Dois contos para comemorar os 1.300!!

Sim, amigos e amigas leitores! Hoje atingimos a marca de 1.300 contos publicados. E nossos amigos Silvana e Carlos nos enviaram dois contos para abrilhantar esta marca! São o 1.300a e 1.300b, que hoje publicamos, inclusive com algumas fotos da Silvana, deslumbrante como sempre!
E atenção para as estatísticas de hoje sobre o número de acessos ao blog. 598.358!!! Isso nos indica que nesta semana ainda teremos a comemorar os 600.000 acessos!
Nem sei como agradecer!
Só publicando mais contos para seu deleite! Aproveitem sempre! Comentem! Enviem colaborações!


ME CLICARAM E ME COMERAM, as fotos ficaram lindas

(escrito especialmente para o dia de hoje! Pelo casal Carlos e Silvana)

Após meses de trabalho consegui uma sexta-feira de folga e estava dedicando este tempo a relaxar e cuidar de meu corpo, etc… coisa de mulher !

 Carlos me ligou do trabalho perguntando se eu estava com vontade de sair e que o Beto iria conosco, ele é um amigo que já participou de nossas aventuras. Topei na hora, passei o resto da tarde pensando como seria nossa noite e quando Carlos chegou eu já estava bastante excitada, juntos escolhemos a roupa que eu iria vestir para uma sessão especial de fotos, o Beto gosta muito de fotografar e desta vez eu seria a modelo.

Escolhemos um vestido de transpassar que, preso por um pequeno laço permite regular o tamanho do decote e fenda mostrando um pouco das minhas pernas e seios. Meu corpo estava coberto apenas pelo vestido e usava uma sandália de salto. Para as fotos levei também alguns biquínis.

Iniciamos a noite em um barzinho muito aconchegante. Lá chegamos e o Beto já nos esperava em uma mesa de canto. Ao cumprimentá-lo tocou-me a cintura com uma das mãos e deve ter percebido que eu não usava calcinha, seus olhos diziam que ele queria era estar em algum lugar bem mais tranquilo!… Para esquentar o clima sentei-me ao lado do meu amor de frente para nosso amigo, conversa animada regada a delicioso vinho nos soltava, Carlos passava a mão em minhas pernas e cada vez que sua mão subia meu vestido ia junto até que o transpassado caiu de lado deixando minha coxa descoberta. O olhar de Beto denunciava que ele estava com visão total de minha coxa e dos carinhos que discretamente eu recebia. Carlos passava suavemente a mão pela coxa e subia introduzindo suavemente seu dedo em minha xaninha. Nesse clima não conseguimos ficar muito tempo no barzinho. Depois de um pouco de exibição e amasso fomos ao motel.

 Assim que entramos Beto me pegou com um beijo delicioso, enquanto Carlos puxava o laço que prendia e fechava meu vestido. Desamarrado, o vestido caiu expondo os seios aos beijos e carinhos de meu gato. Não demorou  e o vestido foi ao chão e eu às nuvens com as línguas que já percorriam minha barriga, umbigo, costas até meu Homem atingir a fonte de prazer maior donde já escorria meu suco. Beto beijava meu corpo explorando os seios, boca, bunda…; meu homem me chupava gulosamente e em pouco tempo ahhhhhh chupa! chupa forte! Lambe gostoso! AHHHH! O gozo veio suave.

foto: Carlos
Lembrei-me das fotos! Pedi aos meus machos que me vestissem para a sessão de fotos, peguei um biquíni pedi ao Carlos para amarrar a parte de cima, ao Beto pedi ajuda com a calcinha. Carlos ficou surpreso, pois ainda não conhecia aquele biquininho. 
Afastei-me um pouco para dar-lhes a visão de meu corpo, me exibir enquanto eles me comiam com os olhos. Em pé, de costas com as mãos na parede, deitada de costas, de bruços, e por vezes me esfregando em um deles,  oferecia-me toda, passava as mãos por todo corpo, agachava e abocanhava um pauzão doida de tesão. Depois de várias poses, ora um, ora o outro batendo as fotos, fomos tirando cada peça e fotos, muitas fotos.

 Inebriados por todo aquele clima largamos tudo, Carlos me deitou e caiu de boca gulosamente, enlouquecido enfiou aquela pica enorme em minha buceta, ora enterrava seu mastro, ora me chupava, ele sabe que assim me faz subir pelas paredes ahhhh – me come toda! eu dizia. Beto beijava meus seios e pedi que me desse seu pau, chupei como nunca, humm… ahhh… 
Tudo estava delicioso, mais uma vez estava entregue a dois homens deliciosos. Mais um pouco, Beto pediu para trocar de posição com Carlos, pois também queria sentir o gosto de meu gozo. Aqueles machos me comiam de todas as formas, eu gemia e gozava com aquelas varas me rasgando a buceta ou o cuzinho e eles clicavam os detalhes. 

Eu queria mais, tudo que queria era sentir aqueles dois caralhos me preenchendo toda de uma só vez. Cavalguei Carlos enquanto Beto nos fotografava registrando aquela penetração deliciosa. Preenchida por aquela vara comecei a rebolar e Beto iniciou carícias em meu cuzinho, enfiou um dedo, depois mais um, eu já implorava para ter seu pau, posicionou-se e iniciou a penetração, Aiiiii, passou a cabeça e vagarosamente ele foi empurrando sua tora ahh ahhh uuuuiiiiii eu gritava de dor e prazer. Devagar começaram a cadenciar as estocadas, mexiam aqueles caralhões aumentando a velocidade de entra e sai, eu rebolava oferecida como uma puta no cio, estava alucinada de prazer, gozei ! gozei ! ahhhhh molhei aqueles dois enormes paus com meus sucos e fui inundada de esperma que esguichava quentinho. Deitada entre os dois machos senti o gozo a escorrer imaginando as lindas fotos deste momento de tesão total.

FINAL DE SEMANA DELICIOSO

(colaboração do casal Silvana e Carlos especialmente para o dia de hoje)

Rose e Edu haviam passado um final de semana conosco e insistiam em retribuir a hospitalidade convidando-nos para um “final de semana inesquecível”, diziam eles. Após algum tempo surgiu a oportunidade. Carlos teria trabalho no Rio e então eu iria encontrá-lo na sexta-feira para o final de semana com o casal de amigos. Havíamos combinado que sábado logo cedo iríamos a uma pousada na serra, segundo Rose um lugar maravilhoso onde poderíamos passar momentos agradáveis e inesquecíveis. Eles vieram nos pegar no hotel, Edu parecia mais bronzeado, estava um gato com camiseta azul clara e bermuda, Rose com um pequeno short e camiseta branca colada ao corpo permitindo ver-se o contorno dos seios, uma loucura. Ela foi em direção a Carlos com sorriso safado dizendo: – “estava com saudades e preparei um final de semana DELICIOSO!”

Durante o percurso até a pousada Edu acariciava as pernas de Rose enquanto Carlos me beijava e acariciava suavemente. Edu olhava pelo retrovisor e dizia:

-“Podem parar… assim não vale! … eu dirigindo e vocês namorando!” 

 Chegamos! O lugar era lindo, o caminho até a recepção arborizado e florido, tudo muito bem cuidado. No centro havia a “casa grande” onde ficavam a recepção, restaurantes, sala de jogos, etc… e alguns chalés no meio da mata, com todo sossego e privacidade que queríamos.

Rose já conhecia o lugar, reservou o chalé grande, havia uma sala ampla com dois ambientes, lareira, pequena cozinha e os quartos eram um ao lado do outro e ao invés de parede a separá-los havia duas grandes portas de correr. Fantástico, pois se um dos casais quisesse privacidade era só fechar as portas, havia ainda uma sala de banho com jacuzzi grande, tudo muito bem decorado e elegante. Rose disse:

- “Vamos acomodar as coisas, abrir um vinho e relaxar na Jacuzzi.”   

 Estávamos à vontade, depois de termos passado aquele final de semana maravilhoso juntos e eu ter sido O PRESENTE, parecia que já nos conhecíamos há anos.

Logo estávamos os quatros nus na jacuzzi entregues a carinhos cada vez mais ousados. Meu Gato me beijava, acariciava meu corpo e introduzia seus dedos suavemente em minha xota, dentro d’água pegou-me pela cintura, subiu meu corpo e ao abaixar foi enterrando seu pauzão na grutinha melada. Ao lado, vi Rose se colocar de quatro para ser penetrada pela tora do Edu que de uma só vez afundou naquela xana carnuda, Rose começou a pedir:

- “Mete forte … vou gozar… aiiiiiii… é delicioso fazer amor assim…. mete vai … mete tudo… uiiiiiiiiii!!!!!”

Ficamos ali entregues às carícias “brincando” até que água começou a esfriar. Com fome, saímos e fomos ao chuveiro para um banho cheio de mãos, bocas… Edu “ajudou-me” com o creme, com maestria deslizou suas mãos hidratando-me o corpo todo. Vestimos roupa leve e fomos almoçar.

Estávamos à flor da pele, com tesão mais aguçado que nunca, tudo girava em torno de sexo. Depois do almoço fomos conhecer a pousada, caminhamos pelo bosque, o tempo todo nos abraçando, beijando e vez por outra Carlos me pegava para beijos de tirar o fôlego amolecendo meu corpo.

Ao cair da tarde voltamos ao chalé e como dois casais de namorados relaxamos na varanda enquanto conversávamos coisas cada vez mais apimentadas. A leve brisa nos obrigou a entrar e acender a lareira, logo o chalé estava quente, a desculpa que precisávamos para ficar mais à vontade. Os homens tiraram as roupas ficando apenas de sunga, Rose vestiu a camisa de seu homem enquanto vesti a camiseta regata do Carlos que mal escondia minha bunda com a calcinha minúscula toda enfiada, sentamos à sala onde continuamos a conversar saboreando uma tábua de frios.

Um casal em frente ao outro, logo começaram as provocações, Rose abria as pernas, com cara de safada, enquanto Edu passava as mãos por suas coxas deslizando até o seu vulcão do amor, e dizia: – “amor ela está gulosa”  Carlos afastava as laterais da camiseta deixando meus seios expostos e brincava com meus mamilos, chupando-os de leve e …. Uiiii aquilo tudo nos deixava alucinados, o cheiro de sexo tomou conta da sala, estávamos subindo pelas paredes…


foto: Carlos

Não aguentamos muito tempo, a provocação era enorme, Rose tirou a sunga de Edu fazendo saltar a tora e sem dó foi sentando vagarosamente naquela pica; o mastro era engolido pela buceta gulosa, Rose levantava até a pontinha, sentava lentamente e rebolando arrebitava a bunda como que oferecendo o cuzinho. Carlos tirou-me a camiseta deixando apenas a pequena calcinha, tirei-lhe a sua sunga e passei a chupar minha pica preferida, deixando a bunda toda exposta.

Logo nossos amigos juntaram-se a nós. Rose oferecendo os seios puxou Carlos pelas mãos tirando-o do sofá, enquanto se beijavam eu continuava a devorar aquela pica gostosa, Edu veio por trás, abaixou minha calcinha beijando-me a bunda e foi logo passando sua língua áspera pelo meu cuzinho, eu gemia e engolia o pauzão de meu homem enquanto minha xota toda molhada piscava com fome de vara. Levantei mais a bunda oferecendo-me ao Edu que posicionou aquele mastro grosso na entrada de minha xana e afundou, me arrombando! Gemi mais forte e quase me engasguei com o pau na boca quando Edu começou a meter forte dizendo: 


(foto: Carlos)

- “É isso que você quer… você quer pau… então vou te dar… vou meter nessa buceta gostosa!” e eu pedia: “mete tudo… uiiii….. mete mais…. assim…. enfia tudo…mexe.. uiiii como você mete gostoso”.

O Gozo veio forte, longo, quase desfaleci. Eu em pé, com o corpo dobrado levava rola grossa na buceta enquanto engolia a pica do meu amor que começava a pulsar denunciando o gozo próximo, Rose veio em meu socorro, engoliu a vara sorvendo todo o leitinho de meu homem. Edu inundou minha buceta com seu gozo farto, recostou-se no sofá com o mastro todo lambuzado. Rose pôs-se a chupá-lo até acordar o “gigante adormecido” recomeçando a cavalgada lentamente, como que admirando toda extensão da pica a entrar e sair de sua buceta molhada, jogou o quadril para trás e olhando para Carlos disse:

- “Vem, to morrendo de saudades”.

Ele a pegou por trás apertando os seios, tocou-lhe o grelhinho lambuzado e lubrificou seu cuzinho, foi enfiando devagar…, ela gemia e dizia que queria ter seus dois buraquinhos preenchidos, queria ser fodida por dois machos ao mesmo tempo, ela gritava: – “Mete…. mete tudo….. uiiiii… logo gozaram …

Perdemos totalmente a noção do tempo, era quase meia noite, com fome, pedimos um lanche antes que o serviço de quarto fosse encerrado. Após um banho relaxante, com roupas leves, nos alimentamos e fomos assistir a um filme. No escurinho da sala não demorou muito estávamos dormindo… De sobressalto acordei no meio da madrugada, todos dormiam, acariciei meu homem até que o mastro rijo o denunciou, ele também havia acordado! Sem barulho, levantamos enquanto ele me beijava, abraçou-me e deixou cair à camisola de fino tecido transparente, com delicadeza conduziu-me a deitar sobre a mesinha de centro. Em meio ao silêncio da noite ele ficou a observar meu corpo nu iluminado apenas pelo fogo que crepitava na lareira, aproximou-se novamente e passou a acariciar-me suavemente com boca e mãos hábeis. Eu já queimava por dentro quando sua língua deslizou pela xota e por ali ficou a sorver-me.

Que final de semana! Que delícia! Sem dúvida vamos repetir muitas vezes!!

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AINDA SOU VIRGEM ?

Na época eu era uma loirinha nova e virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu grupo.
Em casa minha mãe conversava comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então pensei em como poderia resolver este problema… Bom … Sexo anal poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao era isso!  Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que ele não demorasse muito… rs….)
Achei minha idéia incrível pois desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.
Mas aí veio a minha maior duvida e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu cuzinho era dele.
Pensei em quem poderia ser e achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que seria convidada para nos vermos, dito e feito.
Fomos ao shopping e ficamos juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.
Um dia conversamos sobre sexo e disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:
- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom… Tem sexo oral e… Também anal….
Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.
Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.
- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.
Combinado todos os detalhes, acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo que vai rolar alguma coisa a mais.
Ele apertava meus peitinhos e decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que sentíamos. 
Me atentei ao seu pau, afinal nunca tinha tido um para mim. Quando peguei naquelepau duro, logo comecei a massagea-lo. Como Tiago, tambem era inexperiente, pelo menos percebi ali. Ele nao deixou muito, pois acho que estava com tanto tesao que poderiagozar ali. Quando fiz mençao de me abaixar para chupa-lo. Ele se soltou para tirar o resto da sua roupa, aproveitei e tambem tirei o que restava, mas nao tirava os olhos daquele pau, aproveitei e o coloquei, num puxao, na minha boca e chupei-o com vontade, era gostoso, saboroso. Mas acho que ele ficou com receio de gozar, me pediu para esperar e voltou a tirar sua roupa.

Logo nossa roupas foram deixadas de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar. Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago, ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.
De quatro ele começou a forçar a cabeça do seu pau na entradinha de meu cu ,mas estava muito apertadinho e não entrava. Um lubrificante foi sacado do criado mudo e tive meu cuzinho lambuzado com seus dedos trémulos. O gel era geladinho e fazia cócegas no meu ânus quente Depois de ter o rabinho todo melecado. Ele espremeu o tubo por toda extensão de seu pau e  espalhou com mão. Eu olhava para trás acompanhando tudo o que ele fazia. Então ele mirou no meu cuzinho e forçou a cabecinha que entrou com alguma dificuldade. Sentia meu esfincter enforcar seu cacete. Acho que eu estava nervosa e ele percebeu isso pois murmurou no meu ouvido:
- Calma minha querida, agora que a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. – Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu rabo como se fosse um trem… Parecia que não acabava nunca. Senti um pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:
-Tá doendo demais… Tira….Tira…
- Por favor não me pede isso.
- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris
- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.
Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:
- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.
Aos poucos tive a impressão que a dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma de suas mãos estimulava o meu clitoris.
Ele me chamava de putinha gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu  ia para frente e para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho. Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas. Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois assim li que era bom.  Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel para ele e então disse com voz melosa.
- Vai… Come minha bundinha… Me fode… Que delícia!
Ele comecou a se empolgar e fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me concentrar no prazer
Agora por cima eu cavalgava , sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando, com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro
Ele ofegava e eu, mais relaxada, senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.
Embaixo do chuveiro nos beijamos e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder… Mas eu estava contente e uma sensação de felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o que é ter um homem me dando prazer e me penetrando… A virgindade da minha vagina? ah… esta ainda podia esperar mais um pouco, né?
Conto erótico recebido por email by Dai

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AMIGAS QUE ESTUDAM

Olá estou sendo atrevida em tentar descrever uma experiência sexual em minha vida, não pelo ato em si, mas por acreditar não ser muito boa com as palavras. Se vocês leitores deste conto, concordarem que minha escrita é ruim, por favor, não me xingar muito.
Para começar e auxiliar a imaginação de vocês acredito ser de praxe a minha descrição física… Então vamos lá: Meu nome é Claudia, sou morena clara, olhos castanhos, 1,75 de altura e , modéstia a parte uma mulher atraente . Em meu corpo tenho duas características que me destacam entre as mulheres. Uma boa, da qual me orgulho é minha bunda que é enorme e muito bem torneada e o outro os meus seios, coisa que não gosto por serem muito pequenos. Às vezes pareço ser até um rapazinho de tão pequenos que eles são. Definida as minhas características vamos a história…
Sempre fui uma boa aluna o que fez ao longo dos anos ser muito requisitadas pelas minhas amigas para auxiliá-las nos seus estudos. O que sempre acabei fazendo de bom grado. Nesta época tínhamos um grupo de quatro garotas que se reunia sempre para estudar. Em uma destas ocasiões iniciamos cedo e aos poucos as meninas conforme iam entendo a matéria começavam a ir embora. Até que no final sobramos somente eu e a Cátia.
Cátia era uma menina de uns dezoito anos, morena – clara, olhos claros e peitos incríveis. Eram tão enormes e bonitos que pareciam feitos por algum cirurgião plástico a base de silicone e muito bem desenhados. Empenhadas no estudo não vimos as horas passarem e quando nos tocamos do horário já passava das onze horas da noite. Então ligamos para sua mãe e decidimos que ela dormiria lá em minha casa. Após jantarmos fomos nos deitar e ficamos conversando antes de dormir. No meio desta conversa surgiu o assunto de nossos corpos e logo estávamos falando sobre seios.
Acabei me abrindo com ela e contei sobre o problema que eu tinha com meus seios por achá-los muito pequenos. Ela, para minha surpresa, disse que eu era muito sortuda pois sempre quis ter peitos menores pois eram muito mais bonitos e havia a vantagem de não precisar usar sempre sutiã. Não acreditei no que ela estava falando e disse que os homens preferiam peitos grandes como os dela pois eram muito mais atraente que os meus ovos fritos. Cátia, então me respondeu:
- E que precisa deles? – Caímos na risada e foi então que eu confessei que meu sonho era ter seios como os dela: bonitos e grandes. Cátia me falou que eu não iria gostar e que deveria me espelhar no exemplo dela que aos dezoito anos já tinha os seios levementes caídos como uma mulher mais velha. Duvidei disto e ela me disse que me mostraria. Em seguida tirou sua camisola e o sutiã. Seus seios me impressionaram pois eram ainda maiores do que apareciam por cima da roupa alem de serem absolutamente lindos.
- Seus peitos não tem nada de caídos Cátia. – Disse eu.
- Mas são moles e flácidos – retrucou ela.
- Não são mesmo!
- Pode colocar a mão para sentir.
Não resistindo à tentação coloquei as mãos naquelas gostosuras e pude sentir no mesmo momento a minha xoxota ficar molhadinha. Apertei levemente e senti os bicos se enrijecerem sobre o meu toque. Eles crescerem e ficaram intumescidos tornando ainda mais lindos aqueles seios gostosos. Para disfarçar, tirei a mão deles e disse ao tirar minha camisola:
- Você não gosta dos seus seios? Então dá uma olhada nos meus.
Cátia o estudou por um e eu logo pedi:
- Segura eles para você sentir a diferença.
Cátia atendeu o meu pedido e começou a acariciá-los. Senti minha bucetinha latejar e ficar ainda mais úmida. Cátia, sentindo minha respiração aumentar e entendo isso como um “vá em frente” passou a beijá-los e logo chupá-los com vontade. Mas a única coisa que ela podia chupar eram os bicos que são a única coisa de seio que eu tenho, pois o resto é completamente reto.
Virei a cabeça para trás e fechei os olhos querendo aproveitar ainda mais seus toques. Ela os alisava, apertava os biquinhos e brincava habilmente com a língua. Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos nossas calcinhas e nos deitamos lado a lado.
Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos as calcinhas e nos deitamos lado a lado. Uma acariciava a bucetinha da outra e eu chupava aqueles seios maravilhosos aproveitando cada centímetro daquele monumento. Pensei em quantos caras gostariam de estar no meu lugar. Ela então , veio para cima de mim e começou a beijar meus seios, minha barriga , descendo até meus pelos que foram cheirados até sua língua encontrar minha bucetinha molhada.
Aquilo estava maravilhoso, Cátia me chupava de um jeito que nenhum outro homem havia me chupado. Procurei retribuir o que estava sentindo e me virei por baixo dela até ficarmos em posição de sessenta e nove. Pela primeira vez senti o gosto de uma buceta e procurei tocá-la do jeito que ela me tocava. Nos duas gemíamos e nos chupamos até uma gozar na boca da outra explodindo em um prazer que eu nunca tinha experimentado.
Depois disso dormimos abraçadinhas, no que não tivemos problemas, já que eu costumo mesmo dormir de porta trancada. No dia seguinte fomos à aula normalmente e combinamos de estudar juntas em outras oportunidades. A nossa amizade só cresceu e passamos a andar sempre juntas na escola.

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A mãe do amigo era uma gata e deu mole…

Estatísticas de hoje: 595.763 acessos – 1.299 contos publicados



(escrito por Kaplan)

Encontrei meu amigo Rodrigo no clube. Estava rindo por qualquer motivo, o que me fez pensar em qual seria a razão… logo saquei que tinha mulher na jogada. Assim que deu uma brecha de ficarmos sozinhos, já fui na lata perguntando e ele não se recusou a me contar. 
 Tinha ido à casa do Marcos, antigo colega de faculdade. E ele não estava, quem estava era uma coroa belíssima, morena, com uma blusa que realçava os seios dela, bem fartos. Ela fez ele entrar e disse que podia esperar, o filho provavelmente não iria demorar.

- Cara, era a mãe do Marcos! Fiquei besta! Que coroa mais enxuta, gostosa mesmo, educada, sorridente, parecia ser gente muito boa. E deve ter tido o Marcos quando era bem nova, pois não aparentava ter mais de quarenta anos. Devia ter, mas a aparência era de menos.

Bem, entrei, sentamos num sofá na sala e ela ficou conversando comigo, queria saber de onde eu conhecia o Marcos, espantou-se que ele nunca tinha falado de mim com ela.

- Mas não havia motivo para ele falar de mim… eu era apenas um colega dele!

- Mas é um colega muito bonito! Acho que ele ficou com ciúmes de te apresentar a mim, só pode ser! 

Eu ri bastante dessa observação dela, mas… não conseguia tirar os olhos das pernocas dela, belíssimas, e ela ainda estava com um shortinho jeans. As pernas estavam bem queimadas de sol que ela me disse ter conseguido numa viagem que acabara de fazer a Ibiza. Me perguntou se eu já tinha ido lá, respondi que não, ela me disse que eu deveria ir.

- Imagina que lá as pessoas praticamente ficam nuas na praia. Tem gente que fica, as mulheres quase todas fazem topless. E cheguei a ver alguns homens, poucos, é verdade, bem peladinhos, sem vergonha de mostrarem seus paus, alguns até pequenos!

- Mas a senhora não fez topless não, fez? 

- Claro que fiz! Imagina se eu ia perder uma chance dessas de queimar meus “meninos”. Olha só como eles ficaram!

- Cara, aí ela abaixou a blusa e eu vi os peitos dela! Grandes, e todos queimados por igual, não tinha uma marquinha branca não, ela falou a verdade!

- Mas desde quando uma mãe de amigo sai te mostrando os peitos?

- Desde nunca! Essa foi a primeira vez que me aconteceu. E o melhor você não sabe ainda, como ela viu que eu fiquei babando nos peitos dela, tirou foi a blusa toda, me empurrou até eu ficar deitado no sofá e veio prá cima de mim! Me lascou um beijo na boca e antes que eu pudesse atinar com o que estava rolando, abriu minha braguilha, pôs meu pau pra fora e começou um boquete, desses que fazem a namorada da gente parecer uma principiante!

- E eu comecei a ficar preocupado, porque o Marcos poderia chegar e ia pegar mal, muito mal eu estar ali com a mãe dele, né? Mas parece que ela sentiu a minha preocupação e falou que eu podia ficar à vontade, porque o filho ainda ia demorar. 

E tome boquete! Minhas bolas ficaram até doendo de tanto que a coroa chupou-as. E aí, ela deu uma folga, que aproveitei para mamar nos peitões dela. E ficamos pelados os dois, ali em cima do sofá, ela me fez uma espanhola, apertando meu pau entre os seios, coisa deliciosa! E como ela gostava de fazer aquilo! A cara dela dizia da satisfação, mordia os lábios, fechava os olhos… muito legal! E depois voltou a me chupar!

Aí que vi direito a bucetinha dela, com os cabelinhos aparados, e eu ajoelhei e comecei a chupar a bucetinha dela, perfumada, cheirosa demais! E aí, comi, né? não tinha jeito de não comer. Na posição em que ela estava, eu parei de chupar e só taquei meu pau dentro dela. E meti até ver ela gozando e ainda meti mais um pouco até eu gozar também!

- Puxa vida, que maravilha prá você! Vai ter repeteco?

- Espero que sim, pelo menos ela prometeu que depois me ligaria, mas disse que para ficarmos mais tranquilos, era melhor irmos a um motel. Eu topei, só estou aguardando!

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Na beira da piscina, dois casais trocados e mais uma dando sopa



(escrito por Kaplan)

Então… depois do que narrei no conto “Sempre pronta para gozar”, tivemos a grata surpresa de, no domingo cedo, mal acordamos, tomarmos café e saímos nus para a piscina, ver chegar um carro com ninguém menos que a namorada do meu amigo e a irmã dela.

Achei que ia sair tiro, mas qual! Assim que elas nos viram peladões, uma olhou para a outra e tiraram a roupa também e se juntaram a nós. A irmã da namorada já veio em minha direção, porque o meu amigo e a Meg já estavam no rala e rola… e a namorada foi ficar junto, para ver direitinho o que se passava por lá. 

Nem fomos apresentados direito e já começamos a farra. A Meg cavalgava o meu amigo, assistida pela namorada dele, que passava as mãos nos seios da Meg e ainda punha a mão na xotinha dela. A irmã já foi deitando de ladinho, para poder ver os outros em ação, eu dei uma lambida na xotinha dela e enfiei meu pau. Enquanto metia, eu também via o que se passava com os outros.

E a namorada do meu amigo, além de passar a mão na xotinha da Meg, também arriscou dar um beijo nos seios dela. Meg gemeu de prazer e a namorada ficou um pouco assustada.

- Posso continuar?

- Não só pode como deve! Adoro isso!

Então ela beijou e mamou na Meg bastante tempo, e as duas beijaram-se na boca e o meu amigo quase explodiu de tesão quando viu.
 E enquanto a namorada tirava o pau dele de dentro da Meg para fazer um boquete, eu virava a irmã dela e a comia de frango assado. Parei, e fui lamber a bucetinha dela, enfiei dois dedos e cutuquei bastante, vendo o ventre dela se contrair todo. Tornei a meter de ladinho, enquanto a Meg voltava a cavalgar o amigo e aproveitava para segurar nos seios da namorada, que continuava passando a mão no corpo dela.

Vendo que o namorado e a Meg ainda iam demorar a se resolver, a namorada dele veio até nós e falou com a irmã que queria ser comida também. A irmã, muito legal, saiu e deixou-a aproveitar-se de meu pau por alguns minutos, antes de ser penetrada. E a irmã foi juntar-se aos outros, ajoelhando-se de tal modo que a bucetinha ficou na boca do “cunhado” que ficou chupando-a enquanto era cavalgado pela Meg. 

Se alguém pudesse ver aquela cena, ia endoidar. As três eram deliciosas, corpos magníficos, brilhando ao sol.

E a namorada pediu que eu comesse seu cu. Beleza, gosto muito disso! Na posição de frango assado eu comecei a enfiar meu pau, encontrei uma certa resistência mas que logo desapareceu e ele entrou todo. Comecei a bombar e ela a gemer.

E eu via, do outro lado, as duas, Meg e a cunhada, deliciando-se ao chuparem o pau do meu amigo. Uma engolia, a outra lambia, uma lambia as bolas e as duas lambiam o tronco, suas bocas se encontravam, se beijavam e ainda tinham seus cuzinhos penetrados pelos dedos dele.

Foi uma manhã de muitos gozos. De tarde, antes de irmos embora, a namorada do meu amigo fez questão de transar só com ele. Como eu e Meg não somos egoístas, aceitamos a irmã da namorada em nosso meio!

Foi um fim de semana sensacional. Claro que, ao irmos embora, combinamos de em outros fins de semana voltarmos os cinco para novas transas.

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Sempre pronta para gozar

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(escrito por Kaplan)

Tinhamos sido convidados por um amigo para passar o fim de semana na casa de campo dele, num belíssimo condomínio, com muito verde. Na casa, uma piscina, ao lado uma churrasqueira, sauna. Tudo de bom.

Fui fazer sauna, deixei Meg de biquíni e ele de sunga tomando sol, nadando. Quando sai da sauna, vi que eles não haviam perdido tempo. Ele estava deitado no deck da piscina e Meg pulava em cima dele, com seus cabelos esvoaçando, seus seios pulando. 

Fiquei apreciando o espetáculo. Meg sempre estava pronta para transar, comigo ou com quem fosse interessante. Não era a primeira vez que ela e meu amigo transavam. Só não entendi porque eles esperaram que eu entrasse para a sauna para começarem…

E logo vi o meu amigo carregando-a para uma daquelas espreguiçadeiras, colocá-la deitada de costas e come-la no tradicional papai e mamãe. Ele metia e a beijava ao mesmo tempo. E ela aproveitava o silêncio e a falta de vizinhos para gemer à vontade. O que me deixava com mais tesão ainda, ao ver e ouvir.

Eu nunca me cansei de ver Meg transando com outros homens. Uma coisa é você estar transando com ela e concentrado no que faz, não percebe certos detalhes, que se tornam claramente visíveis quando eu a via transando com outros. Era uma verdadeira máquina de fazer sexo, opinião que nunca foi só minha, mas de todos que puderam usufruir desses momentos tão privilegiados. 

E ali estava mais um amigo com opinião semelhante. Imaginando que eles começaram a transar tão logo eu tinha entrado na sauna, já deveriam estar há quarenta minutos no fuck fuck, e com gás para outros quarenta!

E lá estava ele, metendo, metendo… tinha horas que ele dava uma parada e aí recomeçava enfiando e tirando bem devagar, como se quisesse tesá-la ainda mais. Quando ele dava as paradas, o rosto dela se contraia, contrariada, queria mais, muito mais! Em outros momentos, ele tirava o pau e ficava esfregando-o nos grandes lábios.

Depois eu vi que ele saiu, levantou as pernas dela, que ficou na posição de frango assado e ele voltou a meter. Tirava, ficava relando o pau nos grandes lábios até ela pedir, implorar, para ele meter de novo, e ele obedecia, e ela revirava os olhos e de repente eu vi como ela gozou, enrijecendo o corpo todo e soltando um ahhhhhhhhhhhhhhhh demorado, profundo… 

E então ele tirou o pau e bateu uma punheta até gozar na barriga e nos seios dela, que passou a mão no “leitinho”, esfregou no corpo todo e ainda colocou os dedos lambuzados na boca, chupando-os.

Maravilha… claro que fiquei com vontade de substituir meu amigo, mas ela precisava de um descanso. Olhou para mim, me viu pelado, como eles estavam, de pau duro. Me chamou, fui até lá.

- Viu tudo?

- Acho que sim, não sei a hora que vocês começaram…

- Você nem tinha fechado a porta da sauna direito e esse maluco aqui já pulou em cima de mim, arrancou meu biquíni e me pôs para cavalgá-lo.

E meu amigo, muito gozador, virou-se pra mim e falou:

- Fica chateado não, meu amigo, de noite eu prometo que só vou pra cama de vocês depois que você a tiver comido! Aí nós dois vamos acabar com essa gata!

Não conseguimos acabar com ela, mas a farra foi tremendamente boa. E no domingo foi melhor ainda, porque a namorada do meu amigo chegou e ainda trouxe a irmã. Vejam no conto de amanhã!

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Comandante e comissária… uma dupla voadora!



(escrito por Kaplan)

O comandante X e a sua chefe de cabine tinham uma longa história de amores proibidos. Os dois eram casados e a esposa dele e o marido dela já acumulavam enormes chifres em suas cabeças. Quando tinham que pernoitar em algum hotel, um fugia para o quarto da outra e transavam bastante.

Teve um dia, que fizeram o último vôo e depois que todos desceram, estavam apenas os dois dentro da aeronave, ela acabava de arrumar suas coisas e ia descer quando ele chegou perto dela, deu-lhe um beijo e falou:

- Meu grande sonho é transar com você dentro do avião.

- Você é louco! Se descobrem estamos ambos na rua! Não tente, X, tira a mão da minha bunda…

- Vamos aproveitar, nem que seja uma rapidinha…

- Não, de jeito algum… para de desabotoar minha blusa…

- Olha como que estou! 

Ele abriu a braguilha e mostrou-lhe o pau, velho conhecido dela, já quase totalmente ereto.

- Pega nele, pega! 

Ela não resistiu, não só pegou como se agachou e começou a chupar. Do que ele se aproveitou para tirar a blusa e o sutiã dela e pegar nos peitos que adorava. Ela teve um último lampejo de cuidado:

- Se nos pegam, além de demitidos, seremos mortos pelo meu marido e por sua esposa…

- Para de falar bobagens… usa a boca para coisas mais interessantes como me chupar!

Era impossível resistir ao charme do comandante. Ela continuou chupando e sentindo sua calcinha  ficando molhada.

- Vamos, querido, uma rapidinha mesmo! Estou morrendo de medo!

Apoiou-se numa das poltronas, exibindo sua bela bunda para ele que não conversou. Meteu na xotinha dela, por trás, e ficou bombando e bombou até gozar. 

Ela teve de pegar sua calcinha e aparar o leite derramado, não podia deixar que ele caísse no carpete do avião, pois ai seriam descobertos.

- Você é louco mesmo. Por que não esperou chegarmos ao hotel para transarmos com calma?

- Fantasia, meu bem… sempre tive essa fantasia! Um dia tinha de acontecer! E foi hoje!

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Duas comissárias no hotel, enquanto o avião não decolava

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(escrito por Kaplan)

Nos silenciosos corredores do hotel, ouviram-se, primeiro a porta do elevador se abrindo, depois os passos nervosos de duas comissárias de bordo de uma grande empresa aérea, puxando suas malas com rodinhas.

Eram elas Erika e Cristina. Acabavam de chegar de uma viagem de New York. Foram longas horas de vôo, com problemas com um passageiro, tiveram de fazer relatório para a Polícia Federal, uma amolação total. Estavam exaustas, queriam cair numa cama e dormir até no dia seguinte, quando outro vôo as esperava.

Entraram no quarto, Cristina foi  logo deitando, de uniforme mesmo. Havia duas camas de solteiro no quarto, mas Erika deitou-se ao lado dela, encostou seu corpo no dela e as duas ficaram comentando os entreveros da viagem. Vendo que Cristina quase chorava de raiva do problema com o passageiro, Erika inclinou-se e beijou-a suavemente. E logo sua mão direita começou a afagar o seio da amiga, por cima da blusa, mas o suficiente para Cristina fechar os olhos, suspirar…

Erika pegou a mão de Cristina, beijou-a, os dedos ficaram entrelaçados, seu corpo ficou mais em cima do dela e elas voltaram a se beijar amorosamente. E os beijos ficaram mais “calientes” e elas já estavam com vontade de mais coisas, muito mais… 

As blusas começaram a ser desabotoadas enquanto os beijos continuavam cada vez mais quentes, demorados, molhados. Erika beijava o queixo, o pescoço, voltava à boca da amiga, que procurava retribuir os carinhos da melhor maneira possível.

- Tira minha roupa, Cris…

- Só se você tirar a minha!

O sorriso cúmplice que as duas deram mostrava que eram amantes há muito tempo. E logo as blusas deixaram de estar sobre elas, apenas os sutiãs apareciam e elas foram ficando indóceis, loucas para se amarem loucamente.

Erika sentada no colo de Cristina, beijava-a, beijava-a muito e as mãos de Cristina desabotoaram o sutiã da amiga e dois peitinhos pequenos, lindos, foram, então, avidamente beijados e chupados por ela.

- Te amo tanto!

- Tanto quanto eu?

- Talvez mais, será? 

Foi a vez de Erika desabotoar o sutiã da Cristina, que tinha seios maiores, não enormes, mas maiores do que os dela. E aí, quem beijou e chupou os seios foi Erika. Cristina já gemia, beijava a cabeça da amiga. O cansaço e os aborrecimentos da viagem tinham desaparecido, e elas já estavam doidas para se verem livres do resto das roupas e esfregarem seus corpos um no outro.

Cristina foi a primeira a tirar a saia da amiga e logo depois a meia-calça que a companhia obrigava todas as comissárias a usar. Mas antes de tirar a meia calça, a mão dela entrou lá dentro e foi acariciar a xotinha da Erika, que, mais que depressa, tirou também a saia e a meia-calça da amiga, que também teve a xotinha acariciada. As duas gemiam ao toque de seus dedos em suas xotinhas. 

E então, as duas já totalmente despidas, Erika começou a fazer uma massagem na xotinha da Cristina que, para não gritar de prazer, colocou a própria calcinha dentro da boca e ficou mordendo-a. O dedo de Erika deslizava com suavidade em seu grelinho, com a mão esquerda Erika massageava os seios dela, a boca de Erika a beijava, beijava seus seios, seus braços.

- Você está impossível, hoje, meu amor! Quer me matar?

- De jeito nenhum! Eu morreria também!

- Você me excita tanto falando assim!

E Cristina fez Erika deitar-se na cama e fez um “velcro” com ela, suas xotinhas se esfregando uma na outra e os gemidos das duas só aumentando de intensidade e volume. Beijou a perna da Erika, do pé até a xotinha. Erika, arrepiada, viu a amiga levar sua língua à xotinha e lamber seu grelinho, enfiar os dedos nas suas profundezas… era enlouquecedor o prazer que elas se davam!

Depois que Erika chegou ao orgasmo, graças à língua e dedos da amiga, ela inverteu a situação, deitando Cristina e retribuindo na mesma medida os carinhos que recebera, até que a amiga também tivesse seu gozo, incrível, fantástico. 

Deitadas, abraçadinhas. Silêncio, aquele silêncio que se segue aos gozos.

- Érika, agradeço sempre ter te conhecido. Nunca ninguém me amou como você! Nunca ninguém me fez sentir tanto gozo quanto você!

- E você acha que comigo é diferente? Você sabe que já tive namoradas antes, mas você, sem dúvida, consegue acabar comigo todas as vezes que transamos!

Mais beijos, e elas dormiram ali, abraçadinhas, só puxaram uma coberta sobre seus corpos. A hora do amor terminara. Precisavam dormir, amanhã era mais um dia de trabalho. 
Claro que quando acordaram, tomaram banho juntas e quase perderam a hora…

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Um amigo nos convidou para o aniversario sexy da esposa



(escrito por Kaplan)

Meg e eu fomos convidados para o aniversário de Rosali, esposa do Márcio, grandes amigos nossos. Eles moravam numa belíssima casa, com piscina e tudo.

Ao chegarmos, Márcio nos recebeu e nos levou para a piscina. A Rosali acabava de se aprontar e ele queria fazer uma surpresa a ela. Ali estavam mais dois casais e mais três garotas, belíssimas. Ficamos todos ali, em silêncio, aguardando que ela descesse. O marido já providenciara algumas garrafas de fino champanhe, que deveríamos abrir quando Rosali chegasse. 

E eis que ela chega e quando abre a porta que dava para a piscina, foi recebida com gritos e champanhe estourando e as taças sendo enchidas e brindes sendo feitos. O clima estava festivo e sensual, pois as três garotas sozinhas estavam vestidas para matar. Uma delas, morena, alta, com um vestido com um decote que permitia ver praticamente os seios dela, e que eram muito bonitos. As outras duas com minissaias super apetitosas também.

Meg e eu já tínhamos transado com Rosali e Márcio, mas não sabíamos dos outros dois casais. Mas começamos a achar que a festa de aniversário iria ter mais coisas do que bolo e parabéns… 

E não deu outra. Com cinco garrafas de champanhe já esvaziadas, as três solteiras começaram a se soltar e logo a morena alta e gostosa estava simplesmente abaixando o vestido da Rosali, que era tomara-que-caia e os seios dela ficaram fora do vestido. E ela, para se vingar, abaixou o vestido de uma loura casada e beijou os seios dela. A morena alta e gostosa gostou do que viu e veio chupar os seios da loura e acabou sendo chupada pela Rosali também. E os homens ficaram derramando champanhe nos corpos das mulheres.

A Meg, que sempre gostou dessas coisas, já tinha levantado o vestido e mostrava sua bunda a quem estivesse interessado em ver. E o Márcio pegou uma champanhe, tampou com o dedo, sacudiu bem e soltou exatamente na bunda da Meg, que deu um grito ao receber aquela coisa gelada. E aí um dos casados pegou a Meg e ficou se esfregando nela. Já que a coisa estava assim, procurei a morena alta, que também estava com o vestido praticamente tirado, e comecei a beijar-lhe os os seios e apertar-lhe a bunda.

Com o rabo do olho eu vi o Márcio pegar a loura, e a Rosali pegou o outro casado. As duas que estavam sobrando não se incomodaram, passaram a se beijar. A Rosali colocou o pau do seu amigo pra fora e deu-lhe uma lambida, quando a Meg viu foi ajudá-la e a Rosali acabou pegando o casado que havia ficado com a Meg e arrastou-o para o lado. A Meg, então, já com os peitos de fora, ficou com o novo par, chupando-o bastante e depois sendo chupada por ele.

Ninguém arredava pé dali, uma estreita faixa antes da piscina. O Márcio despejou champanhe em seu próprio pau e duas correram para chupa-lo. A Meg continuava chupando o cara e viu a Rosali chegar com champanhe e derramar no pau dele e no rosto dela.

Eu estava com a morena e com uma outra que veio participar conosco. A Rosali estava encharcada de champanhe e sendo chupada por um dos casados e por uma das solteiras. 
Completamente tonta, ela pegou o pau do casado e enfiou na solteira e ficou admirando os dois treparem. Depois foi até onde a Meg estava com um cara ajoelhado lambendo sua bunda e o ajudou a lamber. E aí, com todo mundo nu e tonto, começamos a cair na piscina, onde as pegações e chupações continuaram.

E logo as mulheres todas foram sendo comidas pelos quatro homens. Acho que nunca nós quatro comemos tanto! Lembro de ter contado até quatro, não sei se houve mais, a Meg me contou que deu o cu duas vezes e a xoxota umas quatro também. Foi uma orgia fantástica. Passamos a noite lá, eles tinham preparado camas para todos e a começão continuou noite adentro.

Aquele casal sabia como comemorar um aniversário!

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