2058a

Festa prive para bissexuais

Libertinagem total em Sampa!



(escrito por Kaplan)
Fernando e Renato, os dois amigos paulistas bissexuais que Meg tinha conhecido na Europa e com os quais passou a ter intenso relacionamento, receberam a visita dela para um fim de semana. Depois de beijos, abraços, amassos, chupadas e uma bela trepada, eles disseram a ela que ela tinha ido no melhor fim de semana possível. 
Adoro esses meninos!

– É mesmo? Qual o motivo?

– Fomos convidados a uma festa hoje… daquelas!

– Me contem…

– Só podem entrar bi… tanto masculinos quanto femininas.

– Uau! Isso existe mesmo? Será que em vez de São Paulo, eu vim parar em Sodoma e Gomorra?

– Kakakaka… ela continua engraçadíssima, Fernando… querida, você vai amar. Vai conhecer garotas e garotos muito especiais, além de nós dois, é claro. Como somos os melhores amigos seus, não vamos te exigir exclusividade na festa, você poderá se envolver com quem quiser. Toma aqui, compramos pra você uma caixa de preservativos.

– Nossa… vocês pensam em tudo. Ainda bem! Quantos tem nessa caixa?

– Como a gente sabe que você é gulosa, aí tem 12, mas não precisa gastar todos não.

– Claro que não, seus malucos… acham mesmo que eu iria dar pra 12 caras diferentes numa festa?

– Prevenir é melhor que remediar, querida. É melhor sobrar do que faltar.

– Lá isso é verdade. Então vamos!

– Calma, é a partir das 22, temos muito tempo. 
Sodoma e Gomorra, não… paraíso!

Depois de mais papos e fofocas, tudo em dia, lá foram eles. Quando chegaram ao local, que era, na verdade, a casa de uma pessoa, mas uma casa enorme, com uma sala gigantesca, Meg ficou impressionada. 
Devia ter umas 30 pessoas lá, só gente bonita, e muitos já estavam em plena função. Os dois amigos dela a apresentaram ao dono da casa que não perdoou, falou que a queria para ficarem juntos, ele, ela e a esposa. E levou-a para o quarto de casal, onde a esposa já o esperava, nua, deslumbrante. Meg ficou encantada com a pessoa. Ali não se perguntava nomes. Nem ela falou o dela, nem ficou sabendo o do casal.

A esposa levantou-se da cama, veio até ela, sorrindo.

– Que bom ter você aqui. É a primeira vez, tenho certeza, nunca te vi aqui antes. Se tivesse visto já teria arrastado você para este covil do lobo…

Rindo, Meg confirmou que era a primeira vez que ia lá. E a esposa do cara então a beijou e começou a tirar o vestido dela. Tirou tudo, inclusive a calcinha. Meg ficou nua na frente dos dois que só faltaram babar.

– Querido, mas essa moça é algo super demais! Olha só que seios… que bumbum… ah… mas hoje a festa vai ser muito boa! 
A festa começou muito bem…

Levaram-na para a cama, onde ela foi beijada, lambida, chupada, fez velcro com a anfitriã, chupou o pau do dono da casa, ele comeu a esposa que ficou chupando a xotinha da Meg enquanto era comida, depois ele colocou a camisinha e comeu Meg e foi a vez da esposa chupar e mamar nela, ela ficou com um tesão enorme. E gozou, sem dúvida iria gozar com aquele casal tão sedutor.

– Flor, aqui é sempre assim. As novatas, como você, fazem a estreia aqui, depois tem a liberdade de ir para a sala e ficar com quem quiser. Mas… uma exigência, antes de ir embora eu quero você com a gente de novo. E olhe que é a primeira a quem faço essa exigência, viu?Pode deixar suas roupas aqui, na sala ninguém usa roupas mesmo!

Ela e Meg se beijaram apaixonadamente e Meg foi para a sala. 
Isso me excita tanto…

O espetáculo era incrível. De cara ela viu uma garota cavalgando um rapaz que chupava o pau de um outro. Havia um cara sentado na pica de um outro e uma garota fazia cafuné na cabeça do que comia.

Fernando estava ocupado com duas meninas, comia uma que, por sua vez, lambia a xoxota da outra. Procurou pelo Renato e o viu enrabando um amigo e uma menina enfiava o dedo no cu dele, que urrava de prazer. 

Música alta abafava os gemidos e suspiros, só os mais altos é que se conseguia ouvir no meio da zoeira.

Ela não teve tempo de pensar muito, outro casal a achou e começaram a passar a mão nela, ela olhou e viu um belo pau duro à sua espera, não hesitou, fez um boquete demorado nele, enquanto a moça se esfregava toda em seu corpo. Cavalgou o cara depois, e muito, e conseguiu um segundo gozo naquela noite que parecia seria maravilhosa. E depois atacou a moça, enquanto ela era comida. Esfregou sua xotinha na boca da moça que pegou firme na bunda da Meg e quase enfiou o rosto todo na xotinha dela. 
DP é tudo que gosto!

Nem bem terminara, e o Fernando a pegou para levar até onde estava um outro amigo deles e os dois a comeram, fizeram uma DP e gozaram. Fernando a levou para o banheiro, tomaram banho porque estavam muito suados e se agarraram de novo.

– Tem sempre essas festas aqui, Fernando?

– Pelo menos uma vez por mês. Você viu aquela menina morena que eu estava comendo antes de te pegar? É a filha do casal que você já conheceu. 20 anos e já deu tudo que você possa imaginar. É uma fúria!

Sairam  do banheiro e ela viu a tal moça chupando o pau de um cara que estava sentado na pica de um outro, que por sua vez, era acariciado por um terceiro. E logo ela fez o que estava sentado se inclinar para o lado, ele continuou sendo comigo, mas passou a come-la, os três de ladinho. Meg não resistiu, a cena era bonita, foi lá e deu um beijo na garota e acariciou os seios dela. Ela falou com Meg para ficar ali, Meg deitou-se com a xotinha na boca da menina que a chupou deliciosamente.

Renato juntou-se ao grupo e colocou seu pau na boca do rapaz que estava comendo o outro que comia a filha do dono, que lambia a Meg. Cinco pessoas numa cena só. Era deslumbrante, segundo Meg me disse. 
Preciso voltar aqui sempre!!!

Alguem abaixou o som, e então os gemidos, os ais, uis, os palavrões se tornaram audíveis. O tesão aumentava, Meg começou a sentir falta de uma pica e olhou para os lados, a ver quem estaria disponível. Tinha um cara, sentado, chupando o pau do Fernando e colocando uma camisinha. Foi nele que ela foi, sem perguntar se podia. Sentou e ficou cavalgando, vendo o Fernando sorrir para ela, aprovando o que ela fazia. Ele sentou ao lado e ela ficou masturbando-o. Terceiro gozo da noite.

Já começava a pensar que não conseguiria mais nada. Estava pregada, nunca passara por uma experiência daquela.

Fernando notou o cansaço e perguntou se ela queria ir.

– Quero, mas os donos da casa exigiram que eu voltasse lá e minhas roupas estão lá. Vou lá e volto.

– Querida, se conheço as peças, você vai demorar a voltar…

– Socorro… mas deixa eu ir lá.

Foi um custo chegar ao quarto, pois, no caminho foi segurada e puxada por várias moças e rapazes, teve de beijar vários e várias, levou apalpadelas nos seios e na bunda, na xotinha, mas, finalmente, bateu à porta e ouvi dizendo que podia entrar.

– Gente… que festa maravilhosa! Se eu soubesse já teria vindo!

– Pois saiba que pode e deve vir nas próximas. Você deve imaginar que não é uma festa pública, temos uma lista restrita de convidados, todos pessoas finas, deve ter visto. Se você apareceu aqui, é porque alguém te trouxe, não importa quem. Apenas fale com ele de seu interesse, para poder vir nas próximas. Agora, creio que já está indo e como pedi, voltou. Deite-se aqui, vamos abusar de você mais um pouquinho para te liberar. 
Eu adoro ver isso…

Ela só conseguiu sair do quarto uma hora e meia depois. Estava até trocando as pernas, de tanto prazer que o casal lhe proporcionou. Fez sinal para o Fernando, que teve de interromper uma cavalgada na pica de um rapaz e ele chamou o Renato, que, cansado, já estava escornado numa poltrona e chupado por um rapaz.

Entraram no carro e foram para o apartamento deles.

Ao chegarem, ela falou:

– Vocês vão querer que eu durma na mesma cama?

– É uma excelente ideia, nós três, você no meio…

– Desistam! Amanhã serei outra pessoa, aquela safadinha que vocês conhecem. Mas agora, nem pensar! Vou dormir aqui na sala.

– Ela está ficando velha, Renato…

– Eu também estou… não aguento mais nada… boa noite, crianças!

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2057a

O doutor comeu a secretária porque não tinha clientes

Definitivamente, os médicos de hoje não são como os de antigamente…


 (escrito por Kaplan)

E não é que o doutor Renan, às 16 horas daquela terça-feira, verificou que não tinha mais ninguém para atender? Ficou curioso e foi à salinha da recepção confirmar com sua secretária Priscila se era verdade mesmo.

Ela confirmou, não havia mais ninguém agendado.

– Bem, excelente ocasião para eu te atender… tem muito tempo que você não consulta. 
É… os seios continuam maravilhosos…

Trancou a porta do consultório, chegou perto da secretária e começou a abrir a blusa dela. Tirou a blusa, o sutiã e ficou auscultando, com a boca, os biquinhos dela, para ver se não havia nenhum problema com os seios.

– Tudo perfeito, Priscila.. e você, vai me examinar também?

– É necessário, né, doutor Renan.

Abriu a calça dele e desceu-a, junto com a cueca. O gordo pau do doutor Renan já estava ali, bem duro, à espera da consulta dela. Ela pegou, olhou, olhou de novo.

– Aparentemente tudo bem, mas precisamos conferir. 
Nunca vi pau tão saudável assim!

Abriu bem a boca, pois sabia da dificuldade de colocar aquela tora. Conseguiu engolir tudo e fez um bom boquete. Era o exame necessário para ver que tudo ia bem com o doutor.

Ele se desnudou por completo, e falou com ela para tirar tudo também. Nus os dois, ela se curvou para continuar chupando o pau dele e ele foi fazer um exame mais detalhado da xotinha e do cuzinho, passando seus dedos por lá, enfiando… ela gemeu.

– Isso, Priscila, quando você geme eu sei que está tudo bem.

Ele sentou-se e fez com que ela sentasse em seu pau.

– Vamos ver a sua resistência física. Pule até cansar…

– Ah…doutor Renan… suas consultas são tão boas… o senhor é tão detalhista…não deixa passar nada.. eu fico muito segura com isso…

E ela pulava e gemia sem parar. As mãos dele ficavam apertando sua bunda. Ela sabia que aquele “exercício” tinha uma segunda etapa e então, quando se cansou, levantou-se, ficou de costas e sentou novamente, engolindo a tora do doutor Renan.


Nota 10 para sua resistência física…
Mais uma boa série de flexões, pra cima e pra baixo… e ele aproveitava para um novo exame no cuzinho dela. O dedo dele enfiava-se lá, arrancando novos ais e uis dela. Sim, aqueles ais e uis eram a garantia de que tudo ia bem.

– Agora vamos à minha prova de resistência, Priscila.

Ela sabia o significado disso. Levantou-se e ficou curvada, e foi a vez de o doutor enfiar o pau e ficar bombando. E ele bombava até ficar com as pernas bambas, então parava e ela voltava a chupar. Essas chupadas garantiam a renovação das energias dele que, então, mantendo-a de pé, colocava uma das pernas dela em cima da cadeira e tornava a meter.

Priscila adorava esses exercícios, que, segundo o doutor, contribuíam para o fortalecimento das coxas. E as chupadas que se seguiam a cada exercício, segundo ele, fortaleciam os maxilares! Ela acreditava piamente em tudo que ele dizia, e procurava fazer todos os exercícios, recebendo elogios do doutor pelo seu desempenho.

E ajudar o doutor a se revigorar também era um prazer para ela. 
Suas cordas vocais ficarão melhores… acredite!

E o melhor de tudo, é que ele nunca esquecia de lhe dar um remédio que, segundo ele, era ótimo para as cordas vocais. 
Então, na última série de chupadas, ele gozava em sua boca e ela engolia todo aquele remédio leitoso, produção artesanal do doutor.

Era um emprego realmente extraordinário, o que ela tinha!

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2056a

Aprendendo a nadar…pelada!

Chegamos aos 2.100 contos publicados e temos hoje 1.112.613 acessos… Para presentear leitores tão fieis, dois belos contos!


(escrito por Kaplan)
Quando Meg cismava de seduzir alguém.. sai de baixo, ela fazia de tudo e sempre conseguia! Não me recordo de ninguém que tenha escapado das garras dela. Pelo contrário, todos e todas adoraram as garras… e quase sempre repetiram a dose. Para alegria dela!

Foi assim com o Raí. Não o jogador de futebol, mas um atleta também. Era nadador do clube que a gente era sócio e teve um dia que ele deu uma demonstração, pois queria divulgar os cursos de natação que ele começaria a oferecer. 

Na verdade, ele se aposentara como nadador, pois todos sabemos que atletas tem o seu período máximo de performance, depois acabam substituídos por novos que alcançam resultados melhores do que os deles.

Então, como eu dizia, ele fez uma demonstração de vários tipos de nado, na piscina do clube, todo mundo assistiu e um associado depois distribuiu um folder da escolinha de nataçãoque ele manteria, em sua própria casa. 
Esse papo… aí tem coisa! (foto: Kaplan)

Meg assistiu com atenção à demonstração dele. Quando acabou, cada um foi para seu canto, mas ela ficou lá, batendo papo com ele, e foi um papo relativamente longo. Fiquei intrigado. Ela nadava muito bem,  o que estaria querendo com o Raí? Fiquei vendo e já pareciam velhos amigos, ela com as mãos no ombro dele, ele com a mão na cintura dela… que graça!

Quando ela terminou o papo e foi ao meu encontro, viu minha sobrancelha arqueada, em posição de interrogação e foi logo falando que tinha conversado com ele a respeito das aulas, ela queria aprender a nadar.

– Ficou louca? Você nada muito bem, até melhor do que eu!

– Nada disso… mal sei boiar…

Ela teve a cara de pau de falar isso, e nem sequer conseguiu esconder o riso. Eu entendi na hora.

– Ah! Já sei… aprender a nadar… Raí, a próxima vítima…

– Para com isso… nunca se incomodou… eu gostei dele…

– Eu não estou incomodado, só estava querendo entender o seu papo com ele.

– Pois é, já marquei uma aula terça feira. Você quer apostar quantas aulas serão necessárias para eu ganhar o ilustre nadador?

– Eu não, já vou perder dinheiro pagando as aulas, vou me arriscar a perder aposta não.

Rindo, fomos para a mesa onde nossos amigos estavam já com nossos copos cheios. 
Traje certo…

E na terça feira, lá foi ela, com o menor biquíni que tinha, para a aula. Como ele estava começando aquela semana a sua escolinha, ainda não tinha quase nenhum aluno, o que ela gostou muito, ele daria aula só pra ela, pelo menos naquela manhã.

Tirou o short e a camiseta, e ficou com o biquíni que ele não deixou de olhar, curioso. Era muito pequeno, uma indecência!

E quando viu que na casa não tinha mais ninguém, começou o ataque, com uma tática que ela já havia utilizado com outro professor de natação com excelentes resultados.
Aprendi que assim é melhor..

Tirou o sutiã. Ante o olhar inquisidor do Raí, ela disse que tinha ficado sabendo que quanto menos roupa o nadador usar, melhor para o desempenho dele. 

Raí começou a achar interessante a fala dela. Ele estava careca de saber daquilo, mas… aquilo se referia aos atletas, que participavam de competições. Nada para nadadores ocasionais… a moça deveria estar com outras intenções, foi o que ele pensou, e acabou confirmando naquela manhã mesmo.

Ela era uma excelente atriz. Entrou na piscina fazendo cara de quem estava com medo.

– Fica calma, eu estou aqui e te seguro se for necessário. Vamos aprender a boiar primeiro.

Orientou a respiração e colocou-a deitada, segurando em suas costas pra não ter o perigo de afundar. Ela fez todo o possível para dar umas afundadas, sentindo as fortes mãos dele erguendo suas costas e, ocasionalmente, ele segurava na bunda dela também. Os seios… ah, os seios… quase encostavam no queixo do Raí, que resolveu tirar a prova dos nove. Já estava excitado com o que acontecia e ela percebeu isso quando deram uma paradinha e foram andando até a beira da piscina.

Ela não resistiu… viu o volume na bermuda dele e pegou, apertou, esfregou…

– Acho isso tão maravilhoso, tão lindo…

Quanto mais ela pegava, mais duro o pau ficava e mais excitada ela ficava. Ele já tinha entendido que a conversa de aprender a nadar era conversa pra boi dormir. Juntou os panos dela. Deu-lhe um beijo, que ela adorou e viu os seios serem segurados pelas mãos firmes dele. Alucinada, tirou a bermuda dele. Que pau soberbo! 
Isto é maravilhoso… preciso chupar!

Enfiou na boca e chupou até dizer chega. Colocou-o entre os seios e ele ficou fazendo vai e vem, deixando-a emocionada. Puxa vida, não precisou nem de uma aula inteira, e o Rai já tinha sido ganho…

Voltou a chupar. Ele só olhava aquela sereia engolir seu pau, lamber ele todinho, beijar as bolas, numa fúria tremenda. Que mulher era aquela!

E ela ria, elogiava o pau dele, e chupava, chupava.

– Vem, vamos sair da água…

Colocou-a deitada bem perto e sua língua proporcionou-lhe momentos de raro prazer. Se ele nadasse tão bem quanto chupava… seria o campeão olímpico!

Ele também saiu e  deitou-se ali mesmo. Era tudo o que ela queria. Sentou no pau dele e cavalgou o nadador por uns bons minutos. Conseguiu o gozo que queria, mas viu que ele queria mais, esperou ela se acalmar, deixou-a de costas, ajoelhou na frente dela e puxou-a pela bunda até encaixar a xotinha no pau dele e continuou bombando, deixando-a louca de tesão, gemendo sem parar.

Quando ele se cansou daquela posição, colocou-a de quatro e tome vara, até que ele gozasse também.

Depois de alguns minutos de descanso, ele confirmou com ela que ela não queria aprender a nadar. E garantiu que ela poderia ir lá quantas vezes quisesse, era só telefonar para saber se ele estaria folgado. Teria o máximo prazer em recebe-la!

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2055a

Sogrão… sabe que sou a fim de você?


Já falamos de genros e sogras… mas sogro e nora? Será que existe isso?
(escrito por Kaplan)
É, amigos e amigas… não são apenas os genros e as sogras que costumam trocar fluidos corporais… noras e sogros também fazem isso, às vezes com o marido/filho sabendo, às vezes não…

O fato é que Janete caía de amores pelo sogrão, Alcides. E olhe que ele não era nem um pouco sexy… pelo contrário, do alto dos seus 63 anos já ostentava uma barriga razoável! Mas ele tinha duas coisas que deixavam a Janete realmente perturbada. Uma era a inteligência. Ele estava aposentado, mas era professor que não se cansava de ensinar o que sabia para quem estivesse disposto a ouvi-lo. E ela estava. Ele dera aulas de Literatura Clássica, conhecia todos os autores mundialmente famosos, era capaz de citar frases e comentários de vários deles. Ela amava isso. Inteligência, cultura, eram valores que Janete realmente apreciava. Infelizmente e ela dizia isso claramente a ele, o marido não seguira os caminhos do pai. Fez Engenharia e gostava de números.

Alcides sempre dizia ao filho, mas não era ouvido: Filho, para ser bom engenheiro não basta saber fazer cálculos, é preciso que você tenha uma formação humanística, para saber como, onde e por que está erguendo casas, prédios, viadutos. São seres humanos que vão usufruir do que você fizer e você precisa compreender o mundo para ser bom engenheiro.

Palavras bonitas, mas que o filho ignorava. 
Estes livros… aquele pau… hmmm

Janete não ignorava. Tinha pensado em estudar Comunicação, mas quando viu a biblioteca do futuro sogro, mudou de ideia, se o filho não queria nada, ela ia querer. Fez vestibular para Letras, o que deixou Alcides comovido, porque ela falou com ele que queria herdar a biblioteca e dar sequência ao trabalho que ele iniciara na faculdade.

E assim, após chegar da faculdade, preparar o almoço para os dois, porque eles estavam morando com o sogro, por medida de economia e porque ele era filho único, o pai viúvo, alguém tinha de tomar conta dele. E Janete se dispunha. As tardes eram passadas na biblioteca, ela e o sogro lendo, comentando…

Esqueci de falar da segunda coisa que ela admirava no sogro. De vez em quando ele punha uma sunga para nadar, tinha piscina lá. E o volume que ela via naquela sunga a deixava ouriçada… parecia ser o dobro do tamanho que ela via na sunga do marido. 
Não pode ser verdade… que coisa!

Tinha dias que ela olhava e ficava pensando se ele não teria colocado uma banana caturra ou um pepino dentro da sunga…

Então, apaixonada pela inteligência e excitada com o que via abaixo da cintura… ingredientes perigosos. Evidentemente que o primeiro elemento era fundamental. Cada discussão dela com ele, sobre autores e obras a deixavam encantada. Como ele conseguia ver nas entrelinhas e ela não conseguia?

Bem, a introdução foi longa, mas a historia toda é bonita. Porque teve um dia que ela mostrou a ele um trabalho que fizera sobre a peça Hamlet, de Shakespeare, e pediu a opinião. Estava com um vestido leve, pois fazia calor. Ele, que sempre usava terno, estava só em mangas de camisa. Sentou-se na poltrona que havia na biblioteca e começou a ler. Ela observava as menores reações dele e sentou-se na poltrona em frente, sem maldade alguma, mas ele viu a calcinha dela quando ela sentou. Deu um pigarro e continuou lendo. Eram cinco páginas e ele leu tudo, com calma. 
Epa… mas o que vejo?

Ao final, segurando os papeis, olhou firme para ela que retesou o corpo e aí ele viu a calcinha de novo… ela esperava a crítica dele.

– Minha filha, eu tenho orgulho de você. Que análise maravilhosa você fez! Se Shakespeare ainda vivesse, ia ficar emocionado. Lindo, parabéns!

Ela abriu um sorriso enorme. Que elogio! Sensacional!

– Sogrão, por isso que gosto de você. Eu sei que se estivesse uma porcaria você diria e exigiria que eu refizesse, mas quando você faz um elogio desses… nossa, me sinto recompensada por tudo! Obrigada, de coração!

Levantou-se da poltrona, dando outro lance de calcinha para ele que, sem pensar muito, fez outro elogio:

– E suas pernas também são muito bonitas!

Ops… por este elogio ela não esperava. Ficou perturbada, olhou para ele, ele ficou vermelho.

– Desculpe, não devia ter dito isso…

– Não precisa se desculpar por dizer o que pensa, sogrão. Adorei saber que você acha minhas pernas lindas. E nem as viu direito, quer ver
Veja tudo, sogrão!

Não esperou resposta, levantou o vestido e exibiu sua perna direita, do calcanhar à calcinha. Ele olhou admirado, não sabia o que dizer e ela continuou falando.

– Sogrão, vou te confessar uma coisa, só entre nós: eu te amo!

– Eu também amo você, filha…

– Não sogrão, me entenda, não é sua filha que está falando, é uma mulher que te vê como homem, o homem que eu mais desejo no mundo. Tenho o maior tesão com você, sonho com você, tenho vontade de rolar numa cama com você…

– Janete, você está doida!

– Sim, sou doida com você, seu Alcides! Entende agora que o amor que sinto não é o amor filial? É o amor de macho e fêmea, de Romeu e Julieta, de Tristão e Isolda, de Páris e Helena de Troia, de Bentinho e Capitu, de Peri e Ceci…é um amor de encantamento… de tesão! Eu te quero, eu te desejo! Deseje-me também! Queira-me também!

Alcides não sabia o que dizer. A declaração amorosa, que ele tanto lera em sua vida, perdia para o que sua nora falava. Ela ardia de amor por ele. E ele descobriu que também ardia de amor por ela. Seu pênis endureceu ao discurso dela. Ele estava excitado de uma maneira que nunca lhe ocorrera.

Olhava para ela, em pé à sua frente. O que dizer?As palavras, onde elas estavam, nunca lhe faltaram e naquele momento ele sentia que havia perdido todas elas. Não sabia o que dizer.

Janete soubera dizer e agora sentia que saberia o que fazer.

Abaixou as alças do vestido, mostrou os seios a ele. Deixou o vestido cair ao chão e só de calcinha ela falou:

– Me veja por inteiro, Alcides, venha, me olhe, me toque. Quero ter com suas mãos o mesmo prazer que tenho quando te ouço. E não tenho pudor de falar em linguagem popular: me coma! Quero ser rasgada por esse seu pênis que imagino enorme, do tamanho do mundo!

Avançou sobre ele que continuava sentado, enganchou-se entre as pernas dele e abriu a calça. Ele não opôs resistência alguma. Ela tirou o pau dele e olhou, admirada. Era grande, exatamente como ela imaginava quando o via de sunga na piscina. 
Até que enfim realizo meu desejo!

– Querido, posso usar um pouco de humor para te deixar mais à vontade, para diminuir a tensão que você demonstra?Seu filho, definitivamente, não herdou nada seu…

Deu um sorriso e mostrou a ele o próprio pau. O do filho não chegava à metade…

Deu uma lambida no pau e depois fez um boquete. Há quanto tempo ele não sentia aquele prazer… deixou que ela o chupasse à vontade… e ela chupou e chupou e finalmente sentou-se nele e cavalgou.

Alcides estava admirado… a falecida nunca fizera aquilo, era sempre o tradicional papai e mamãe… como ele custara a fazer com que ela fizesse sexo oral com ele, e ela fazia de má vontade. Agora via sua nora fazendo coisas que ele já lera… mas nunca fizera…

Quando terminaram este primeiro encontro amoroso, nem precisaram discutir a respeito. Sabiam que nas tardes seguintes outros encontros semelhantes teriam lugar, ali mesmo na biblioteca…

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2054a

Ela fez um striptease e ele comeu o rabinho dela em seguida


Amigos às vezes agem de forma estranha…

(escrito por Kaplan)
Nosso velho e querido amigo Arnaldo, o fotógrafo que nos ensinou tudo de fotografia e que sumira, um belo dia reapareceu. Lógico que não sabia onde morávamos, pois nesse interim do sumiço dele, tínhamos mudado umas três vezes. Ele foi ao endereço antigo e o porteiro, que ainda era o mesmo, deu a ele a informação do endereço para onde nos mudamos quando saímos de lá. Ele foi atrás, já não estávamos mais lá e um morador antigo lembrou-se de nós e indicou um terceiro endereço. Era o atual. Quando o porteiro anunciou o nome de Arnaldo, Meg não acreditou. Não podia ser ele. Aflita, abriu a porta e ficou esperando ele sair do elevador. 
Você é dose… não pode sumir assim não!

– Mas é você mesmo! Que saudade!

Abraçou-o, beijou-o, e levou-o para dentro do apartamento. Xingou bastante: como ele sumira daquele jeito?Absurdo! Mas não conseguiu sair do colo dele, beijando-o sem parar. Na certa se recordava das muitas trepadas que deram, cada qual melhor do que a outra…

De minivestido, ela sentia as mãos dele percorrerem suas pernas e teve uma ideia. Levou-o para o quarto.

– Fica ai, quietinho, vou fazer um show pra você, pra comemorar sua vinda!

Colocou uma musica e começou um strip. Dançava lascivamente, subindo e descendo o vestido, mostrando a calcinha pra ele. Subiu na cama, ficou ajoelhada e dançava assim mesmo, subiu o vestido de vez até a cintura, ficou de bunda pra ele e foi tirando a calcinha, lentamente, deixava o cuzinho aparecer, subia com ela, abaixava mais um pouco até descer totalmente e ele ficou com uma visão linda do cuzinho e da xotinha. 
Gostando, querido?

Continuou rebolando, gemendo, suspirando e adorando ver que ele não tirava a mão do pau.

Aí ela abriu a gaveta do criado e tirou um mini vibrador, que enfiou no cuzinho enquanto falava que aquilo ela usava para lembrar do pau dele entrando nela.

Arnaldo enlouqueceu vendo aquilo, saiu da cadeira onde tinha sentado e foi até ela, tirou o vibrador do cuzinho e ele mesmo ficou enfiando e tirando.

Depois largou-o de lado e foi cuidar dela, colocou-a deitada de costas e deitou-se por cima, beijando-a, pegando nos seios, lambendo ela todinha.

Ela se recordava com saudade da pica dele e tratou de tirar a calça dele e fazer aquele boquete que ele sempre admirou.

 Pelo espelho ele via o bumbum dela, rebolando enquanto ela chupava seu pau e a visão deixava ele cada vez mais excitado.

Conseguiu faze-la parar com o boquete e deixou-a de quatro, ajoelhou atrás dela e meteu na xotinha e ficou bons minutos bombando, até senti-la molhada e seu pau bem lubrificado, então enfiou no cuzinho e continuou a bombar lá. Meg gemia. 
Ele estava com saudades de você!

– Ahhh… seu coisa ruim… por que sumiu… aiiiii…. que gostoso este seu pau no meu cu…. como senti sua falta… não tira, não tira… mete… aiii.. isso é bom demais…

– Vou gozar… vou gozar dentro deste cu maravilhoso…

– Segura mais, segura… tão gostoso…

Ele deu uma parada para se concentrar . Depois tornou a meter e meteu bastante até não conseguir segurar mais e gozou, enchendo o cuzinho dela com sua porra.

Ficou deitado em cima dela, ouvindo as reclamações.

– Onde você esteve, seu veado… nunca deu notícias…

– Rodei o mundo, meu bem.

– Quantos cus você comeu nessas andanças… muitos, aposto.

– Muitos, mas nenhum igual ao seu.

– Até parece…

Foram tomar um banho e voltaram para a cama. Novo boquete, o pau endureceu de novo e ele tornou a comer o cuzinho dela, agora colocando-a sentada em seu pau e deixando que ela pulasse. Muitos gemidos de novo, sem tirar o pau ele a colocou de ladinho e continuou metendo e beijando-a, e pegando nos seios dela… ela estava completamente transtornada.

Aguentou até ele gozar de novo.

Ele levantou e se vestiu.

– Vou embora, vou sumir de novo.

– Pera ai, não vai esperar o Kaplan?

– Pra que… ele não vai deixar eu comer o cu dele…

Confesso que não acreditei muito nessa história que a Meg me contou… muito estranha!

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2053a

Eu na praia com minha mulher e minha amante


Quer vida melhor do que esta?


(escrito por Kaplan)
Todo mundo sabe que na praia naturista de Tambaba não pode rolar sexo. Claro que dá uma vontade danada… E não é a mesma coisa a gente se hospedar na pousada que fica na praia e transar lá dentro. Não tem graça, quer dizer, tem graça sim, mas o bacana de uma praia é você poder transar na água, ou na areia.  
Tambaba… a praia! (foto: Kaplan)


Nós descobrimos um jeito de burlar isso. Hospedamo-nos lá, Meg, eu e nossa amiga amada amante Maura. Aliás, foi na primeira vez que Maura esteve lá, ficou deslumbrada, como todo mundo fica. Durante o dia, nadando nua com Meg e comigo, ela se deliciava, brincava o tempo todo, ficava na água o tempo quase todo, se divertiu demais.

E pintou vontade. Na primeira noite, ela toda entusiasmada com o que tinha vivido naquele dia, brincando, nadando, rindo, observando paus, bucetas e peitos a granel, ela saiu da cama dela e veio pra nossa. Disse que não iria admitir que transássemos sem ela, era um absurdo!

Entrou debaixo do lençol com gente, viu que estávamos pelados, tirou a calcinha e ficou nua com a gente, e pegou no meu pau, e passou a mão na xotinha da Meg e o resultado foi um começo de noite regado a muito sexo, beijos, amassos, chupadas, trepadas.

Comi as duas, estava no paraíso… 
Quer coisa mais linda? (foto: Kaplan)


Aí, ela nos acordou bem cedinho, queria ver o sol nascer na praia. Fomos com elas até o local onde ficam muitas pedras e esperamos o sol nascer. Um espetáculo e tanto, e como era de madrugada, um pouco frio, levamos um cobertor para nos agasalhar. E não tinha mais ninguém, o segurança ainda não tinha chegado, nem o cara que fica na entrada e manda todo mundo que entra lá tirar a roupa.

Praia totalmente deserta, sol nascendo. Não deu outra, a vontade de trepar na água e na areia era grande e nós fizemos isso.

Entramos na água primeiro e lá elas me chuparam até cansar. Meu pau estremecia de tão duro. Aí Maura chegou bem perto de mim, apoiou-se em meu ombro e levantou a perna direita. Meu pau encaixou direitinho na xotinha dela e Meg, ajoelhada, segurava a outra perna dela e lambia minhas bolas e a xotinha.

Como nunca tínhamos feito parecido, Meg também quis e repetiu-se a cena anterior, agora com as garotas trocadas, Meg sendo comida e Maura nos lambendo.

Dali fomos para a praia, sentei numa das pedras e Maura sentou no meu pau e ficou me cavalgando. Meg ficava atenta ao caso de alguém aparecer e nos punir, mas não parava de nos beijar e alisar.

Consegui fazer Maura gozar e Meg quis ser comida de cachorrinho, foi a vez de Maura ficar vigiando. Foi a conta, logo que Meg gozou, vimos o cara da recepção e o segurança chegarem. Com a cara mais inocente do mundo fizemos de conta que fazíamos nossa corrida matinal, corremos pela extensão da praia, cumprimentamos os dois, voltamos correndo e ai retornamos à pousada. Entramos, rindo da cara que os dois fizeram quando nos viram tão cedo. 
O paraíso está na Paraiba… chama-se Tambaba

Depois do café, pegamos nossas coisas e fomos para o restaurante, onde passamos o dia. Repetiram-se os momentos de alegria, com entradas na água, brincadeiras, corridas, as duas pareciam meninas. Conhecemos muitas pessoas que passaram por lá, algumas frequentadoras habituais, outras eram turistas, via-se pelas bundas e seios brancos, de quem ficava nu pela primeira vez.

E à noite, lua cheia. Aproveitamos, não havia ninguém, a não ser o pessoal que estava na pousada, uns oito casais. Fomos ver a lua nascer, outro espetáculo que as máquinas não conseguem registrar em sua plenitude. Depois que os casais se retiraram, ainda ficamos mais um pouco e transamos dentro da água. Fui primeiro com Meg  e depois com Maura. Deliciosas trepadas aquelas!

E foi assim que ficamos lá uma semana, mas não transgredimos mais. Limitamo-nos às transas dentro da pousada, fazendo e ouvindo barulhos semelhantes… é… Tambaba inspira os amantes!




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2052a

Ela venceu o concurso e teve dois paus à disposição por um fim de semana


Isso é que é concurso… o resto é bobagem…
(escrito por Kaplan)  
Meg e eu sempre tivemos um círculo de amizades muito legais. Nada de multidões, grupos pequenos, no máximo 20 pessoas, geralmente casais casados ou namorados, mas todos liberais. Isso era a característica mais importante para pertencer ao grupo.

E sempre a gente buscava criar coisas novas, não ficar apenas na troca de casais.

Foi assim que, teve uma certa época, que começamos a fazer concursos e a criar prêmios para os(as) vencedores(as).   
Hors concours, pois não?

Quando teve o concurso do biquíni mais erótico, Meg ganhou disparado, por dois anos seguidos, aí se tornou hors concours, para não melindrar as demais.

Mas o concurso que vou narrar agora não a envolveu. Quer dizer, ela estava envolvida, mas perdeu, então não teve prêmio nenhum.

No final de um encontro desses, todo mundo reunido, antes de ir embora, o dono do sítio falou que na semana seguinte eles não estariam lá, mas gostariam que nós fôssemos, ou, pelo menos, quem ganhasse o concurso que ele imaginara deveria ir. E depois tinha de relatar para o grupo todo o que tinha rolado. Todo mundo topou.

Então realizou-se o concurso com as mulheres. Era uma corrida em volta da piscina e da quadra de peteca. Cinco voltas e quem vencesse sortearia o prêmio numa cumbuca. Havia dez coisas ali e uma delas seria sorteada.
Preparar… comecem a correr!

Elas se posicionaram, começou a corrida e quem ganhou foi a Maria Eliza. Foi fácil para ela, ela corria sempre para manter a boa forma…

Então deram a ela a cumbuca para escolher o prêmio. Quando ela tirou, gargalhou e falou com o marido:

– Querido, não leve a mal… mas olha o que saiu pra mim!!!

Ele leu, balançou a cabeça e falou com o dono do sítio que aquilo era uma sacanagem. Todos ficamos curiosos e ele leu: A vencedora vai escolher dois amigos e passar o fim de semana com eles. Não vale escolher marido, namorado ou companheiro!

Foi uma zoeira só. Mas ninguém ficava bravo com isso, era o nosso jeito de brincar.

Só que Maria Eliza se recusou a escolher. Falou que não era legal, era melhor sortear, para ninguém ficar constrangido. Aceitamos a ponderação, os nomes de todos foram escritos, exceto o do marido dela. Ela pediu à Meg para sortear os dois nomes.

Todo mundo ansioso, Meg ainda fez uma cena grande, até que sorteou o primeiro: Alisson. E depois o segundo: Robson. 
Vamos lá, gente… saber o que rolou!

– Bem, então está certo. Sábado, vocês três virão, ficarão com o sítio à disposição e vão se divertir à vontade. No outro sábado, reunião da confraria toda para ouvirmos o relato do trio!

Fomos embora e como programado, voltamos no outro fim de semana. Quando todos já estavam lá, nadando, alguns pelados, outros não, o dono do sítio deu a palavra à Maria Eliza para narrar.

– Gente, vocês fizeram uma sacanagem. Quase morri! Passar um fim de semana com esses dois… vou te contar! Acabaram comigo!

Todo mundo ria e ela começou.

– Bem, chegamos aqui no sábado, devia ser umas 9 horas. Perguntei a eles o que a gente ia fazer e o Robson, muito do sem vergonha, já foi falando que a primeira coisa a fazer era ficar todo mundo nu. E eles arrancaram as roupas rapidamente e me despiram também. E aí, me carregaram, feito uma mala velha e me levaram lá pro riacho. Podiam ter ficado aqui na piscina, mas não, lá no riacho.   
Se o começo foi assim… faça ideia do resto…

Ficamos deitados na grama, o Alisson deitou atrás de mim e ficou me encoxando, o Robson na frente, me beijando. E logo eu estava sentada no pau dele e o Alisson enfiando pau na minha boca. Me comeram bastante e terminaram fazendo uma DP. Aí pulamos no riacho e nadamos um pouco. 
Voltamos para a casa e eles não me deixaram colocar roupa. Nem eles colocaram. É um martírio ficar pelada dentro de uma casa com dois amigos pelados, e eles são sacanas, passavam por mim e me davam tapas na bunda, pegavam nos meus peitos… safados!

Dali a pouco me chamaram para a piscina, tinha umas carnes na churrasqueira já no ponto, abriram cervejas, bebemos, conversando, falando sobre um certo sujeito que inventava concursos… sua orelha deve ter queimado o tanto que te xinguei!

Bem… claro que a gente estava aqui para fazer sexo. Então, logo estávamos na piscina, o Robson sentou na beirada, endureceu o pau e me deu pra chupar e enquanto eu fazia isso o Alisson enfiou o dele na minha xota. 
Chupando e comida na piscina… ótimo!

Chupando e sendo comida… não vou negar, é muito bom!

Depois de séculos de chupação, o Robson sai, vai lá pra trás… e outra DP! Não riam, eu estou dizendo, esses dois são loucos! Duas DPs numa mesma manhã… sai de baixo!

E ainda gozaram no meu rosto! Tive de entrar no chuveirão para me limpar…

Felizmente, no resto do dia eles não pensaram mais em DP, mas dei a xoxota duas vezes pro Alisson, uma vez pro Robson, que ainda me fez o favor de comer meu cu. Eu não dormi aquela noite, eu desmaiei, nem sei se eles fizeram alguma coisa comigo, é hora de saber.

Rindo, eles disseram que até pensaram em come-la de novo, mas não conseguiram fazer com que ela acordasse, então se conformaram.

– Juram? Que bom que pelo menos isso vocês respeitaram!

Bem, no domingo eles me acordaram, eram oito horas. Foram muito gentis, levaram café na cama pra mim, avisando que eu precisava me fortalecer porque tinham grandes ideias. Quase desmaiei de susto! O que eles pretendiam?

Fiquei sabendo logo… saí do quarto, fui até a sala e vi que os dois estavam vestidos, com roupas estranhas e sombreiros, aqueles chapelões mexicanos. Aí lembrei que o Alisson tinha trazido uma mala, além da mochila e no sábado eu tinha pensado o que haveria naquela mala, mas com a trepação toda, me esqueci. E agora eu estava vendo a mala ali, vazia, pois as roupas e os sombreiros estavam nela, além de um violão.

Estranho, né? Foi sim. Me levaram ao jipe, me colocaram sentada na traseira, o Alisson foi dirigindo e o Robson tocando violão. Percorremos alguns trechos da estrada, encontramos algumas pessoas que riam do que estavam vendo, sem entender nada. Aí eles voltaram e quando chegamos aqui, tiraram minha roupa e me deixaram sentada pelada no jipe. 
Nunca pensei dar num jipe..

Tiraram as roupas mexicanas também, o Alisson sentou aqui na traseira do jipe, me pegou e sentou no colo dele, mas enfiando o pau no meu pobre cuzinho… e o Robson veio pela frente e enfiou na minha xota… outra DP! E gozo na minha boca…

Entramos na casa de novo e eu falei que, já que eu tinha vencido o concurso e o prêmio era meu, eles estavam proibidos de fazer mais DP comigo. E se não aceitassem eu ia cortar o pau deles.  Falei sério e pelo menos eles respeitaram. Mas não deixaram de me comer. O Alisson me comeu antes do almoço, lá pelas 15 horas e depois no banho, antes de a gente ir embora. O Robson parece que combinou com ele, porque meia hora depois que ele terminava, o Robson vinha e me comia também. O banho foi dos três e lá os dois me comeram, mas sem DP.

Foi isso que aconteceu. Juro a vocês, não quero ganhar mais concurso nenhum por aqui. Fiquei dois dias sem poder sentar direito…

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2051a

Ménage no camping


 Ah.. os bons tempos do “make love…”
(escrito por Kaplan)
Na nossa época “hippie”, além de frequentar grupos que também buscavam uma vida alternativa, saíamos para acampar. 
Liberdade. abre as asas sobre nós…

Compramos uma barraca que dava para duas pessoas, compramos daqueles bagageiros que se colocavam em cima dos carros e sempre que era possível, a gente ia acampar.

O problema é que sempre aparecia alguém que queria ir junto e não tinha barraca, então tinha de dormir na nossa, e ficavam todos apertados. Daí para rolar sexo grupal era um pulo.

A primeira vez que aconteceu, Nádia estava com a gente.

Montamos a barraca perto de uma cachoeira (bons tempos… vai fazer isso hoje!!!) e passamos um dia belíssimo, tocando violão, cantando, nadando. 
Bela.. bela… (foto: Kaplan)

E foi quando entramos na água que começou o clima, pois não tínhamos programado nada com ela. Mas… entramos pelados na água e aí começou o interesse pelos corpos até então desconhecidos.

Meg me perguntou se eu achava que ela devia falar com Nádia ou insinuar alguma coisa. Falei que, como não sabia nada sobre a vida sexual da nossa amiga, talvez falar fosse complicado, ela poderia ficar chateada. Quem sabe, se ela nos visse numa boa… era algo a pensar.

Assim, quando voltamos à barraca e nos secamos, tínhamos estendido uma grande colcha na frente da barraca, nos sentamos lá e ficamos ouvindo os pássaros. 

Então Meg, como quem nada quer, começou a pegar no meu pau, endureceu-o e começou a me chupar. Fiz que fechava os olhos, mas não totalmente e percebi que Nádia olhava com atenção o que Meg fazia. E não resistiu, chegou perto e perguntou se também podia. Meg disse que sim e as duas ficaram me chupando.
Duas belas em meu pau… delicia!

Todos soubemos, naquele instante, que muito mais coisas iriam rolar entre a gente.

Meg praticamente ofereceu meu pau para Nádia sentar e pular e ela ficou ajoelhada de lado, olhando e suas mãos percorreram meu corpo e chegaram, ousadamente, aos seios de Nádia, que não criou caso, pelo contrário, apertou a mão de Meg nos seios. Então elas se beijaram, sorriram e Nádia saiu de cima de mim. 

Meg optou por ficar de quatro e a comi assim. E Nádia sentou na frente de Meg, com as pernas bem abertas, sugerindo uma chupada que Meg lhe deu com prazer. Era uma descoberta atrás da outra!

De noite foi uma festa! Dormi no meio das duas, todo mundo muito junto devido ao tamanho da barraca. Num dado momento, Nádia virou o corpo, ficou com a xotinha perto da minha boca e meu pau quase dentro da boca dela. Era um 69 de lado, se me entendem… só que ela chupava meu pau e a xotinha da Meg, que me beijava quando eu parava de chupar a xotinha da Nádia.

Fui cavalgado de novo, pelas duas, dentro daquele exíguo espaço. Uma beleza total!

Depois daquele acampamento, Nádia se tornou uma frequentadora habitual de nossa cama.

Em outra ocasião, quem insistiu em ir acampar com a gente foi o Marcus Vinicius, para total satisfação da Meg. A gente era amigo, mas nunca rolara sexo. E não tínhamos certeza de que iria rolar, até o momento em que Meg viu o Marcus Vinicius nu na cachoeira. 
Belo, belo… disse Meg

Ela se virou pra mim e falou:

– Você sabe que vai rolar um ménage aqui hoje, né? Eu não vou deixar ele escapar, não com aquele instrumento maravilhoso que estou vendo. Tudo bem?

– Uai, por que não? Quando foi com a Nádia, foi tudo bem… com ele também vai ser!

Ela nem esperou a noite chegar para os corpos ficarem juntinhos. Já foi nadar com ele, eu fui junto e ficamos os três nadando e brincando, do que ela se aproveitou para dar umas encostadas nele, até pegar no pau dele. 

Como ele não era tolo, logo percebeu o que poderia rolar e mandou brasa, comeu-a dentro da água, depois subiram e continuaram em cima de uma pedra, onde ele a deixou, escornada, depois de uma trepada muito demorada. Voltou para a água e ela ficou lá, até a respiração voltar ao normal.

De noite, lógico, os três dormindo juntos, pelados, ela no meio. Quando ela estava a beijar o Marcus Vinicius e ele a pegar nos seios dela, a bundinha ficava à minha disposição, depois ela se virava e tudo se invertia.

“Abusamos” dela boa parte da noite, até que ela cavalgou o Marcus Vinicius. Com muito custo, consegui ficar de pé e ela me chupava enquanto pulava. Quando ela gozou, depois de pular um tempo enorme, estava exausta e dormiu no nosso meio.

– Bom saber que vocês topam sexo grupal. Eu estava meio receoso de ficar pelado e você criar caso, mas logo vi que vocês tem uma liberdade grande. Estão na minha lista de amigos preferidos. Vamos sair ainda por muitas vezes, adorei transar com sua esposa.

– E ela também gostou, nunca a vi ficar escornada como hoje cedo nem praticamente desmaiada como está agora!

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MENAGE COM O PROFESSOR DE INGLES

Moro em Florianópolis, mas viajo a trabalho em todo estado de Sc e também Pr. Algumas destas viagens duram a semana inteira. Sou casado há quase 30 anos com S., temos filhos e temos uma vida conjugal boa, sempre (ou quase) com muito sexo. Nunca S. reclamou a mim falta de carinho, pois quando não viajo, procuro dar a ela todas as atenções possíveis. Mas de algum tempo pra cá, com os filhos adultos, e trabalhando e estudando, S. sentiu falta do que fazer em casa, e foi freqüentar cursos de pintura e inglês, numa escola feminina, mas só tinha vaga no período noturno. 

Então faz 3 dias por semana de pintura e 2 dias de inglês. Tudo ótimo, não fosse o fato de que o professor de inglês é homem, meia idade, porte atlético e charmoso. E às vezes “dá aulas de reforço” à tarde, e nos mais variados locais, ou seja, em casa dele ou das alunas, na escola, etc, dependendo da disponibilidade de tempo de ambos. Minha esposa sempre teve dificuldades com o inglês, então fazia aulas de reforço, junto com mais duas alunas, mas notei que só quando eu viajava.

Estranhei, mas continuei levando numa boa. S. sempre me dizia coisas sobre ele, que já fora casado e estava divorciado há 2 anos, que tinha um filho já adolescente, e que a mãe do garoto vivia com outro homem em outra cidade. Ensinava muito bem e era atencioso com as alunas. Notei que sempre que íamos transar, ela falava alguma coisa sobre ele, e ficava super excitada, a ponto de gozar 2 e até 3 vezes seguidas. Bom pra mim também, pois estava de certa forma feliz em satisfazê-la, apesar de saber que não era em mim que pensava. Resolvi então realizar essa fantasia de minha esposa, e porque não dizer também minha, pois já há algum tempo achava que ela devia conhecer outro homem. Fui falar com o professor M. Aproveitei uma de minhas viagens, mas retornei numa quinta-feira à tarde. Nem passei em casa, e fui direto na escola. 

Tive um pouco de dificuldades para achar a sala de inglês, pois nunca tinha ido lá, e quando cheguei fiquei surpreso por não encontrar S. Apenas o professor e mais duas senhoras (alunas). Disse-lhe que precisava falar sobre um assunto delicado, mas que o aguardaria no final daquela aula. Não demorou muito o vejo na minha frente. Realmente atraente, um pouco grisalho, 46anos e 1,82 m de altura. Bem conservado. Pedi-lhe para conversarmos em particular, e ele sugeriu que fossemos ao seu carro, estacionado ali perto, pois era o melhor local até a próxima aula às 18:30 horas.

 Já estava curioso e apreensivo, mas tranqüilizei-o dizendo-lhe para ficar à vontade e para pensar sobre o que falaríamos. Então fiz o seguinte: sem mencionar nomes contei-lhe as fantasias de minha esposa. Aumentei bastante, para deixá-lo entusiasmado. Que eu não estava conseguindo satisfazê-la plenamente e que ela também não estava dormindo nem se alimentando direito. 

Aí ele arremedou dizendo que S. não tinha vindo às aulas a semana inteira, e matou a charada, pois como estava dando aulas de reforço só para 3 alunas, obviamente era dela que falávamos. Bom, pois assim facilitou muito nosso papo. Ele me confidenciou que sentia muito tesão por S., que ela é muito atraente, meiga demais quando fala, e muito séxi. Confesso que fiquei um pouco enciumado, mas ao mesmo tempo orgulhoso pelas declarações dele. Realmente S. é um tesão, apesar de medir só 1,64 m. Tem seios médios, uma bundinha empinadinha e uma bocetinha quase toda depilada. Já havia um “clima” entre os dois, pois M. falou que semana passada ele foi mais fundo e chegou a abraçá-la e beija -la na sala de aula (estavam sozinhos neste dia). 

Ele notou que ela gostou, pois correspondeu bem. Mas o clima de tesão mudou para constrangimento quando o celular dela tocou. Precisava ir por problemas em casa, deu-lhe um beijo, saiu e não mais apareceu na escola. E que ele ligava no celular e ela não atendia. 
Perguntei-lhe se estava mesmo disposto a transar com S., ao que prontamente me confirmou. Mas que teria a minha “discreta” participação.

 Ele gostou da idéia, então combinamos que naquela segunda-feira 6 de setembro, véspera do feriado, seria o dia ideal, pois meus filhos viajariam e retornariam na terça-feira à noite. Eu como não tenho feriado, trabalharia à tarde toda. Mentira era só para deixá-la sozinha em casa. M. iria lá visitá-la com o pretexto de pedir-lhe desculpas pelo atrevimento, e para que retornasse às aulas. Expliquei a ele onde moramos, como é a nossa casa por dentro, e que deixasse o carro na quadra de traz. Que fosse a pé, para não chamar a atenção dos vizinhos. Também lhe disse para insistir com ela, pois S. às vezes demora nas decisões; mas que eu tinha certeza que ela daria pra ele. E tinha que ser naquele dia.


Tudo combinado, depois do almoço disse a S. que iria aproveitar o dia tranqüilo para visitar um cliente difícil, e que levaria a tarde toda. Dei-lhe um beijo e saí, antes das 14:00 horas. Pensei em ir até o posto lavar o carro, mas a ansiedade só de imaginar o que iria acontecer, fez com que desse umas voltas, e depois de algum tempo estacionei próximo do carro de M. 

Ele chegou no horário combinado, e já deveria estar em minha casa, com minha mulher. Dei a eles mais ou menos 40 minutos, e segui também a pé. Entrei em casa pela porta da área de serviço, sem fazer barulho, e ouvi os gemidos de minha esposa, que vinham da sala de TV. Pé por pé, pois tirei os sapatos e a calça, vi que os dois já estavam nus, deitados no tapete, num 69 de tirar o fôlego, pois M. era bem dotado. S. tinha dificuldades para chupá-lo, pois o pau dele era grosso e comprido, com certeza bem maior que o meu. Ele por sua vez, enfiava a língua na boceta dela, que se contorcia toda até gozar. 

Depois saiu de cima dele, e pediu-lhe que a penetrasse, pois já não agüentava mais esperar. Então M. se posicionou no meio de suas pernas, mas levantou-as até seus ombros, deixando à mostra toda sua vagina molhada, pronta para ele, que com muita calma e firmeza, pincelava seu membro rígido como uma pedra. Pude notar que S. iria sofrer com aquela ferramenta, e não deu outra, pois quando M. tentava introduzi-lo, S. o empurrava, e arranhava suas costas. 

Percebi que estava com medo, e dizia que ele tinha um pau muito grande, que iria machucá-la, e gemia. Mas agüentou toda a penetração, até que seu saco bateu em sua bunda. Ela disse que estava sentindo muita dor, pois nunca havia transado com ninguém além de mim, e eu não era tão pausudo assim. M. ficou um bom tempo parado, só beijando-a para que se acostumasse, e depois foi mexendo devagar e tirando de leve e colocando novamente, até que tirava e colocava cada vez mais rápido, fazendo com que S. gozasse repetidas vezes. E assim foi até que ele gozou dentro dela, duas vezes sem tirar de dentro.

 Eu mesmo próximo deles não fui notado, até tocar nos pés de S. fazendo um carinho que ela bem conhece. Nossa que susto levou. Ficou toda envergonhada, pois M. ainda estava dentro dela, mas disse-lhe para ficar calma, e que tudo fora planejado por mim e ele. 

A princípio ela não gostou, mas como ainda estava com muito tesão, apenas sorriu e de novo começou a movimentar seu corpo, até que ficou em cima de M., deixando seu belo cuzinho à mostra. Não resisti, e fui por cima dela, até colocar meu pau, e fazermos o tão sonhado ménage. S. gemia de dor e prazer, pois não é fácil agüentar dois paus ao mesmo tempo, mas gozou como nunca nestes anos de casados. M. ficou em nossa casa até o dia seguinte, e S. trepou com ele várias vezes e de diversas formas. Até na hora do almoço S. sentou em seu pau de frente para ele, e mechia de leve para senti-lo todo. Ao nos despedirmos dele, combinamos em te-lo na nossa cama de vez em quando. Mas isso ainda não foi possível.

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Pelada-no-Barco

SEXO NO IATE

Passo ferias na casa dos meus avós em Santos todos os anos, desde que eles se mudaram para la. Tenho 20 anos e estou na faculdade e para não perder o costume fui nas ferias de julho para o apto dos meus avós. Lá tenho muitos amigos e um deles é o Marcos, que me disse que trabalha de freelance em barcos e Iates de bacanas. Perguntei pra ele quanto ganhava por dia e ele me falou uma media de 300 a 400 reais, com gorjetas em media. Fiquei super empolgado e imaginando que bom se eu conseguisse um desses para mim. Ele falou que se pintasse algo ele me falaria, mas que o trabalho era duro e que devíamos sempre servir os tripulantes com muita educação, já que são pessoas de nível social alto e coisa e tal. Na verdade só me interessei pelo dinheiro, e quem sabe poderia ter uma chance para mim.

Passou-se duas semanas e eu nem mais me lembrava disso, quando o Marcos me liga e pergunta se eu estaria disponível de sexta para sábado, de imediato disse que sim, então ele falou que passaria em casa para falar comigo. Quando ele chegou logo foi me explicando sobre o trabalho. Seriam 300 reais para eu passar a tarde de sexta ate o meio dia de sábado. Ele já estava agendado com outro marinheiro e iria num percurso maior de sexta ao meio dia ate segunda feira e então ele me indicou para esse trabalho mais curto. Aceitei de prontidão e ele pediu para eu chegar as 11 horas para dar tempo de ele me apresentar ao Marinheiro que seguiria viagem.

Cheguei na garagem de barcos as 10:30 e fiquei ali o esperando, logo ele chegou e me levou ate o Iate que eu iria. Chegando lá fiquei bestificado com o tamanho da embarcação. Resumindo coisa de gente bem rica. O barco era enorme, possuía uma sala logo na entrada e tinha e andares, sendo que o ultimo era onde ficava o piloto ou marinheiro. O andar do meio tinha a sala, uma espécie de barzinho que ficava logo na entrada na parte de trás do barco, uma cozinha, um local para tomar sol na frente do barco e umas cadeiras e mesinhas. Tudo isso com muito luxo, mas muito mesmo.

Me apresentou ao marinheiro Sr. Luis, um Sr magro muito educado que me entrevistou por 5 min. Logo ele percebeu minha índole e falou que eu serviria e me passou as instruções. – Nunca olhe nos olhos dos patrões e seus convidados. Faça tudo de prontidão, sem pressa e aja naturalmente com tudo. E de inicio ele pediu para eu tirar o pó, caso encontrasse algum ambiente sujo ali. Despedi do Marcos e ficamos esperando os donos. Um pouco antes disso Sr. Luis desce e me explica que sua esposa iriam com eles, pois ela era a cozinheira e que qualquer coisa eu podia perguntar a ela. Logo ela chegou, uma senhora meio gordinha muito educada e que me tratou muito bem.

Não demorou muito e os donos chegaram, era um senhor que já de olhar para ele vc percebe que o cara era rico, seu nome Dr Artur, grisalho, levemente careca e muito educado. Sua esposa Sra Clara, ela era um pouco mais rude, mas nada que eu não pudesse suportar, autoritária, e bem distante. Ela chegou muito bem vestida, de óculos e chapéu. Vieram também um casal mais jovem que parecia ser sua filha e o namorada, e também uma outra garota muito linda que também era filha deles.

Saímos do Guarujá por volta das 13 horas e fomos navegando não sei para onde, umas 15 horas foi servido o almoço e minha primeira prova de fogo foi vencida. Logo dona Vera a cozinheira me elogiou. Fiquei super agradecido e fui chamado para levar mais vinho para os donos. Cheguei na parte onde tomavam sol e de óculos escuros, consegui esconder que não tirei os olhos da filha mais nova do casal. Ela estava ali com um bumbum lindo tomando sol. Nem olhou para mim quando a servi, devia ter a minha idade. Servi a todos, todos muito educados mas era como se eu não existisse. Quando era por volta de umas 18 horas paramos em frente a uma casa enorme numa ilha, todos desceram e ficou no barco apenas eu, dona Vera e Sr Luis. Aproveitamos e jantamos.

Quando deu umas nove horas da noite, eu estava olhando a paisagem escura do mar percebo uma movimentação na casa. Então pergunto a Dna Vera onde dormiríamos ou coisa assim, ela me fala que geralmente ela dorme lá na cabine de pilotagem com seu marido e que eu dormiria num local ao lado da cozinha que tinha um coxonete. Por mim ok, pensei que íamos dormir ali mesmo quando vejo Dr Artur e Dna Clara voltando para o barco, suas filhas ficaram na casa, depois descobri que era do pai do namorado de uma delas. Entraram no barco e o Dr Artur passou as recomendações e o Sr. Luis já ligou o barco e saímos dali em direção a escuridão do mar. Estava do lado de fora observando quando Dna Vera me chama para servir mais vinho. E então ela me fala que dali uma hora eles vão parar numa baia e que vão dormir ali. E que eles já haviam jantado e que o que os donos precisassem era para eu fazer. OK eu disse.

Servi duas garrafas de vinho ate a meia noite, logo me avisaram que não precisavam mais dos meus serviços e que era para eu avisar para Dna Vera. So que a Dna Vera ja havia subido faz tempo e resolvi mesmo assim ir lá falar. Olhei para dentro e percebi que os dois já haviam dormido. Então desci para o local onde eu dormiria e já fui me arrumando. Neste tempo que eu ja estava quase dormindo ouvi um briga entre os donos os dois discutiram feio e o motivo era o casamento da filha. Fiquei ali quieto e logo tudo se silenciou. Mas não demorou muito Dna Clara foi ate onde eu estava e me chamou, acordei um pouco tonto, e ela me pediu que eu subisse e chama-se a Dna Vera. Fui ate a cabine e bati na porta sem resposta, insisti e logo o Sr Luis perguntou o que era e já acordou Dna Vera.

Eu desci e logo atras já veio Dna Vera e as duas ficaram ali na cozinha mexendo numas coisa e como não precisaram de mim, fui ate meu local e desmaiei, só acordando por volta das 06:30 da manha. Quando sai do meu lugar e entrei na cozinha estava Dna Vera e Sr Luis acabando de arrumar as coisas, então o Sr Luis veio falar para mim que os patroes tinha ido dormir umas 5 da manha e eles estavam ali deixando tudo limpo e que era para eu avisar que ficaríamos mais um dia ali só retornando no domingo e que eu ganharia 1.000 reias fechado por esse inconveniente e detalhe já me deu os mil reais ali em dinheiro. Avisou também que ele e Dna Vera tinha ganhando ate as 16 horas do sábado de folga, que o barco ficaria ali aportado e que eles iam de bote ate a ilha ali que la moravam familiares deles. Por mim tudo bem eu disse.

Fiquei ali olhando a distancia a Ilha Grande, agora ja sabia onde eu estava, na baia onde estávamos só tinha nosso barco e a terra ficava a uns 800m. Quando deu umas 10 horas da manha Dr Artur acorda, ouço um barulho vindo da cozinha e logo fui para ajudar em algo. Fiquei surpreso quando entrei e o vi nu tomando cafe e olhando o mar, perguntei se precisava de algo, ele falou que não e fui para parte de trás do barco e ficou ali lendo o celular. Fiquei ali na cozinha parado esperando algum chamado. Quando ouço que Dna Clara vem subindo as escadas e entra na cozinha. Quase cai para trás a mulher me aparece com uma camisola branca transparente, um conjunto super sexy por baixo, já de óculos escuros e chapéu, pediu um cafe, um suco de laranja, neste momento seu Artur grita de onde esta e pede também cafe e suco.

Dna Clara vai ate ele e os dois ficam ali no sol, praticamente despertando e eu levo seus pedidos numa bandeja e deixo ao lado deles e retorno para a cozinha. Mas a imagem da Dna Clara não me sai da cabeça. Quando ela se virou para ir de encontro ao seu marido eu olhei para sua bunda e fiquei bestificado de como aquela mulher era gostosa. Logo Sr Artur me chama e pede uma garrafa de espumante, vou ate a cozinha, abro a garrafa sirvo em duas taças e levo para eles. Voltei para a cozinha e fiquei esperando outro chamado. Já era umas 11 e meia e eles não me chamavam para nada fui ate um local onde dava para espia-los e vi os dois praticamente no mesmo lugar, bebendo o vinho e conversando. Voltei ali e fiquei mexendo no celular quando Dna Clara aparece na porta da cozinha e me pede algumas frutas, vou separando e colocando numa bandeja e ela me pede para já traze-las.

Ela foi na minha frente e eu não pude deixar de olhar para sua bunda por trás da camisola transparente. Mas o que mudou tudo foi que enquanto passávamos pela sala indo em direção ao fundo do barco ela me tira a camisola, e a joga encima de uma espreguiçadeira, e fica apenas de lingerie e chapéu. Coloco as frutas encima de uma mesa entre os dois, e percebi que o Sr Artur nem se importava de estar nu nem de que sua esposa estivesse de lingerie. Quando fui saindo não obtive respostas sobre se precisavam de algo a mais e quando estava chegando a cozinha dei uma olhada para tras e vi Dna Clara tirando o que lhe restava de roupas, fiquei numa posição que podia vê-la nua. Seus seios eram enormes, lindos ela não parecia a idade que devia ter, ela tinha marcas de bikini, seus pelinhos da sua xana eram bem aparados, seus cabelos loiros a deixavam mais selvagem e ate pensei em tocar uma punheta pra ela ali mas me segurei.

Logo fui chamado de novo e quando me aproximei tentei de todas as maneiras desviar o olhar da Dna Clara. Sr Artur percebendo sorriu e comentou com ela que ela estava me deixando sem graça e que era para ela colocar uma roupa. Ela respondeu que ate parece ela ia sair da sua privacidade por causa de funcionário. Ele riu, então ela falou e se ele for gay, vc também esta nu Artur, bota uma roupa vc. Ele em tom de brincadeira perguntou se eu era gay? Respondi que não. Então ele riu e ela também. Perguntei se queriam algo mais? Disseram que qualquer coisa me chamam… Sai dali de pau duro, como aquela mulher era gostosa, eu quase vi a abertura da sua xaninha, seu corpo era escultural. Estava la na cozinha dentro das minhas confusões mentais quando escuto um barulho diferente, era isso mesmo eles estavam transando.

Os gemidos eram altos, me deu uma vontade de olhar o que estava acontecendo, mas me mantive firme. O problema eh que não acabava. Não resisti e fui ate o vão da porta para ver. O que vi logo de cara foi Dna Clara no sofá, na parte interna do barco de quatro e olhando pela janela o mar e o Dr Artur atras dela bombando e segurando os seus seios, ele metia com força nela e ela gemia. Meu pau subiu na hora, eu o tirei da calça e comecei a me masturbar olhando aquela cena. O homem não parava de meter na mulher, e ela não parava de gemer. Então ele se cansou um pouco e sentou nesse sofá e Dna Clara sentou de frente pra ele e começou a cavalga-lo. Seu bundão ficou virado para mim e vi a beleza dele perfeitamente, o pau do Sr Artur era enorme e ela escorregava naquela vara e pulava com vontade, o homem enfiou seu rosto entre os seios dela e se fosse eu ali não sairia tao cedo, e foi o que ele fez.

Serio elas já estavam metendo ha uns vinte minutos e eu ali me segurando para não gozar. Ate que eles se levantam ela se ajoelha na frente dele e o cara começa a gozar na cara dela e ela chupava seu pau e sua porra, algumas gotas escorriam pelos seus seios. O homem foi meio que cambaleando ate a espreguiçadeira e ela foi em direção as escadas para descer para o quarto. O problema eh que ela para ir paras as escadas viraria ate minha direção e foi o que ela fez e me viu ali. Não sabia como me comportar, mas ela sim. Sem problema algum olhou para mim e pediu toalhas que ela iria tomar banho. Corri ate onde tinha e quando voltei ela não estava ali, então fui ate o deck e falei que estava com as toalhas da Dna Clara e o Dr Artur perguntou o que ele tinha haver com isso eu disse que ela tinha ido para o quarto se banhar e… ele me interrompeu e pediu para eu levar la as toalhas.

Desci as escadas e fui coloca-las na cama para quando ela saísse já estivessem la. Deixei ali e subi. Quando cheguei encima o Dr Artur veio falar comigo. Se eu poderia ficar quieto sobre tudo que aconteceu ali. Eu disse que sim que não tinha visto nada. Ele falou: vc viu sim…eu sei.
Falei que vi e ele perguntou o que eu achava da mulher dele, disse que era uma mulher belíssima. ele disse Ótimo. Desceu para os quartos e pediu para eu preparar outro vinho e mais frutas, preparei tudo e deixei no deck quando estava voltando para a cozinha encontrei com os dois subindo as escadas nus. Esperei eles passarem para eu entrar quando Dna Clara fala para mim tirar a roupa. Fiquei meio sem saber o que dizer ou fazer, mas fui tirando, Doutro Artur olhou para mim e foi para o deck, mas Dna Clara se sentou numa poltrona e ficou vendo eu tirar a roupa. Quando faltava só a cueca ela pediu para eu parar, foi ate o deck pegou sua taça e voltou a se sentar no mesmo lugar. E disse: – Tira!

Quando eu tirei meu pau tava duro, muito duro, eu tava quase gozando. Ela ficou meio que me assistindo, tomou mais um gole e me chamou para perto. Quando cheguei bem próximo ela segurou meu pau com as duas mãos e veio com a sua boca me chupar. Quando ela meteu os lábios na minha boca eu olhei para o Dr. ele estava olhando mas sem reação. Então ela começou a me chupar para valer, com vontade, chupava minhas bolas, a cabeça do meu pau, passava ele no seu rosto, eu estava imóvel só vendo, não resisti e peguei nos seus cabelos e dei uma puxadinha para ela olhar pra mim. Ela gostou, Dr Artur se levantou e veio mais para perto. Eu mesmo peguei meu pau e comecei a bater devagarzinho no rosto dela que estava gostando. Dr então me chama e quando eu olho para ele, ele me joga uma camisinha e me manda perguntar se ela quer.

Clara só se ajeitou melhor na poltrona abriu as pernas, como se fosse um convite e eu já cai de boca naquela buceta. Nem cheguei a pensar que ela tinha acabado de ser comida, chupei aquela buceta linda, não perdi tempo e dei umas linguadas no seu cuzinho, ela adorou se abriu mais, eu chupava sua buceta e enfia um dedinho no seu cuzinho. Ela gemia e pediu para eu fode-la. Botei a camisinha e deitei encima daquele mulherão e comecei a penetra-la forte, com estocadas fortes. Ela não teve resistência e só gemia o quanto podia. Senti seu Artur por perto e ele foi e colocou seu pau na boca da esposa. Ela chupava ele e dava pra mim ao mesmo tempo. Uma imagem que nunca mais esquecerei.

Artur se sentou no sofá interno ao lado da sua esposa e ela ficou de quatro no chão, me posicionei por trás, abri aquele bundão e meti de novo naquela xana quente e linda. Sua bunda era perfeita, a marca de bikini a deixava linda, seu cuzinho era lindo, um pouco aberto, mas bem pouco. Parecia que ele pedia para ser metido. Fui estocando ali sem parar, dei um tapinha devagar e ela gemeu, dei um um pouco mais forte e ela gemeu mais. Então ela tira a boca do pau do marido, olha pra trás e me fala para eu não ter do. Dei um tapa bem mais forte e comecei a bombar com força, estava tudo uma delicia.

Então ela se levanta um pouco e senta no pau do Dr Artur e começa a cavalga-lo, fique meio perdido ali e comecei a passar a mão nas suas costas, fui descendo a mão ate seu bumbum, sem resistência, e procurei seu cuzinho, tomando cuidado para não tocar no pau do Dr. Encontrei seu cuzinho e enfiei um dedo, ela então pede para eu enfiar meu pau. Me posicionei atras dela e fui enfiando meu pau. A mulher gritava e quando sentiu meu pau todo dentro ela gemia alto. Depois começamos a nos mexer e começamos a meter mais forte. Ficamos assim um bom tempo ate que ela gozou…gozou…gozou…

Ela se ajoelhou no chão, eu fiquei de um lado Dr do outro e ela começou a chupar nos dois, alternadamente, as vezes quase juntos, eu avisei que ia gozar. Ela posicionou a boca na minha direção e pediu porra e eu dei, dei toda a porra acumulada desde de quando vi a filha dela. Logo o homem veio e gozou na cara dela toda. Ela nem foi para o banho saiu dali e pulou no mar, Dr foi atras e me chamou, também pulei no mar e ficamos ali um pouco. Logo subi e falei que ia colocar o peixe no forno para o almoço. Os deixei ali para curtirem sua intimidade.

Ficaram um bom tempo ali e depois subiram no barco e ficaram no deck, fui ate la para avisar que o peixe já estava quase pronto. Eram 15 horas, logo o Sr Luis e Dna Vera estariam de volta. Quando fui tirar o peixe Dna Clara apareceu já vestida com um bikini comportado e uma saia que por certo tambem tinha um bikini comportado por baixo. Ela falou que eu fui ótimo e eu falei que ela era linda. Ela então veio me deu um beijo e eu não resisti, coloquei aquela mulher de encontro a pia levantei aquela saia, tirei o bikini de lado e voltei a come-la ali, um de seus seios escaparam e eu pude segura-lo. Gemiamos alto, logo Dr veio ver o que acontecia mas só ficou assistindo, meti com força e a beijei muito. Ela se desvencilhou meu do meu pau, o pegou com a mao e direcionou para sua bundinha, adorei, foi se ajeitando e meu pau entrou todo, foi quando ela disse para eu meter forte, e foi o que eu fiz, sem do, como ela pedia, segurei sua bunda e meti forte. Quando avisei que ia gozar, dessa vez ela não quis sentir o sabor apenas tirou meu pau e ficou punhetando e me beijando ate que gozei na sua mão.

Enquanto eles almoçaram Sr Luis e Dna Vera chegaram, perguntaram se tudo tinha ocorrido bem, eu disse que sim e assim ficamos a noite toda servindo nossos patroes. Eu ate tinha uma esperança que eles me chamassem para o quarto deles, mas não rolou. No outro dia de manha eles se despediram de nos 3 juntos. Eu estava arrumando minhas coisas quando o Sr Luis falou que semana que vem teria outra e que eles haviam gostado da minha educação e se eu estivesse disponível poderia ir. Eu perguntei para onde? Ele disse que talvez o mesmo itinerário e que pra ele era bom porque eles poderiam visitar seus familiares. Falei que sim! Podia me chamar.

autor: BDS

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