá em minha casa. Após jantarmos fomos nos deitar e ficamos conversando antes de dormir. No meio desta conversa surgiu o assunto de nossos corpos e logo estávamos falando sobre seios.
Acabei me abrindo com ela e contei sobre o problema que eu tinha com meus seios por achá-los muito pequenos. Ela, para minha surpresa, disse que eu era muito sortuda pois sempre quis ter peitos menores pois eram muito mais bonitos e havia a vantagem de não precisar usar sempre sutiã. Não acreditei no que ela estava falando e disse que os homens preferiam peitos grandes como os dela pois eram muito mais atraente que os meus ovos fritos. Cátia, então me respondeu:
- E que precisa deles? – Caímos na risada e foi então que eu confessei que meu sonho era ter seios como os dela: bonitos e grandes. Cátia me falou que eu não iria gostar e que deveria me espelhar no exemplo dela que aos dezoito anos já tinha os seios levementes caídos como uma mulher mais velha. Duvidei disto e ela me disse que me mostraria. Em seguida tirou sua camisola e o sutiã. Seus seios me impressionaram pois eram ainda maiores do que apareciam por cima da roupa alem de serem absolutamente lindos.
- Seus peitos não tem nada de caídos Cátia. – Disse eu.
- Mas são moles e flácidos – retrucou ela.
- Não são mesmo!
- Pode colocar a mão para sentir.
Não resistindo à tentação coloquei as mãos naquelas gostosuras e pude sentir no mesmo momento a minha xoxota ficar molhadinha. Apertei levemente e senti os bicos se enrijecerem sobre o meu toque. Eles crescerem e ficaram intumescidos tornando ainda mais lindos aqueles seios gostosos. Para disfarçar, tirei a mão deles e disse ao tirar minha camisola:
- Você não gosta dos seus seios? Então dá uma olhada nos meus.
Cátia o estudou por um e eu logo pedi:
- Segura eles para você sentir a diferença.
Cátia atendeu o meu pedido e começou a acariciá-los. Senti minha bucetinha latejar e ficar ainda mais úmida. Cátia, sentindo minha respiração aumentar e entendo isso como um “vá em frente” passou a beijá-los e logo chupá-los com vontade. Mas a única coisa que ela podia chupar eram os bicos que são a única coisa de seio que eu tenho, pois o resto é completamente reto.
Virei a cabeça para trás e fechei os olhos querendo aproveitar ainda mais seus toques. Ela os alisava, apertava os biquinhos e brincava habilmente com a língua. Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos nossas calcinhas e nos deitamos lado a lado.
Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos as calcinhas e nos deitamos lado a lado. Uma acariciava a bucetinha da outra e eu chupava aqueles seios maravilhosos aproveitando cada centímetro daquele monumento. Pensei em quantos caras gostariam de estar no meu lugar. Ela então , veio para cima de mim e começou a beijar meus seios, minha barriga , descendo até meus pelos que foram cheirados até sua língua encontrar minha bucetinha molhada.
Aquilo estava maravilhoso, Cátia me chupava de um jeito que nenhum outro homem havia me chupado. Procurei retribuir o que estava sentindo e me virei por baixo dela até ficarmos em posição de sessenta e nove. Pela primeira vez senti o gosto de uma buceta e procurei tocá-la do jeito que ela me tocava. Nos duas gemíamos e nos chupamos até uma gozar na boca da outra explodindo em um prazer que eu nunca tinha experimentado.
Depois disso dormimos abraçadinhas, no que não tivemos problemas, já que eu costumo mesmo dormir de porta trancada. No dia seguinte fomos à aula normalmente e combinamos de estudar juntas em outras oportunidades. A nossa amizade só cresceu e passamos a andar sempre juntas na escola.

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A mãe do amigo era uma gata e deu mole…

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(escrito por Kaplan)

Encontrei meu amigo Rodrigo no clube. Estava rindo por qualquer motivo, o que me fez pensar em qual seria a razão… logo saquei que tinha mulher na jogada. Assim que deu uma brecha de ficarmos sozinhos, já fui na lata perguntando e ele não se recusou a me contar. 
 Tinha ido à casa do Marcos, antigo colega de faculdade. E ele não estava, quem estava era uma coroa belíssima, morena, com uma blusa que realçava os seios dela, bem fartos. Ela fez ele entrar e disse que podia esperar, o filho provavelmente não iria demorar.

- Cara, era a mãe do Marcos! Fiquei besta! Que coroa mais enxuta, gostosa mesmo, educada, sorridente, parecia ser gente muito boa. E deve ter tido o Marcos quando era bem nova, pois não aparentava ter mais de quarenta anos. Devia ter, mas a aparência era de menos.

Bem, entrei, sentamos num sofá na sala e ela ficou conversando comigo, queria saber de onde eu conhecia o Marcos, espantou-se que ele nunca tinha falado de mim com ela.

- Mas não havia motivo para ele falar de mim… eu era apenas um colega dele!

- Mas é um colega muito bonito! Acho que ele ficou com ciúmes de te apresentar a mim, só pode ser! 

Eu ri bastante dessa observação dela, mas… não conseguia tirar os olhos das pernocas dela, belíssimas, e ela ainda estava com um shortinho jeans. As pernas estavam bem queimadas de sol que ela me disse ter conseguido numa viagem que acabara de fazer a Ibiza. Me perguntou se eu já tinha ido lá, respondi que não, ela me disse que eu deveria ir.

- Imagina que lá as pessoas praticamente ficam nuas na praia. Tem gente que fica, as mulheres quase todas fazem topless. E cheguei a ver alguns homens, poucos, é verdade, bem peladinhos, sem vergonha de mostrarem seus paus, alguns até pequenos!

- Mas a senhora não fez topless não, fez? 

- Claro que fiz! Imagina se eu ia perder uma chance dessas de queimar meus “meninos”. Olha só como eles ficaram!

- Cara, aí ela abaixou a blusa e eu vi os peitos dela! Grandes, e todos queimados por igual, não tinha uma marquinha branca não, ela falou a verdade!

- Mas desde quando uma mãe de amigo sai te mostrando os peitos?

- Desde nunca! Essa foi a primeira vez que me aconteceu. E o melhor você não sabe ainda, como ela viu que eu fiquei babando nos peitos dela, tirou foi a blusa toda, me empurrou até eu ficar deitado no sofá e veio prá cima de mim! Me lascou um beijo na boca e antes que eu pudesse atinar com o que estava rolando, abriu minha braguilha, pôs meu pau pra fora e começou um boquete, desses que fazem a namorada da gente parecer uma principiante!

- E eu comecei a ficar preocupado, porque o Marcos poderia chegar e ia pegar mal, muito mal eu estar ali com a mãe dele, né? Mas parece que ela sentiu a minha preocupação e falou que eu podia ficar à vontade, porque o filho ainda ia demorar. 

E tome boquete! Minhas bolas ficaram até doendo de tanto que a coroa chupou-as. E aí, ela deu uma folga, que aproveitei para mamar nos peitões dela. E ficamos pelados os dois, ali em cima do sofá, ela me fez uma espanhola, apertando meu pau entre os seios, coisa deliciosa! E como ela gostava de fazer aquilo! A cara dela dizia da satisfação, mordia os lábios, fechava os olhos… muito legal! E depois voltou a me chupar!

Aí que vi direito a bucetinha dela, com os cabelinhos aparados, e eu ajoelhei e comecei a chupar a bucetinha dela, perfumada, cheirosa demais! E aí, comi, né? não tinha jeito de não comer. Na posição em que ela estava, eu parei de chupar e só taquei meu pau dentro dela. E meti até ver ela gozando e ainda meti mais um pouco até eu gozar também!

- Puxa vida, que maravilha prá você! Vai ter repeteco?

- Espero que sim, pelo menos ela prometeu que depois me ligaria, mas disse que para ficarmos mais tranquilos, era melhor irmos a um motel. Eu topei, só estou aguardando!

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Na beira da piscina, dois casais trocados e mais uma dando sopa



(escrito por Kaplan)

Então… depois do que narrei no conto “Sempre pronta para gozar”, tivemos a grata surpresa de, no domingo cedo, mal acordamos, tomarmos café e saímos nus para a piscina, ver chegar um carro com ninguém menos que a namorada do meu amigo e a irmã dela.

Achei que ia sair tiro, mas qual! Assim que elas nos viram peladões, uma olhou para a outra e tiraram a roupa também e se juntaram a nós. A irmã da namorada já veio em minha direção, porque o meu amigo e a Meg já estavam no rala e rola… e a namorada foi ficar junto, para ver direitinho o que se passava por lá. 

Nem fomos apresentados direito e já começamos a farra. A Meg cavalgava o meu amigo, assistida pela namorada dele, que passava as mãos nos seios da Meg e ainda punha a mão na xotinha dela. A irmã já foi deitando de ladinho, para poder ver os outros em ação, eu dei uma lambida na xotinha dela e enfiei meu pau. Enquanto metia, eu também via o que se passava com os outros.

E a namorada do meu amigo, além de passar a mão na xotinha da Meg, também arriscou dar um beijo nos seios dela. Meg gemeu de prazer e a namorada ficou um pouco assustada.

- Posso continuar?

- Não só pode como deve! Adoro isso!

Então ela beijou e mamou na Meg bastante tempo, e as duas beijaram-se na boca e o meu amigo quase explodiu de tesão quando viu.
 E enquanto a namorada tirava o pau dele de dentro da Meg para fazer um boquete, eu virava a irmã dela e a comia de frango assado. Parei, e fui lamber a bucetinha dela, enfiei dois dedos e cutuquei bastante, vendo o ventre dela se contrair todo. Tornei a meter de ladinho, enquanto a Meg voltava a cavalgar o amigo e aproveitava para segurar nos seios da namorada, que continuava passando a mão no corpo dela.

Vendo que o namorado e a Meg ainda iam demorar a se resolver, a namorada dele veio até nós e falou com a irmã que queria ser comida também. A irmã, muito legal, saiu e deixou-a aproveitar-se de meu pau por alguns minutos, antes de ser penetrada. E a irmã foi juntar-se aos outros, ajoelhando-se de tal modo que a bucetinha ficou na boca do “cunhado” que ficou chupando-a enquanto era cavalgado pela Meg. 

Se alguém pudesse ver aquela cena, ia endoidar. As três eram deliciosas, corpos magníficos, brilhando ao sol.

E a namorada pediu que eu comesse seu cu. Beleza, gosto muito disso! Na posição de frango assado eu comecei a enfiar meu pau, encontrei uma certa resistência mas que logo desapareceu e ele entrou todo. Comecei a bombar e ela a gemer.

E eu via, do outro lado, as duas, Meg e a cunhada, deliciando-se ao chuparem o pau do meu amigo. Uma engolia, a outra lambia, uma lambia as bolas e as duas lambiam o tronco, suas bocas se encontravam, se beijavam e ainda tinham seus cuzinhos penetrados pelos dedos dele.

Foi uma manhã de muitos gozos. De tarde, antes de irmos embora, a namorada do meu amigo fez questão de transar só com ele. Como eu e Meg não somos egoístas, aceitamos a irmã da namorada em nosso meio!

Foi um fim de semana sensacional. Claro que, ao irmos embora, combinamos de em outros fins de semana voltarmos os cinco para novas transas.

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Sempre pronta para gozar

Estatísticas de hoje: 594.770 acessos – 1.297 contos publicados


(escrito por Kaplan)

Tinhamos sido convidados por um amigo para passar o fim de semana na casa de campo dele, num belíssimo condomínio, com muito verde. Na casa, uma piscina, ao lado uma churrasqueira, sauna. Tudo de bom.

Fui fazer sauna, deixei Meg de biquíni e ele de sunga tomando sol, nadando. Quando sai da sauna, vi que eles não haviam perdido tempo. Ele estava deitado no deck da piscina e Meg pulava em cima dele, com seus cabelos esvoaçando, seus seios pulando. 

Fiquei apreciando o espetáculo. Meg sempre estava pronta para transar, comigo ou com quem fosse interessante. Não era a primeira vez que ela e meu amigo transavam. Só não entendi porque eles esperaram que eu entrasse para a sauna para começarem…

E logo vi o meu amigo carregando-a para uma daquelas espreguiçadeiras, colocá-la deitada de costas e come-la no tradicional papai e mamãe. Ele metia e a beijava ao mesmo tempo. E ela aproveitava o silêncio e a falta de vizinhos para gemer à vontade. O que me deixava com mais tesão ainda, ao ver e ouvir.

Eu nunca me cansei de ver Meg transando com outros homens. Uma coisa é você estar transando com ela e concentrado no que faz, não percebe certos detalhes, que se tornam claramente visíveis quando eu a via transando com outros. Era uma verdadeira máquina de fazer sexo, opinião que nunca foi só minha, mas de todos que puderam usufruir desses momentos tão privilegiados. 

E ali estava mais um amigo com opinião semelhante. Imaginando que eles começaram a transar tão logo eu tinha entrado na sauna, já deveriam estar há quarenta minutos no fuck fuck, e com gás para outros quarenta!

E lá estava ele, metendo, metendo… tinha horas que ele dava uma parada e aí recomeçava enfiando e tirando bem devagar, como se quisesse tesá-la ainda mais. Quando ele dava as paradas, o rosto dela se contraia, contrariada, queria mais, muito mais! Em outros momentos, ele tirava o pau e ficava esfregando-o nos grandes lábios.

Depois eu vi que ele saiu, levantou as pernas dela, que ficou na posição de frango assado e ele voltou a meter. Tirava, ficava relando o pau nos grandes lábios até ela pedir, implorar, para ele meter de novo, e ele obedecia, e ela revirava os olhos e de repente eu vi como ela gozou, enrijecendo o corpo todo e soltando um ahhhhhhhhhhhhhhhh demorado, profundo… 

E então ele tirou o pau e bateu uma punheta até gozar na barriga e nos seios dela, que passou a mão no “leitinho”, esfregou no corpo todo e ainda colocou os dedos lambuzados na boca, chupando-os.

Maravilha… claro que fiquei com vontade de substituir meu amigo, mas ela precisava de um descanso. Olhou para mim, me viu pelado, como eles estavam, de pau duro. Me chamou, fui até lá.

- Viu tudo?

- Acho que sim, não sei a hora que vocês começaram…

- Você nem tinha fechado a porta da sauna direito e esse maluco aqui já pulou em cima de mim, arrancou meu biquíni e me pôs para cavalgá-lo.

E meu amigo, muito gozador, virou-se pra mim e falou:

- Fica chateado não, meu amigo, de noite eu prometo que só vou pra cama de vocês depois que você a tiver comido! Aí nós dois vamos acabar com essa gata!

Não conseguimos acabar com ela, mas a farra foi tremendamente boa. E no domingo foi melhor ainda, porque a namorada do meu amigo chegou e ainda trouxe a irmã. Vejam no conto de amanhã!

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Comandante e comissária… uma dupla voadora!



(escrito por Kaplan)

O comandante X e a sua chefe de cabine tinham uma longa história de amores proibidos. Os dois eram casados e a esposa dele e o marido dela já acumulavam enormes chifres em suas cabeças. Quando tinham que pernoitar em algum hotel, um fugia para o quarto da outra e transavam bastante.

Teve um dia, que fizeram o último vôo e depois que todos desceram, estavam apenas os dois dentro da aeronave, ela acabava de arrumar suas coisas e ia descer quando ele chegou perto dela, deu-lhe um beijo e falou:

- Meu grande sonho é transar com você dentro do avião.

- Você é louco! Se descobrem estamos ambos na rua! Não tente, X, tira a mão da minha bunda…

- Vamos aproveitar, nem que seja uma rapidinha…

- Não, de jeito algum… para de desabotoar minha blusa…

- Olha como que estou! 

Ele abriu a braguilha e mostrou-lhe o pau, velho conhecido dela, já quase totalmente ereto.

- Pega nele, pega! 

Ela não resistiu, não só pegou como se agachou e começou a chupar. Do que ele se aproveitou para tirar a blusa e o sutiã dela e pegar nos peitos que adorava. Ela teve um último lampejo de cuidado:

- Se nos pegam, além de demitidos, seremos mortos pelo meu marido e por sua esposa…

- Para de falar bobagens… usa a boca para coisas mais interessantes como me chupar!

Era impossível resistir ao charme do comandante. Ela continuou chupando e sentindo sua calcinha  ficando molhada.

- Vamos, querido, uma rapidinha mesmo! Estou morrendo de medo!

Apoiou-se numa das poltronas, exibindo sua bela bunda para ele que não conversou. Meteu na xotinha dela, por trás, e ficou bombando e bombou até gozar. 

Ela teve de pegar sua calcinha e aparar o leite derramado, não podia deixar que ele caísse no carpete do avião, pois ai seriam descobertos.

- Você é louco mesmo. Por que não esperou chegarmos ao hotel para transarmos com calma?

- Fantasia, meu bem… sempre tive essa fantasia! Um dia tinha de acontecer! E foi hoje!

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Duas comissárias no hotel, enquanto o avião não decolava

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(escrito por Kaplan)

Nos silenciosos corredores do hotel, ouviram-se, primeiro a porta do elevador se abrindo, depois os passos nervosos de duas comissárias de bordo de uma grande empresa aérea, puxando suas malas com rodinhas.

Eram elas Erika e Cristina. Acabavam de chegar de uma viagem de New York. Foram longas horas de vôo, com problemas com um passageiro, tiveram de fazer relatório para a Polícia Federal, uma amolação total. Estavam exaustas, queriam cair numa cama e dormir até no dia seguinte, quando outro vôo as esperava.

Entraram no quarto, Cristina foi  logo deitando, de uniforme mesmo. Havia duas camas de solteiro no quarto, mas Erika deitou-se ao lado dela, encostou seu corpo no dela e as duas ficaram comentando os entreveros da viagem. Vendo que Cristina quase chorava de raiva do problema com o passageiro, Erika inclinou-se e beijou-a suavemente. E logo sua mão direita começou a afagar o seio da amiga, por cima da blusa, mas o suficiente para Cristina fechar os olhos, suspirar…

Erika pegou a mão de Cristina, beijou-a, os dedos ficaram entrelaçados, seu corpo ficou mais em cima do dela e elas voltaram a se beijar amorosamente. E os beijos ficaram mais “calientes” e elas já estavam com vontade de mais coisas, muito mais… 

As blusas começaram a ser desabotoadas enquanto os beijos continuavam cada vez mais quentes, demorados, molhados. Erika beijava o queixo, o pescoço, voltava à boca da amiga, que procurava retribuir os carinhos da melhor maneira possível.

- Tira minha roupa, Cris…

- Só se você tirar a minha!

O sorriso cúmplice que as duas deram mostrava que eram amantes há muito tempo. E logo as blusas deixaram de estar sobre elas, apenas os sutiãs apareciam e elas foram ficando indóceis, loucas para se amarem loucamente.

Erika sentada no colo de Cristina, beijava-a, beijava-a muito e as mãos de Cristina desabotoaram o sutiã da amiga e dois peitinhos pequenos, lindos, foram, então, avidamente beijados e chupados por ela.

- Te amo tanto!

- Tanto quanto eu?

- Talvez mais, será? 

Foi a vez de Erika desabotoar o sutiã da Cristina, que tinha seios maiores, não enormes, mas maiores do que os dela. E aí, quem beijou e chupou os seios foi Erika. Cristina já gemia, beijava a cabeça da amiga. O cansaço e os aborrecimentos da viagem tinham desaparecido, e elas já estavam doidas para se verem livres do resto das roupas e esfregarem seus corpos um no outro.

Cristina foi a primeira a tirar a saia da amiga e logo depois a meia-calça que a companhia obrigava todas as comissárias a usar. Mas antes de tirar a meia calça, a mão dela entrou lá dentro e foi acariciar a xotinha da Erika, que, mais que depressa, tirou também a saia e a meia-calça da amiga, que também teve a xotinha acariciada. As duas gemiam ao toque de seus dedos em suas xotinhas. 

E então, as duas já totalmente despidas, Erika começou a fazer uma massagem na xotinha da Cristina que, para não gritar de prazer, colocou a própria calcinha dentro da boca e ficou mordendo-a. O dedo de Erika deslizava com suavidade em seu grelinho, com a mão esquerda Erika massageava os seios dela, a boca de Erika a beijava, beijava seus seios, seus braços.

- Você está impossível, hoje, meu amor! Quer me matar?

- De jeito nenhum! Eu morreria também!

- Você me excita tanto falando assim!

E Cristina fez Erika deitar-se na cama e fez um “velcro” com ela, suas xotinhas se esfregando uma na outra e os gemidos das duas só aumentando de intensidade e volume. Beijou a perna da Erika, do pé até a xotinha. Erika, arrepiada, viu a amiga levar sua língua à xotinha e lamber seu grelinho, enfiar os dedos nas suas profundezas… era enlouquecedor o prazer que elas se davam!

Depois que Erika chegou ao orgasmo, graças à língua e dedos da amiga, ela inverteu a situação, deitando Cristina e retribuindo na mesma medida os carinhos que recebera, até que a amiga também tivesse seu gozo, incrível, fantástico. 

Deitadas, abraçadinhas. Silêncio, aquele silêncio que se segue aos gozos.

- Érika, agradeço sempre ter te conhecido. Nunca ninguém me amou como você! Nunca ninguém me fez sentir tanto gozo quanto você!

- E você acha que comigo é diferente? Você sabe que já tive namoradas antes, mas você, sem dúvida, consegue acabar comigo todas as vezes que transamos!

Mais beijos, e elas dormiram ali, abraçadinhas, só puxaram uma coberta sobre seus corpos. A hora do amor terminara. Precisavam dormir, amanhã era mais um dia de trabalho. 
Claro que quando acordaram, tomaram banho juntas e quase perderam a hora…

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Um amigo nos convidou para o aniversario sexy da esposa



(escrito por Kaplan)

Meg e eu fomos convidados para o aniversário de Rosali, esposa do Márcio, grandes amigos nossos. Eles moravam numa belíssima casa, com piscina e tudo.

Ao chegarmos, Márcio nos recebeu e nos levou para a piscina. A Rosali acabava de se aprontar e ele queria fazer uma surpresa a ela. Ali estavam mais dois casais e mais três garotas, belíssimas. Ficamos todos ali, em silêncio, aguardando que ela descesse. O marido já providenciara algumas garrafas de fino champanhe, que deveríamos abrir quando Rosali chegasse. 

E eis que ela chega e quando abre a porta que dava para a piscina, foi recebida com gritos e champanhe estourando e as taças sendo enchidas e brindes sendo feitos. O clima estava festivo e sensual, pois as três garotas sozinhas estavam vestidas para matar. Uma delas, morena, alta, com um vestido com um decote que permitia ver praticamente os seios dela, e que eram muito bonitos. As outras duas com minissaias super apetitosas também.

Meg e eu já tínhamos transado com Rosali e Márcio, mas não sabíamos dos outros dois casais. Mas começamos a achar que a festa de aniversário iria ter mais coisas do que bolo e parabéns… 

E não deu outra. Com cinco garrafas de champanhe já esvaziadas, as três solteiras começaram a se soltar e logo a morena alta e gostosa estava simplesmente abaixando o vestido da Rosali, que era tomara-que-caia e os seios dela ficaram fora do vestido. E ela, para se vingar, abaixou o vestido de uma loura casada e beijou os seios dela. A morena alta e gostosa gostou do que viu e veio chupar os seios da loura e acabou sendo chupada pela Rosali também. E os homens ficaram derramando champanhe nos corpos das mulheres.

A Meg, que sempre gostou dessas coisas, já tinha levantado o vestido e mostrava sua bunda a quem estivesse interessado em ver. E o Márcio pegou uma champanhe, tampou com o dedo, sacudiu bem e soltou exatamente na bunda da Meg, que deu um grito ao receber aquela coisa gelada. E aí um dos casados pegou a Meg e ficou se esfregando nela. Já que a coisa estava assim, procurei a morena alta, que também estava com o vestido praticamente tirado, e comecei a beijar-lhe os os seios e apertar-lhe a bunda.

Com o rabo do olho eu vi o Márcio pegar a loura, e a Rosali pegou o outro casado. As duas que estavam sobrando não se incomodaram, passaram a se beijar. A Rosali colocou o pau do seu amigo pra fora e deu-lhe uma lambida, quando a Meg viu foi ajudá-la e a Rosali acabou pegando o casado que havia ficado com a Meg e arrastou-o para o lado. A Meg, então, já com os peitos de fora, ficou com o novo par, chupando-o bastante e depois sendo chupada por ele.

Ninguém arredava pé dali, uma estreita faixa antes da piscina. O Márcio despejou champanhe em seu próprio pau e duas correram para chupa-lo. A Meg continuava chupando o cara e viu a Rosali chegar com champanhe e derramar no pau dele e no rosto dela.

Eu estava com a morena e com uma outra que veio participar conosco. A Rosali estava encharcada de champanhe e sendo chupada por um dos casados e por uma das solteiras. 
Completamente tonta, ela pegou o pau do casado e enfiou na solteira e ficou admirando os dois treparem. Depois foi até onde a Meg estava com um cara ajoelhado lambendo sua bunda e o ajudou a lamber. E aí, com todo mundo nu e tonto, começamos a cair na piscina, onde as pegações e chupações continuaram.

E logo as mulheres todas foram sendo comidas pelos quatro homens. Acho que nunca nós quatro comemos tanto! Lembro de ter contado até quatro, não sei se houve mais, a Meg me contou que deu o cu duas vezes e a xoxota umas quatro também. Foi uma orgia fantástica. Passamos a noite lá, eles tinham preparado camas para todos e a começão continuou noite adentro.

Aquele casal sabia como comemorar um aniversário!

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Bela orgia da turma da faculdade

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(escrito por Kaplan)

Se as festas do cabide aconteciam na calada da noite, os churrascos aconteciam enquanto durava o dia. E viravam orgias mesmo!

Lembro de um, na fazenda dos pais de um colega nosso. Evidentemente os pais não estavam lá no dia em que fomos. E mal chegando já fomos todos tirando as roupas. Num grande gramado que havia perto da churrasqueira, ficamos jogando bola, todo mundo pelado, homens e mulheres, e o jogo servia só para agarrarmos as meninas.

Terminado o jogo, elas foram se refrescar com banhos de mangueira, o que serviu para novas brincadeiras, com elas molhando todo mundo que aparecia por lá. E aí observamos que a farra já começava. Já tinha gente chupando o pau de colegas sentados nas cadeiras perto da churrasqueira. Alguns assistiam, outros se divertiam vendo as meninas molhando todo mundo.

Chamei uma colega com quem eu andava transando e me sentei numa cadeira, ela entendeu, ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a chupar meu pau. Era uma grande chupadora, eu enlouquecia quando ela me chupava. E ela não tinha inibição nenhuma, vendo muita gente admirando o que ela fazia comigo. 


E sentado ali, eu via o que rolava no resto do território. Aos poucos as brincadeiras acabavam e coisas mais sérias começavam a acontecer. Em pouco tempo fez-se silêncio e eu vi os pares se ajeitando da melhor forma possível, alguns sem se importarem com o local, outros procurando uns matinhos mais reservados, teve gente até subindo em árvores, para ficarem bem protegidos dos olhares curiosos.

Depois de ser muito chupado, coloquei a minha garota sentada em meu pau e ela me cavalgou bastante, gemendo sem parar. Estava suada devido ao calor e à trepada, assim que gozou saiu correndo, pegou a mangueira e se molhou toda.

Aos poucos os pares retornavam, parecia que todos já tinham gozado uma vez, então voltavam para perto da churrasqueira, comiam alguma coisa, bebiam muita coisa, voltavam a jogar bola e depois, pares trocados, lá iam todos trepar mais um pouco, que ninguém era de ferro! 

A minha garota voltou e me sugeriu que procurássemos também um local mais privado. Saímos de mãos dadas e achamos um cantinho no meio do bosque que havia lá. Prevenida, ela tinha levado uma toalha, estendeu-a, nos deitamos e pudemos transar com calma, sem ninguém nos ver.

Voltamos à churrasqueira. Só havia dois casais lá, ambos trepando. Os outros todos tinham sumido e ficamos pensando que faziam a mesma coisa que nós tínhamos feito. Como ninguém estava cuidando da churrasqueira, resolvi assumir o cargo, antes que toda a carne queimasse, virasse carvão. 

Dali a pouco chegou um casal, sentaram-se pelados mesmo e fizeram um prato para comer. Todo mundo estava faminto, pois não tínhamos comido nada mais sólido desde que chegáramos, de manhã. Quando todos já haviam regressado e comido tudo que havia por ali, deu aquela pasmaceira, todo mundo entrou na casa, procurando um canto para dormir. Se bem que alguns ainda insistiram em trepar no sofá!

Tinha gente  dormindo no tapete da sala, nos sofás, nas camas. Só lá pelas 22 horas é que começamos a acordar, alguém colocou um disco, tivemos danças… e mais trepação!

Antes que todos dormissem, a ordem do dono da fazenda era clara:

- Seguinte, pessoal, meus pais vão chegar amanhã cedo, então nada de gente pelada andando por ai. Todo mundo muito bem comportado porque senão nunca mais eles deixarão a gente vir aqui.

Fazer o quê? Nunca se viu um grupo de universitários tão comportado como naquele domingo!

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