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Andando por ai se descobrem bons amantes


Estatísticas de hoje: 537.331 acessos – 1202 contos publicados

(escrito por kaplan)
 

Rosane e Helen eram duas amigas de longa data. Moravam próximas e faziam caminhadas, às vezes até corridas, numa grande praça, junto com centenas de outras pessoas, de todas as idades e sexos. 
1194a1 Andando por ai se descobrem bons amantes

Mas as duas se destacavam, seus físicos eram extraordinários. Rosane tinha 81cm de busto e 92 de bunda; Helen 82cm de busto e 88 de bunda. Andavam sempre com shorts provocantes, camisetas que ficavam molhadas de suor e revelavam detalhes muito interessantes, que deixavam as senhoras mais velhas revoltadas e os homens de todas as idades fascinados.

1194a2 Andando por ai se descobrem bons amantesE foram justamente dois jovens, mais ou menos da mesma idade delas, que passaram a frequentar aquela praça no mesmo horário em que as duas geralmente estavam lá. E de “bons dias” e “ois” logo conseguiram andar junto com elas. Chamavam-se Jarbas e Ulisses e conversavam bastante, ao final da corrida ou da andada paravam num quiosque, tomavam água de coco, algumas vezes sentavam-se nos bancos de alvenaria que os havia muitos por lá e ficavam conversando. Logo as preferências ficaram manifestas. Rosane e Ulisses, Helen e Jarbas.

Chegou até aquele ponto em que, quando elas ou eles não iam, os que tinham ido ficavam incomodados ou incomodadas. Dali para se encontrarem no shopping, assistirem algum filme, foi um pulo. E eles convidaram as duas para andarem em outro local, num parque que havia mais perto. Elas toparam, eles as pegavam e iam de carro até o parque. 

Bem mais sossegado, eram poucas as pessoas que caminhavam pelas ruelas destinadas à prática de esportes. E foi ali que começaram a surgir brincadeiras, e das brincadeiras algumas mãos bobas e logo o tesão se instalou. Estavam todos com vontade de ir além das brincadeiras e das mãos-bobas. Mas alguma coisa ainda os travava.

Até que um dia, em que os quatro haviam corrido bastante e estavam todos suados, o Jarbas perguntou se elas não queriam tomar banho no apartamento dele, que era quem morava mais próximo do parque e que, providencialmente, estava vazio… Helen olhou para Rosane, os olhos das duas brilharam e aceitaram.

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Foram até lá. Era um apartamento bem grande, daqueles mais antigos, com todos os aposentos enormes, inclusive, e principalmente, o banheiro, com um boxe que aceitaria umas seis pessoas confortavelmente. O Jarbas levou todos lá e falou com elas para tirarem as roupas que ele colocaria na secadeira enquanto tomavam banho. Elas entenderam direitinho o recado: ficariam nuas e os quatro dentro do boxe tomando banho. Adorável! Era exatamente isso que elas queriam. 
Despiram-se, portanto, as duas e o Ulisses também. Enquanto o Jarbas levava as roupas para a secadora, elas e o Ulisses entraram no boxe, ligaram a água e começaram a se banhar. Ainda meio tímidos, as duas olhando atentamente o pau dele, ele admirando os seios delas, as bundas, e logo o Jarbas chegou e entrou também no boxe. 

1194c Andando por ai se descobrem bons amantesMais despachado, ele logo agarrou a Helen e começou a dar aquele banho nela, mais com a língua do que com as mãos. Beijou o corpo dela todinho, animando a Rosane e o Ulisses a fazerem o mesmo. 

Já enlouquecidos de tesão, saíram do banho e o Jarbas os levou para o quarto dos pais, onde uma grande cama de casal os esperava. Lado a lado, eles começaram a se beijar, a se chupar, a se agarrar e logo o Ulisses estava já enfiando seu pau na bucetinha da Rosane, de ladinho. Ao lado, Helen e Jarbas faziam um 69 barulhento. 
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Não demorou muito para que, do 69 eles passassem a uma cavalgada da Helen. E o Ulisses tratou de colocar a Rosane de quatro e meteu nela por trás.

E foi assim que elas experimentaram os novos amigos pela primeira vez. Como tinham gostado bastante, foi fatal: as caminhadas delas passaram a ser bem mais demoradas do que antes!

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Ménage no alto das pedras




(escrito por Kaplan)

De tanto Meg falar das montanhas que ela e seus colegas visitaram várias vezes, algumas para trabalhos da faculdade e outras para divertimento, acabei indo, num sábado, com ela e com sua colega Lúcia, para conhecer o tal lugar. E fazer fotos, claro, montanhas sempre dão um toque especial a fotos de belas garotas.

As duas foram quase que de uniforme. Miniblusas, dessas de amarrar logo abaixo dos seios, e shortinhos jeans. Eu estava de bermuda e camiseta. Deixamos o carro no sopé da montanha, subimos, elas me mostraram as pinturas rupestres, a gruta onde corria uma água gelada. Aí fui fazer as fotos que elas quiseram que fossem de nus.

Tiraram as roupas e começaram a fazer poses e a procurar lugares legais. Fiz muitas fotos, entre elas essas aqui:


1193a Ménage no alto das pedras1193b Ménage no alto das pedrasDepois de umas tantas fotos, elas se cansaram e resolveram se divertir. Começaram a se beijar, a se relar…aí ficou difícil resistir a participar com elas.

Fiz as duas ficarem lado a lado e comecei a beijar e lamber as bundas e xoxotas. O tesão foi aumentando e elas arrancaram minha bermuda e vieram chupar meu pau. Sempre é um prazer renovado ter duas bocas femininas lambendo e engolindo um pau. E aquelas duas sabiam como fazer um boquete. 
1193c Ménage no alto das pedras

Não demorou muito para que eu sentisse a vontade imperativa de comer as duas. A Lucia foi a primeira, deferência especial da Meg. Segurou-se num tronco de árvore e a comi em pé, com a Meg na frente dela segurando e puxando sua bunda.

Em seguida, a Meg tirou a Lúcia, me fez deitar e sentou-se em mim, cavalgando. A Lúcia sentou-se em minha boca e pude ficar lambendo sua xotinha. Quando a Meg quis ser comida de cachorrinho, a Lúcia sentou-se na frente dela e foi Meg quem passou a chupar a bucetinha da colega enquanto eu metia por trás.

A Meg gozou e a Lúcia, mais que depressa escorregou o corpo até perto de mim, e eu meti nela de frente. A Meg logo tomou conta dos seios da amiga, beijando-os e chupando-os, o que fez com que ela também gozasse logo.

Demos uma parada. Fazia calor, tomamos água, cerveja que havíamos levado, comemos alguns sanduíches. Depois voltamos a explorar a caverna, desistimos de nadar naquela espécie de lago que havia dentro dela porque a água estava gelada demais. 

1193d Ménage no alto das pedrasFiquei explorando e quando me virei, lá estavam as duas, peladas de novo, deitadas uma sobre a outra, no maior like. Quem já presenciou duas mulheres se amando sabe que é absolutamente impossível resistir. Então tirei minha roupa e fui me juntar a elas. Fui muito bem recebido, por sinal. Elas já pegaram em meu pau e começaram o boquete, uma de cada vez. Enquanto uma me chupava, a outra me oferecia os seios para que eu os beijasse. Coloquei a máquina numa pedra e tirei uma foto de nós três.

E aí foi a Lúcia quem quis me cavalgar, ajudada pela Meg que não parava de beijá-la, de sugar os seios, de passar a mão em meu pau, nas minhas bolas. E depois comi a Meg de ladinho, com a Lúcia acariciando tanto a mim quanto a ela.

Elas me pediram para parar um pouco e começaram um 69 maravilhoso, do qual me aproveitei para comer o cuzinho da Meg, que estava por cima. Eu comendo o cu, a Lúcia chupando a xoxota dela, Meg gozou, gritando uns palavrões, o que significava dizer que tinha tido um grande prazer.

Tornei a comer a Lucia, de cachorrinho, até ela gozar novamente. 

Ficamos parados, olhando um para o outro. Achamos melhor voltar. Aquele dia tinha sido muito bom, mas estávamos os três satisfeitos. Não precisávamos de tentar mais uma vez…

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Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe…

Estatísticas de hoje: 536.050 acessos – contos publicados: 1.200!



(escrito por Kaplan)

Meg estava na fazenda dos parentes dela, isso foi há muito tempo, logo depois que nos casamos. Ela já era bem safadinha e, em parte, isso foi obra minha (rsss). Quando voltou, me contou que havia sido uma estada bem produtiva, pois até aprendera a pescar usando uma rede, dessas que parecem redes de apanhar borboletas e que os pescadores chamam de puçá.

Logo vi que havia alguma coisa estranha na história. Ainda mais que ela não parava de rir ao me contar. Coloquei-a em meu colo (estávamos tomando o lanche da noite) e falei:

- Me conta essa história direitinho… estou com um leve pressentimento de que você pescou foi outra coisa!

Ela deu uma gargalhada. Me beijou e falou que sim, peixe mesmo ela nem vira o cheiro, a não ser na mesa, na hora do almoço.

- O que, ou quem, então, você pescou?

- Meu primo, o Jacques. Imagina que ele estava saindo pra pescar e me convidou. Eu falei que nunca tinha pescado, ele disse que seria fácil aprender. Me mostrou o tal puçá, falou que quando ele puxasse a vara com o peixe, eu deveria estar a postos para ele jogar o peixe dentro da rede. Pensei: é, de fato, parece bem fácil. 
1192a Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe...

Aí fomos. Saímos cedinho. Como eu não tinha ido preparada para pescaria, acabei indo de vestido mesmo. Chegamos ao local, ele tinha levado um banquinho, sentou-se, colocou as minhocas no anzol, jogou a vara e ficamos esperando. Sem falar muito, ele me disse que se fosse falar alguma coisa falasse baixinho, para não espantar os peixes.

Eu comecei a ficar impaciente. Nenhum peixe mordia a isca.

- Meg, senta aqui no banco e segura a vara para mim. Preciso dar uma mijada.

Achei que ele ia sair para algum local próximo, mas não, ele tirou o pau para fora e mijou ali mesmo, eu vendo tudo. Ah, querido, você não imagina que gracinha era o pinto dele! E mais bonito ele ficou quando eu peguei o puçá e levei até onde ele estava com o pinto para fora e coloquei o pinto dele dentro da rede. Ficou lindo! 
1192b Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe...

- Já entendi, você pescou o pinto dele e aí teve que aceitar a lei da selva: pescou, tem de comer, não é?

Outra gargalhada…

- Você está antecipando a história… deixa eu contar tudo…

- Está bem, conte!

- Você tem toda a razão… pescou, tem de comer. Então peguei o que havia pescado e coloquei na boca. Não dava para mastigar, entende? Mas era bem saboroso… então fiquei chupando… chupando… delícia! Só que eu acho que ele não gostava muito, preferia os finalmentes, então sentou no banco e me fez sentar no pinto… e eu não sabia quem gemia mais, se eu ou ele, enquanto fiquei cavalgando aquela belezura. 
1192c Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe...

Ele tinha me colocado sentada de costas para ele, mas depois me virou, porque queria mamar nos meus peitinhos enquanto eu pulava nele. E aí, com o pinto dele dentro de mim e com meus peitos dentro da boca dele… gozei! E ele também!

Aí ele voltou à pescaria e eu tirei a roupa toda e fiquei pelada. Pensei em tomar um banho no rio, mas ele me desaconselhou, então fiquei só na margem, mas pelada, tesando ele. Acredita que eu estava querendo mais? Estava! E acabei sendo atendida, uma meia hora depois, ainda sem pegar peixe algum, ele me pegou, me encostou numa árvore e me comeu por trás.

- No fiofó? 
1192d Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe...

- Não, não, na bucetinha mesmo, mas por trás, em pé. E aproveitou para fazer eu ficar com as pernas trançadas nas costas dele e me tirou da árvore e continuou me comendo em pé, eu morrendo de medo de cair, mas foi gostoso também. Não gozei dessa vez, só ele.

De novo, mais tentativa de pescaria, conseguiu pegar uma piabinha muito da sem-vergonha que até devolveu, não ia levar aquilo. Lá pelo meio dia ele desistiu, arrumou tudo, e me comeu de novo. Dessa vez foi deitada. Estendeu meu vestido no chão, deitei nele e ele veio por cima de mim. De novo, só ele gozou. Não liguei, tinha sido ótimo! E eu tinha certeza de que haveria mais, como houve naquela noite. Ele pediu para eu não trancar a janela do meu quarto, e lá pelas tantas ele pulou lá dentro e aí, sim, o fiofó experimentou o pinto dele. Naquela noite foi só isso, comeu meu cu e foi embora.

Isso tudo foi no sábado. No domingo, quiseram me carregar pra missa, mas ele me fez sinal para não ir, então falei que ia ficar. Minha tia não gostou nem um pouco, falou que morar em cidade grande dá nisso, as pessoas perdem a fé.   
1192e Naquela pescaria o que caiu na rede não foi um peixe...

Quando ela e o tio saíram, fizemos a festa dentro de casa. 
Me comeu de novo, dessa vez na cama dele. Foi tudo muito bom. 
E mais não teve porque eles voltaram da missa e aí não tivemos opportunity de ficar sozinhos de novo.

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ADORO MIMOS

Olá Minhas Delícias!!! Bom estou devendo novidades e atualizações aqui o Pimentinha. Espero Delícias que vocês me entendam. Estou na reta final do curso de PP e estou em processo de TCC. Mas prometo que vou me esforçar para atualizar o mais breve possível o meu, o seu, o nosso Pimentinha. O blog mais gostoso e sensual de todos.
Hoje eu vim para fazer um mega agradecimento a UP ESÊNCIA, em especial a Deyvi uma linda que me ofertou esse maravilhoso presente. UP Actvida.

DSCF5847 ADORO MIMOS 
Batemos um papo delicioso eu, a Deyvi e a Carla bastos e com a participação da Valda Silva. Foi uma tarde muito gostosa com troca de informações experiências em vendas e eventos.
Vamos falar sobre o Activida…
UP Essencia Hidratantes Activida ADORO MIMOS

Um excelente produto. Estou em fase experimental, mas já vou adiantando o produto é excelente. Já usei ontem e hoje e estou amando. Durante essa semana informo mais sobre o protudo e seus benefícios. Ai acima está um folder com algumas informações. Bom Delícias querendo aquirir o produto podem entrar em contato com a Deyvi pelo telefone: (75) 9105-9740 e com a Carla Bastos (75) 81180-6162. A UP fica na Luciana Center na Rua Barão do Rio Branco, 1325, Feira de Santana.

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FESTA A FANTASIA EM VILA VELHA ES.

FESTA A FANTASIA DO CASAL K & C

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Mais uma festa vem ai para contagiar o meio do SWING no Espirito Santo.

Venha curti a melhor festa a fantasia no estado!
Venha fantasiado:

Teremos concurso com brinde surpresa para a fantasia mais original e mais sexy.
* Caso não queira se fantasia, Traje todo PRETO

Quando será?
Dia: 08 de Novembro de 2014
A partir das 22 horas ate as 04.

Onde será?
Interlagos - Ponta da fruta VV.
Um local amplo, climatizado e estacionamento para seu carro.

Valores correspondentes?
Casal: 70,00 – trazer sua bebida
Solteira:10,00 – trazer sua bebida
Solteiro: 120,00 – trazer sua bebida ( somente acompanhado de casal ).

* Após a realização do deposito favor nos enviar uma foto do comprovante para o email:
casalkec@hotmail.com

Pagamento na hora?
Casal: 80,00 – trazer sua bebida
Solteira: 20,00 – trazer sua bebida
Solteiro: 150,00 – trazer sua bebida

Como participar?

27 9 9649-2030 – CASAL K & C

Você receberá as informações de conta corrente.
*Deposito somente ate o dia 05

Cada festa implantamos algo novo.
Melhorando e valorizando cada vez mais.

Dessa vez teremos:
Open Bar ate as 00 horas: bebida surpresa.
Mesa de frios
Mesa de salgados

“Nós não somos nada sem vocês”

É por isso que a festa só será completa com a presença de todos vocês, queridos leitores!
Todos estão convidados a dançar, beber, conversar e seduzir junto conosco.
Nossas festas são para todos os tipos de casais: Iniciantes e os Praticantes.
Tudo é liberado, mas nada é obrigado.
Estamos disponíveis para esclarecer quaisquer outras dúvidas.
Esperamos vocês!

Converse com seu parceiro sobre o Swing

Antes de entrar no Swing o casal deve conversar muito sobre o assunto, discutir quais são as fantasias de cada um e principalmente os limites, pois tudo deve ocorrer dentro de limites, respeito e honestidade.
Swing quando praticado de forma natural e sincera faz muito bem ao casal, proporcionando momentos inesquecíveis de prazer. É o momento do casal explorar ao máximo sua sexualidade e aumentar os laços de cumplicidade.
Pratique o Swing com segurança, de forma inteligente e seja feliz!

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Quando ela resolveu…deu!

Estatísticas de hoje: 534.500 acessos – contos publicados: 1199



(escrito por Kaplan)

De shortinho e camiseta, Nina se encontrava com seu namorado, Rodolfo. Tesava ele o máximo que podia e o pobre coitado estava louco para transar com ela. Mas a cada dia que passava, no máximo ele conseguia pegar nos peitinhos dela e fazer ela pegar em seu pau, mas sempre por cima da calça ou da bermuda.

O toque polite das mãos dela em seu pau o deixava louco. Mas não passava disso. Não que Nina fosse virgem, mas ela não era de transar de imediato com namorados que arrumava. Sempre fazia um charminho, para ver as reais intenções do rapaz. 
1191a Quando ela resolveu...deu!

O Rodolfo já estava impaciente. Reuniu-se com ela uma tarde, na pracinha da cidade onde moravam. E teve de brincar na gangorra com ela, que ria como se fosse uma criança. E ele já começava a ficar de saco cheio com aquelas infantilidades dela. Poxa, ele tinha 28 anos, ela tinha 24, um corpaço com 83cm de busto e 86cm de bunda. Ele não entendia aquele doce todo dela. 

Naquele dia ele teve a surpresa. Depois de brincarem na gangorra, ela perguntou se ele queria ir até a casa dela.

- Fazer o que, lá, Nina? Seus pais estão lá e vamos ficar vendo televisão?

- Claro que não, bobo… meus pais não estão… e hoje eu estou a fim de você… 
1191b Quando ela resolveu...deu!

Mal acreditando no que ouvia, Rodolfo se dispôs a ir. Mas tinha já preparado uma bronca caso ela não quisesse nada. Chegaram, entraram, conferiram que estavam sozinhos e ela o levou ao seu quarto. Sentou-se na cama, chamou-o e pediu que ele fizesse uma massagem nos ombros dela. Ele sentou-se atrás dela e fez a massagem. Resolveu arriscar tirar a camisetinha dela e ela não se opôs, até ajudou.

Deitou-se de bruços e ele continuou massageando os ombros, as costas. Aí ela se virou e ele viu os lindos peitinhos dela. Resolveu rubá-los com a boca e pela primeira vez ouviu os deliciosos gemidos dela. Tirou sua camisa e fez menção de tirar o shortinho dela. Ela reagiu? Nada, levantou a bundinha para o shortinho sair mais depressa. Rodolfo sentiu que aquela tarde seria “a tarde”.

E gostou quando ela tomou a atitude de deitá-lo e puxar sua bermuda. Seu pau apareceu, pujante. 
1191c Quando ela resolveu...deu!

- Estava doida para conhecer seu peru…

- Gostou dele?

- Muito bonito… mas preciso investigar mais…

E o colocou na boca e fez um boquete que deixou o Rodolfo admirado. Então ela sabia das coisas… tinha mesmo feito um doce até aquele dia…

- Rô… me come! 

Mais que depressa ele tirou a calcinha dela. Que bucetinha linda, toda depilada! Colocou-a de costas e meteu pela frente. Ouviu um “hummmmmmmmmmmm….” e ela, de olhos fechados, ficou recebendo o mastro, que entrava e saía de sua bucetinha.

1191d Quando ela resolveu...deu!- Está muito bom, muito mesmo… continua…

Ele continuou, mas comendo-a de ladinho e ainda teve forças para colocá-la de quatro e meter com vigor.

Já quase desfalecida, Nina pediu:

- Rô, não goza dentro não, tá?

- Tá bem, onde você quer que eu goze?

- Pode ser nos meus seios. 
1191e Quando ela resolveu...deu!

Foi o que ele fez. Colocou-a de costas de novo e ficou se punhetando até que seu esperma saísse e encharcasse os seios de Nina. Ela sorriu, feliz. 

- Não sei se prá você foi, mas prá mim… foi sensacional!

- Foi muito legal, sim… por que você demorou tanto a querer?

- O que é mais difícil de conseguir tem outro sabor, não tem? Agora, meu amor, vai embora, meus pais não devem demorar a chegar. E fique calmo, a partir de hoje, sempre que tivermos opportunity iremos transar tão gostoso quanto hoje!

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NAMORADO VOYEUR DA CUNHADA

Fui convidado para um churrasco/aniversário na casa de uma amiga da minha namorada.
Era um domingo de sol e resolvi levar minha filmadora com duas fitas, uma para filmar a festa, e outra para filmar possíveis sacanagem, e deu certo. Quando cheguei na casa delas, para dar carona para a festa, Emília minha cunhada estava saindo do banho e minha namorada entrando,então pedi para deixar a filmadora carregando a bateria no quarto delas, posicionei a lente em cima do criado mudo num ângulo que pegasse o lado da cama da Emília e deixei a filmadora ligada. Algum tempo depois elas ficaram prontas, peguei a filmadora troquei a fita e vomos para a festa.

No fim da tarde após umas cervejinhas e etc,voltamos para casa delas, troquei a fita novamente e coloquei a filmadora ligada no mesmo lugar para carregar .A Emília ficou no quarto e eu minha namorada ficamos na sala assistindo TV. Uma hora depois a Emília saiu do quarto com a mesma roupa da festa e com cara de quem estava dormindo, pensei comigo “ela não se trocou então esta fita não vai dar em nada ” .Me despedi de todos peguei a filmadora e fui embora pra casa.

Cheguei em casa, morava sozinho, já era noite, tomei um banho fiquei só de cueca, era verão, coloquei a fita e pensei “vou ver a cunhadinha de calcinha e vou bater uma punheta básica pra ela”.
Coloquei a fita,esperei um pouco e …ela entrou no quarto de toalha, eram as imagens da manhã, a camera ficou muito bem posicionada dava pra ver a imagem bem nítido.

4a NAMORADO VOYEUR DA CUNHADAEntão ela  vira de costas e solta a toalha, que delicia de bunda, totalmente nua uma cor branquinha, um corpo lindo dava pra sentir a maceis de sua pele sem tocar. Ai ela veste uma calcinha branca de renda bem enfiada no rego, pega um vidro de loção ou creme para o corpo, coloca um pé na cama e o outro pé fica no chão com a perna bem esticada,se curva e começa a passar o creme, de trás dava pra ver a calcinha saindo do rego e cobrindo aquele puta volume de buceta,essa hora meu pau já estava duraço.Então ela vira de frente senta na cama sem soutiem,   e abre as pernas escancaradamente. Foi a primeira vez que vi seus seios, sao lindos, pequenos, cabia na palma da mão e tinha um bico grande e durinho apontado pra frente,….não aguentei começei gozar, no teto, na TV ,no sofá foi foda.

Então ela levantou, vestiu a roupa e saiu do quarto. Deixei a fita rolando peguei um drink, desacelerei o coração, começou a filmagem da tarde. Ela entra no quarto de roupa senta na cama com a perna aberta e fica uns 30 minutos deitada, as vezes olhava para a janela ou para porta, passava a mão no seio, na xana por cima da roupa, ela estava  pensativa. Derrepente ela foi até a porta, trancou com a chave, abriu a calça e abaixou até os pés de uma vez junto com a calcinha.

Caralho…que bucetão…sentou na cama, levantou os pés e ficou na posição de franquinho assado, com a calça e a calcinha pendurada em um dos pés.Sentou novamente tirou a blusa o soutien e o resto da calça, voltou para a posição de franguinho, começou a lamber as pontas dos dedos e levou o dedo molhado até o bico do seio e depois foi direto pra vagina (buceta, xana, xereca,etc) e começou a se masturbar, lentamente, fechando os olhos e enfiando o dedo (a imagem era tão boa que dava pra ver o dedo sumindo dentro dela) quando ela tirou o dedo de dentro da buceta e lenvantou a mão pro alto formou um fio de gozo ligando a buceta ao dedo.

Eu então num ato desesperado levantei do sofá já batento punheta com muita força, comecei a chamar o nome dela ” VEM EMÍLIA, VEM EMÍLIA SUA PUTA ,GOSTOSA SENTE MEU PAU VAGABUNDA” e comecei a gozar na casa inteira tapete, teto, som, tv,
as pernas bamba o coração a mil.

Ela ainda ficou mais uns dez minutos , vestiu a roupa que estava e saiu do quarto com cara de quem estava dormindo. Aquela noite foi foda bati quatro punheta assistindo a fita varias vezes.

Tenho a fita até hoje, esta quardada a sete chaves e num local de dificil acesso por isso vejo uma ou duas vez por ano para matar saudades .

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Um amigo visita Meg e, prá variar, a come!

Estatísticas de hoje: acessos: 533.925 – contos publicados: 1.198



(escrito por Kaplan)

Um antigo colega de cursinho da Meg, chamado Bernardo, mantinha contato com ela por email, mas desde que eles entraram nas faculdades, nunca mais haviam se visto. Um belo dia ele telefonou, perguntou o que ela estava fazendo e também quis saber se poderia visitá-la. Ela achou ótima a ideia, disse que sim, ele falou que iria no dia seguinte. Perguntou qual o melhor horário, ela disse que depois das 14 horas seria o melhor.
1190a Um amigo visita Meg e, prá variar, a come!

E pontualmente às 14 horas, ele apareceu. Meg estava terminando de arrumar a cozinha e o levou para a cobertura, onde havia uma geladeira com refrigerantes, sucos e cervejas. Ele optou pela cerveja, ela abriu duas latinhas, ficaram bebendo e conversando. 
As lembranças do cursinho tomaram a maior parte do tempo, depois falaram sobre seus cursos. Ele havia feito Administração e trabalhava numa empresa. Ela, muito indecisa com as inúmeras possibilidades do curso de Belas Artes, acabara se fixando mais nas fotografias.

Ele quis ver o que ela fazia, ela o levou de volta ao andar de baixo, mostrou algumas pinturas, algumas esculturas e pegou um álbum de fotos. Voltaram para a cobertura para ele ver as fotos lá, enquanto tomavam mais cervejas. Ela estava com um vestidinho curto, descalça. E não sei se foi ela que colocou de propósito ou por algum engano, havia algumas fotos que eu fizera dela, bem à vontade… entendam… peladinha! 
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1190b Um amigo visita Meg e, prá variar, a come!

Quando ela abriu uma página e viu as fotos lá, tentou escondê-las, mas o Bernardo foi mais ágil e as pegou e ficou vendo.

- Meg, que corpo maravilhoso! Sabe que no cursinho eu era fissurado em você?

- Nunca me falou!

- É verdade, nunca falei. Eu era um completo idiota naquela época.

- Já deixou de ser?

Eles gargalharam, mas o Bernardo colocou suas mãos nas dela. Ela sentiu um friozinho correr pelo seu corpo… hum…. aquilo tinha um significado…

Sem dizer nada, ele se levantou, chegou perto dela e deu-lhe um beijo. Ela já estava esperando algo do tipo, recebeu o beijo e ficaram com os lábios juntos por bons momentos, as línguas entrando uma na boca do outro… ela já sabia que ia rolar… estava muito bom! 
1190c Um amigo visita Meg e, prá variar, a come!

Sentou-se no colo dele, abraçou-o pelo pescoço e mais beijos. E mais um arrepio, quando ela sentiu que seu vestido estava sendo erguido e a mão dele tocava sua calcinha e subia em direção aos seios…

Sentiu que levantava vôo, mas era apenas o Bernardo a levantando e colocando sentada na mesa, e afastando sua calcinha e chupando sua bucetinha. Delicioso o tratamento que ele lhe dispensava. 
Precisava retribuir. Tirou o vestido, ficando nua e ele tirou a roupa toda. Ela o fez sentar-se na cadeira, ajoelhou-se entre as pernas dele, pegou no pau e o colocou na boca. E chupou, e lambeu e ele também se arrepiava todo com o boquete. 
1190d Um amigo visita Meg e, prá variar, a come!

Ele a deitou no chão e meteu nela, de ladinho. Meteu com vontade, parecia querer tirar o atraso dos 10 anos em que ele a conhecera, admirara e não ousara. E por isso mesmo ele não demorou muito a gozar, sendo que ela não tinha chegado ao ponto ainda.

Deu uma bronca nele.

- Você fica esse tempo todo sem me ver e quando transamos me deixa na mão! Não peça desculpas, bobo, eu entendo o tesão em que você estava. Mas acho que eu mereço um orgasmo, não acha? Então vou te intimar a voltar amanhã para me fazer gozar. OK?

Ele concordou e no dia seguinte esteve lá. Ela já o recebeu pelada, foi tirando a roupa dele e fez ele sentar-se numa cadeira, na cozinha e sentou-se no pau dele, ia cavalgar, a posição preferida. Pulou até gozar e, feliz da vida, deixou ele comer seu cuzinho, ali mesmo no chão da cozinha.

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