2028a

Ela ficou brava porque a amiga atacou o seu namorado, mas logo a coisa se resolveu


Ciúmes, pra que ciúmes??? É melhor participar de tudo!
(escrito por Kaplan)
Adauto chegou na casa da namorada, Nanci, que o recebeu de cara amarrada. Ele sentou-se no sofá da sala e começou a tomar uma bronca dela. 
Porra… isso é coisa que se faça, Adauto?

– Que gracinha, você, hein Adauto?

– Gracinha por quê?

– Ah! Vai bancar o inocente… o que você me fala de uma certa amiga nossa, a Isa? Com quem você andou fazendo coisas que só deveria fazer comigo?

– Oh, Nanci, aconteceu… que diabos, ela é sua melhor amiga, tá sempre saindo com a gente, e nem fui eu que dei o primeiro passo, ela é que me lascou um beijo e aí rolou alguma coisa… mas a gente não foi até o fim, paramos no meio e combinamos de conversar com você a respeito. Pelo visto ela não esperou e já te contou, né?

– Claro que contou! E eu estou furiosa com vocês dois! Trairam minha confiança.

– Meu bem, ninguém te traiu, é isso que queremos discutir. Liga pra ela e fala pra ela vir aqui. Por favor!

O tom tranquilo do Adauto acalmou a fúria de Nanci, que pegou o telefone, ligou e pediu pra Isa ir até lá. Ela não morava longe e, em menos de 10 minutos já batia na porta. Entrou já sentindo que o clima estava pesado. 
Vamos falar sobre isso… agora!

Sentaram-se as duas de frente, deixando o Adauto de lado.

– O que vocês querem me dizer depois do que fizeram?

Adauto olhou para Isa que devolveu o olhar. Acabou que ela resolveu falar.

– Olha, Nanci, vamos deixar bem claro uma coisa. Rolou algo que ninguém planejou, ninguém tinha pensado que poderia acontecer. Rolou. Não rolou tudo, foram só uns amassos e beijos e a gente parou e o Adauto falou que não era certo, e eu concordei. Foi um momento de fraqueza nosso, a gente se gosta muito, exatamente porque me considero sua melhor amiga e ele é seu namorado. Esse nosso convívio é que levou ao que aconteceu.

– Então, no meio de tudo, vocês pararam porque acharam que não era certo…

– Sim, o Adauto falou isso e eu concordei. Não era certo. E aí conversamos muito e chegamos à conclusão de que aconteceu exatamente porque a gente gosta muito um do outro. Nós três gostamos muito um do outro.

– Eu sei disso, gente, mas, puxa vida…

– A gente te pede desculpas, querida, de coração! Não queríamos te magoar de jeito algum!

– E como vocês acham que eu vou me sentir sabendo que pode acontecer de novo? E chegar às vias de fato?

– Também conversamos sobre isso e pensamos que isso pode acontecer. E te digo de coração: só não vai ter problema se você estiver junto!

– O que? Nós três juntos????

– Sim, nunca ouviu falar em ménage? Muita gente faz, e a gente poderia fazer também. Aí você não teria a preocupação de ficar grilada toda vez que nos visse juntos ou ficar pensando que a gente poderia estar junto… vamos nos amar nós três… a gente já se ama, só nunca ficamos pelados na frente dos outros, nem fomos pra cama. E qual o problema disso acontecer?

– Você está fazendo minha cabeça pegar fogo…

– Pois pense, querida. Pense com carinho nessa possibilidade. Eu vou embora agora, deixo vocês dois conversando e pensando a respeito. O que vocês decidirem eu assino embaixo. Só não esqueça, Nanci, eu adoro você e não quero perder sua amizade. Nem a do Adauto. 
Estou confusa…muito confusa!

Ela saiu e os dois ficaram conversando. Adauto já tinha pensado a respeito desde que a coisa acontecera e estava disposto a topar. Sabia que Isa também. Só faltava a namorada resolver.

Ela não resolveu naquela noite. Adauto foi embora e ela ficou pensando, custou a dormir. Suava, tirou a roupa e tentou dormir nua, finalmente o conseguindo. De manhã, quando acordou, tinha decidido. Ligou para os dois, chamando-os para sua casa e eles logo chegaram, ansiosos pela decisão dela.

Sentaram os três, no sofá, com ele no meio das duas.

– Olha, gente, fiquei baratinada com tudo que aconteceu. Custei a dormir, mas resolvi. Acho que não quero perder nem um dos dois e vocês tem razão: para eu não morrer de ciúmes, o melhor é compartilhar o Adauto com você, Isa. Eu espero que dê certo. 

Os três se abraçaram, rindo e chorando ao mesmo tempo. E ela falou:

– Vamos começar ficando pelados os três? Já que nunca nos vimos, vamos nos conhecer!

Rindo, Isa tirou a minissaia e já se preparava para tirar a camiseta, quando viu Nanci abrir a calça do Adauto e pegar no pau dele. 
Fiquei com vontade…

– Deixa eu ver!

Ficando ao lado da amiga e vendo o pau do Adauto, Isa se surpreendeu. Nanci estava com o rosto bem perto do dela e deu-lhe um beijo. Na boca, assustando Isa e Adauto.

– Uau… o que foi isso?

– Me deu vontade, não me recrimine. Amo você e te beijei, pronto.Se quiser mais, pode abusar!

Era novidade para Isa, mas já que a amiga falou que podia abusar… lascou-lhe um beijo também e as duas ficaram segurando no pau do Adauto, que cresceu tudo que podia, atraindo a atenção das duas que se ajoelharam e começaram a lamber e chupar. Ele tirou a camisa e deixou a calça cair, elas puxaram a cueca e o deixaram pelado. Ele tratou de despir as duas, que só tinham começado e parado. Admirou o corpo da Isa, tão bonito quanto o da Nanci.

Foram para o quarto e lá, na cama, brincaram até cansar. Beijos, amassos, mamadas, chupadas, aconteceu de tudo até que resolveram partir para os finalmentes. 
Duas Evas para um Adão…

Lógico que Adauto comeu, primeiro, a namorada, assistidos pela amiga que passava as mãos nos corpos dos dois. Depois que a namorada estava satisfeita, cedeu o lugar para a amiga que pediu para ser comida de quatro.
Ele gostou da ideia, era a posição que ele preferia. Mandou brasa e conseguiu satisfazer também a ela.

E, de comum acordo, as duas pediram que ele gozasse nos rostos e seios. 
Terminava assim, de forma magnífica, a primeira experiência deles. E dali pra frente… foi sempre assim!

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2027a

Meg ficou fã do strapon


Tipo do instrumento que desperta desejos masculinos nas mulheres. Quem será que inventou?
(escrito por Kaplan)
Depois que comprei um strapon para ela, Meg ficou impossível. Achou o maior barato fazer de conta que era homem e comer suas amigas. Testou com quase todas e todas aprovaram!

A primeira foi a Lúcia, colega de faculdade. Chamou-a em casa, conversaram bastante, se beijaram, se tocaram e depois ela disse que tinha uma surpresa e foi ao quarto. Voltou para a sala já com ele colocado. Lúcia deu um grito quando viu!

Olha só meu pauzão!!!
– Meg, sua louca! O que é isso?

– Nunca viu um pau grande e gostoso como este meu?

– Desse tamanho não… quanto que isso mede?

– 28 cm

– Nem morta que você vai enfiar isso em mim!

– Claro que vou, e ainda vou deixar você enfiar em mim depois!

– Não, nem pensar!

– Não enche, Lúcia, até parece que você não gosta de um pau… te conheço! Deixa de ser medrosa, ele não entra todo não. Na hora que você quiser que eu pare de enfiar eu paro.

Mas o gostoso é você se sentir como homem… menina, é demais! Vem, fica de quatro…

Lúcia não conseguia impedir que Meg fizesse o que queria. Virou de quatro, bunda pra cima e Meg teve o cuidado de dar uma lubrificada com a língua antes de ir colocando. Foi enfiando lentamente, ouvindo Lúcia respirando com dificuldade e se excitando com isso.

E aí começou a bombar, exatamente como nós, homens, fazemos como comemos uma garota na posição de cachorrinho. 
Meg… que loucura! é bom demais!

Lúcia começou a suar frio… e não é que aquele negócio era bom mesmo? Ou seria porque era a Meg, que lhe fazia carinhos nas costas, na nuca, na bunda, enquanto metia? Homens, geralmente, seguram na cintura da mulher e mandam ver… ela via claramente que, apesar de ter um pau dentro dela, não era um homem que o enfiava, era a mulher, a amiga que ela tanto adorava, com os carinhos que sempre marcaram as transas delas.

E o melhor do strapon é que ele nunca ejaculava… ela podia levar vara durante horas, sem o risco de ver o homem gozando e parando.

Meg não parava, era incansável. Lúcia começou a sentir o calafrio que era o aviso de que seu gozo se aproximava.

– Enfia tudo, Meg… já vou gozar! Ahhh… isso… mete com força… ahhhh… que loucura… você me fez gozar… gostoso demais!

Meg tirou o strapon da xotinha da amiga, desamarrou da cintura.

– Coloca, rápido, Lúcia… estou quase gozando por ter te comido, agora quero ser comida e gozar como você gozou! 
Não demora… me come!

Exasperou-se porque Lucia custou a amarrar o strapon na cintura, mas logo pôde sentir que ela o enfiava em sua xotinha, na mesma posição em que ela fizera com a amiga. E Lúcia conseguiu sentir a mesma sensação que Meg descrevera, e que os homens também sentem ao comer uma mulher na posição de cachorrinho.

Lúcia entusiasmou-se tanto que quase jogou Meg ao chão, tal a força que colocou nas bombadas que deu.

E Meg gozou também, como imaginara, loucamente. 
Assim também é muito bom!!

Ficaram sentadas as duas, exaustas, de mãos dadas. Beijaram-se carinhosamente e Lúcia quis mais, quis cavalgar Meg, que a atendeu com prazer. Mas também exigiu depois que a amiga a deixasse cavalgar também.

No final, Meg confessou que morria de vontade que eu deixasse ela me comer com o strapon.

– Mas ele é danado, não deixou até hoje… mas vou continuar tentando!

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2026a

Eu com minhas três sobrinhas sozinhos no sitio


Ainda morro disso… três de uma vez… que loucura!
(escrito por Kaplan)
Naquele fim de semana fomos ao sítio das minha cunhada. Meg e eu num carro, a cunhada com Paulinha e Cecília em outro, e Helena em um terceiro, porque ela teria de voltar mais cedo e não queria incomodar ninguém. 
Ela é demais… que seios!

Estávamos todos na piscina, curtindo um sol maravilhoso. Como eu era o único homem do grupo, Meg não se incomodou de fazer um topless. As meninas bem que gostariam de acompanhar o gesto dela, mas com a mãe presente… não dava!

Só que logo depois do almoço, minha cunhada não se sentiu bem. Pediu que a levássemos de volta. Meg falou que iria levá-la e que poderíamos ficar. Apesar de um pouco preocupados, concordamos, só pedindo que ela telefonasse caso acontecesse alguma coisa. 
Olha, tio! Sem calcinha!!!

As três ficaram meio paradas, mas logo recobraram sua alegria tradicional e, em vez de topless, fizeram foi nu total. As três tiraram os biquínis e me obrigaram a tirar a sunga também. Comecei a achar que aquela tarde ia ser memorável… não me enganei!

Não demorou muito para as três saírem da piscina e chegarem perto de mim. Me colocaram de pé, Cecília botou meu pau na boca, Paulinha me abraçou e ficou com as mãos nas minhas bolas, e Helena se esfregava em meu braço, me beijando também.

Daí a pouco, Paulinha foi ajudar a prima na nobre missão de me fazer um boquete, e Helena me ofereceu os seios, que pude beijar e mamar enquanto era chupado.

Helena logo falou com as duas:

– Já chuparam bastante? Já deixaram o pau dele molhadinho? Então afastem porque eu, como sou a mais velha, vou ser a primeira a ser comida! Vem cá, tio!

Esse é o tipo de ordem que eu adoro!

Vi ela deitando numa toalha, abrindo e levantando as pernas, então me ajoelhei na frente dela e fui levando o corpo até conseguir penetrar na grutinha e fiquei fazendo o movimento de vai e vem. As outras duas não ficaram paradas. Cecília  ajoelhou do lado oposto ao que eu estava e sua xotinha ficou na boca da prima, que não se recusou a ficar lambendo-a. E Paulinha ficou nos rodeando, nos beijando, passando a mão onde dava… 
Matem o véio…

Quando Helena deu o lugar, Paulinha rapidamente ficou de quatro, me oferecendo aquele bumbum lindo que ela tem e eu a comi por trás. Cecília sentou-se na frente dela e ficou sendo chupada, enquanto Helena ficava de pé ao meu lado,me beijando e pondo minhas mãos nos seios dela. 

Terceira a ser comida, Cecília preferiu me cavalgar, e Paulinha e Helena se ajoelharam ao nosso lado e ficaram pegando nos seios da prima, beijando-a.

Nenhuma das três tinha gozado, mas parecia que não ligavam pra isso, tanto é que quando Cecília saiu de cima de mim, elas se ajoelharam na minha frente e ficaram me masturbando e chupando até que eu gozasse nos rostos delas.

Correram para o chuveirão, lavaram os rostos e pularam na piscina, me chamando para ir com elas. Quando eu me dirigia para lá, o telefone tocou, fui atender, era Meg.

– Querido, tive de trazer minha irmã no hospital, ela está sentindo dores, mas já foi atendida, medicada. Só que o médico determinou que ela ficasse em observação até amanhã, então não vamos voltar. Vou ficar com ela aqui, está bem? Avise as meninas que não precisam se preocupar, ela já está bem, só vai ficar em observação porque o médico acha melhor assim.

– Ok. Vamos ficar por aqui então, aproveitando o sol e amanhã a gente volta. Qualquer coisa, ligue!

– É só o sol que vocês estão aproveitando?

– Bem… quer dizer… você imagina, né?

– Que pena que não estou aí… vocês vão ficar me devendo essa! Fale com elas!

– Pode deixar. Ficaremos devendo e eu, pelo menos, pagarei com prazer!

Desliguei, fui até a piscina e falei com elas o que tinha acontecido. Elas entenderam e continuaram nadando e brincando e já fazendo planos para a noite.


Lindas… todas três!!!
Tive de ser bem forte, porque elas ficaram na mesma cama que eu, e fizeram questão de uma transa com gozo total! 

Então transei com Paulinha às 21 horas; à meia noite foi a vez da Cecília; e, às 3 da manhã Helena me acordou. Era a vez dela. Consegui satisfazer a todas, felizmente!

De manhã cedo, todo mundo saiu da cama pelado, elas já foram direto para a piscina e eu fui aprontar o lanche matinal. 


foto: Kaplan
Nossa… que boca!
Foi um lanche muito sexy, com direito a uma banana sendo comida como se fosse um pau humano, uma melancia lambuzada nos seios e lambida por três bocas e uvas colocadas na xotinha para depois serem devoradas.

Helena voltou. Ela tinha ido de carro porque precisava fazer algo que não me recordo o que era. Ficamos eu e as duas.

Como eu sei que elas são muito preguiçosas, falei que ia arrumar a cozinha, lavar e limpar a bagunça que tínhamos feito e depois iria para a piscina com elas.

Quando cheguei lá, uma surpresa… as duas de biquíni.

– Uai… chegou alguém?

– Não, por que?

– Puseram biquíni…

– É porque a gente gosta de ver você nos despindo…

– Muito safadinhas… as duas!

Eu estava nu e pulei na piscina. Elas não se mexeram, ficaram sentadas com as pernas dentro d’água. Voltei aonde elas estavam e então, entre beijos e amassos, tirei os biquínis das duas.

Elas me pediram para sentar, entraram na água e vieram pegar meu pau e chupá-lo. Endurecido, o que eu tinha que fazer? Exatamente… deitei, trouxe Paulinha para deitar-se sobre mim, de costas e fiquei lambendo sua xotinha. Cecília ficou entre minhas pernas e Paulinha colocou meu pau entre os seios da prima e ficou esfregando-o lá.

Depois comi Cecília, de novo me cavalgando e sendo beijada pela prima, depois comi Paulinha ajoelhada na toalha e ela chupando a xotinha da Cecília.

A manhã acabava, comemos alguma coisa e resolvemos voltar. Tinha sido um fim de semana primoroso, pena que Meg não estivera lá o tempo todo!

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2025a

Ela voltou para ver o banho do amigo


Quem diria… só faltava um banho para eles chegarem aonde queriam…
(escrito por Kaplan)
Virginia estava visitando seu amigo Antonino. Ela nutria um grande desejo por ele, mas não sabia como confessar isso. Por mais que o visitasse e ele a ela, nunca que ela conseguia encaminhar o assunto para onde queria. Já estava quase desistindo quando o visitou, conforme falei no início. 
Se ele soubesse como sou a fim dele…

Conversaram bastante e, subitamente, ele disse que estava atrasado, tinha uma reunião.

– Virginia, eu tenho de tomar um banho e me preparar para essa reunião, vamos marcar outro dia pra gente se encontrar e continuar nosso papo. Não me leve a mal.

– Tudo bem, eu já estava de saída mesmo. Pode ir para seu banho, eu fecho a porta e jogo a chave por baixo. Vou levar essas vasilhas para a cozinha.

– Não precisa, deixe que depois eu guardo tudo.

– Que bobagem, é pouca coisa, deixe comigo, vai tomar seu banho.

Ele foi e ela levou os copos e vasilhas para a cozinha, deixou lá e se preparava para sair quando foi assaltada por uma brilhante ideia.”Ele não deve ter fechado a porta do banheiro porque eu ia sair… vou lá conferir!”

Ideia sensacional! A porta estava aberta e ela o ouviu cantando enquanto a água do chuveiro caía sobre ele. Não teve dúvidas: aquele era o momento. 
Que coisa mais linda!!!Ah.. eu quero!!!

Tirou a blusa e, apenas com o sutiã e a saia, foi entrando no banheiro e ficou vendo o belo corpo do Antonino. Ele custou a perceber que ela estava ali, tão distraído estava, lavando o pau. E quando viu… não tampou nada. Apenas sorriu, e perguntou:

– Mas o que você está fazendo aqui? Não falou que ia embora?

– Me deu vontade de te ver tomando banho…

– Só ver?

– Bem, confesso que fiquei com vontade de fazer outras coisas, mas aí dependo de você também querer… 
Gosta, querido? São todos seus!

Tirou o sutiã e mostrou os seios a ele. Tirou a saia e ficou só de calcinha. Ele fechou o chuveiro e foi saindo do boxe, ela entregou a toalha para ele e começou a enxugá-lo. E ele entendeu que a reunião podia esperar. Nunca imaginara que sua grande amiga estivesse interessada em sexo com ele, mas ela estava mostrando que sim.

Beijaram-se e enquanto ela o enxugava, ele começava a apalpar o corpo dela, demorando-se nos seios e na xotinha, por cima da calcinha, mas já sabendo que ela sairia logo do corpo da amiga.

Ela, emocionada por estar vendo o amigo nu pela primeira vez e, mais do que isso, admirando o pau dele, tratou de fazer um boquete, segurar as bolas, apertar a bunda dele, chupar bastante. Os olhos dela sorriam pra ele enquanto ela engolia seu pau.

Ele a levou para o quarto, deitaram-se na cama, ele de costas, ela ajoelhada entre suas pernas e ela continuava chupando o pau dele. Era impossível um boquete só!

Aí, aproveitando a posição dele, ela tirou a calcinha e sentou-se no pau e começou a rebolar, a pular, a gemer… ele segurou na cintura dela e ajudava-a nos movimentos que ela fazia, também pegava nos seios… 

Cansada de pular, ela saiu de cima dele e ficou de quatro. Ele levantou da cama, ficou em pé atrás dela e meteu de novo na xotinha já toda molhada e ficou bombando sem parar. E ela continuava gemendo sem parar, também! 
Ah… ele quer tudo… pode, sim!

Quase morreu quando ele enfiou um dedo no seu cuzinho, sinal de que desejava conhecer seus buracos todos. Mas ele só enfiou lá depois de ter observado que ela gozava. Aí ela virou-se, ficou deitada de costas e ele enfiou no cuzinho dela e bombou até gozar.

Viu que ela tinha lágrimas nos olhos.

– Puxa, doeu muito? Essas lágrimas…

– Não são de choro, são de alegria… se você soubesse quanto tempo sonhei com esse momento!

– Devia ter falado, eu nunca falei pensando que você poderia deixar de ser minha amiga se soubesse que eu te desejava sexualmente.

– Fomos dois bobos, então… mas agora está tudo resolvido e vou querer vir aqui na sua cama muitas vezes!

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NOVO EMPREGO

Tudo começou a dois meses, quando fui contratada para estagiar num escritório contábil onde uma amiga minha já trabalhava. Fui entrevistada pela minha amiga que era chefe do RH o que facilitava tudo. Comecei com os lançamentos contábeis simples, afinal eu tinha acabado de me formar… Fui sendo treinada por uma senhora muito simpática, que foi me orientando com os débitos e créditos.

Logo eu já estava efetuando meu serviço sozinha, chamava minha superior apenas para tirar algumas dúvidas. Depois de uma mês mais ou menos trabalhando com a equipe, tive o prazer de conhecer o Sr.Leandro (O dono do escritório), ele estava de férias com a família e havia retornado para ver como andava os negócios. Um homem bonito com um charme peculiar. Passou na minha mesa, parou e me deu bom dia… Respondi educadamente e voltei aos meus afazeres. Ele entrou na sala dele e gritou a minha supervisora e chamou a minha amiga também.

No almoço, minha amiga disse que ele havia pedido as fichas dos novos funcionários e me perguntou se eu estava indo bem com os lançamentos e se achava que a minha supervisora tinha alguma queixa de mim. Respondi que estava fazendo tudo com calma e que acreditava que ela não tinha nada de reclamar de como eu estava trabalhando. No fim do expediente ele fez questão de parar ao meu lado e me perguntar se eu tinha alguma dúvida sobre o trabalho. Respondi que até o momento não e que eu estava realizando tudo como a Rita havia me ensinado, então ele sorriu e foi embora. Algumas semanas se passaram e ele fazia questão de ao passar em minha mesa arrastar os dedos por ela e sorrir, claro que não sou tão inocente e percebi que ele estava interessado em mim. Passei a ir trabalhar com um decote mais acentuado e a saia um pouco mais curta, batom vermelho e as unhas também.

Tinha um feriado que cairia na sexta e estavam trocando o sistema que trabalhávamos, mas o técnico que implantaria o novo sistema viria pois o feriado era apenas regional. Sr. Leandro mandou me chamar e me perguntou se eu poderia vir ao escritório que ele me daria a segunda para ficar em casa, fazendo assim a troca do dia. Aceitei sem pestanejar, afinal eu queria crescer na empresa. Fui trabalhar naquela sexta com segundas intenções, afinal estaria apenas eu o sr. Leandro e o técnico no escritório.

Cheguei cedo e preparei um café, logo em seguida o técnico chegou e começou a trabalhar. Era um moreno bonito de sorriso fácil, perguntou se me importava que ele tirasse a camisa pois ia passar o cabeamento da rede. Respondi que não que ele poderia ficar a vontade. E fiquei ali na minha mesa olhando para aquele homem fazendo seu trabalho braçal e imaginando ele me pegando com vontade, mas fui interrompida dos meus devaneios quando o Sr. Leandro chegou. Ele não estava de terno, tinha ido de jeans e uma camiseta branca que colava no corpo. Sorriu, me deu bom dia e pediu que eu levasse um café para ele… Fui a sua sala e fiz questão de me abaixar deixando que contemplasse meu decote. – Está gostando da empresa? – Sim, estou aprendendo bastante… – Assim que ele terminar com a rede e implementar o sistema, se você quiser podemos fazer um teste o que acha? – Eu adoraria testar…

Sai da sala e fui para minha mesa olhar o moreno trabalhar. Ele estava abaixado e eu sabia que ele olhava minhas pernas por baixo da mesa, então eu as cruzava distraidamente deixando ele ver minha calcinha de renda verde clara. Ele sorriu e me olhou, e eu prendi o cabelo com a caneta e brincava com minha calculadora HP na mesa… Algumas horas depois ele havia terminado todo o serviço e me chamou até o servidor. Levantei e rebolando fui até ele. – Está tudo terminado, vou colocar a camisa e pode chamar o seu chefe para verificar… – Sim, vou lá agora mesmo. Ele me segurou pelo pulso, e me deu seu cartão e beijou meus dedos… Sorri e coloquei na minha mesa quando passei até a sala do Sr. Leandro. – Chefe, o sistema está implantado. – Certo, vou lá falar com o rapaz. Me faça um favor acabe de instalar as atualizações na minha máquina que já volto.

Fiquei ali na sala dele e meia hora depois ele voltou, parou atrás de mim e disse: – Sabia que fica difícil prestar atenção nas contas tendo essa visão de seu decote? – Desculpe eu não tinha a intenção de distrai-lo… – Não mesmo? – Bem, talvez no fundo eu tenha alguma intenção sim Sr. Leandro… Ele abaixou-se e girou a cadeira para que eu ficasse de frente para ele. – Acha justo apenas você me distrair? – Não senhor, não acho… Abriu minhas pernas, afastou a calcinha de lado e começou me chupar deliciosamente… A língua úmida, brincava com meu clítoris me deixando louca… Eu gemia sem conseguir me segurar, logo estava segurando os cabelos do meu chefe e esfregando sua cara na minha boceta, nossa era uma sensação deliciosa de poder e êxtase.

Ele enfiava dois dedos dentro de mim e eu comecei a pedir o pau dele. – Calma, estou apenas começando… Não vá direto ao balanço antes dos lançamentos minha doce estagiaria, esse bruto aqui ainda precisa ser avaliado. Enfiou o pau dele fundo na minha garganta, e eu passava a língua por todo ele… Chupei suas bolas e olhava para ele que jogava a cabeça para trás louco de tesão. Ele empurrou as coisas da mesa e deitei o corpo para frente ficando com a bunda empinada para ele, abaixou e tirou minha calcinha devagar, levantou minha saia e afastou minhas pernas.

Lambia meu sexo até o buraquinho do meu anus, devagar e gostoso. Penetrou um dedo em mim, fiz gesto que eu ia me levantar mas ele empurrou minhas costas ao encontro da mesa. Começou a penetrar minha xota com seu pau enquanto enfiava agora dois dedos em meu cuzinho apertado. Aquela sensação era um misto de dor e prazer que eu nunca havia sentido antes, e me vi como uma estagiária que descobre como é satisfatório aprender coisas novas…

Comecei a relaxar e quanto mais ele metia mais eu ficava com as pernas moles e gozei berrando e arfando seu nome … – Agora é hora de você ficar com o líquido! Me colocou de joelhos e o chupei sentindo o gosto da minha boceta em seu pau, seu leite era adocicado o que me deu o prazer de engolir até a última gota. Me levou em casa e falou que eu ainda tinha que conhecer algumas contas e que ele iria me apresentar com prazer em uma nova oportunidade.

Dei um beijo no cantinho de sua boca e entrei em casa. Depois de um banho delicioso, fui ligar o computador para contar a minha amiga que me colocou na empresa o que aconteceu no escritório, mas meu computador não ligava de jeito nenhum… Abri a bolsa e vi o cartão do rapaz que foi lá fazer a rede e implementar o sistema. Será que ele pode me ajudar?

Alma das Rosas
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REQUINTE

Pois é, sei que estou sumida Gui, mas vou te contar porque…

Olha só, não vai rir de mim hein ?!Promete?

Então tá….

Bem, eu estou encoleirada amiga… ei não grita no telefone sua louca.

Foi assim:- Eu estou trabalhando para o Dr° Fred, mas como você sabe ele está com uma idade muito avançada e precisava dividir os clientes dele com alguém, afinal audiências são desgastantes e como sou sua auxiliar há alguns anos e conheço os clientes muito bem, ele resolveu me promover de simples secretária para sua assistente, foi então que tive que ir num cliente dele para assessorá-lo…Chegando no escritório deste cliente que não vou te contar quem é claro, pois não tenho permissão para revelar a ninguém quem é meu dono pois ele é muito influente, fui eu recebida por sua secretária.

Nosso primeiro contato foi super profissional, ele é ciente de todos termos jurídicos que envolve os serviços ao qual fui designada a assessorar e tudo correu normal, eu estava tão fixa no meu trabalho que mal notei seu rosto até porque não seria do meu feitio ficar olhando para os poderosos clientes que pagam pelos o serviços do escritório…

Fato é que precisamos marcar outras horas e debater melhor as estratégias que envolviam os assuntos jurídicos, num terceiro encontro que tivemos ele escolheu um horário de almoço e depois de ter colhido suas assinaturas e já estava me despedindo ele me chamou para almoçar, recusei e educadamente já iria me retirar mais ele me interrompeu e me disse que não era bem um convite e que eu não deveria recusar, estranhamente me vi encurralada e dominada pela situação, mas achei que era coisa da minha cabeça e o acompanhei no almoço, conversamos sobre assuntos triviais jurídicos notei seus olhos amendoados e seu sorriso perfeito, um homem de 40 e poucos anos grisalhos e muito bem apessoado com mãos grandes e um anel no dedo mínimo, um lindo rolex e muito cheiroso…

Me vi enebriada naquela situação onde ele dominava o ambiente com maestria e elegância, escolheu os pratos, o vinho e a sobremesa.Coisa da minha cabeça me vi perdida enquanto ele falava e gesticulava dando enfase no seu discurso onde ” Homens de pulso forte são essenciais numa sociedade farrista “Ah Gui, você precisava ouvir, era um veludo sua voz firme, doce e dominante…Me vi tão a vontade naquela situação que acabei comentando que ele era um homem dominador, e ele oras concordou e me perguntou o sentido de dominação, rs…Acabei revelando a ele que eu gostava de homens dominantes pois era uma mulher submissa e tinha tendência a buscar homens assim, o almoço terminou e ele me deixou no escritório…

Três dias sem vê-lo pois o assunto empresarial corria bem recebo uma mensagem no celular: ” NUA, SALTOS VERMELHOS E VENDA E LIGAS DA MESMA COR ” e logo um endereço em São Conrado, com hora e tudo mais…Não sabia de quem era pois o número era restrito, claro que fiquei com medo mas assinava como SEU MESTRE…Como você sabe estou sem dono há uns dois anos e nem estava pensando nisso só em trabalho, mais as letras garrafais me deixaram de pernas bambas e fui rendida aquele ar de mistério…Meu nome já se encontrava na portaria e tudo mais, subi o lugar lindo com velas aromáticas e um caminho de pétalas de rosas que me indicava onde eu deveria me posicionar…Gui, um quarto esplendoroso digno de cinema europeu!

Havia rosas vermelhas para mim em cima da cama, bem me arrumei como ele ordenou…Nua, saltos vermelhos, liga, fiz uma trança nos cabelos onde prendi uma rosa combinando com a minha tatuagem nas costas, quando ouvi o som dos sapatos entrando no apartamento vendei-me e me coloquei na posição mais apropriada a minha condição…O som de uma peça de Mozart sinfonia n° 25, invade o ambiente amiga, faz assim enquanto te conto entra na internet e coloca para tocar assim você vai poder sentir o mesmo que eu ao som desta peça divina…Meu corpo treme numa onda de mistério e prazer os violinos inundam meu corpo, tremo como uma menina que peca sabendo que este ato me levará para caminhos que adorarei percorrer…O cheiro adocicado e almiscarado se mistura com as notas magistrais da peça, fico imergida no prazer de não vê-lo nem senti-lo…O mistério me deixa louca e sem ar, sorri tomada pelo clima…

Foi quando o som dos violinos acalentam e envolvem, sinto a mão máscula tocar meu queixo e levantar meu rosto, vendada não o vejo e não ver quem me toca me enlouquece.Ele me levanta, estou de pé e o sinto dar várias voltas por mim, toca meus braços, minhas costas, me pega pela cintura, adentra meu pescoço e o beija delicado, com força me pega pelos braços e me comprime em seu corpo, bruscamente me vira de frente para ele e agarrando meu pescoço me sufoca com suas mãos grandes, vou perdendo os sentidos e sua língua invade minha boca me trazendo para onde estou…

A música fica harmoniosa e doce e sou conduzida pelo quarto onde caminho guiada pela mão do meu SENHOR como se desfilasse para ele, perdida e enebriada sinto recebo sua boca cheia de vinho onde absorvo todo o sabor, ele me rodopia para outro beijo de vinho.Me puxa forte pela trança e sinto sua respiração logo cospe todo vinho em sua boca molhando meu rosto seguindo de um tapa forte e viril em minha face, me joga na cama onde caio de bruços.

Meus pulsos são amarrados em meus tornozelos, exposta e imóvel ele morde minha bunda, a dor lasciva me faz tremer, com uma das rosas do buquê ele arranha meu corpo, grito não suportando e ele me coloca o gagball para que eu não possa mais gritar, os espinhos arranhando minhas costas terminando em minha bunda…Tento me mexer mas é inútil, sou dele totalmente exposta para o seu prazer…Sinto o corpo sendo molhado banhado pelo perfumado vinho, ele tira o gagbol e me faz um carinho com as costas da mão pelo meu rosto, logo invade minha boca me fodendo com seu glorioso pau eréto, me força engolir até eu não poder respirar, meu SENHOR é grande e fode minha boca para o seu e meu prazer…Solta meus pulsos voltando amarra-los para que eu fique virada para cima e espanca minha buceta com o chicote de tiras…Penetra seus dedos em minha fresta molhada, me deixando louca de tesão a ponto de gozar…

Quando estou arfando com o prazer ele para e invade meu cú e me come forte, fodendo e fodendo com estocadas fortes, gemo, gemo louca de tesão…Gozo imergida em prazer total e sublime….Ele tira minha venda e me desamarra me colocando de joelho e esporrando em meu rosto e me beijando em seguida, vem por trás de mim e me coloca uma bela coleira com sua inicial em meu pescoço…

– Alô, Gui cadê você?
– Tô indo para sua casa agora ver a sua coleira !!!- KKKkkkk…

Ok, estou te esperando…

Alma das Rosas

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2024a

Minha mãe seduziu meu colega na piscina


Mãe preocupada com filho é normal… mas filho preocupado com mãe??? Que coisa!
 (escrito por Kaplan)

Encontro com meu amigo Levi, bem mais jovem, tinha seus vinte e poucos anos, nos conhecemos no clube e logo ficamos amigos. Meu encontro com ele foi na rua, ele andava distraído quando o vi e me aproximei.

– Olá, rapaz… o que faz por aqui?

– Opa, Kaplan! Bom te ver! Na verdade, não faço nada, saí de casa e fiquei andando à toa e acabei baixando aqui, acho que estou meio longe de casa…

– Está sim, você caminhou pelo menos uns vinte quarteirões!

– Nossa… isso tudo?

– Mais do que isso tudo, eu garanto que você não estava caminhando à toa. Alguma coisa está te incomodando, tenho certeza.

– Pô, cara, você devia ter sido psicólogo. De cara você me analisa e descobre meus problemas!

– Não descobri problema algum, só deu para perceber que você está com um problema. Quer falar?

– Quero, quero sim. É minha mãe, que está me deixando transtornado!

– É? Ela está doente? 
Olha como ela sai na rua… vê se pode!

– Não, não, pelo contrário, saúde é o que não falta a ela. Ninguém diz que ela tem mais de 50 anos, parece que tem 30.

– Mas se não é doença, é o quê?

– Ela dá de cima de todos os meus amigos…

– Ah! Então ela está muito bem de saúde mesmo!

– Não brinca… o trem é sério. Já não sei mais o que fazer.

– E quem disse que você tem de fazer alguma coisa? Deixa a Raíssa se divertir, cara! Já imaginou se ela começar a criar caso com cada mulher que você sai?

– Mas é diferente… ela é minha mãe!

– Com certeza é. Aliás, fala-se muito que a maternidade é um fato indiscutível, a paternidade é que são elas…

– Você não está me levando a sério…

– Estou fazendo graça porque você está transtornado à toa. Ela é mulher, viúva, não tem compromisso com ninguém, você mesmo diz que parece ter 30 anos e não 50. Dá sossego pra ela, cara!

– Sabe o que ela aprontou semana passada?

– Não, mas acho que vou saber, porque você está doido pra contar.

– Um amigo meu foi lá em casa no sábado. Eu ainda estava dormindo, minha mãe já tinha acordado e estava de biquíni na piscina. Foi atender a porta do jeito que estava, nem para colocar uma canga, ou toalha… não, foi de biquíni. O meu amigo quase entortou o pescoço quando viu. Ela mandou ele esperar e foi me chamar. Eu custei a acordar, tinha dormido muito tarde. Ela desceu e dali a pouco eu ouço ela e o meu amigo conversando. Olhei pela janela e não acreditei no que eu vi. Ele estava passando protetor nas costas dela, ela tinha soltado o sutiã, depois que ele passou nas costas, na bunda… nas pernas; aí, ela virou e os seios dela ficaram ali, na cara do meu amigo. Deu pra ver a tremedeira dele ao passar o protetor nos seios dela. 
Mas esse cara é meu amigo, ou amigo da onça???
 E você não vai acreditar. Ela levantou da espreguiçadeira, curvou o corpo e falou com ele para tirar a calcinha dela e passar protetor na bunda inteira. Olha, Kaplan, nem que esse meu amigo fosse um tapado… ele entendeu muito bem o que ela estava querendo e aí eu vejo ele beijando e lambendo a bunda da minha mãe!

– E você ficou de pau duro vendo…

– Caraca. Você é bruxo, estava lá me vendo? Fiquei sim, e nem sei porquê!  Quando eu olho de novo, lá está ela chupando o pau do meu amigo, que já estava pelado. E depois transaram, ele a comeu direitinho, fez ela gozar. E ainda engoliu a porra dele. Você acha que não tenho motivo para ficar transtornado?

– Acho que você é um idiota. Viu, excitou, deve ter batido uma bela punheta e agora fica recriminando sua mãe… Faça-me o favor, Levi! Deixa sua mãe traçar quem ela quiser!

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2023a

Agarrado por duas lobas famintas, teve de dar conta das duas!

Meu amigo realizou o sonho de muitos marmanjos!!!


(escrito por Kaplan)
Alexis estava hospedado em um flat com a esposa e a cunhada, Vanessa e Ana, respectivamente. Tinham ido a São Paulo para assistir a uma peça de teatro. Optaram por um flat porque o casal ficaria no quarto e a cunhada dormiria na sala, onde havia um sofá bem confortável. 
Virgem santa, que a fome ficou brava…

Duas horas antes do espetáculo, começaram a se aprontar. As duas ficaram no quarto, se maquiando, trocaram de roupa, enquanto ele estava no banho. 
Ficaram prontas, viram que ele demorava, Vanessa falou que precisavam apressá-lo e as duas foram abrir a porta. E viram que ele estava desligando o chuveiro, ainda estava nu.  E era um rapaz bem provido, o que fez a cunhada arregalar os olhos. Uau!!! O que era aquilo? Sua irmã devia passar muito bem! Ficou com uma vontade…!

Vanessa notou e aquilo mexeu com ela. Foi tudo muito rápido, Alexis ficou parado, sem saber o que fazer, as duas olhando pra ele, Ana não desgrudava os olhos do pau, Vanessa se divertia com a situação.

– Vanessa, isso não estava no roteiro original… eu não aguento, minha irmã…

– Nem eu… ao ataque!

Ana entendeu o que ela queria dizer e as duas avançaram em direção ao Alexis, que continuava sem entender nada. Só ficou clara a situação quando foi puxado para o quarto, Ana ficou abraçando-o pelas costas, Vanessa pela frente, e ela beijou o marido e enquanto isso as mãos das duas procuravam o pau dele, o pegaram e mexeram tanto que ele endureceu… sacou que ia rolar um ménage, não pensado, não programado, e que nunca tinha rolado antes. A cunhada nunca manifestara nada, nem ele. 
Que maravilha isso que está acontecendo!

Entregou-se à sanha das duas lobas que o pegavam, o apalpavam e logo foram chupar-lhe o pau. Ele aproveitou para começar a despir as duas, mas elas não deixaram, tiraram só o suficiente para alcançar o objetivo a que as duas se propuseram, sem falar nada uma com a outra: iam devorá-lo!

Viu a cunhada tirar a saia e a calcinha e encostar-se de frente para a parede, empinando o bumbum. Sua esposa continuava chupando seu pau, mas quando viu a posição da irmã, deixou-o e ajudou-o a enfiar o pau na xotinha dela. Ele bombava, ela gemia… e a esposa começou a tirar a saia e a calcinha também. Puxou o marido, fez ele deitar e sentou em cima, pulando freneticamente.

Ana ficou olhando apaixonadamente a bunda da irmã subir e descer engolindo o pau do cunhado. Era muito bonito aquilo e ela desejou fazer a mesma coisa. Vanessa não foi egoísta, saiu e deixou a irmã sentar e pular, até ela gozar. 
Meu cunhado…não vou te dar mais sossego!

As duas, satisfeitas, ficaram sentadas, encostadas nas pernas dele. E aí aconteceu, ele estava tão excitado que, só de pegar no pau, gozou, e seu gozo caiu na blusa da cunhada e da esposa.

Elas olharam o estrago que ele havia feito e desandaram a rir.

A ida ao teatro foi cancelada, não haveria tempo de lavar e enxugar as blusas. 
Trocaram as roupas e foram a um restaurante ali perto, onde comeram massas e beberam bastante vinho. Ao voltar para o flat, sabiam que tinham perdido a peça teatral, mas naquela cama de casal ia acontecer outra peça, bem mais interessante do que a que eles perderam. A cunhada tornou-se parte integrante das aventuras sexuais do casal depois daquela noite.

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2022a

Dois amigos gays que aproveitavam bem todos os minutos de folga


Percebi hoje que falo pouco de gays, apesar de falar muito de lésbicas e de bisexuais…

(escrito por Kaplan)
Tenho amigos gays, não sou preconceituoso. Também tenho amigas lésbicas, bissexuais e até trans. Ser amigo não significa que temos de ter relacionamento sexual. Meg adorava homens e mulheres. Eu já prefiro só as mulheres. Questão de inclinação. Acho eu. Mas não importa.

Um dos meus amigos gays, Luis, volta e meia me conta suas aventuras. É um cara muito engraçado e não tem pudor algum ao relatar as cenas com os namorados ou amigos.

Outro dia ele esteve aqui e, pra variar, cheio de histórias para contar. Está com um novo namorado, Adônis (achei que isso não era nome e sim um adjetivo que ele criou para não me revelar a identidade do namorado. Bobagem dele, mas…)

Me falou que o Adônis tem um pinto maravilhoso. Grande, mas não a ponto de incomodar, encaixava-se muito bem nas áreas que lhe estavam reservadas, entenda-se: a boca e o ânus do Luis. E era tanto passivo quanto ativo.

– Eu sempre fui passivo, Kaplan, você sabe disso porque nunca lhe falei o contrário. Mas, um segredinho: de vez em quando me baixa uma vontade de comer além de ser comido. Nunca pude colocar isso em prática, porque todos os namorados que tive não eram passivos como eu. O que me encantou no Adônis foi justamente isso, ele gosta tanto de enfiar como de receber… 
Hmm… que chupada gostosa…

Eu descobri isso um dia em que ele foi lá em casa e nos amamos maravilhosamente. A gente faz igual você faz com suas mulheres… sempre tem as preliminares, com muita pegação, beijos e, principalmente, boquetes. Já te falei que você devia experimentar fazer um boquete um dia, você vai adorar e vai querer sempre!

Mas deixa eu contar. Assim que ele chegou, me encontrou nu, porque dentro de casa não ponho roupa mesmo… e não estou nem aí se as janelas ficam abertas e alguém me ver. Pois então, eu estava nu e ele, ao me ver, sorriu, e ele tem um sorriso lindo, sorriu pra mim, me abraçou e me beijou.

Falou que tinha uma surpresa pra mim. Adorei, mesmo sem saber o que era. E logo ele me mostrou, tirou a roupa, de costas pra mim e quando virou… eu vi a surpresa! Ele tinha se depilado todo… estava com o corpo lisinho, e o pinto, então, sem nem um fio de cabelo, porque cabelo demais às vezes atrapalha, sabe como é, entra na boca da gente, eu até já engasguei uma vez…

Sabe como eu agradeci, não sabe? Beijei o pinto dele todo, a virilha lisinha e fiz um boquete para fazer o pinto dele virar um galo… duro como pedra! 
Enfia que endurece… e muito!

E aí eu já quis experimentar, tratei de sentar no pinto dele e sentir aquela coisa dura me rasgar tudo, nossa, foi ótimo.

– Ah, Luis, deixa eu te perguntar uma coisa, me falaram e eu não sei se é verdade, você pode me esclarecer. Quando o seu namorado enfia, o seu pau endurece? Isso é normal, entre vocês?

– Normal é, meu querido, tudo é normal. Bem, eu confesso que sempre fico com o meu pinto bem excitado quando recebo o dos meus namorados. Mas não sei se com todos isso acontece, nunca perguntei. Comigo e com o Adônis é batata… sempre acontece, o dele também endurece bastante quando é a minha vez de comer.

– Ok, era só uma curiosidade, continue o seu caso.

– Pra que que eu estava te contando isso? Ah, é, pra te falar do dia em que descobri que ele era ativo e passivo. Então foi isso, ele cumpriu o papel dele de ativo, eu fiquei feliz, ele também. E depois que tomamos um banho que eu quase afoguei quando chupava o pinto dele, imagina, só eu mesmo né? depois do banho a gente foi pra cama, ficamos conversando e ele me perguntou se eu já tinha sido ativo com alguém. Eu fui bem honesto, não gosto de mentiras nessas horas!, falei que já tinha tido vontade, mas nunca acontecera. Daí ele me questionou se eu queria tentar com ele, porque ele gostava de ser passivo também. Menino, quase caí do céu! 
Ai…delicia que é comer! Tão bom quanto dar!

Aí ele me fez um boquete e quando viu que eu já estava bem no ponto, virou o bumbum pra mim e falou para eu aproveitar. Nossa… eu tremia de emoção, até achei que não ia conseguir, mas consegui e ainda pude pegar no pinto dele e ver que ele ficava duro sim… foi um gozo divino o que eu tive. De lá pra cá, a gente sempre reveza, e é muito bom, sempre.

Ontem, adivinha onde ele me levou? Não vai adivinhar… me levou num motel. Eu quase bati nele, pra que gastar dinheiro com motel, se eu tenho o meu apê… mas ele disse que eu merecia esse presente.

Foi bom demais, Kaplan. Estou ficando repetitivo, não estou? Eu sempre falo que foi bom demais… mas é porque foi mesmo. Transar num motel tem um quê de diferente… eu me vi naqueles espelhos, vi o pinto dele entrando em mim, vi o meu entrando no dele… é maravilhoso… eu devia fazer um filme para mostrar pro mundo inteiro!

Então é isso, meu querido, estou de namorado novo e este é o máximo… espero que nunca acabe!

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2021a

Quando a tarde caiu, os pais saíram e eles ficaram sozinhos

Já alertei várias vezes: pais não devem deixar os namorados sozinhos…


(escrito por Kaplan) 
Arlindo estava passando o fim de semana na casa dos pais de sua namorada, Jane. 
O lugar é um convite, não? (foto: Kaplan)

Local lindo, com jardim, pomar, muito verde… e ele logo imaginou sendo usado para o amor. No entanto, com os pais dela ali… era impossível.

Passaram o sábado muito agradável.  A casa tinha piscina, Jane usou um biquíni bem comportado, mas chamava a atenção do namorado que só ficava com mais tesão e pensando de que maneira os dois poderiam transar ali. Não admitia a ideia de voltar sem ter transado.

A mãe de Jane fez um belo almoço e como ninguém ia dirigir, todo beberam bastante.

Depois do almoço, Jane e Arlindo ficaram andando pela propriedade, ela ia mostrando tudo que tinham feito lá, até as árvores frutíferas que ela plantou!

– Olha aquela mangueira e aquele abacateiro. Estão pequenos ainda, mas fui eu que plantei e não vai demorar muito tempo para começarem a dar frutos. Gosta de abacate? E de manga?

– Gosto de todas as frutas, querida. Mas a melhor é a fruta Jane…

– Safado… acha que sou uma fruta, é? E o que você pretende fazer com essa fruta?

– Chupar muito, comer… só penso coisas boas!

– Estou vendo e para de me excitar porque aqui não tem jeito. Estamos um pouco longe da casa, mas já vi que meu pai está na janela, olhando a gente. Então, trate de se comportar, viu?

– Despista e dá uma olhada aqui na minha calça.

Ela olhou e viu que o pau dele estava duro, fazendo um belo volume. Ficou com uma vontade enorme de pegar, mas teve de se controlar. Impossível! 
Me acha uma fruta? E este pepino, então???

Andaram em direção às bananeiras. Ela sabia que ali seria mais difícil para o pai enxergá-los e aproveitou para pegar no pau dele, abaixando um pouco a calça. E ele suspendeu o sutiã do biquíni que ela usava e beijou e mamou nos seios dela. Loucura… ela logo se recompôs e saíram dali para um local onde o pai poderia vigiá-los.

O tesão só aumentava. E nada de surgir uma brecha, por menor que fosse, para os dois poderem fazer alguma coisa.

Voltaram para a piscina e nadaram mais, tomaram sol. Lá pelas 5 horas, os pais dela entraram na casa e quando voltaram, estavam vestidos formalmente.

– Filha, vamos à missa na capela do povoado. Não demoramos. Não fique muito tempo na água, porque o sol já está desaparecendo e vai esfriar.

– Está bem, já cansei mesmo de nadar.

Depois que os dois saíram, ele perguntou a distância da tal capela.

– Não é longe, eles vão de carro, devem levar uns 15 minutos pra chegar lá.

– Me diga que não estou sonhando.

Ela riu.

– Por quê?

– 15 minutos pra ir, 15 pra voltar… a missa dura quantos minutos? 30, 40?

– Por aí…

– Temos, então uma hora sozinhos?

– Hum hum… gostou?

– Vem cá, gostosura… vamos aproveitar cada segundo!

Correram para um canto do jardim, bem protegido e lá tiraram as roupas e se entregaram ao prazer, tão esperado, tão sentido e que agora podiam usufruir. 
Pepino ou cenoura? Na dúvida…tenho de experimentar!

Sentada num banco, ela pegou o pau dele e levou-o à boca, chupando bastante. Coisa que tinha aprendido com ele, seus namorados anteriores só queriam saber de meter, gozar rápido e ir embora. Ela gostava de preliminares, as que ela fazia e as que ela recebia. E depois da chupada no pau dele, recebeu a dele em sua xotinha, dando pulos de satisfação.

– Não podemos demorar muito, querido, me come…

Ele agachou no chão, ela sentou-se nas coxas dele e foi empurrando o corpo até que a xotinha engolisse o pau dele. E cavalgou bastante, para, depois ficar ajoelhada, com o bumbum empinado e receber novamente o pau dele.

Conseguiram gozar. Olharam no relógio, a missa devia estar acabando, tinham mais 15 minutos.

– Não vamos abusar da sorte. Vou entrar e tomar um banho, você fica aqui esperando.

– Não dá para tomar banho juntos?

– Não, não vamos arriscar isso. Um dia ainda faremos todas as loucuras da vida, mas hoje já fizemos o suficiente…

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