CASEI COMO UMA EVANGELICA VIUVA

Na minha noite de núpcias eu havia planejado deflorar minha esposinha. Claro que ela não era mais virgem, afinal era seu segundo casamento e tinha dois filhos, mas seu cuzinho era virgem. Seu finado primeiro marido era evangélico e extremamente conservador. Quando começamos a namorar, ela parecia uma adolescente virgem: só queria transar no escuro, dizia que não gostava de sexo oral nela e não fazia boquete. Foi dureza levá-la para cama e mais difícil ainda convencê-la de que sexo oral não era pecado, mas depois que ultrapassamos esta barreira, ela foi tomando gosto e virou uma verdadeira puta na cama.

Clarisse era uma mulher de 35 anos, 1,65 m, morena clara, cabelos encaracolados, rosto bonito, seios médios perfeitos tipo pera com mamilos escuros e bicudos, cinturinha fina e bunda grande e sem celulite. Ficou viúva aos 28 e a conheci quando tinha 30, no auge da beleza.
Eu estava ansioso pois ela deixava eu enfiar o dedo no seu cuzinho apertado, mas enfiar o pau não deixava. De tanto insistir, ela prometeu deixar na noite de núpcias.

Eu esperava pelado na cama enquanto ela se preparava no banheiro. Como toda mulher, demorou bastante, mas saiu do banheiro linda como nunca. Vestida com uma lingerie branca, ela veio para a cama com um sorriso sacana no rosto. Beijei sua boca carnuda e rolamos na cama. Fui tirando a lingerie com calma. Primeiro o sutiã, depois a calcinha, que estava bem cravada na bunda. Ela só ficou de cinta-liga. Clarissa estava cheirosa e toda depilada. Chupei seus peitos deliciosos, lambi sua barriguinha até chegar na xoxota. Lisinha, cheirosa, era tudo de bom. Clarisse arreganhava as pernas expondo a xoxota ao máximo.

Por mais que apreciasse de ser chupada, Clarisse gostava mesmo de pau. Ela pediu rola, não queria que eu metesse, ela queria chupar. Fizemos um 69 e ela mamava minha rola com fome. Enfiava metade na boca é engasgar, chupava as bolas, lambia da cabeça à base.Pedi para meter pois não queria gozar na sua boquinha antes de comer sua boceta. Clarisse deitou na cama de costas e separou as pernas segurando os joelhos. Meti fundo naquela xoxota melada. Meu pau se encaixava justinho na xoxota. Soquei rola beijando sua boca. Clarisse pedia mais rola. Queria que eu enfiasse até as bolas. Sua boceta tinha fome de rola. Meti feito um touro. Cravava fundo e rápido. Clarisse cansou de segurar os joelhos e quis vir por cima. Ela adorava cavalgar, e como cavalgava bem! Mostrando seu preparo físico (faz uma hora de esteira todos os dias). Às vezes, ela sentava e mexia o quadril em círculos fazendo o pau dançar em seu interior, ou mexia para frente e para trás esfregando o grelo na minha pélvis. Estava tão bom que eu tinha que me segurar para não gozar.

Ela segurava minhas mãos para se apoiar e me dava uma surra de boceta. Suas sentadas ficavam mais bruscas. Ela apertava minhas mãos esmagando meus dedos. Da sua boca saia um urro como uma fera e então gozou dando trancos de boceta no meu pau. Clarisse saiu de cima e voltou a chupar meu cacete. Ela estava sedenta de porra e chupava com força. Relaxei e gozei na sua boquinha gostosa. Clarisse engoliu tudo, lambeu os beiços e sorriu para mim.

Como não sou mais novinho, precisei de uma pausa para recuperar as forças. Recuperado, falei que queria ver sua bundinha. Clarisse ficou de quatro e arrebitou o lombo. Separei as nádegas e lambi o rego lisinho. Enfiei a língua no seu cuzinho e Clarisse gemeu. Ela disse que estava limpinho para mim. Peguei o gel e passei na argolinha. Ela gemia e rebolava enquanto eu enfiava o dedo. Enfiei o dedo todo e senti seu reto macio e receptivo. Passei gel no cacete e apontei para o alvo. Clarisse disse para eu ter cuidado. Ela abraçou o travesseiro preparando-se para o empalamento.

Forcei o cacete até entrar a cabeça. Ela urrou de dor. Esperei ela relaxar e voltei a forçar. Entrou a metade e parei. Clarisse gemia de dor mas não pedia para parar. Era eu que não queria machucá-la. Depois de uma longa pausa, senti que ela estava relaxada e enfiei o resto. Perguntei se estava doendo e ela disse que sim. Nova pausa. Comecei a mexer devagar. Clarisse falava que doía, mas estava gostoso. Aos poucos fui acelerando as estocadas sem fazer movimentos bruscos. Ela gemia num misto de dor e prazer. Percebi que ela tocava siririca. Depois de um tempo eu já metia normalmente. Clarisse não reclamava mais e seus gemidos eram só de tesão. Ela começou a forçar a bunda para trás e seu cuzinho ficou mais apertado.

A safada estava gozando. Seus gemidos de gozo eram altos. Era simplesmente delicioso. Como eu já havia gozado uma vez, estava longe de terminar. Soquei rola naquele cuzinho por um bom tempo e pedi para ela deitar na cama. Ela pensou que eu ia meter na xoxota e se arreganhou toda, mas eu queria comer seu cuzinho pela frente. Coloquei um travesseiro sob sua bunda e levantei suas pernas para expor seu cu. Meti rola nele por um bom tempo. Nesta posição, podia beijar sua boca e chupar seus peitos. Clarisse adorou a posição. Fiquei ereto e soquei rola dedilhando seu grelo. Clarisse gemia e dava sinal de que ia gozar. Foi quando enfiei dois dedos na sua bucetinha apertada, enquanto meu pau estava por inteiro na sua bundinha. A mulher delirou, vi que seu rosto mudou de feiçao, ela estava selvagem, pediu mais, pediu para nao parar. Se sentia preenchida, falou que me amava. Como era muito recatada, eu me segurei, mas depois nao aguentei, perguntei se ela era minha puta. Ela começou a gritar gemedo falando que era minha puta…minha puta. Tive que me segurar para ela gozar primeiro novamente. Clarisse gozou fazendo careta e logo em seguida pediu para eu gozar. Tirei meu pau e meus dedos… e bati ate gozar na sua barriga e seus peitos.

Clarisse falou que doeu muito, mas também foi delicioso. Deitados na cama, logo caímos no sono.
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CASAL LIBERAL – MINHA LUA

Para iniciar gostaria de dizer que somos um casal quase liberal, temos muitos desejos, falamos abertamente, um com o outro, brincamos muito entre quatro paredes sobre a existência de um terceiro ou casal, tanto do sexo masculino como feminino. Portanto eu e minha esposa temos essa cumplicidade. Nos dois na faixa dos vinte e tantos anos. Eu magro, 1.65m uso óculos e ela uma potranca de 1,72m seios fartos, bunda grande, linda demais.

 Meus amigos me perguntam o que que eu tenho para ter uma mulher dessa. Eu brinco com eles mas a verdade é que não a privo de suas fantasias, compartilho com ela, e acho que é isso que nos mantém juntos e apaixonados. O fato que venho contar foi sobre o nosso inicio no mundo liberal. Sempre entramos em sites destinados a casais swinguers e nos divertimos muito um provocando o outro vendo os casais mais despojados. Quando vamos a praia sempre ela vai com um biquíni provocador e eu fico atiçando ela, dizendo que fulano não tira o olho dela, peço para ela provocar mais e depois voltamos para casa e transamos alucinadamente. Tudo começou quando em um dia minha TV a cabo caiu o sinal, o pior que foi de sexta feira e liguei pedindo um concerto urgente e eles me programaram para sábado de manha. Sexta feira sem TV em casa aproveitamos e revimos vários filmes pornôs e transamos muito ela colocou uma lingerie preta muito cavada e me deixou louco, trepamos muito depois fomos dormir.

As 08h45min da manha toca o interfone, eu me levantei e era o técnico da operadora, pedi para subir. O rapaz um moreno claro chegou e logo lhe mostrei os equipamentos e ele ficou ali concertando e verificou que era o cartão que havia expirado. Enquanto ele aproveitou para fazer uma revisão na fiação eu estava ali sentado no sofá observando ele trabalhar vejo que a porta do meu quarto se abre e minha esposa sai de lá, vestidinha num pijaminha branco, com uma blusinha solta e um shortinho pequeno bem apertado. Ela me olha com uma cara de sono e vem em direção à sala para ir a cozinha. Eu dou um sorrisinho pra ela e aponta com a cabeça que tem gente ali.

Ela não se importa, só fala bom dia e vai para a cozinha. Quando ela passou o técnico deu uma olhada nela e chegou ate a hesitar. Pois ele não a viu de frente mas de costas a bunda dela tava quase toda dentro do shortinho e a tanguinha preta toda enfiada deixou ela um tesao de mulher. Eu fingi que não tinha nem percebido só olhei para a TV e perguntei se tinha dado certo. O rapaz todo desconcertado ficou mexendo ate aparecer à imagem. Quando a imagem voltou eu a chamei para ver. Foi quando o cara quase caiu para trás. Ela de frente com aqueles seios enormes soltos naquela blusinha e aquele shortinho apertado que mostrava todo o desenho da sua bucetinha escondida pela tanguinha preta.

Eu não sei, mas talvez nesse dia, eu ate faria o nosso primeiro ménage real. Mas o rapaz foi muito tímido. Ainda tentei perguntar se não tinha como liberar os canais eróticos. Mas ele disse que nesta operadora era muito difícil. Deu uma ultima secada na minha esposa e foi embora. Quando ele saiu eu brinquei com ela se ela tinha gostado dele, ela falou que queria dar pra ele na minha frente só para me humilhar. Resumo transamos alucinados imaginando o rapaz conosco. Durante a semana eu conversando com um amigo que tinha feito nesses sites liberais, reclamei do meu notebook dizendo que tava muito lento. O rapaz, muito solicito, me passou varias manhas para melhorar, realmente melhorou um pouco mas vi ali mais uma chance de provocar minha esposa e perguntei para ele se ele não podia vir dar uma olhada no meu notebook.

Ele falou que sim e marquei novamente para sábado de manha. Não falei nada para ela mas na sexta insisti para ela colocar a mesma roupa para dormir. Ela não relutou, demos uma transadinha e dormimos juntinhos. Lá pelas 9 horas toca o interfone, eu me levanto e era o tal amigo da net. Quando ele chegou nos apresentamos, pois só nos conhecíamos via online. Um cara aparentemente legal, quando ele entrou eu o ofereci um café, como ele aceitou eu fui fazer e o deixei já ligando o note. Quarenta minutos depois ele realmente deu uma limpada no note, o bicho tava rápido, eu tava bem contente. A maquina voltou a ser o que era, senti ali um agradecimento e como somos amigos de um site de casais liberais, resolvi mostrar para ele algumas fotos e vídeos que eu tinha. Quando estávamos vendo abre a porta do quarto e sai minha mulher com aquele pijaminha branco justinho e aquela tanga preta. Ela se assustou pois não sabia que eu estava com visita, mas eu tratei de acalma-la e a chamei para próximo.

 Como o amigo estava de costas para o corredor ele não tinha visto nada. Quando ele percebeu que ela vinha tratou de fechar os arquivos de putaria e se virou para cumprimentá-la. Quando ele se levanta e a olha, vê aqueles peitos soltos na blusinha solta e eu percebo, que ele não tirou os olhos, mas voltou timidamente para o note e não comentou nada. Ela foi ate a cozinha e eu, percebi a excitação no ambiente. Querendo botar mais lenha na fogueira, perguntei se o amigo não queria um café, ele aceitou e eu pedi para ela trazer um cafezinho para a nossa visita. Ela pareceu surpresa e me chamou na cozinha. Quando eu entrei ela foi me perguntando quem era. Falei para ela que era um amigo “daquele site” que víamos ela ficou me olhando comum risinho safado e falou que já levaria o café. Antes eu perguntei o que ela achou dele, mas ela não respondeu.

Voltei para sala e ele perguntou se estava incomodando, já foi avisando que tinha acabado. Falei que não que o café já estava vindo, mudei de assunto para relaxar. Eu não estava pensando em nada demais para aquele dia e sim, mas uma transa gostosa com minha mulher, nos excitando com a situação. Logo depois ela apareceu na sala com uma bandeja e três xícaras de café. Serviu nosso convidado, depois a mim e depois pegou a dela e sentou-se conosco na mesa e perguntou como estava o note. Ela falou que não estava nem mais conseguindo ver os sites que ela gosta, então ele pediu para ela ver se conseguia agora, pois senão ele já tentava ver se dava um jeito. Empurrou o note para ela e ela começou a mexer. Logo ela teve uma duvida e pediu ajuda dele. Ele se levantou foi ao seu lado e eu percebi que ela sentada e ele de pé ao seu lado, ele tinha uma visão privilegiada dos seus seios.

 Ela não parava de fazer perguntas para ele e ele não saia dali, logo meu pau deu sinal de vida e eu já estava ficando excitado com aquela situação. Foi quando ele foi mexer numas teclas e eu acho que ele resvalou sua mao nos seios da minha mulher. Ela fingiu não ter sentindo. Continuou a fazer perguntas e ele todo solicito. Ate que ele puxou a cadeira e ficou ao lado dela, eu não perdi tempo e sentei do outro lado parecendo estar interessado também. Para mim já tava bom ate ali, afinal isso renderia varias estórias quando estivéssemos na cama. Mas a coisa foi fluindo. Ela estava entre eu e ele, e estava gostando. Certa vez quando vi que o braço dele ia resvalar me adiantei e tocamos ao mesmo tempo, percebi a excitação dela e disfarçadamente coloquei minha mao em sua coxa e escorreguei ate sua bucetinha por cima do shortinho, a safada abriu um pouco as pernas e senti o calor que estava ali, dei uma olhada pra ela e sem ela olhar pra mim, sorriu. Certo momento ela se levanta e vai ate a cozinha e pergunta se queríamos algo? Pedi mais um café.

Ele se mostrou respeitoso e nem olhou para ela, mas eu sim e vi aquele seu shortinho com aquela tanguinha preta. Ficamos ali eu e o cara e ele falou pra mim que minha mulher era muito simpática. Eu agradeci e perguntei pra ele se ele só achava isso dela. Ele olhou pra mim e disse: – Cara eu sei que agente participa daquele “site” mas tenho respeito por vocês. E continuou: – Na verdade além de simpática ela é muito gostosa,nossa! Deu-me uma pontada de ciúmes mas a de tesao foi maior e falei pra ele: – Fala isso pra ela então. Ele olhou pra mim e disse: – Vamos fazer assim. E explicou: Quando ela voltar, você se levanta e da um beijo demorado nela, depois disso eu digo. Não entendi muito, mas eu tava com tanto tesao que era exatamente isso que eu queria fazer. Quando ela veio com os cafezinhos eu me levantei coloquei as três xícaras na mesa e dei-lhe um beijo intenso, molhado. Ela retribuiu. Estava tão quente que nos esquecemos dele ali. Porem ele não esqueceu e sem eu perceber, ele foi passando uma mao nas costas dela. Quando percebeu que não houve resistência, foi deslizando pelo seu quadril e desceu para sua perna.

Continuávamos nos beijando, então ele se levantou, se postou por de trás dela, encostou seu corpo nela. Ela tirou a língua dela da minha boca, mas continuamos com os lábios encostados, semiabertos. Foi quando ele disse em seu ouvido: – Seu marido me perguntou se te acho gostosa? Ela com os lábios grudados no meu perguntou: – E o que você achou? Foi quando ele encostou seu pau no bumbum dela e respondeu: – Você não é só gostosa, você é linda. Ela relaxou, jogou o bumbum para trás para sentir o pau dele e me beijou intensamente Eu a beijava e ele aproveitava para se esfregar nela e beijar sua nuca. Suas mãos agora vinham em direção aos seios dela. Parei de beija-la para observar, mas ela me puxou de encontro a ela e ficamos ali naquele sanduiche se esfregando. Então ela se vira e fica de frente pra ele enquanto joga aquele bundao na minha direção. Eu a abraço por trás e ele começa a beija-la. Então num impulso eu vou tirando a blusinha dela.

Quando começo a levantar ela para. Se solta dele, olha pra mim e diz que ta bom. Meu pau duro por debaixo do moletom, o cara meio sem graça. Ela me olha e fala ta bom né. Pergunto se ela quer mais? Ela fica sem saber o que responder eu a chamo para próximo de mim e lhe dou outro beijo que ela corresponde, então me sento no sofá e tiro meu pau pra fora, ela olha pra mim meio que não aprovando mas se ajoelha no chão e começa a chupa-lo com um tesao enorme. O cara olha pra mim, eu dou-lhe um sinal que sim. Ele então se ajoelhe por de trás dela e enfia o rosto no meio daquele bumbum ainda de shortinho, ela se empina toda e o cara não perde tempo e começa a tirar o shortinho ele nem esperou pra ver a calcinha e tirou tudo junto. Ela ali com o bundao todo pra fora o cara chupando sua bucetinha e cuzinho juntos e meu pau quase explodindo de tesao na boca dela. Levanto ela um pouco e tiro sua blusinha liberando aqueles seios enormes e gostosos. Agora minha esposa estava completamente nua pra mim e um estranho. Puxo ela para se sentar ao meu lado, o cara se levanta e admira ela nua, aproveita e faz um elogio muito formal. Eu tiro minha calça e ela fica sentada ao meu lado, então eu a beijo. O cara então aproveita e fica completamente nu na nossa frente.

Ela para de me beijar e o admira um pouco e pede para ele se sentar ao lado dela. Então ela pega no meu pau e no dele e fica revezando os beijos, enquanto bate uma para nos dois. Paramos um pouco e cada um começa a chupar um seio dela, o cara não perde tempo e enfia seus dedos entre as pernas dela e atola dois dedinhos na sua buceta, molhada e quente. Ela geme por uns instantes e logo cai de boca no pau do cara. Eu estava ali a vendo fazer aquilo que sempre fantasiamos e pelo que vi ela estava gostando demais. Então corri ate o quarto e peguei camisinhas, entreguei para o cara e fiquei admirando ela chupa-lo. Ela me olhou ali parado olhando, tirou o pau do cara da boca e pediu o meu, fiquei ali em pé e ela me chupando. O cara então há levantou um pouco e a fez sentar-se no pau dele. Eles ficaram ali se esfregando ate que sinto ela apertar demais meu pau e soltar um gemido. O cara tinha penetrado ela. Logo começou um vai e vem dela frenético. Aqueles peitos lindos balançando, ela cavalgava forte.

Ficamos nessa posição, ela me chupando e o cara sentado com ela cavalgando durante um bom tempo, ate que ela cansou um pouco. E deitou-se no sofá, pedi licença pro cara e enfiei meu pau naquela vulva quente e meti forte nela. O cara posicionou-se ao lado dela e deu o pau dele para ela chupar. Tudo isso aos 30 centímetros de mim. Depois deitei-me no sofá e a puxei pra me chupar, então ela ficou de 4 para o cara que não perdeu tempo e há chupou um pouco mais e depois começou a come-la e elogiar o bumbum grande dela. Às vezes ele dava uns tapinhas, perguntava se eu tava gostando e perguntou se ela curtia anal, eu disse que às vezes então ele falou que não resistiria e foi tirando o pau da bucetinha dela e apontando para o cuzinho, ficou esfregando tentando enfia-lo. Então eu pedi para ela parar de me chupar, trouxe ela um pouco mais pra cima de mim, dei-lhe um beijo na boca e abri seu bumbum para o cara. Então ela começou a gemer e percebi que estava entrando. Logo depois o cara começa a bombar, depois bombar forte.

Meu pau esfregava em sua barriga então fui me posicionando por baixo e fui procurando sua bucetinha. Quando meu pau chegou na porta da bucetinha, fiquei esfregando e ela mesmo o pegou e o colocou pra dentro. O gemido foi alto, sua boca se contorceu, ela me olhou como se nunca tivesse me visto. Logo depois ela se transformou. Começou a me xingar e dizer que aquilo tava gostoso demais e me apertava, arranhava, e nós dois começamos a meter forte nela, ate que ela explode num gozo e se solta de nos caindo desfalecida no carpete. Eu me ajoelho ao seu lado e começo a bater uma punheta e gozo nos seus peitos. O cara também se posiciona ao lado dela e começa a gozar no seu rosto. Então ele vai forçando a entrar na boca dela, que engole o pau dele e o chupa ate o fim. Ela fica ali um pouco e depois levanta e me avisa que vai tomar banho. O cara se veste, eu também. Ai ele me avisa que já vai que agora aquele momento era só nosso. Me despeço dele e entro com ela no banho. Demos mais uma boa metida no banho. Gozo na sua boca também, e assim foi a nossa vez.

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Um pouco de férias é bom…

Caros amigos e amigas leitores deste blog.
Espero que todos tenham tido um Natal gordo, com todos os complementos sexuais apropriados. E que na virada do ano façam muito amor, mas muito mesmo!
Vamos ficar de férias por alguns dias. Acho que merecemos, afinal já temos milhares de contos publicados e está na hora de recarregar as baterias.
As postagens, até meados de janeiro, serão poucas, então, aproveitem! Há mais de 1300 contos aí para vocês lerem, se ainda não o fizeram, ou reler, se gostaram muito!
Para aqueles amigos que chegaram este ano, recomendo olhar na coluna da direita e começar lá de baixo, vendo os primeiros contos publicados.
Divirtam-se! E não se esqueçam, vive mais quem trepa bastante!
E podem admirar a beleza dos seios da Meg nesta foto!
(foto: Kaplan)

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Ménage na adega


(escrito por Kaplan)

Meg e eu tínhamos ido à casa de um amigo. Cara abonado, tinha uma bela casa, com piscina, sauna, até uma adega ele tinha lá. E das boas! Apreciava bons vinhos e tinha uma bela coleção de garrafas.

Nós tínhamos ido para um dia de sexo. Meg já havia transado com ele várias vezes, e havíamos feito ménages também. 

Chegamos e fomos diretos para a piscina, porque o calor estava realmente muito forte. Meg não saía de dentro da piscina e nós dois ficávamos admirando o belo corpo nu dela, mergulhando, nadando, vindo até perto de nós, nos olhando sorrindo e com os olhos pedindo para entrarmos lá e fazermos tudo que tínhamos vontade.

Mas com o calorão que fazia… por mais que desejássemos agarrá-la dentro da piscina, a cerveja gelada na sombra estava difícil de ser abandonada…

Ela desistiu de nos esperar lá dentro, saiu e veio sentar-se em meu colo, tomou cerveja.

- Gente, vocês dois estão muito desanimados… ou serei eu que não os seduzo mais?

- Claro que não, gata, olha como estamos animados te vendo… mas este calor está de matar…

Ela virou-se para o nosso amigo.

- Nessa casa tão grande, não há um local mais refrigerado onde a gente possa fazer amor?

- Tem a adega, você quer arriscar ir lá?

- Uau… nunca transei numa adega… vamos experimentar! Quem for macho me acompanhe!

E saiu correndo em direção à adega. Nosso amigo disse que ia pegar a chave. Fiquei esperando ele voltar para irmos juntos, mas ele começou a demorar. Na hora eu pensei que eles já estavam fazendo arte na adega. Fui para lá, vi a porta aberta e tive certeza de que pensara corretamente. Entrei e vi a cena. Ele havia levado uma colcha, estendido no chão e já estava com a Meg encostada em seu corpo, ele ajoelhado e ela sentada. 

Já ia protestar quando ele disse que era para eu sair de perto, não interromper que ele queria comer a Meg. Objetei que já que eu estava lá, também ia participar. Claro que tudo era brincadeira. Então me ajoelhei na frente dela, levantei o corpo dela e ela ficou quase deitada em cima do nosso amigo. E tratei de participar  dando uma bela chupada na xotinha dela.

Na mesma hora ela ficou de joelhos e veio chupar meu pau. O nosso amigo ficou passando a mão no corpo da Meg, pegando na bunda, enfiando os dedos no reguinho e chegando até a xotinha. Outra mão cuidava dos seios, que ele sabia serem o “ponto fraco” dela.

- Tambem quero um boquete! 
Ele reclamou e ela, sorrindo, me largou e foi cuidar dele.

Aí eu é que fiquei lambendo-lhe as costas, enfiando a mão entre as pernas dela. E pelo frêmito que percorria seu corpo, eu já sabia que ela estava doida para ser comida. Olhei para nosso amigo e o olhar dele era de pedinte. Ele queria ser o primeiro. Tudo bem, éramos hóspedes dele, ele merecia a primazia. Me afastei e fiquei vendo os dois. 

Mas ela me chamou para ficar perto dela. Ficou de quatro, ele meteu por trás e ela ficou pegando em meu pau e voltou a me chupar logo em seguida, enquanto recebia as bombadas dele. Mas logo tive de me afastar, porque ele a deitou na colcha que levara e começou a come-la de ladinho. Seria meio difícil eu encontrar uma posição para ela continuar me chupando, então me afastei de novo e fiquei só observando os dois.

E ela gemia feito louca, ela sempre gostara de trepar com ele e eu já sabia a razão, pelos outros ménages que já tínhamos feito.

Depois do “de ladinho”, ele colocou-a deitada de costas e usou o tradicional “papai e mamãe” para terminar por aquele primeiro momento do dia.

Tinha sido muito bom para ela, que ficou deitada depois de os dois terem gozado. Saímos dali, bebemos mais cerveja geladinha e ela voltou à piscina. Nadava placidamente, quase que só boiando, na verdade. E nossos paus continuavam duros, vendo o espetáculo que ela nos 
 proporcionava. 
Agora era a minha vez, mas como já estava quase na hora do almoço, levei-a para o chuveiro. Fomos tomar um banho juntos enquanto o nosso amigo colocava as massas congeladas que havia levado.

Nosso banho foi delicioso. Enquanto a água caía em nossos corpos, ficamos abraçados. Ela me beijou e agradeceu por estarmos ali.

- Não precisa agradecer, querida, eu é que sou o maior beneficiário da situação. Ver você fazer tudo aquilo com ele e comigo me deixa excitado o dia inteiro.

- Estou vendo, desde que saímos da piscina seu pau não amoleceu, tá duríssimo até agora. É um convite para mais um boquete?

- Claro! Sabe como eu adoro seus boquetes! Aliás, já encontrou algum homem que não tivesse gostado?

- Felizmente ainda não… então me dá este pau aqui! 

Ela se ajoelhou e mandou ver. Fechei os olhos e curti cada lambida, cada chupada. E a sacaninha ainda levava a mão àquela região altamente erógena, entre o saco e o cu e ficava me alisando ali. Maravilha total! Já não estava aguentando mais, levantei-a, fiz ela ficar apoiada numa das paredes do boxe, ela inclinou o corpo e meti por trás. Pelo tamanho do boxe era a única posição possível. E logo gozamos.

A manhã tinha sido ótima. O almoço também foi, mesmo porque, em certo momento nós a transformamos em prato, derramando o espaguete em seu corpo e comendo enquanto ela ria desbragadamente.

Eram sempre muito gostosos os ménages nossos com aquele amigo!

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Sexo na praia deserta



(escrito por Kaplan)

Hoje em dia quase não existem mais. Mas na segunda metade do século passado era ainda possível encontrar praias absolutamente desertas, principalmente no nordeste.

E foi para uma delas que nosso amigo Arnaldo, o fotógrafo, carregou a Meg em uma ocasião. Ele me convidou, mas sabia que eu estava com tanto trabalho que não poderia ir. Aliás, acho que ele sempre fazia os convites quando eu estava atolado… lógico, a Meg sempre ia e os dois juntos com certeza ele devia achar melhor do que comigo também… 

Eu não me incomodava. Ela gostava, ele era um grande amigo, eles sabiam se divertir muito bem. E eu sempre ficava sabendo, porque ela me contava tudo no mesmo dia em que voltava.

E me contou que chegaram a uma praia totalmente deserta, que ela nem sabia direito onde ficava, só sabia que era na Bahia. Era pequena, cercada por morros e pedras, local belíssimo, segundo ela. Tinham levado água, cerveja e sanduíches, porque ali, ao que tudo indicava, não habitava ninguém. 

Então, verificando a solidão do local, despiram-se, foram nadar. Ela, meio desconfiada, fez uma caminhada nas duas direções da praia, para ver se via alguma coisa. 
Como nada encontrou, voltou ao ponto onde eles haviam estacionado. 
Arnaldo estava lá, sentado, meio que deitado, na areia, perto das pedras. 

Ela entrou na água, deixou-se ficar um pouco vendo as ondas quebrarem em seu corpo. Quando viu que ele não iria acompanhá-la, saiu da água e foi, quase que engatinhando, na direção dele. Ao chegar perto, abriu as pernas dele e caiu de boca no pau que já estava no ponto que ela gostava. Chupou deliciosamente aquela vara que ela já chupara tantas vezes e que já estivera em todos os buracos de seu corpo. Ele apenas olhava, embevecido, o boquete que ela fazia. 

Logo ele fez ela ficar deitada de costas, levantou as duas pernas dela, ajoelhou-se em sua frente e foi enfiando o pau na xotinha ainda molhada da água salgada. Meteu bastante, de vez em quando uma onda mais forte chegava até onde eles estavam e molhava seus corpos. Num local como aquele, só com os ruídos das ondas quebrando, o tesão dos dois estava a mil.

Ele a colocou de quatro e voltou a enfiar a pica na xotinha. E da xotinha ele passou para o cuzinho, quando viu que ela já tinha gozado. E ele quis gozar dentro do cuzinho e de fato o fez.

Sujos de areia, eles entraram no mar e se limparam. Ela sabia que aquele era apenas o primeiro round.

O segundo aconteceu logo depois, assim que o pau dele se recuperou. Carregou-a para as pedras e tornou a come-la por trás. Mas ela exigiu cavalgá-lo e ele deitou-se na areia mesmo para que ela pudesse transar da maneira que mais gostava. 

Satisfeita, eles começaram a explorar aquelas pedras e logo viram que entre elas se formava uma autêntica piscina. 
Mergulharam, nadaram, se abraçaram, se beijaram, ele a comeu de novo, agora dentro da água, logo saíram, deitaram na areia, ele chupou a bucetinha dela e terminou gozando em sua barriga. Fim do segundo round.

- Querido, o Arnaldo estava realmente entusiasmado. Foram 5 rounds, ninguém foi nocauteado, mas deu pra cansar! Só paramos porque entrou areia!

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Enrolada na toalha ela foi para a cama onde o irmão a esperava



(escrito por Kaplan)

Os irmãos a que me refiro neste conto já são conhecidos dos leitores e leitoras. Raul e Lívia. Já contei algumas aventuras dos dois aqui. E volto hoje com mais uma transa enlouquecedora.

Encontramos Raul deitado em sua cama, apenas com a calça de pijama. Estava quieto, parado, como se esperasse alguma coisa acontecer. E aconteceu, de fato. Não demorou muito para que a porta do seu quarto se abrisse e Livia, envolta apenas numa toalha, com os cabelos ainda úmidos, a mostrar que acabava de sair de um banho, entrou, sorrindo para ele e se dirigiu à cama onde ele estava deitado. 

Recostou-se ao lado do irmão, virou o rosto para ele e recebeu um gostoso beijo. E Raul não demorou muito para passar do  beijo a carícias mais ousadas. Sua mão começou a puxar a toalha da irmã para cima, desnudando sua bucetinha lisinha e esfregando seus dedos nela, arrancando os primeiros gemidos da Lívia.

E rapidamente ele mudou de posição, indo chupar a bucetinha da irmã, que abriu as pernas, louca para sentir a língua do Raul dentro de si. Ele ainda a virou, colocou-a de quatro, abriu suas nádegas para poder lamber o cuzinho e também a xotinha. Lívia arrancou a toalha de seu corpo, virou seu corpo para o do irmão, apalpou sua pica por cima da calça de pijama enquanto tinha os seios tocados por ele. 
Impaciente, ela tirou a calça dele, e caiu de boca na pica dura, chupando gostosamente. Para depois sentar-se nela, de costas para ele e cavalgar, gemendo como uma louca pelo prazer que o irmão lhe proporcionava. Como ela pulou! Bastaram uns dez minutos de cavalgada para ela cair do lado dele, arfando, o rosto avermelhado. Tinha gozado.
 

Era isso que ela desejava, para afastar de sua cabeça a péssima transa que tivera com o namorado na noite anterior. Ele gozara rápido demais e nem quis pensar numa segunda chance, pediu a conta do motel e a deixou em casa. Frustrada, ela pensou em ir direto pro quarto do irmão, mas os pais estavam em casa, não daria… foi lá só para dar um “boa-noite” que os pais pudessem ouvir e segredar para ele:

- Não saia amanhã cedo, me espera aqui que eu estou muito necessitada!

E foi assim que aconteceu o lance que descrevi no inicio. Raul estava lá esperando por ela, querendo saber do que acontecera. Mas só soube depois daquele primeiro gozo dela. Ela contou tudo, ele entendeu a “necessidade” dela e se dispôs a colaborar mais um pouco. 
 Tornou a colocá-la sentada em seu pau, dessa vez virada para ele, pois queria beijar e chupar os peitinhos deliciosos da irmã enquanto ela pulava nele. 
E Livia pulou bastante, gostou demais, mas não gozou uma segunda vez. Nem precisava, já tinha resolvido o problema.  Para agradecer, fez um boquete nele, até que ele gozasse em seu rosto e seios. 
Colocavam em prática os ensinamentos dos pais: irmãos devem sempre colaborar com irmãos, seja em que circunstância for!

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Quatro amigas que se bastavam, não precisavam de rapazes



(escrito por Kaplan)

Quatro garotas, todas universitárias, três morenas e uma loura, estavam reunidas em momento de alegria. A casa onde estavam era da família de uma delas. Mas as quatro estavam ali, sozinhas. Tinham a tarde inteira à sua disposição. 

Trajes? Os mais informais possíveis. E quase um uniforme! Duas de shortinho, uma de minissaia e a dona da casa de calça jeans. E todas as quatro de camisetinhas.

Estavam jogando truco. A loura e a morena que lhe fazia dupla perderam os dois jogos iniciais. Não precisavam do terceiro. A melhor de três estava resolvida pela vitória massacrante das duas morenas. Só restava começarem a se divertir da maneira mais legal que conheciam. As quatro, apenas, com seus carinhos, sua meiguice, seu amor. Sem homens, porque nenhuma delas gostava de homens. 

E assim, ficaram ajoelhadas no sofá e começaram a se abraçar, a se beijar, a tirar as camisetinhas. Uma das morenas se tornou o alvo dos “ataques” carinhosos das três outras, que beijavam-lhe os seios, apalpavam-lhe a bunda e a xotinha. A lourinha, que já estava só de calcinha, era a mais afoita para beijar a bunda da morena, que ria, descontrolada, pelo “ataque” que recebera. Ia devolver, podiam estar certas.

Foi arrancando as roupas das outras, aliás, todas estavam empenhadas em despir as colegas. No final da brincadeira, as quatro só de calcinha, ajoelhadas uma atrás da outra, se enganchando em cima do sofá. E logo as duas da frente esqueceram das duas de trás e os beijos ficaram com as duplas, as mesmas duplas do truco. E este agora era um jogo em que todas eram vitoriosas. 

Beijos demorados, molhados, carinhosos… e sorrisos quando paravam os beijos para respirar e voltar aos beijos. E as mãos percorriam os corpos umas das outras, os seios eram apalpados, os biquinhos puxados, as mãos desciam até as calcinhas, algumas penetravam dentro delas pela frente, outras por trás.

E a lourinha, afoita mesmo, fez sua dupla sentar-se, afastou a calcinha dela para o lado e foi lamber a bucetinha da amiga. As outras duas morenas até pararam com os beijos para admirar o que a lourinha fazia. Pegaram a lourinha, colocaram ela de quatro, tiraram a calcinha dela e as três ficaram lambendo o cuzinho, a xotinha e os peitinhos dela que gemia, balançava a cabeça, seus cabelos esvoaçavam… era uma loucura completa.

Foram repetindo o que fizeram com a lourinha com cada uma e ao final as quatro estavam nuas, arfando, loucas para prosseguirem com carinhos cada vez mais ousados. A primeira “vítima” foi uma das morenas. Foi colocada no sofá, abriram as pernas dela o máximo que puderam. Uma morena foi chupar-lhe a bucetinha, a lourinha inclinou-se sobre ela e foi beijar-lhe a boca e a terceira morena ficou enfiando os dedos na xotinha que a outra chupava. 

Voltaram às duplas originais e foi um espetáculo de chupadas na xotinha, dedos se enfiando, beijos nos peitinhos… a lourinha afoita foi a primeira a demonstrar que atingira o orgasmo, mas continuou firme com sua dupla até que ela gozasse também. A outra dupla já havia conseguido sucesso, e as quatro ficaram, então, estateladas no sofá, com as pernas colocadas sobre as companheiras próximas. E beijos de novo calmos, demorados, tranquilos aconteceram entre elas.

Elas não precisavam de namorados. Elas se bastavam.

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Despedida de Solteira

Após seis anos de namoro, estava chegando o grande dia, em breve ia me casar. Minhas amigas estavam organizando uma festa de despedida de solteira, eu estava com muito medo do que viria, pois elas adoram sacanear.

Chegando o dia da despedida, três amigas me pegaram em casa e disseram que minha noite seria inesquecível. Fomos para uma casa de stripper, onde encontramos com outras amigas nossas.

No palco rolava uma bolinação super quente, dois gatos de sunga, alisavam uma garota, e na plateia, umas garotas gritavam para ela pegar o pinto deles. Depois de um tempo os caras estavam nus, de pinto ereto e a garota, segurando os dois com vontade, as amigas dela estavam delirando. Um dos caras pegou a cabeça dela e forçou-a a chupar seu pau, ela se recusou, ele continuou insistindo, mas ela não cedeu. Após o showzinho, desejaram a garota, pelo microfone, um bom casamento. Na hora gelei só ai saquei a intenção das minhas amigas.
 
Mais alguns showzinhos rolaram, inclusive de sexo explicito, até a hora que anunciaram meu nome, que estava me despedindo da vida de solteira, e ria participar do próximo numero, a pedido das amigas. Gelei de novo, mas não tinha como fugir.
 
Dois rapazes de sunga vieram até mim, eu estava usando uma mini saia preta com uma calcinha fio dental também preta, e um top “tomara que caia”, de lycra branca, sem sutiã, eles me pegaram pelas mãos e me levaram para a passarela.
 
Deixaram-me em pé no centro da passarela e começaram a dançar ao meu redor, me alisavam de cima abaixo, eu não reagia, e comecei a entrar na brincadeira, comecei a alisá-los também, acho que isso foi o sinal que esperavam. Os rapazes levantaram meus braços, e sem que eu percebesse, estava com as minhas mãos algemadas em correntes que vinham do teto. Agora sim estava à mercê dele.
 
Falei para um dos rapazes que me alisava:
“-O que vocês pensa que estão fazendo?”
 
Ele me respondeu:
 
“-Só o que suas amigas autorizaram!”
 
Não sabia se ficava mais tranqüila ou mais preocupada. Ai começou o show de verdade…
Abaixaram meu top até a cintura, meus peitos que não são pequenos saltaram, e agora estavam à mostra para deleite de todos, minhas amigas gritavam:
 
“-Aproveita!”
 
Ai foi a vez da saia, primeiro a levantaram, mostraram minha banda para todos, depois resolveram tira-la. Não acreditava, estava praticamente nua, só com a calcinha fio dental, minúscula por sinal, ali pendurada em um palco, com diversas pessoas estranhas vendo tudo, era surreal.
 
Os caras continuavam me alisando de cima a baixo. Chupavam meus seios, alisavam minha bunda, esfregavam seus cacetes em minha xota e nádegas, pois neste momento os dois estavam nus.
 
Achei que o show ficaria só nisso e estaria para terminar, já estava pronta para brigar com minhas “amigas”, mas estava redondamente enganada…
 
Senti minha calcinha descendo lentamente, uma língua adentrou minha vagina e outra meu cuzinho. Depois de alguns minutos de chupação desengancharam as algemas da corrente e as prenderam no chão, me colocando de quatro, com o rosto voltado para a platéia, que delirava com a cena.
 
Um dos rapazes desce da passarela e se pos na minha frente, colocou seu pau, que se diga de passagem era muito grande,na minha boca, e gritou:
 
“-CHUPA VAGABUNDA…”
 
Nem pensei o que estava fazendo, abri a boca e recebi o cacete até o funda da garganta, enquanto eu chupava, senti o cacete do outro rapaz penetrando minha buceta, eu não acreditava, uma dupla penetração, ainda por cima em publico, às vésperas do meu casamento.
 
Pensar que o único homem que me possuira até então era meu noivo, e que não era tão avantajado como aqueles caras!
 
O que me confortava é que eu acreditava estarem acabando, mas novamente estava enganada.
 
O rapaz que eu estava chupando, chamou no publico voluntários para substituí-lo. Formou-se uma fila de rapazes, arregalei os olhos, eu não tinha reparado vários homens atrás da cortina vendo o show (pensava que nesses shows só ia mulheres). O rapaz percebendo minha aflição disse:
 
“-Calma, você pode chupar todos com calma, não tenha pressa!”
 
Nesse instante ele tirou o pau da minha boca, enquanto um rapaz da platéia o substituía, ele subiu na passarela e foi me comer no lugar do outro. Só que ele mirou o caralho na portinha do meu cuzinho e foi penetrando, quase me rasgando, pois meu noivo me fodia pouco no rabo, sem contar a diferença de calibre. Eu não podia reclamar, pois estava com a boca cheia de pica.
 
Os rapazes da platéia foram se revezando na minha boca, quando percebi que conhecia alguns deles, eram amigos do meu noivo, gozaram muito na minha boca.

Depois e quase uma hora, levando pica na boca , buceta e no cú os strippers me levantaram pelos braços, me parabenizaram por ter agüentado vinte e cinco caralhos e me desejaram feliz casamento. O publico aplaudiu, os rapazes me levaram para os bastidores, onde havia banheiros para que eu me lavasse e tirasse a imensa quantidade de porra que saia de meus orifícios arrombados e escoria pelos meus peitos e coxas. Eles falaram para eu me lavar e arrumar, para depois voltar para a festa.

Tomei um banho, e enquanto me lavava apareceram três strippers que falaram:
“-Nos também vamos te comer…”
Eu apenas disse:
“-Tudo bem, fiquem a vontade!”
Depois dessa surubinha no banheiro, onde recebi mais um pouco de caralho em meu buraquinhos, voltei para junto das minhas “amigas”, não me dirigi à elas, estava puta da vida e com vergonha ao mesmo tempo. Elas fizeram gritando meu nome e me abraçando:
“-Aproveitou? –perguntavam”
Nisso aparece um dos amigos do meu noivo, que eu tinha chupado e me disse:
“-O Marcos (meu noivo) vai ter uma bela puta como esposa!”
Não sabia onde enfiar a cara!

Perto das duas da manhã, anunciaram meu nome novamente, não acreditei, chega, mas eles queriam me parabenizar pelo casamento, por ter aceitado a brincadeira e me dar um DVD com meu show.

Peguei aquele DVD com toda força, e não o larguei um segundo sequer, mas no fundo sabia que aquela noite ainda ia me trazer problemas. 
by  gogofredo

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