Sobrinha quis levar o café na cama para o namorado

Estatísticas de hoje: 570.973 acessos – 1.260 contos publicados



(escrito por Kaplan)

O mês de janeiro era o mês reservado pela família da Paulinha para irem à praia, tinham uma casa em Cabo Frio. Alugavam nos demais meses, mas janeiro era o mês em que todos iam lá. Naquele ano, a mãe dela me ligou.

- Kaplan, você tem algo a fazer em janeiro?

- Não, estou completamente livre.

- Eu queria te pedir um favor, então. Como você sabe, em janeiro nós vamos para a casa da praia. E este ano meu marido não vai poder ir, ele está indo para a França, resolver algumas coisas da empresa. As meninas estão doidas para ir e eu também, mas não gostamos de viajar sem um homem com a gente. O namorado da Paulinha está indo, mas ele é jovem e é claro que eu terei de ficar em estado de vigilância permanente com os dois. Você não quer ir com a gente?

- Claro, vou sim!
foto: Kaplan
 

Ela me agradeceu, marcamos o dia, fomos em dois carros, o dela e o meu. No dela estavam a Helena, e as crianças menores, duas. Além da tralha que se costuma levar nessas viagens. Paulinha e o namorado foram no meu carro.

Foi uma viagem muito divertida. Chegamos, fomos à casa, abrimos, ventilamos, limpamos. Já era tarde, fizemos um lanche e fomos dormir. O Tales, namorado da Paulinha dormia num quarto comigo, ela e a irmã dormiam no outro e a mãe e as crianças num terceiro quarto. 

No dia seguinte fomos todos à praia. Eu via a preocupação da mãe da Paulinha, porque o Tales não conseguia esconder a ereção quando passava protetor no corpo da namorada, que, aliás, usava um biquíni tão minúsculo que chamava a atenção de todos que ali passavam.

De noite os dois e mais a Helena foram para um show e chegaram bem tarde. Quando acordamos, na manhã seguinte, com as crianças doidas para ir à praia, só a Helena conseguiu levantar. O Tales ficou dormindo no meu quarto, eu saí para tomar café. A Paulinha também ainda estava dormindo. Fiquei imaginando o que minha cunhada ia dizer, e não deu outra.

- Kaplan… eu sei que é chato te pedir isso, mas… pode esperar os dois acordarem e ir com eles para a praia? Vamos ficar no mesmo lugar de ontem.

- Pode ir tranquila, eu espero sim. 

Eles saíram, eu continuei na mesa, tomando meu café. Depois que terminei, vi a sujeira que estava na pia e resolvi lavar tudo. Já estava quase acabando quando ouvi barulho. Era a Paulinha que acordara. Vestia uma camisolinha minúscula e bem transparente. Se a mãe dela visse!

- Bom dia, Kap. Onde estão todos?

- Na praia, ficamos aqui só você, eu e o Tales, que ainda está dormindo, afinal vocês chegaram bem tarde, né?

- Você vai quebrar nosso galho, não vai?

- Que galho? Sua mãe pediu que eu ficasse de olho em vocês!

- Eu vou levar o café na cama pra ele, você não vai olhar isso… fique aqui e se vir gente chegando bata na porta para a gente parar o que estivermos fazendo.

- Paulinha, não me coloque em maus lençóis…

- Não vou colocar, mas eu e ele estamos no maior tesão. Ontem eu fiquei dançando com a bunda encostada no pau dele, ele chegou a gozar na calça, deu o maior trabalho para esconder quando chegamos. Por favor, Kap… quebra essa lança…

- Tá bom, vai lá, eu fico vigiando… que coisa!

Ela me deu um beijo de agradecimento, preparou uma bandeja e levou ao quarto. Fiquei imaginando o que estaria acontecendo, mas ela, como sempre acabou por me contar.

Chegou ao quarto, ele dormia ainda, só de cueca. Como ele dormia de costas, ela simplesmente tirou a camisolinha e a calcinha e sentou-se, com a xotinha bem em cima da cueca dele. Claro que ele acordou  na hora, e ficou assustado com ela em cima dele. Ela disse que estavam sozinhos. Deu um copo com suco de laranja, ele tomou alguns goles. Teve de parar porque corria o risco de derramar tudo, pois ela ficou esfregando sua xotinha e o pau dele cresceu dentro da cueca.
 Ela deu uma lambida no pau dele e tratou de tirar a cueca e caiu de boca no pau, endurecendo-o todo com suas chupadas. Ele segurou na bunda dela, eles se levantaram. Sorrindo para ele, ela encostou-se numa cômoda que havia no quarto e ficou esperando. Ele chegou, abraçou-a, beijou-a, colocou o pau entre as pernas dela e ficou roçando a bucetinha dela com ele. 

Ela não aguentou. Jogou-o na cama e sentou-se no pau dele, cavalgando-o. 

- Foi nessa hora que você começou a gemer alto, não foi?

- Deu para você ouvir?

- Deu…

- Nossa, que vergonha… mas foi sim.

Depois foi a vez dele colocá-la deitada, levantar-lhe as pernas e meter de frente e, não satisfeito, ainda a comeu de cachorrinho. Também deu para ouvir o gemido mais alto da hora do gozo.

Ouvi ela chama-lo para se vestir rápido, tinham de ir para a praia. Quando saíram, ele me viu e ficou apavorado achando que eu acabara de chegar. Ela riu demais do susto dele e disse que eu era o cúmplice com o qual eles podiam contar na hora de fugir da vigilância da mãe!

Read More

O fotógrafo pediu que Meg fizesse uma dança sensual. Ela fez e ele enlouqueceu!



(escrito por Kaplan)
Meg não era “modelo exclusiva” minha. Vários amigos fotógrafos convidavam-na para posar, até mesmo para propagandas. Mas quase sempre com outras intenções, malévolas, vocês me entendem… o Arnaldo, de quem já narramos vários casos, era um desses. Mas não era o único. Lembro-me do Valfrido que conheceu-a, e convidou-a para posar. A principio ela não quis, mas ele era insistente e ela acabou cedendo e foi ao Studio dele. 
 Me disse depois que era um bom Studio e que ele havia feito um cenário bem interessante. Como ela não sabia o que ele iria fazer, foi vestida simplesmente, com um shortinho e uma camiseta. Lá chegando, ele disse que ela podia ficar com aquela roupa mesmo, porque ele queria fazer fotos dela dançando.

- Dançando? Mas dançando o quê?

- Vou colocar uma musica e quero que você elabore uma dança, bem sensual. Esquece de mim, concentre-se na dança, faça o que achar que deve fazer e eu vou ficar de longe, só fotografando quando achar a pose legal. Mas uma dança bem sensual, ok?

- Está bem, vou tentar. Se não estiver legal você me fale!

Ele preparou tudo, pôs a máquina num tripé e ficou olhando a dança dela. A música era bem erótica – o Bolero, de Ravel, que trazia a ela belas lembranças… – e ela percebeu que ele estava mal intencionado. 

Começou a dançar, lembrando-se de algumas strippers que já tínhamos visto numa casa noturna. Passava as mãos nas coxas, abaixava o short, deixava parte da bunda aparecer. Depois punha a mão dentro da camiseta e ficava apertando os seios, virava de costas para ele, abaixava o shortinho de novo e ele podia ver a calcinha atolada no reguinho.

E ela começou a ver que ele apertava o obturador da máquina com a mão esquerda e a direita não saía do pau. 
Com o “crescendo” da música, ela também ficou com tesão e tirou o short, ficou dançando só de camiseta e calcinha. E tesou bastante o fotógrafo, ficou curvada de bunda para ele, enfiou a mão dentro da calcinha, abaixou-a e ele pôde ver o cuzinho e a xotinha dela, e ela ainda enfiou um dedo na xotinha como se fosse se masturbar.

O Valfidro já estava em ponto de explodir. Mas ela ainda o tesou mais ainda. No cenário havia um sofá pequeno, desses de dois lugares, ela sentou-se nele, com as pernas abertas e aí ficou se masturbando de verdade, estava enlouquecida também. Abaixou a camiseta e os seios ficaram expostos, ela se contorcia toda no sofá… e o Valfrido não aguentou mais.

Esqueceu que estava fotografando e foi até onde ela estava, ajoelhou-se e tirou o dedo dela de dentro da xotinha, passou a chupá-la e aumentava as chupadas de acordo com o ritmo da música, enfiou o dedo na xotinha dela e ficou dedando-a e chupando-a ao mesmo tempo. Ela já estava transtornada, segurava na cabeça dele, xingava ele, mas queria mais e mais. E ele não parava de chupar e dedar, até que ela resolveu que ele tinha de parar, porque ela também queria fazer alguma coisa. 

Arrancou a bermuda dele e viu o pau duro dar um pinote quando ficou solto. Agarrou-o e colocou-o na boca, fazendo-lhe um boquete sensacional. Ela agachada e ele em pé na frente dela, olhando de cima e vendo-a lamber seu cacete, suas bolas, engolir a cabeçorra, punhetá-lo. Ele já estava com as pernas bambas, disse a ela que queria sentar. Sentou, ela ajoelhou no sofazinho e continuou a chupar o pau, muito gostoso, ela me disse.

E aí sentou-se no pau dele e pulou como a amazona que ela era. Pulou até gozar, mas como ele não gozara e vendo-a enfraquecida, ele mesmo se encarregou de fazer com que ela levantasse e sentasse em seu pau por mais algum tempo. Ela tinha sentado de costas para ele, mas virou o corpo, sem tirar o pau dele de dentro, e ficou de frente, ele pôde então pegar nos seios dela enquanto ela pulava.

Pegava e mamava, e ela só gemia. A música terminou, mas eles não se importaram com isso, o tesão era muito grande e eles queriam continuar, e continuaram. Cansada de pular, mas sem tirar o pau dele de dentro, ela foi se inclinando em direção ao sofá, até ficar de ladinho. Aí que ele meteu com vontade, com força, fazendo ela gritar ao ter o segundo gozo. E ele continuava bombando, os seios dela pulavam, parecia que seriam arrancados. E tome vara! Ele não parava, ela já estava ficando com a xotinha anestesiada.

- Goza logo, cara… estou quase morrendo… goza logo!

Só assim para ele atende-la.

Ficaram deitados no sofá, respirando com dificuldade.

- Meg, que dia você pode voltar para continuarmos as fotos?

- Se as fotos forem sempre assim, pode marcar a hora que você quiser.

- Amanhã a tarde, pode ser?

- Não tenha dúvida! Estarei aqui!

E ela foi mesmo. De shortinho e camiseta, chegou lá, o cenário era o mesmo. E ele pediu que ela fizesse a dança sensual de novo. Ela me disse, depois, que nem estava preocupada em saber se ele iria fazer fotos ou não, por ela o que ia rolar era outra transa como a do dia anterior. 

Então, mal a música começou, ela já foi dançando e tirando o shortinho. Depois abaixou a camiseta , e, de frente para ele, enfiou a mão dentro da calcinha e simulou a masturbação. Tirou a calcinha, sentou-se no mesmo sofá e enquanto corcoveava com o corpo, a mão alisava a xotinha, o dedo entrava lá dentro, ela parava, alisava os seios, tudo com olhares super sensuais para ele, que lá estava, fotografando e esfregando o pau ao mesmo tempo.

Ela se levantou, colocou os joelhos no sofá e ficou ajoelhada, com a bunda voltada para o Valfrido. Passava a mão nas nádegas, abria bem as pernas e o cuzinho piscando e a xotinha toda aberta eram um convite e tanto, o Valfrido não iria demorar a agir.

De fato. Logo ele esqueceu a máquina e correu ate lá, ajoelhando-se no chão e lambendo o cuzinho e a xotinha dela. Ela gemia, já pensando que seu cuzinho também seria visitado naquela tarde. E lá estava a língua dele no cuzinho dela, o dedo na xotinha, agora eram dois dedos e aquele vai e vem que a deixava alucinada.

Virou-a e continuou a chupar a xotinha. Meg estava quase arrancando os seios de tanto tesão que sentia. Doida pra tudo acontecer logo, ela tirou a calça dele.

Enquanto tirava foi falando:

- Cadê aquele pau maravilhoso que me fez gozar tanto ontem? Esqueci de agradecer a ele, quero agradecer agora!

E foi fazer o boquete como o do dia anterior, que ele gostara tanto. E gostou de novo, ainda mais que, enquanto ela, ajoelhada, fazia o boquete, com a mão esquerda ela se masturbava. Ver aquilo deixara o Valfrido mais louco ainda, e ele, apesar de estar achando o máximo, não via a hora de ela parar para ele poder meter à vontade na xotinha e no cuzinho dela.

Puxou-a para si, eles se beijaram e ele sentou-se e a colocou sentada em seu pau. Tinha visto, no dia anterior, o quanto ela gostava de cavalgar e como ela gozava nessa posição. Deixou que ela pulasse, portanto, o tanto que ela quisesse. E ela pulou muito. E gozou.

E depois de ela gozar, foi a vez dele querer a posição que ele mais gostava, que era com ela de quatro no sofá e ele metendo na xotinha, por trás, dando cada estocada que quase a jogava para fora do sofá. Ela não parava de gemer e conseguiu gozar de novo. Só aí é que ele resolveu tomar posse do outro buraquinho dela.

Naquela posição mesmo, ele foi enfiando o pau no cuzinho, ela aguentou firme porque ele não usara pomada nenhuma, só a lubrificação do pau dele mesmo. Entrou tudo e ele voltou a bombar até explodir em um gozo profundo, inundando o rabinho dela.

Foi uma ótima segunda tarde. Mas também a última. Ela não quis ir mais, apesar de ter sido tão prazeroso, nas duas vezes!

Read More

Bons frutos de uma exposição: o dono da academia

Estatísticas de hoje: 570.403 acessos – 1.258 contos publicados



(escrito por Kaplan)

Mais um da série que ando narrando por aqui, das inúmeras transas de Meg com pessoas que ficaram fascinadas com fotos dela que estavam numa exposição que fiz. 
foto: Kaplan

Dessa vez foi um rapaz, dono de uma academia. Coincidiu que ele estava apreciando as fotos quando Meg chegou para ver com a encarregada se havia sido vendido mais algum retrato. O rapaz ouviu a conversa e logo veio que nem um pavão para conhecer a modelo das fotos “que ele mais gostara!”

E, claro, deixou seu cartão, falando com ela para aparecer na academia que ele daria uma atenção especial a ela.

- Olha, com sinceridade, não sou muito chegada em academias não… não vou te prometer.

- Poxa, vai lá, nem que seja para conhecer!

E pegou o telefone dela e dali em diante quase todo dia ele ligava reiterando o convite. Ela acabou indo lá uma manhã, só para conhecer mesmo e ver se o cara parava de ligar. Viu que a academia não tinha nada de especial, esteiras e aparelhos de musculação, como todas as academias. Achou que estava resolvido, mas ele insistiu nos telefonemas, ofereceu um mês de graça para ela ver que era bom, essas coisas  que um cara louco para trepar fala.

Acabou que os telefonemas foram ficando maiores e outros assuntos foram aparecendo e ela começou a gostar do papo dele. Ela sabia o que ele queria, só ficou espantada de ver que estava querendo também. Me falou que resolveu transar com ele, mas estava em dúvida como, e acabou tendo a ideia mais óbvia. No telefonema ela disse que não gostava de academia porque sempre tinha muita gente e caras ficavam encarando e ela não gostava disso. Pronto, deu a dica que o rapaz queria.

- Isso é fácil de resolver. Eu fecho lá as 20 horas, mas se você quiser, chegue às 20, eu fecho a academia e você pode fazer os exercícios que quiser, até a hora que desejar. E ainda vai ter um personal à sua disposição, olha só que cartaz você tem comigo!

- Bem, eu imagino que o personal será você…

- Sim, serei eu.

- Não vai atrapalhar sua vida?

- De jeito nenhum!

- Está bem, irei amanhã, pode ser?

- Por mim pode ser hoje mesmo, mas se quer amanhã, será amanhã!

Ela colocou um bustiê e um shortinho bem sexy. Era muito resolvida a Meg! E pôs uma bermuda mais folgada e uma camiseta. Foi assim que ela chegou na academia. Havia umas três pessoas nos banheiros terminando de aprontar para ir embora, ela esperou todos se despedirem, o dono da academia fechou a porta e, trêmulo, foi até ela.

- Vamos ver se você me convence a ficar. Me explica essas máquinas malucas que você tem aqui e vou experimentar todas.

- Tudo bem, comecemos pela mais simples, a esteira. É o jeito de caminhar sem perigo de chuva nem de sol muito forte. Você regula a velocidade e pode correr também, mas para correr eu preciso que você, antes, faça um teste ergométrico.

- Não gosto de correr, prefiro só caminhar. E essa cadeira esquisita para que serve?

- Essa é boa para fortalecer suas pernas. Veja que tem pesos aqui atrás. Você senta e fica abrindo as pernas o que significa que, devido ao peso, sua panturrilha, sua coxa exercem uma força grande e se fortalecem.

- Deixa eu tentar. 

Ela sentou-se e ficou abrindo as pernas como ele disse. Era chato, chegou a essa conclusão, muito peso, ficou com as pernas doendo. Deu o primeiro bote. Tirou a camiseta, ele suou frio quando a viu só com o top. Depois tirou a bermuda larga e ele quase caiu quando viu o minúsculo shortinho que ela levara.

Tentou outros instrumentos e voltou para a tal cadeira. Ficou abrindo e fechando as pernas e logo reclamou do calor, então abaixou o top e deixou os seios à mostra. Viu que ele arregalou os olhos, não era pra menos, os seios dela eram maravilhosos mesmo.

Levantou-se, caminhando tal qual uma miss e foi a um outro aparelho, que ela tinha de fazer força para os pedais abaixarem, um de cada vez, como ele mostrou. Em vez de ficar de costas para ele, como todo mundo fazia, ela ficou de frente, sorrindo, passando as mãos nos seios, tirou o top que ainda estava só abaixado e jogou para ele. 

Só de shortinho ela ficou se olhando no espelho, se admirando como se nunca tivesse se olhado num espelho antes. Encostou os seios no espelho, fez um alongamento, sempre olhando para ele e sorrindo. Já estava desesperada porque ele não tomava a iniciativa…

Viu que o jeito era tirar o shortinho também. E o fez como se fosse uma stripper, bem devagar, abaixando-o, suspendendo-o, mostrando a bunda pelo espelho e depois, virada com a bunda para ele, tirou tudo e ele viu a xotinha dela no espelho. Jogou o shortinho na direção dele também e ficou se esfregando no espelho. Fez movimentos com a bunda, movimentos que sempre me deixavam louco de tesão. Ficou se insinuando toda e ele… só olhava.

Ela cansou.

- Vou contar até três. Se você não vier, eu me visto e vou embora e nunca mais vou querer falar com você. Um… 

Não foi preciso chegar ao dois. Ele correu na direção dela, abraçou-a, se beijaram, ele mamou nos seios dela e sua mão foi até a xotinha.

Ela sentou de novo na cadeira esquisita e abriu as pernas. Sua xotinha toda aberta era um convite que agora ele não recusou, ajoelhou-se na frente dela e lambeu tudo a que tinha direito. Então ela se levantou e mandou que ele sentasse e abrisse as pernas, e fez-lhe um belo boquete, levando sua língua e seu dedo até bem perto do cu do rapaz.

Comeu-a em cima de um estrado, um belo papai e mamãe. Ela fez questão de gozar e sabia que precisava cavalgar para isso, então trocou de lugar com ele, sentou-se e pulou selvagemente até conseguir seu gozo.

Satisfeitos, felizes, eles foram embora. Ela prometeu que voltaria “qualquer dia desses” e realmente voltou depois de alguns telefonemas dele insistindo nisso. Mas foi só mais uma vez, em que transaram no tatame das aulas de judô e ele teve a oportunidade de desfrutar do cuzinho dela também.

Nunca mais se viram.

Read More

Naquele dia ela só queria dar o rabinho



(escrito por Kaplan)

Minha sobrinha Helena pediu meu apê emprestado para transar com o namorado. Era algo que já estava ficando quase corriqueiro. Mas eu não me incomodava. Eu ficava o dia inteiro fora, que mal havia em deixar ela e as outras sobrinhas usufruírem do apartamento? Claro que sempre recomendava que fizessem o mínimo de barulho para que os vizinhos não viessem a reclamar.

E depois eu me deliciava com os relatos que elas me faziam… e eu gostava de todos os detalhes, e elas não se furtavam a me contar. 

Naquele dia, ela me disse que tinha ido com um minivestido, sem sutiã e com calcinha preta, uma sandália também preta, cabelos soltos. O namorado, como quase sempre acontece, estava com a roupa do dia, não se preocupara em aprontar. Homens! Ela me disse.

Chegaram, ela deu uma olhada geral no apartamento, ele ficou estirado no sofá da sala. Aí ela chegou até ele, praticamente deitou-se sobre a parte alta do sofá e foi encher de beijos o namorado.

Beijos, beijos e mais beijos, ela pousou a mão sobre o pau dele, por cima da calça jeans, viu que o pau já estava em posição de sentido, então sentou-se no braço do sofá, abriu as pernas e ele pôde ver a calcinha dela, que tratou de tirar imediatamente para começar a lamber-lhe a bucetinha, deixando-a com muito tesão.

Ela retribuiu a chupada com um boquete admirável que levou o namorado à loucura. E ele falou:

- Hoje vou arregaçar essa perereca sua!

- Vai não… hoje só quero atrás!

- Ora essa, pode ser as duas coisas…

- Não, hoje é só atrás. Estou com muita vontade e é só lá!

Vendo que a decisão dela era irrevogável, ela já estava até com uma pomada nas mãos para ele usar, ele não teve jeito. Passou bastante em seu pau e no cuzinho dela, ela ficou de quatro no sofá e ele foi vagarosamente enfiando. Ela deu um gemido de dor, mas logo que a cabeça entrou toda, a coisa transcorreu com mais tranquilidade e ela pôde usufruir das bombadas que ele lhe dava. 

Mas quis cavalgá-lo também e ele a atendeu. Deitou-se no sofá e ela foi sentando, e sentindo a vara dele entrar devagar em seu cuzinho. E cavalgou bastante.

Quando ele sentiu que ia gozar, preferiu tirar e gozar na bundinha e nas costas dela.

Ela pediu e ele trouxe papel higiênico para limpar suas costas, não queria que nada escorresse para o sofá, que, aliás, era novo, eu comprara não tinha um mês!

Foram tomar banho e lá no chuveiro ele voltou à ativa e manifestou vontade de come-la, mas ela disse que só atrás! Fazer o que? Ele sentou-se no chão do boxe, ela sentou-se de novo sobre ele, deixando o pau escorrer para dentro de seu cuzinho e cavalgou-o novamente, até ele tornar a gozar, dessa vez dentro dela.

Satisfeitos, terminaram o banho e foram embora. Ela deixou um recado que viria mais tarde para me contar, o que de fato aconteceu. Aí eu perguntei se comigo também iria ser só atrás, ela riu e disse que outro dia, estava até com dificuldade para sentar depois do que acontecera naquela tarde.

Read More

13ª Parada Gay 2014 de Feira de Santana

A proposta foi tratar sobre a discriminação que ocorre dentro da família e também pela população.
Por: Léo Rodrigues





Milhares de pessoas foram até a Avenida Getúlio Vargas neste domingo (19) para participar da 13ª Parada Gay de Feira de Santana, que teve início por volta das 14h na praça de alimentação. O evento tem como tema: “É amor e ponto. LGBT também é família”. A proposta foi tratar sobre a discriminação que ocorre dentro da família e também pela população. De acordo com informações de Fábio Ribeiro e Thiago Oliveira, organizadores da 13ª Parada Gay, o número de participantes só tem
aumentado a cada ano. Para eles é a prova de que cada vez mais os homossexuais vêm saindo do armário. O evento contou com desfile de dois trios elétricos com transformistas e gogo boys animando a tarde de domingo. Pastores que acolhem os homossexuais deram uma mensagem. Gays,
lésbicas, travestis, transexuais e simpatizantes de Feira e região participaram do evento. Nossa equipe de reportagem foi conferir a festa, assista:

Read More

Desta vez fui o presente. Adorei!

Estatísticas de hoje: 569.846 acessos – 1.256 contos publicados



(colaboração de Silvana e Carlos)

 De certa forma esta é a continuação do nosso conto “No aniversário, ele comeu o Presente”. Alguns dias após a “festa” de aniversário do Carlos, Rose já havia retornado a sua cidade, logo me telefonou: 

- Oi Silvana tudo bem? A viagem de volta foi ótima e adorei ser o “Presente” do Carlos. Contei todos os detalhes para o Edu, meu marido, ele ficou tarado e disse que também quer “Presente”. Hahaha !!  

- Ahh! Rose, que bom que o Edu gostou, vamos marcar e vocês vêm passar o final semana em nossa casa, não falei com o Carlos, mas acho que ele vai adorar recebê-los também. 

Depois desse telefonema falei com o Carlos ele abriu um sorrisão e disse:

-Minha gata está taradinha morrendo de vontade de sacanagem!

Mais alguns telefonemas e uns 15 dias depois marcamos um final de semana, Rose e Edu chegariam no sábado para o almoço, ainda não o conhecíamos, eu estava bastante ansiosa: Será que ele é legal? Será que vamos gostar? Também não importa, pensei, se não rolar uma boa química vamos só jantar, passear e mais nada!!

Eu vestia saia soltinha na altura da coxa e blusinha branca frente única com um laço no pescoço e outro na cintura, não era transparente, mas permitia ver o contorno e o balanço de meus seios enquanto caminhava. Fomos pegá-los no aeroporto, chegaram bem animados, Edu pareceu ser bem legal, enfim um belo casal. Fomos a um restaurante bem aconchegante, ao chegarmos percebi os olhares dirigidos a Rose, seu corpo era valorizado pelo vestido de alças com fendas profundas expondo sensualmente seu colo e as costas, ela estava vestida “pra matar”. Bastante animado Edu foi logo falando:

- Quando a Rose me contou que seria o “Presente” que o Carlos ganharia, fiquei doido de tesão, queria ter participado; depois que li o que vocês escreveram, QUE TESÃO!!!! Fiquei tarado, nunca fui atacado por duas mulheres e estou doido pra experimentar. Insisti com a Rose… EU TAMBÉM QUERO!!!!

Durante todo o almoço essa foi nossa conversa, sexo, preferências sexuais, taras,… estávamos abertos para experimentar tudo! Tudinho mesmo!!! Enquanto conversávamos Carlos deixava sua “mão boba” passear por minhas coxas quase chegando a minha xota que já estava piscando querendo pau, molhadinha!! Edu tocava as costas de Rose e várias vezes a vi toda arrepiada. Estávamos “fervendo” fomos continuar o animado papo em casa. Ao cair da tarde, pudemos apreciar o pôr do sol da varanda de nosso apartamento enquanto tomávamos delicioso vinho para embalar a noite que certamente seria quente. A conversa continuava apimentada e Rose, sentada a nossa frente, movimentava as pernas com cara de safada, a cada movimento era possível ver a minúscula calcinha enfiada na xota, Edu acariciava de forma ousada seu corpo lindo. 

 

Não suportando mais aquele tesão ataquei meu gato, sentei-me em seu colo, a saia subiu quase toda expondo minhas coxas e parte da pequena calcinha preta enfiada, Carlos afastou minha blusa expondo meus seios aos seus carinhos e beijos gulosos. Edu fez escorregar as alças do vestido de Rose e igualmente deleitou-se. A sala cheirava a sexo e estávamos todos entregues às carícias loucas e descontroladas. Olhei para Rose e perguntei se já não estava na hora de dar o “Presente” do Edu, iríamos repetir tudo que havíamos feito no dia do aniversário e desta vez meu gato seria quase um espectador.

Fomos ao centro da sala e dançando tiramos as roupas ficando apenas de calcinha, Rose foi até Edu oferecendo-lhe os seios de forma provocante, trouxe-o para que pudéssemos abusar, tiramos-lhe a roupa, apareceu um belo corpo bem bronzeado, fiquei assustada quando fizemos saltar a rola rija:

- nossa Rose!!! , eu disse: – você não tinha me contado este segredo!  

A pica do Edu era grande e grossa, me arrepiei só de pensar que eu era o PRESENTE dele e teria que agasalhar aquela rola enorme! Ficamos por algum tempo em pé no meio da sala a saborear aquele homem, uma de cada lado a beijar e acariciar aquele corpo moreno, quando beijei-lhe a virilha segurou-me pelos cabelos colocando minha boca a sugar aquela pirocona, era impossível engolir aquilo tudo!

Fomos para o quarto, acomodamos Edu na grande cama, Rose foi sentando sua buceta arreganhada no mastro enorme, assustada eu assistia aquela pirocona penetrar em minha amiga enquanto Carlos me pegava por trás acariciando-me os seios e a xota toda melada. Rose levantou-se e caiu de boca na verga de seu homem me chamando para ajudá-la, ataquei o “monstro” revezando com Rose. Percebi que Carlos tirava a roupa e pegava algo ao lado da cama, logo descobri, uma tesourinha com a qual cortou as laterais de minha calcinha, uiiiii!! e tirou-a lentamente de meu rego. Enquanto eu tentava engolir todo aquele mastro, ajoelhada na cama, meu homem pincelou minha xota e penetrou-me forte, Ahhh, Humm! Com aquele pau enorme na boca, eu gemia a cada estocada. 

-Agora quero comer meu “Presente”, e começar só com um comunzinho papai/mamãe , disse Edu.


Rose e Carlos deitaram-me e abriram-me as pernas deixando minha rachinha toda oferecida para a pirocona, passaram um lubrificante e ficaram a observar quando a cabeçorra começou a arrombar-me. Aiiiiiiii! Ahhhh! AiAiAi! Eu gemia com um misto de dor e prazer.

- É isso que você quer… você quer pau… então vou te dar… vou meter nessa buceta gostosa, disse Edu, eu pedia:

- mete tudo… uiiii….. mete mais…. assim…. enfia tudo… uiiii como você mete gostoso, e ele obedecia.

 Gozamos muuuito!!! Quando aquele mastro a meia bomba saiu de dentro de mim pude ver o “estrago” minha rachinha estava toda alargada e ardidinha; enquanto nos recuperávamos Carlos e Rose se entregavam às carícias fazendo um guloso 69. Edu me levou ao banho e para compensar o “estrago” foi suave ensaboando-me todo o corpo tratando-me como uma rainha. Descansamos e após adormecer um pouco acordei aos carinhos de mãos, Edu sussurrou em meu ouvido: agora quero brincar com o outro lado do “Presente”, fingi que não entendi, pois ele iria acabar com meu cuzinho.

Senti a pirocona roçando minhas costas, olhei para o outro lado e vi Carlos sentado na poltrona sendo cavalgado suavemente por Rose. Embora com medo, cedi aos carinhos de Edu que massageava meu cuzinho com os dedos lubrificados, e falava ao meu ouvido deixando-me toda arrepiada. Meu cuzinho fervia com a massagem e os dedos a entrar e sair, posicionei-me na cama de forma a permitir a penetração sem muita dor.

Edu não perdeu tempo, segurou-me pela cintura e foi forçando lentamente a penetração, experiente ele sabia que iria provocar muita dor, aiaiaiaiai! Ele cutucou um pouco e foi empurando até passar a cabeçorra, a dor era enorme parecia me rasgar aiiiiiiii, Pare! Pare! Fugi dele enquanto sentia meu cuzinho arrombado latejar. Pedi-lhe para deixar pra depois e colocando um babydoll corri para a cozinha com a desculpa de preparar um lanche. Rose, que continuava cavalgando Carlos, chamou Edu dizendo:

 - Vem meu amor me completa todinha, quero mais pica! Edu, sem dó, afundou seu cacetão no cu de Rose que certamente já estava acostumada a agasalhar aquilo tudo! De onde estava eu conseguia ouvir os ruídos daquela DP selvagem, ahhh! Uiiii! Vai, vai, vai !! agora ahhh ! ahhh ! Quando voltei ao quarto eles já haviam tomado banho e estavam deitados, Rose de olhos fechados era acariciada pelos dois, convidei-os ao lanche.

Durante o lanche Edu insistia em dizer que ainda não havia recebido todo o “Presente”, Carlos disse que o ajudaria então. Lanchamos demoradamente, e, comecei a retirar as coisas da mesa quando fui agarrada carinhosamente por meu homem que me beijou gostoso enquanto me amassava o corpo todo, colocou-me debruçada sobre a mesa da sala, pegou o pote de manteiga, lambuzou-me, vestiu uma camisinha e começou a forçar meu cuzinho dolorido, seu pauzão deslizou penetrando-me toda e bombando até o gozo.

Carlos com as mãos sobre minhas costas fez sinal para Edu oferecendo-lhe uma camisinha, fechei os olhos esperando a pontada de dor…passaram mais manteiga, meu cú alargado latejava, senti quando a cabeçorra encostou forçando meu anus… foi entrando com um pouco de dor, mas suportável… logo Edu havia empurrado toda aquela tora para dentro de mim e segurando-me pela cintura bombava forte e gemia alto, ahh ahh ahh hummm aiaiaiai ahhhhhhhhhh! Uma onda de calor invadiu meu corpo, comecei a tremer descontrolada e gozei, com Edu afundando a verga em minhas entranhas. Passei o resto da noite dolorida, mas isso não impediu de namorarmos os quatro durante todo o final de semana de muito carinho e sexo.

Read More

Três amigos jogando bola, pelados e com tesão



(escrito por Kaplan)

Vicente, Giovani e Lucas estavam jogando bola no amplo gramado do sítio dos pais do Lucas. Os três eram amigos de infância e estavam cursando Comunicação numa faculdade da cidade. Além deles, só a mãe de Lucas estava no sítio. Ela não gostava muito, mas aceitava o comportamento sexual dos três, eles eram gays já assumidos, ela sabia, já os tinha visto aos beijos e outras carícias. 

Naquela tarde de grande calor, eles corriam pelo gramado e de repente o Lucas sugeriu que jogassem bola pelados. Os dois aceitaram e logo estavam nus, correndo atrás da bola. A mãe do Lucas veio trazer refrigerantes para eles e quase caiu de costas quando viu a farra que eles faziam, porque quando trombavam um com o outro, geralmente esqueciam a bola de couro e agarravam as bolas um do outro.

Ela avisou que tinha um lanche para eles e entrou, não queria ficar vendo.

Dali a pouco o Vicente disse que precisava ir embora, por isso ele viera de carro, pois tinha compromisso com hora marcada. Lucas e Giovani pararam de jogar e foram comer os sanduiches e beber os refrigerantes. E logo os olhares deles denunciaram que estavam a fim de outro tipo de jogo. 

Aproveitando que mãe do Lucas tinha ido para seu quarto, Giovani pegou no pau do amigo e deu-lhe uma chupada, fazendo-o ficar bem duro. Era um pau respeitável, quase 20cm de comprimento, invejado por todos os gays que eles conheciam. Já o do Giovani tinha modestos 13cm.

- Ai, Lucas, eu adoro este seu pau… é tão bonito, tão grande! Queria que o meu fosse assim também!

- Deixa de ser bobo! O seu também é bonito. Já te falei isso tantas vezes! Além de bonito é saboroso! Adoro chupar você, você tá careca de saber disso.

- Ah, mas quando você me come… hummm…. que delícia que é entrar rasgando meu cu…

- Mas você é masoquista, gosta de sofrer! Eu prefiro transar com você com seu pau menor do que com o Vicente, que tem um quase igual ao meu.

- Ai, tá bom tá bom… mas vamos pro seu quarto? Essa conversa me deixou aguado…

- Não senhor, seu porquinho. Estamos suados, vamos tomar um banho e lá a gente brinca à vontade.

Pegou o Giovani pela mão, deu-lhe um beijo, pegou no pau dele e fez um carinho. Foram andando, de mãos dadas, pela casa, até chegarem ao banheiro social, que tinha uma banheira de hidro.

- Vai enchendo a banheira, vou falar com a mami que vamos tomar banho.

Foi até o quarto, entro lá pelado e viu o olhar de desaprovação dela.

- Mami, desculpa, esqueci que estava pelado. Vou tomar um banho com o Giovani, viu?

- Por que não toma um de cada vez?

- Mamiiiiiiiiiii…..

- Está bem, está bem, podem ir.

Ele correu para o banheiro, trancou a porta, o Giovani chupou-lhe o pau até endurecê-lo, ele pôs a camisinha, sentou-se na borda da hidro e chamou o amigo.

- Vem cá, cuzinho de ouro, senta aqui que vou acabar com você, hoje!

Giovani primeiro lascou um grande beijo na boca do Lucas e depois sentou-se. Já estava acostumado a dar para o Lucas, mas sempre doía um bocado quando o pauzão dele entrava em seu cu. Sentou-se vagarosamente até sentir que tudo já estava dentro dele e aí ficou levantando e abaixando a bunda, gemendo baixinho. 

Depois eles ficaram em pé dentro da banheira, Giovani inclinou-se, oferecendo sua bunda para o amigo e o Lucas enfiou de novo seu pau e dessa vez ele é que ficou movendo o corpo para a frente e para atrás, segurando na cintura do amigo.

Saíram da banheira e ele sentou-se de novo na borda, e o Giovani tornou a sentar-se no pau dele.

- Pega no meu, Lucas… adoro quando você pega e me punheta…

Lucas pegou e ficou punhetando, mas isso o fez gozar, encher a camisinha. Tirou-a, os dois se beijaram de novo.

- Vamos tomar o banho de verdade agora! 

Ao entrarem na banheira, a água já havia esfriado. Arrepiados, preferiram esvaziar a banheira e tomar banho de chuveiro mesmo. Giovani resolveu ensaboar o amigo, passando a mão em todo o corpo dele e demorando-se na bunda.

- Sua bunda também é muito bonita Lucas, acho que a mais bonita que já vi até hoje!

- Você fala isso porque está querendo me comer, sua bicha safada!

Foi abraçado.

- Claro que quero e vou te comer agora… mas é verdade, sua bunda é linda!

Foi a vez do Lucas inclinar o corpo e esperar que o pau do Giovani entrasse em seu cu. De fato, era um pau pequeno, ele preferia transar com o Vicente. Mas dava sempre para o Giovani porque não queria que ele ficasse complexado pois era o que tinha o pau menor dos três.

Deixou que ele metesse até gozar também. E assim terminaram o banho, aos beijos e abraços. Só lamentaram a ausência do Vicente para que a festa tivesse sido completa!

Read More