Vendo uma transa bucólica da minha vizinha

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(escrito por Kaplan)

Eu falei minha vizinha no titulo, mas, na verdade, ela era vizinha da irmã da Meg que tinha um sítio onde aconteceram muitas coisas interessantes já relatadas aqui. 
foto: Kaplan

Sabendo que eles só iam ao sítio nos fins de semana e feriados, além das férias, eu pedia para ficar lá durante a semana, meditando, fotografando flores, entrando no bosque que tem lá perto, ficava em contato com a natureza, aquilo me descansava da vida na cidade. A cunhada gostava, porque aí nem precisava pagar o caseiro, eu tomava conta do sítio para eles.

Conheci vários dos vizinhos deles. Os sítios eram grandes, faziam limites, mas as casas ficavam bem distantes umas das outras. Não dava de uma casa, para ver a outra. A não ser que quem estivesse olhando estivesse com um potente binóculo. E eu o tinha, sempre o usei lá para descobrir onde havia belas flores a serem fotografadas. 

Mas teve um dia em que, quando eu olhava de binóculo, acabei vendo movimento de pessoas no sítio vizinho. E como sou muito curioso, subi numa mangueira para ver do que se tratava. Quando consegui focar as pessoas, quase caí da mangueira. Vi a vizinha peladíssima, sentada no pau de um sujeito que não era o marido, que, por sua vez, estava sentado num banco de madeira no jardim da casa. Eles tinham um local com muita privacidade para pessoas que estivessem no chão. Mas do alto se podia ver tudo com todos os detalhes. 

E eu a vi pulando, os cabelos esvoaçando, ele a segurando pela cintura e ajudando-a a pular. Ela inclinava o corpo todo para trás e mesmo assim conseguia pular bastante. Tinha horas que o pau dele saía da xoxota dela, e ela tratava de recolocar rapidinho. Era um belo espetáculo que eu podia ver.

Achei que ela tinha gozado, porque fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e parou de pular. Bem, se ela tinha gozado, ele não, então eles se levantaram e ele a colocou com um pé no banco, o outro no chão e meteu por trás nela. O rosto dela denotava uma alegria imensa com as estocadas que recebia, ela segurava nos seios, ele beijava suas costas, segurava na cintura dela e tome vara! Como metia o Ricardão!

E ainda não gozara, quando tirou o pau de dentro dela, ele ainda estava totalmente rijo. Eles conversaram alguma coisa, ela sentou-se no banco, encostou e abriu as pernas. Nossa, que bela buceta a vizinha tinha! Maravilhosa, rosinha!

E aí ele veio, em pé, metendo de frente nela, e metia e metia, segurando as pernas dela bem abertas. Ela devia estar gemendo, apesar de eu não ter condição de ouvir, mas via pelos movimentos da boca que ela devia estar. 

E logo ele gozou, deu para ver quando o esperma começou a sair da xotinha, e ela procurou aparar com a mão, claro, não podia deixar cair no chão porque poderia manchar e o marido descobrir. Ficaram sentados ali, um tempo, conversando, ela segurando o pau dele sem parar, devia gostar muito!

Entraram. Não sei se treparam mais, só sei que quando ouvi o carro ser ligado, já tinham se passado duas horas de quando eles entraram. Que deu tempo, deu, se fizeram, não sei. Mas foi bom saber da existência de um Ricardão por ali… quem sabe em outro dia eu poderia ver mais um espetáculo como aquele?

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Foi pedida em casamento e soltou tudo na hora!



(escrito por Kaplan)

Minha amiga Vera me telefonou, eufórica. Seu namorado havia, finalmente, se resolvido a casar e a pedira em casamento no dia anterior.

- Conte-me tudo, não me esconda nada!

- Claro que vou contar, por que acha que telefonei pra você?

- Imagina, ontem a tarde eu estava em casa, escrevendo em meu diário, sozinha em meu apartamento, meus pais estavam trabalhando e meu irmão na faculdade, quando ele chegou. Estava com uma cara muito séria. Fiquei até preocupada. 

Sabe, eu estava com aquele vestido que a Meg me deu de presente, curtinho… aquele que quando eu sento você sempre vê minha calcinha, seu tarado, lembra?

- Sim, lembro, mas e daí?

- É, não tem nada a ver o vestido… mas eu estava com ele quando ele chegou e fez igual no cinema: ajoelhou na minha frente e puxou uma caixinha com a aliança e me perguntou se eu queria casar com ele.

- Cara, fiquei enlouquecida! Me deu um tesão danado ele me pedir em casamento daquele jeito! E aí, claro, aceitei, ele levantou, a gente se abraçou, se beijou e o safadinho já foi baixando o vestido e pegando em meus peitinhos, eu estava sem sutiã.

- Ele é dos meus!

- Eu sei… eu sei!

- E daí?

- Aposto que já está de pau duro aí, né?

- Logico! Conta logo tudo! 

- Então… ele me pôs sentada na mesa e mandou a mão na minha calcinha, que já estava toda à vista, porque o vestido é curtinho, como te falei. E começou a me bolinar, afastou a calcinha pro lado e enfiou aquele dedo grande que ele tem… fiquei doida, claro!

E aí ele me deitou na mesa e ficou mamando nos meus peitinhos e enfiando o dedo… e eu pedi para ele me comer, não aguentava mais.

Então ele tirou o meu vestido, tirou a roupa dele, me colocou curvada, apoiada na mesa e lá veio vara… Acho que ele nunca meteu com tanto gosto, nem eu gostei tanto como naquela hora! Já estava quase em alfa, quando ele saiu de dentro, deitou-se na mesa e me falou para sentar no pau dele.

- Toda mulher adora cavalgar, né?

- Sabe que a primeira vez que cavalguei um homem foi a Meg que me falou que era bom demais? Eu sempre ficava no papai e mamãe, mas ela me ensinou coisas incríveis, uma delas foi essa. E realmente, é bom demais! E aí eu cavalguei até gozar.

- Acho que você devia pedir a ele para te pedir em casamento toda semana! 

- Cara, não terminei ainda… soltei lá atrás também!

- Mentira!

- Verdade… fiquei tão doida ontem que dei, ele sempre quis, e você sabe que eu era virgem lá atrás…

- E se bem me recordo, você tinha feito uma promessa a mim que eu seria o primeiro…

- Pois é querido, por isso te liguei, para pedir desculpas, porque eu prometi pra você e só depois que ele enfiou é que lembrei disso. Você me perdoa?

- Só se você prometer que serei o segundo!

- Prometo! Juro por todos os santos! Você será o segundo. Vai ser até melhor, não acha? Não vai precisar de tomar todos os cuidados que ele teve… deu trabalho, viu? E doeu muito no início, mas depois foi legal. Então estamos acertados, você será o segundo.

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Época de faculdade… época de trepar muito!

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(escrito por Kaplan)

Sim, amigos e amigas, já narrei vários casos de minha época de faculdade, morando em república, onde, com amigos e amigas fazíamos grandes farras.

Mas o que vou narrar aconteceu em outra república, onde os amigos conseguiram uma mesa de bilhar e chamaram a turma para a inauguração. 

Quando cheguei lá já havia duas garotas dançando, nuas, em cima da mesa. Uma terceira estava ocupada num boquete com um colega. As duas que dançavam me chamaram e a um outro colega para dançarmos com elas. Claro que tiramos as roupas também, subimos na mesa e dançamos ao som de muito rock.

Não demorou muito para que as duas, que já tinham bebido várias batidas de limão, começassem a chupar nossos paus. Elas chamaram a que estava no chão, para que subisse à mesa também, então ficaram os três pares lá em cima. Era um festival de boquete. 

Mas ninguém aguenta só ser chupado. A vontade de comer as garotas bateu forte, eu fui o primeiro a colocar a minha parceira de quatro e meter em sua xotinha por trás, o que foi imediatamente seguido pelos outros dois. Mas aquele casal que subiu por ultimo, acabou descendo e ela foi cavalgar o parceiro sentado no chão. 

Nada melhor do que comer alguém e ver outras sendo comidas. Gemidos, ais, algumas xingando os parceiros, outras pedindo mais força… o ambiente todo era sexual. A que estava cavalgando logo anunciou seu gozo, com um grito e caindo de lado. Como o cara não tinha gozado, continuou metendo e ela parecia até desfalecida… 

Minha parceira disse que estava com os joelhos ardendo, então tirei-a da posição, fiz ela sentar bem na beirada da mesa e meti pela frente. Conseguimos gozar simultaneamente e ficamos vendo o outro casal em cima da mesa, eles também tinham mudado de posição, ele se deitara e ela o cavalgava. 
Foram os que mais tempo resistiram, mas também gozaram.

Depois de um tempo em que fingimos que éramos grandes jogadores, esquecemos as bolas e os tacos, trocamos as parceiras e fomos trepar de novo. E assim passamos a noite inteira. Trepamos, bebemos, trocamos de parceiras, trepamos de novo.

Época de faculdade era assim. Será que continua sendo?

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Duas garotas lindas, mas não gostavam de homens!



(escrito por Kaplan)

Heloisa e Sibila eram duas garotas maravilhosas, provavelmente as duas mais bonitas da faculdade, mas nunca se misturaram com a gente, por mais que as convidássemos para as noitadas, elas nunca iam. Educadas, muito educadas, nunca foram grosseiras, mas recusavam nossos convites com um sorriso encantador. Que nos fazia ficarmos com mais vontade de te-las junto a nós.

O que será que acontecia com elas? Será que os pais proibiam as duas de andar com a gente? Bem, nossa fama não era das melhores para os pais, apesar de, geralmente, as garotas gostarem muito da gente. Menos as duas.

Até que um dia uma colega nos confidenciou.

- Gente, podem desistir. Elas não gostam de homens!

- Como assim? Não gostam de homens?

- Não, elas são lésbicas. Só gostam de mulher! 

Não acreditamos, mas ela nos disse que havia visto as duas. Elas tinham esquecido a janela da cozinha aberta e ela viu tudo. As duas só de lingerie conversando e não demorou muito para que se beijassem. E depois dos beijos, as mãos seguraram os seios e tiraram os sutiãs, elas esfregaram os seios uma na outra, uma delas sentou-se na mesa, a outra ficou em pé entre as pernas dela.  Os seios da que estava sentada eram beijados e chupados pela outra, que não demorou muito a tirar a calcinha e mandar a língua na xotinha da sentada.

- Gente, eu achei tão estranho, mas não consegui parar de ver. Ela chupava a buceta da outra com uma vontade que até fiquei meio molhada. Me deu até vontade de experimentar!

A que estava em cima da mesa estava quase desmaiando de tesão. E logo deitou-se, de bruços e eu vi a que estava em pé fazer dos dedos como se fosse um pau, enfiando e tirando na buceta dela. Olha, nunca vi alguém ser tão dedada como aquela menina. A outra não parava de enfiar os dedos na buceta dela. Dava para perceber que  elas estavam eufóricas, logo estavam se beijando de novo, e aí trocaram. A que estava em pé sentou-se na mesa e a outra foi chupá-la também. Essa chupava com menos furor, mas o efeito parecia ser o mesmo, pela expressão da que estava sendo chupada dava para ver que ela também estava quase em estado de gozo. 

Essa eu vi melhor, porque ela sentou do outro lado da mesa, então a buceta dela ficou virada para onde eu estava e eu vi direitinho a que estava em pé abrir a buceta dela para lamber e enfiar os dedos. E assim elas ficaram por muito tempo, eu já estava ficando cansada de ver, mas não arredei pé, queria ver como aquilo ia acabar.

A que estava sendo chupada e dedada estava com os olhos vidrados e a outra, em pé, continuava a meter os dedos lá. Acho que ela conseguiu fazer a amiga gozar, porque deram uma parada e se beijaram de novo. Abraçadas, mãos na bunda e nos  peitos… foi isso que eu vi!

Ficamos perplexos com o que nossa colega presenciou e nos contou. Bem… fazer o quê? Nunca mais as chamamos para nossas festas.

Mas, no fundo, no fundo… todos nós estávamos loucos para ver as duas juntas! Nunca conseguimos e ficamos com muita inveja da nossa colega que viu!

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A GATINHA E O CASADO

Já fazia mais de dois meses que nos encontrávamos às escondidas, depois de muito penar consegui fazer com que a menina confiasse em mim, afinal eu era casado, tinha quase o dobro de sua idade (38 x 20) e tinha meu tempo limitado, exatamente pela minha condição conjugal.

Até conseguir levá-la pra cama foi um caminho longo, muitas cervejas, amizade “desinteressada”, um profundo respeito, provas de amor aos montes e elogios sem fim.

A menina era um bocado recatada, até consegui fazê-la me chupar o pau e se deixar chupar a bucetinha, mas quando chegava perto do cuzinho, fosse com o dedo ou a língua, era um sacrifício e aquilo até me irritava um pouco, afinal a menina não era nenhuma Brastemp, baixinha, magrinha, boca interessantemente grande, lábios finos, morena clara, rosto nem bonito nem feio, peitos minúsculos, mas sua proeminência dorsal era de uma majestade assustadora, sua bundinha era uma guloseima das mais requintadas e uma iguaria digna de ser degustada com todas as pompas que a ocasião pediria…

Mas… Ela era semivirgem no cuzinho, algum filho da puta não fez a coisa direito quando ela tinha tenros 16 aninhos e ela nunca mais quis saber de brincar pela saída de trás. Dizia que foi doído, que “ralava”, que meu pau era muito grande (Eu me acho absolutamente normal, diria até que um tantinho pequeno!) e mais uma série de argumentos bobos… Só que tudo isso era argumentado, sem que eu nem tivesse ainda arriscado nada, só umas tentativas de enfiar os dedos, sempre negadas por ela e eu pacientemente me recolhia, explico aqui que eu não era propriamente um versado na matéria sexo anal, de verdade nunca fora coisa que me desse tanto prazer assim, mas, de verdade, a bunda era a coisa verdadeiramente atraente naquela menina.

Depois de muito penar e fazê-la gozar, consegui convencê-la a aceitar no cu pelo menos um dedinho, com o tempo dois, e com mais tempo ainda consegui fazê-la me deixar enfiar a língua no reguinho, bem no centro do cuzinho, o que fazia com que ela gemesse um pouco mais da conta, ela ainda era encanada com esse negócio de higiene e me deixava chupá-la no cu só depois da última sessão na hidro, assim tinha certeza que o cu estava bem limpinho… Ela se deitava de bruços e nem imaginava o efeito que aquilo tinha sobre mim, a bundinha dela era mais bonita ainda do que parecia, tinha um rego grande, a bundinha bem carnuda e um rabo bem arrebitadinho, o olho do cu era marrom claro, enrugado e bem fechadinho, ficava quase no meio do rego de tão arrebitada que era a bunda, nessas vezes eu até abusava, começava chupando a buceta, lambia sempre bastante os pequenos lábios, dava mordidinhas, lambia o grelo, sem esquecer de enfiar os dois dedos no cuzinho, o deixava bem aberto e, depois de ter lambido a buceta bastante, enfiava a língua bem lá dentro do cuzinho e finalmente a entrava com o caralho na sua buceta, a essa altura encharcada e eu até resistia bastante, pois só de sentir batendo o ventre naquela bundinha já sentia vontade de gozar logo…

E seguia com meus progressos, depois de fazê-la gozar na buceta, eu consegui que ela deixasse que eu gozasse na entrada do seu rabinho, eu metia bastante na buceta e quando era o momento de gozar eu encostava no seu enrugadinho e gozava na portinha. Só consegui fazer isso em dois encontros, pois na terceira vez, retirei-lhe o pau da buceta e fiquei roçando o cu, e ela esperando que eu gozasse, não gozei e forcei a cabeça do pau no seu buraco, que cedeu, a cabeça alojou-se, ala assustou-se, olhou pra trás e pediu pra eu parar, falei um decidido “não, cala a boca!”, ela calou, depois gemeu, soluçou e choramingou, eu segui empurrando bem devagarinho, apesar dos dedos já terem estado por lá naquele dia, seu cu era apertado demais, tive que seguir bem devagarinho, ela seguia resmungando, gemendo, empurrei bem devagarinho até o fim e ainda pedi pra ela jogar a bunda pra trás, ela jogou e o pau entrou inteirinho, depois foi só colocar um travesseiro na sua barriguinha e começar a socar meu pau no cu da menina, que continuava choramingando, mas já rebolava e pedia pra gozar no fundo e eu passei a socar cada vez mais violentamente, mas não sei porque não consegui gozar, como já estava meio doído pra mim e também já estava ficando tarde, fui obrigado a tirar o cacete do brioco dela.

Quando tirei, ela me olhou meio assustada e perguntou se eu tinha gozado, eu respondi que não, que ia tentar de novo outro dia, ela retrucou que não, que não deixaria nunca mais, não liguei e começamos a nos trocar, a tempo do quarto tava quase se encerrando…

Quando ela terminou de colocar sua roupa me perguntou de novo se eu tinha gozado, repeti a resposta e ela, com cara de decepcionada, me disse que não entendia, pois disse que já que eu tinha tanta tara pela bunda dela, ela não entendia porque eu não tinha completado, olhei bem nos olhos dela, coloquei-a de joelhos no chão e com o dorso na cama, levantei-lhe a saia, desci-lhe a calcinha, enfiei novamente meu cacete bem devagarinho no cu dela, dessa vez não havia desconforto, seu cu me apertava o caralho gostoso e comecei a estocar com alguma força, ela choramingava, pedia pra tirar e rebolava, quando parei no fundo e senti o comichão na cabeça do pinto, enterrei tudo o que pude e gozei tudo o que podia no fundo do cu dela, extenuado caí em cima dela ainda engatado, quando o pau saiu, ela me beijou na boca, quase que agradecida…

Depois dessa vez ela sempre deixava sua bundinha em posições sedutoras e eu sempre a fodia no cu, às vezes só no cu, com ela sentada no pau, de quatro, de lado, em pé e nos nossos amassos sempre tinha, no mínimo, meu dedo atolado no rabinho dela…
E sempre ela fazia de conta que não queria, choramingava, gemia, soluçava e pedia pra parar, pra tirar. Eu me fazia de dominador, insensível, persistente e sempre conseguia o que queria…

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MINHA CALCINHA

Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou…
Os nomes que citei acima são fictícios, claro. Há mais ou menos cinco anos, minha filha conheceu André, um garoto bonito, de boa família, que sempre a tratou muito bem, motivo pelo qual nos conquistou, pelo que eu e meu marido sempre o tratamos como um filho. André sempre passou os finais de semana conosco, o que sempre apoiei, até porque gosto de ter tudo sob meu controle e, assim, poderia inclusive doutrinar minha filha a não engravidar cedo etc.

Tudo aconteceu há cerca de seis meses. Era um sexta-feira, jamais esquecerei, 7 de abril, 22:00. Como sempre, fui tomar banho para dormir. Tirei a roupa suja e coloquei no cesto do banheiro. Tomado o banho, vesti uma roupa discreta, como sempre, e fui para o quarto. Não sei a razão, talvez coisas do destino, mas guardei na memória a exata posição da roupa arremessada no cesto. Vestido verde solto com a calcinha preta enrolada, formando um oito, largada sobre ele. Não era uma calcinha sensual, ao contrário, uma calcinha de senhora, razoalvemente larga em sua barra lateral e já um pouco desgastada pelo uso. Depois que saí do banheiro, André correu para o banheiro, afirmando estar com muito sono e que gostaria de dormir logo.
Bom, acordei no sábado de manhã bem cedinho, antes de todos, e fui recolher as roupas do cesto. Deparei-me com algo intrigante: A calcinha preta, que antes formava o oito próprio do atrito com as pernas no gesto de abaixá-la, estava agora solta, caída ao lado do vestido verde. Pensei: – Que estranho. Ato contínuo, peguei a calcinha , reparando de pronto que bem no fundo dela, aquela parte que toca a virilha, repousava uma gosma branca. Levei-a ao nariz e senti o odor de esperma. Fiquei perdida! Esperma na minha calcinha ? De quem seria? De Paulo, meu marido? Duvido… Nossa maturidade sexual não nos assegura mais esse tipo de tesão. A consequencia natural de meu pensamento era André. Mas por que? O que eu, uma senhora de 51 anos havia despertado no jovem, que namorava a minha voluptosa filha? Não achei resposta.

Nesse sábado, minha filha e meu marido sairiam por volta das 10:00, pois ela faria uma prova de avaliação da faculdade, se não me engano. Era minha chance. Precisava tirar a prova. Inocentar ou condenar o André pelo ato. Peguei a minha menor calcinha , que nem era tão menor assim, branca rendada, vesti e fiz a faxina na casa. Conforme previsto, meu marido e filhas sairam às 10:00, deixando-me à sós com André. Conversei com ele bastante, falávamos sobre tudo, ele falou que eu era uma sogra exemplar. Eu usava um vestido com um decote até maior do que o normal e com comprimento um pouco acima do joelho. Depois de mais ou menos 1 hora, terminei os trabalhos. Fui até o banheiro, tirei a roupa e estrategicamente coloquei a calcinha no cesto. Foi batata! Saí do banheiro, André entrou dizendo que tomaria banho. Passaram 10 minutos, escutei o chuveiro. Assim que ele saiu, reparei a mesma coisa: Esperma dele bem no lugar da virilha. Confesso que tive tesão. Um garoto, com idade de meus filhos, desejava a sogra . Logo eu, uma mulher normal, até magra, pernas comuns, seios médios já relativamente afetados pela gravidade e nádegas que não mereciam qualquer destaque (só o que acho que chama um pouco a atenção de alguns homens é o volume da minha vagina sobre a calcinha , um pouco inchada).

Ao ver aquela cena fiquei louca! Levei novamente a calcinha às narinas e pude sentir, novamente, o cheiro do vigor de André… O atestado de seu estado máximo de tesão… O atestado de seu orgasmo sorrateiro por desejar a sogra. Passei o dedo na gosma, ainda morna, e levei à boca. Não acreditei… Engoli um sémen que saiu do pênis do meu genro… Um gesto louco de quem, visivelmente, estava afetada por aquele desejo de André.

Transtornada, pousei as mãos sobre as coxas, e me certificando visualmente que a porta estava trancada, cruzei os braços levantando o vestido até o céu, arremessando-o em seguida ao chão. Com uma das mãos, puxei a calcinha que vestia até os joelhos. Sentei-me na tampa do vaso, gelada pelo tempo, arrastei o dedo no que sobrava de esperma do André e levei, o mesmo dedo, para dentro da minha vagina, já bastante molhada pela excitação. Quase desfaleci… Passei a friccionar o clitóris para, em menos de um minuto, atingir o orgasmo. Gemi baixinho, ainda na esperança de André escutar e me promover uma tarde louca de sexo… Engano… Me recompus, lavei o rosto…Sequei a virilha…Puxei a calcinha para cima… Coloquei o vestido.

À noite, pedi ao meu marido um pouco de carinho…Transamos… Mas, na verdade, eu só pensava naquela maldita calcinha , que somava meu suor ao gozo de André.

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Julia, a torcedora do Brasil na copa

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(escrito por Julia) 

Eu e mais uma de minhas aventuras inesquecíveis com meu amigo maduro; desta vez ocorreu em minha casa, onde estávamos para ver os jogos da copa. Tudo começou com meu convite a meu amigo maduro para assistirmos à copa longe de tudo e de todos. Já estava com tudo na cabeça; liguei para ele e combinara tudo.  Antes dele chegar, arrumei a casa, tinha decorado tudo, feito lanche; estava toda empolgada; depois fui tomar um banho de banheira bem gostoso , vesti um vestido bem decotado, estava toda linda e pronta para torcer. Passei também perfume, estava cheia de boas intenções…

Ele iria adorar! Eu fiquei ouvindo musica em meu quarto, ate que ele deu um toque em meu celular, avisando que estava chegando. Dez minutos depois toca o interfone, era ele; abriu o portão para ele subir.

- Ola,tudo bem com você?  

Dei-lhe um abraço bem apertado, fechei a porta, tasquei-lhe um beijo na boca bem caliente.

- Seja bem vindo a minha casa e fique bem a vontade! Aceita beber alguma coisa?

Ele estava tao embevecido com a minha beleza, me deu umas flores lindas.

- Obrigada, querido!

- Não há de que minha flor!

- Sente-se, vou buscar algo para bebermos; toma um vinho mais tarde comigo? Agora bebemos um suco,  pode ser? 

Estava com aquele olhar de safadinha: de vestido curto, sem sutiã e depois iria tirar a calcinha; cabelos molhados, soltos e linda, pra ele me devorar todinha.

Era um vestido lindo; curto, verde e amarelo,e pulseiras amarela e verde; brincos com a bandeira  do Brasil; a decoração era toda de Brasil: bandeiras, almofadões no chão, mantas, a mesa com as cores do Brasil e ainda viria o jantar à luz de velas e outras surpresas. Aquela noite seria inesquecível!

- Senta aqui ao meu lado,no sofá.

Comecei a fazer cafunés, ele recostou a cabeça em meu colo; depois comecei a fazer carinhos, peguei suas mãos e as coloquei no meu peito. O jogo começara, mas eu estava querendo outras coisas mais interessantes.

- Sente o calor do meu corpo, dos meus beijos. 

Beijava de lado, de língua, de todos os jeitos, deixando-o cada vez mais aceso e excitado; comecei a por minhas mãozinhas no seu pau, a massagear, vi que ele foi aumentando de volume. Tirei-o para fora, beijava-o, lambia; mas queria cada vez mais. Comecei a me despir para ele; o fogo ia aumentando cada vez mais.

Jogava os cabelos de um lado para o outro; chupava meus dedos, dançava para ele em cima da mesa; tirei a calcinha, joguei para ele pegar com a boca; depois fiquei nuazinha na sua frente.

- Vem querido, me jogue nesses almofadões e me faça feliz!

Ele nem pensou, me carregou e me jogou nas almofadas; fizemos amor, ele beijou meu corpo todinho, fizemos varias posições, eu abracei, beijei, lambi e pedi que me comesse de frente, de trás; de ladinho.

Foi uma delicia! Nisso o jogo tava rolando na tv,e com muitos gols dentro e fora e de campo. Deitamos abraçadinhos numa manta, pois estava um tempo frio; ainda viria o jantar,o vinho.

Dormimos um pouco, esquecidos do jogo. Ele depois ficou me admirando, dormindo, sorrindo, nua,linda! Acordei sorrindo e o chamei para tomarmos um banho de banheira juntos.

- Vamos safadinho?

- Claro minha leoa selvagem.

 Sai correndo nua pela casa, no corredor ate o banheiro. Apostamos corrida; cheguei lá primeiro; a banheira ja estava a nossa espera, cheia de espuma; petalas de rosas e óleos aromáticos. Mergulhei e fiquei a sua espera; ele chegou,me pegou, abraçou, beijou. Me ensaboou; deu mordidinhas na minha orelha, no bumbum; depois ele ficou sentado, eu sentei em seu colo e começamos a brincar de cavalinho.

- Vem gostosa amazona,vamos cavalgar juntos!

Fizemos isso,  ate gozarmos juntos…

- Sua safadinha, estava cheia das más intenções, né? Adorei a surpresa.

- Ainda tem mais, acha que acabou aqui? Vamos nos enxugar, ir para sala, jantarmos a luz de velas e deixar rolar.

Fomos para sala; ele ficou na sala enquanto colocava o jantar na mesa, abria o vinho; roubava uns beijos molhados, o tentava, depois ia para cozinha. Começamos pelas frutas, vinho e depois o salgado.

Comemos só um pouco, depois fomos para o sofá. Nos beijamos, nos abraçamos. E depois acabamos dormindo juntos; passamos a noite com mil e uma safadezas.

Esta foi uma de muitas aventuras que passamos juntos.

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Luana era linda, belos seios e bunda… e um pau de 18cm



(escrito por Kaplan)

Humberto morava em um edifício e bem de frente para sua janela, havia um apartamento que ele não se cansava de olhar. Lá morava uma garota que ele achava ser a mais bela do mundo e muitas vezes, com seu binóculo, ele surpreendeu-a sem sutiã. Que seios! Fantásticos! 
foto: Kaplan

Vivia olhando para o apartamento dela. Nunca viu nenhum marido ou namorado aparecer por lá. Um dia, em particular, ele ficou alucinado. Ela chegou em casa, ele viu que ela colocou um CD e começou a dançar, foi tirando a blusa, pegou um filó e se enroscou nele e dançava voluptuosamente… que coisa de louco!

Um dia, fazendo compras no supermercado, quem ele vê? Ela, a sua deusa! Ficou seguindo-a, despistadamente, viu ela enchendo o carrinho com vários produtos. Minissaia, blusa tomara que caia, sandália de salto alto, dessas de amarrar na canela… mas ela era tudo de bom mesmo! 
 Ele tinha ido apenas para comprar café. E nunca demorou tanto para achar a gôndola onde ficava o café como naquele dia!!! Só a encontrou quando viu a deusa caminhar em direção ao caixa. Foi atrás e ficou logo depois dela na fila.

Ela encheu duas sacolas e saiu meio cambaleante, deviam estar pesadas. Como ele só tinha comprado um pacote de café, ofereceu-se para ajudá-la, o que ela aceitou com prazer. Caminharam em direção ao apartamento dela, ele levou a sacola até uma mesa na cozinha.

- Nossa! Que feio da minha parte! Você me ajudou e nem perguntei seu nome!

- Meu nome é Humberto, e o seu?

- Luana.

- Que nome lindo! Nós somos meio que vizinhos, moro naquele prédio ali de frente.

- Em qual andar?

- No terceiro.

- Ah! Então você é quem fica me espionando de binóculo?

- Puxa! Você me viu?

- Claro, você nem fecha a janela! Eu sempre vi.

- Bem, posso deduzir que gostou de ser vista, porque nunca tomou cuidado para se esconder…

- Eu gosto sim, sou meio exibicionista.

- Vou te falar o óbvio. Você é linda, seus seios são maravilhosos!

- Você também é lindo. Apesar de eu não ter visto nada de seu corpo…

- Poderá ver a hora que quiser…

- Agora, por exemplo? 

Humberto não vacilou, foi tirando a camisa e preparava-se para tirar a calça quando Luana o carregou para o quarto. Beijou o pau dele por cima da cueca mesmo e Humberto já estava teso. Tirou a blusa dela, os seios belíssimos surgiram à sua frente. Ele a beijou, pegou nos seios, beijou-os e mamou neles um pouco e entregou seu pau novamente à boca ávida da Luana que fez-lhe um boquete como ele nunca havia recebido antes. Apesar de seu pau ser bem grande, ela conseguiu engolir tudo, era a própria garganta profunda!

E aí o Humberto foi tirar a saia dela e, ao tirar, a calcinha desceu junto e ele, espantado, viu um pau de 18cm à sua frente. 

- Como assim? O que é isso?

- Você não sabia? Nunca me viu nua?

- Lá de casa eu só te via da cintura prá cima!

- Meu querido, você teve tesão por mim, veio aqui, me beijou, mamou em meus peitos, eu te fiz um boquete que você elogiou. O que nos impede de continuar?

Humberto ficou pensativo. Mas durou pouco, entendeu que não haveria problema algum. Então deitou-se na cama e ofereceu seu pau de novo para Luana chupar. E ela foi chupando e ao mesmo tempo virando o corpo e ficando por cima dele e seu pau encostou no rosto de Humberto. E ele, que nunca imaginara isso, acabou chupando também… fizeram um 69 completo. 

Depois Luana sentou-se no pau dele e teve o cu ocupado pelo pauzão. Ela pulava e pediu que ele pegasse no pau dela e com ele punhetando, logo o pau ficou duro. Humberto não estava se reconhecendo. O mais interessante de tudo é que ele tinha gostado de chupar e agora de punhetar a Luana. Excitadíssimo, ele bombou bastante, ficando de ladinho. Metia, beijava os seios e punhetava Luana, tudo ao mesmo tempo. Era uma experiência realmente diferente e ótima. 

Adorou quando Luana gozou, enchendo sua mão de esperma. Lambuzou o corpo dela, beijou-a com intensidade. Ela gemia e não eram gemidos falsos. Continuou bombando, sem parar. Colocou-a em pé, apoiada numa cômoda e tornou a meter. Bombava furiosamente, Luana já estava suando, agora ela mesma se punhetava tentando endurecer o pau e gozar de novo.

Ele gozou e ela recebeu o leite dele aos berros, que tratou de sufocar mordendo o travesseiro. Ele caiu deitado, ela deitou-se sobre ele, beijando-o e elogiando a performance.

- Você vai voltar, Humberto? Eu gostaria muito!

- Quando quiser, é só chegar à janela e me fazer um sinal. Virei correndo!

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Humorista Romagaga Guidini lacrando em Feira de Santana

Ramagaga, é conhecida por fazer vídeos em defesa aos direitos homossexuais e prestar homenagem aos famosos com muito humor. 

Foto: Léo Rodrigues/Portal Vale a Pena Ver

Por:Léo Rodrigues






Romagaga Guidini, figura que já se tornou uma webcelebridade devido seus
videos na internet, esteve em Feira de Santana neste sábado (25),
apresentando seu show em um evento da boate Offsina Music Lounge.



Ramagaga, é conhecida por fazer vídeos em defesa aos direitos homossexuais e prestar homenagem aos famosos com muito humor. Assista a matéria do Portal Vale a Pena Ver onde também tivemos o prazer de entrevistar a humorista:
Romagaga Guidini entrou para o
mundo da fama. Em seu canal de vídeos no You Tube lança clipes e
paródias de celebridades internacionais

Foto: Reprodução/Facebook

Romagaga, uma personalidade nordestina, famosa no Brasil inteiro esteve se apresentando em Feira de Santana neste sábado (25), na boate OffsinaMusic Lounge, com o evento Bafônica. Romagaga é Romário, tem 19 anos eficou famosa através de uma homenagem a cantora Preta Gil feita no You
Tube, onde terminou colocando fogo sem querer na casa e se queimando. Ovídeo teve milhares de visualizações e virou notícia internacional. 

Foto: Divulgação
Romagaga Guidini entrou para o mundo da fama. Em seu canal de vídeos noYou Tube lança clipes e paródias de celebridades internacionais como a cantora Lady Gaga. Seus bordões como “Eu sou Romagaga, aquela que lacraas inimigas”, “Colar de beijos para as inimigas” e entre outros, já
estão na boca do público e de artistas famosos. Assista alguns vídeos da humorista nos links abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=IIdBcboPWEM

 https://www.youtube.com/watch?v=keEvO506e6o

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