1980a

A cunhadinha era dadivosa, e a esposa não se importava

Contagem de hoje: 1.062.859 acessos em 2.021 contos publicados. No conto de hoje, vemos algo raro: uma lua de mel com a esposa e a cunhada… coisa de doido!

A cunhadinha era dadivosa, e a esposa não se importava
(escrito por Kaplan)
Álvaro e Valeska se casaram e partiram para a lua de mel. No dia seguinte, a irmã de Valeska, Ângela, viajou também. Disse que ia para o sul, mas, na verdade, foi para o nordeste, exatamente para o local onde sua irmã e seu cunhado iriam passar a lua de mel. Ninguém sabia, mas Álvaro havia reservado dois quartos no hotel em que ficaram e um era para a cunhadinha adorada.
Sim… é isso mesmo. Os três já possuíam um longo histórico de ménages, desde a época em que os dois ainda namoravam. Pois durante todo o tempo do namoro (2 anos) e do noivado (1 ano), eles perderam a conta de quantas vezes tinham ido a moteis juntos e transado loucamente.
Ângela adorava sexo. E Álvaro era um dos poucos homens que conseguiram satisfazê-la. Por isso não pensava em parar de transar com ele. E a irmã, Valeska, não se importava. Estava sempre disposta aos ménages e quando não estava, apenas assistia o marido e a irmã transarem, ou nem assistia, deixava os dois totalmente à vontade.
Então, ela passar a lua de mel com os dois… era algo já pensado há muito tempo e todas as providências tinham sido tomadas para ninguém desconfiar. 

Pode vir… ninguém à vista!

O casal chegou num dia, ela chegou no outro, foi para o quarto que lhe indicaram e logo ficou sabendo onde a irmã e o cunhado estavam. Pelo telefone interno, avisou que estava indo para o quarto dele e a irmã, já nua, abriu a porta e ficou esperando-a. Eles a receberam carinhosamente.
– E então, já transaram muito sem mim?
– Mana, nem te conto… o Álvaro está impossível! Nem saímos do quarto ainda, a não ser para o café hoje cedo e voltamos rápido… já foram quatro!
– Chiii…. então ele não vai dar conta de nós duas!
– Pergunte a ele, eu tenho até medo de saber…
Álvaro nem esperou a pergunta, já sabia o que a cunhada queria e falou que dava conta sim.
Então as duas o sentaram no meio delas e começaram a passar a mão nele, a dar-lhe beijos, a apertar-lhe o pau por cima da calça. E não é que logo sentiram ele endurecendo?
– Não te falei que ele está impossível? 

Vocês duas me matam de tesão…

Abriram a calça dele e viram… o bicho já estava pronto! Tiraram a calça e a cueca e foram brincar com o peruzão, como Ângela o chamava. 
E as duas chuparam e chuparam… e Álvaro só olhava as duas se divertindo. Era um cara de muita sorte! Uma esposa maravilhosa que aceitava tudo, e uma cunhada que gostava de dar pra ele sem parar! Se bigamia fosse legal, com certeza ele se casaria com as duas!
Ângela foi a primeira a ser comida por ele. Tinha lógica, já transara quatro vezes com a esposa, era justo que a cunhada fosse a primeira. Valeska ficou assistindo, sentada no espaldar do sofá, ela vida o marido comendo a irmã, de frente. Ouvindo os gemidos de Ângela, ela acabou ficando com tesão também e começou a se masturbar enquanto olhava os dois.
Vendo isso, Ângela chamou-a e ela, então se deitou na frente da irmã que começou a lamber sua xotinha. Era isso que deixada o Álvaro enlouquecido, vendo as irmãs “brincando”. Metia com vontade, vendo as duas “ocupadas”. 

Nossa.. vou me acabar nesta lua de mel!

Conseguiu fazer Ângela gozar e então as duas trocaram. Valeska sentou no pau do marido e ficou cavalgando-o e Ângela levou sua xotinha à boca da irmã, para ser lambida, como ela fizera anteriormente.
Não demorou para Valeska também gozar. As duas olharam para Álvaro, ainda com o pau bem duro e resolveram ajudá-lo, chupando-o novamente e esperando que ele derramasse o sêmen nos seios dela. Elas lamberam tudo.
– Uau! Foi muito bom. Estou vendo que você, cunhado, realmente, tá no ponto para satisfazer nós duas. O que foi, tomou Viagra?
– Que é isso… acha que preciso dessas coisas? Vocês duas são o meu Viagra…
Todos riram, resolveram tomar banho e sair para conhecer a cidade. Afinal, seria interessante ter fotos dos recém-casados nos pontos turísticos tradicionais para mostrarem aos familiares quando voltassem. 
Infelizmente, Ângela apenas foi a fotógrafa. Não podia aparecer em foto alguma. Se bem que isso não a incomodava de forma alguma!
                                                   

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1979a

Mostrar a calcinha na fazenda pode ser perigoso…

Não tem jeito… pintou o clima é melhor resolver logo! E repetir, se gostar!

Mostrar a calcinha na fazenda pode ser perigoso…
(escrito por Kaplan) 

Meg tinha ido fotografar uma fazenda de um amigo nosso. 
Foto: Meg
Explico melhor: ele tinha construído uma casa nova e iria destiná-la para locação. Era comum as pessoas que tinham sítios e fazendas alugarem para festas de formatura, para casamentos, para aniversários. E ele comprara aquela fazenda, não muito grande, sem criação alguma, nem plantação, apenas com esse objetivo. Então fizera uma casa maravilhosa, piscina, quadra para futebol de salão, de tênis… tudo que achava necessário pra agradar a quem alugasse.

Pediu que Meg fotografasse tudo para ele poder mostrar aos interessados. E ela foi. Só que o nosso amigo disse a ela que não poderia ir junto, quem iria recebê-la seria o Elísio, o caseiro que tomava conta da fazenda. Ela ficou intrigada: será que o tal Elísio saberia o que era preciso fotografar?

– Não se preocupe, Meg, confio no seu taco, tenho certeza de que você saberá fazer as fotos que preciso. Fotografe tudo, externas e internas da casa, os jardins, a piscina, as quadras, a sauna. Já falei com o Elísio para te mostrar tudo e sei que você terá o bom senso de saber o que fotografar.

Então ela foi. De fato, o Elísio já estava na porteira, aguardando a chegada dela. Tinha sido avisado pelo patrão do horário que ela saíra, e como a fazenda não era longe, ele foi para a porteira a fim de receber a tal fotógrafa.

Meg estava com um mini vestido xadrez, que preferiu por estar muito quente naquele dia. Se apresentou ao Elísio, que abriu a porteira para ela entrar com o carro. Ajudou-a a tirar os equipamentos e mostrou-lhe tudo que havia por lá. Ela preparou os equipamentos e começou, ele ajudando em tudo. Conversavam e ela foi achando o rapaz bem interessante. Era uma pessoa que tinha um certo estudo, falava direitinho, o que agradou bastante. 
Foto: Meg
Foto: Meg


Depois de fotografar todos os ambientes internos da casa, ela iria começar a fotografar as áreas externas. Pediu um copo d’água que ele, solícito, providenciou. E sugeriu que ela desse uma parada para tomar um refresco, comer alguma coisa, o patrão tinha dito a ele para preparar alguma coisa, pois sabia que o trabalho seria demorado.

Ela gostou da ideia e sentou-se próximo a uma mesa, no jardim, esperando que ele trouxesse o que havia preparado. Ele a serviu, ficou em pé. 

– Elísio, senta aí, vem comer e beber alguma coisa também.

– Obrigado, moça, eu realmente estou com um pouco de fome.

Conversa vai, conversa vem e Meg ficando cada vez mais interessada nele. Ela me disse que o que aconteceu em seguida não tinha sido programado, aconteceu por acaso. Num dado momento, a tampinha da garrafa de suco caiu ao chão e Elísio se abaixou para pegá-la. E quando ele olhou, viu que Meg estava, distraidamente, com as pernas abertas e ele teve o maior lance de calcinha que já havia presenciado. 
Santo Deus… olha só a calcinha dela!!!

Como ele demorou a pegar a tampinha, Meg desconfiou de alguma coisa e aí percebeu o que estava acontecendo. Em vez de fechar as pernas, ela as deixou abertas, porque aquilo deu um tesão enorme nela. E resolveu jogar firme.

– Acho que você viu alguma coisa a mais que a tampinha, não foi?

– É, moça… vi sim…

– Gostou do que viu?

– Moça, eu não devo falar essas coisas… o patrão não iria gostar nada disso…

– Pode falar, sem problema. Se você prometer que não vai contar pra ele, eu também prometo. Ele nunca saberá!

– Então, tá… sim, gostei muito, a moça tem pernas muito bonitas.

Meg abriu mais ainda as pernas, de modo que a da esquerda praticamente encostou nas pernas dele. Ele teve uma reação imediata de querer pegar, mas parou e ela o incentivou.

– Pode pegar…

Ele pegou, alisou a perna dela.

– Que perna mais lisinha a moça tem…

Vendo que ele já estava no papo, ela levantou-se da cadeira e sentou-se no colo dele. Colocou a mão dele em cima da calcinha. 

– Gosta de ver seios também, Elísio? 
Nossa… que maravilha!!!

– Sim, moça, gosto muito!

Ela abaixou o vestido e exibiu seus belos seios a ele que aí não teve mais dúvidas sobre tudo que poderia acontecer. Beijou os biquinhos, deu algumas lambidas neles, e a mão começou a se agitar na calcinha dela. Ela deu uma lambida na orelha dele e pediu para que ele retirasse a calcinha. E então ele pôde continuar beijando-lhe os seios enquanto seus dedos enfiavam-se na xotinha dela. Ela sentiu o excitamento dele e tratou de abaixar-lhe a calça e fazer-lhe um boquete.

Tirou a camisa dele, a calça toda, ajoelhou-se na frente dele, que continuava sentado e continuou a chupar-lhe o pau, mostrando tudo o que sabia. Deixou o Elísio maluco!

Então sentou-se no pau dele e o cavalgou, como sempre gostava de fazer, e depois fizeram a loucura de rolar pelo chão, quando ele a comeu de ladinho e a fez gozar.

Agradecida pela bela foda, ela tornou a chupar o pau dele até receber em sua boca o leitinho rural.

Somente depois disso, ela se deu conta de que a luminosidade caíra rapidamente. 

– Elísio, estou com um problema. Não temos luz suficiente para fazer fotos de qualidade. Acho que terei de voltar amanhã… você estará aqui?

– Moça, pode voltar quantas vezes quiser… estarei sempre aqui, pronto a satisfazê-la!

De fato, ela fez isso. Voltou no dia seguinte, tratou de fazer as fotos primeiro e depois do serviço terminado, ela e o Elísio foram fazer “outros serviços”.

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1978a

Paulinha e namorado na casa de campo da família dele

Essas sobrinhas safadinhas e seus namorados alucinados…

Paulinha e namorado na casa de campo da família dele
(escrito por Kaplan)  
Estava eu, calmamente, em casa, lendo, quando ouvi barulho da porta da sala sendo aberta. Só podia ser uma das sobrinhas, as únicas pessoas que tinham chaves do meu apartamento. Quando olhei, vi Paulinha entrando e puxando a irmã, Helena, e a prima, Cecília. Todas com ar sôfrego. Fiquei imaginando o que seria e logo fiquei sabendo. Paulinha:

– Tio, trouxe todo mundo para ter de contar só uma vez.

– Contar o quê, garota?

– Meu fim de semana com meu novo boyfriend. Uma loucura!

– Você tem namorado novo? Quem é?

– O Fred. Ah, vocês não imaginam!

– Então conta logo, criatura!

“- Ele me chamou para ir na casa dele. Falei que talvez fosse cedo ainda para conhecer os pais. Ele riu e me disse: Quem falou isso? Vamos só nós dois, é na casa de campo que temos aqui perto. Achei maravilhosa a ideia, arrumei rapidinho algumas roupas, biquíni, e lá fomos nós. Chegamos lá, depois de uma pequena parada para um belo sarro no meio do caminho… casa bonita, local lindo. Tem muitas casas lá, é um condomínio, elas são afastadas porque os lotes são enormes. 
E isso é só a entrada, viu?

Entramos e já fomos direto pra cama. Ele arrancou a camisa, eu fui tirando a blusa, a gente se beijou muito e claro, nos chupamos loucamente. E ele me comeu, demoradamente… nossa, gozei feito doida, tinha tempo que eu não gozava daquele jeito!

Como a gente tinha saído tarde daqui, já estava quase anoitecendo. Ele fechou as janelas todas, acendeu as luzes, e pudemos ficar pelados enquanto tomávamos um vinho e comíamos algumas coisas que ele tinha levado. Tava um clima ótimo!

Conversamos muito, vimos um pouco de televisão e depois fomos pra cama. E no caminho pro quarto, eu vi que o pau dele já estava bem duro, chegando lá ele me encostou na parede, de costas pra ele e colocou o pau entre minhas coxas e ficou relando… me encheu de tesão, eu o empurrei para a cama e fiz um boquete nele, enchi o pau dele de beijos, deixei ele doidinho e me implorando para eu deitar que queria me comer. Demorei um pouco a atender, mas depois deitei porque eu estava louca para dar de novo pra ele.
Goza nos meus peitinhos…

E ele me comeu de novo, muito gostoso de novo! Foi meio que de ladinho e eu só me balançava toda com as bombadas dele… nuuuuuu…. que delicia!!! Gozei de novo… e aí ele ficou batendo punheta em cima de mim e me encheu os seios com a porra…

Fui ao banheiro, tomei uma ducha e quando voltei pra cama, ele já estava dormindo. Parecia um anjinho… peguei uma colcha, deitei e nos cobri. É tão bom dormir pelado, né, gente? Eu adoro… e melhor ainda, é acordar pelado!

Quando acordei, ele ainda ressonava. Levantei devagar, vesti um robe, nem sei pra quê, acabei deixando ele todo aberto e fui arrumar os cabelos na frente do espelho que tem no quarto.

Aí ele acordou e me chamou. Pulei na cama e ganhei uma mamada nos peitos, divina! E depois, uma chupada na buceta que vou te contar… pirei! Muito boa. Fui obrigada, né tio, a fazer outro boquete nele e fiz bem mais demorado. E aí eu tomei a iniciativa de sentar no pau dele e cavalgar. E cavalguei até cansar, meu corpo desceu em direção ao dele. Ainda não tinha gozado, ele me pôs de quatro, em cima da cama mesmo e continuou me comendo… nuuu… eu gemi demais, demais mesmo… e gozei! 
De manhã preciso tomar leite, entende?

Vi que ele começou a bater outra punheta, e me antecipei, falando que ia ser do meu jeito: e chupei o pau dele até ele gozar dentro da minha boca. Ele adorou! Falou que a namorada anterior dele tinha o maior nojo, nunca deixou ele gozar daquele jeito.

Aí fomos para a cozinha, tomamos café e como o sol estava brilhando, fomos nadar. Tivemos de nos vestir, porque vizinhos poderiam nos ver. Pus meu biquíni, ele ficou de bermuda, nadamos muito, tomamos sol, de vez em quando ele entrava e pegava uma cerveja geladíssima, a gente tomava, voltava a nadar… ficamos assim até o meio dia, quando entramos e enquanto ele preparava algo pra gente comer (só esquentando, porque tinha coisas congeladas no freezer) eu tomei um banho, coloquei uma camisetinha e uma calcinha. Ele estava de calça, me disse que um vizinho bateu na porta procurando o pai dele. 

Então almoçamos e fomos pra sala, deitamos no tapete e ficamos vendo um filme… e aí começamos de novo… ele me abraçou, beijou, eu vi que ele já estava de pau duro, tirei a calça dele, peguei e chupei… de novo!   
Meu corpo fica revigorado…

Ficamos ajoelhados no tapete, ele tirou minha camisetinha e minha calcinha, ficou mamando nos meus peitos e eu mexendo no pau dele, e ele me fez deitar e me comeu de papai e mamãe, depois de cachorrinho, deixou eu cavalgar, fomos pro cachorrinho de novo, eu gozei e ele gozou nas minhas costas. Fiquei até com medo de congestão, de tanto que eu pulei e fui sacudida com as bombadas dele!

Falei com ele – Cara, você é insaciável… nunca dei tanto em tão pouco tempo!

Ele morreu de rir e prometeu que ainda ia ter mais. E de fato teve, lá pelas cinco horas ele inventou de me fazer uma massagem. Achei que seria brincadeira, mas não, ele sabe fazer sim, me fez uma massagem bem gostosa, bem sensual… e aí transamos de novo!


Quem resiste? Você? Eu não!!!
Acham que foi a última? Não… ele disse que só iríamos embora na manhã de segunda, então, de noite… teve mais uma! Quando eu saí do banheiro, onde tinha ido escovar os dentes e fazer um xixi… chego no quarto e lá está ele, deitado, nu, de pau duro, apontando. Não acreditei, mas ele sorriu e falou: Senta aqui, senta!

Impossível resistir…sentei, pulei e gozei de novo e cai morta na cama…”

– Uau, Paulinha… você se esbaldou…

– Como nunca, tio… e você sabe que eu já aprontei demais, mas… dessa vez superou tudo. E o melhor: já me falou que no próximo fim de semana vai ter uma festa numa casa lá, vizinha , e que nós vamos! E quando perguntei se dessa vez os pais dele iriam, ele riu e disse que não… seríamos nós dois apenas.

– Isso quer dizer que segunda-feira que vem teremos mais casos para ouvir…

– Com certeza, tio. Estão todos convidados…

Elas foram embora, rindo e eu também tive de rir. Como a juventude é uma época dourada!

Fiquei aguardando a segunda-feira e ela compareceu, com a irmã e a prima, para relatar mais um fim de semana regado a sexo…

“ – Como ia ter a tal festa, a gente foi mais cedo. Chegamos lá devia ser umas nove horas e ele já estava com aquela fome que só ficaria saciada se me comesse. E comeu! Na sala, mal a gente chegou. Ele me tirou a roupa, a princípio me deixou só de calcinha e começou a beijar meu corpo inteiro. Beijou minha bunda e ai tirou a calcinha, me pôs de quatro no tapete. Achei que ele já ia me penetrar, mas não, ele deitou-se com a cabeça embaixo do meu corpo, pra ser mais exata, com a cabeça bem debaixo da minha xotinha e ficou me lambendo. Como é criativo, o Fred…
Adoro isso… au au au..

Depois fizemos um 69, superlegal, e aí sentei nele, pulei bastante e terminamos com cachorrinho. Depois que eu gozei, ele gozou dentro de mim.

Antes do almoço ainda teve mais uma, no quarto dele, dessa vez de ladinho e depois cavalgando. 

Lá pelas duas horas, aconteceu a única coisa que ainda faltava… começou normal, no sofá da sala, beijos, chupadas, me comeu de frente e depois perguntou se eu curtia anal. Eu ri e falei que já estava pensando que hora ele ia me pedir isso. Nem preciso falar que ele me disse que a anterior também não curtia… deixei o Fred doidinho quando fiquei de quatro e passei a mão pelo meu cuzinho, e falei com ele: Todo seu!

Foi uma comida rapidinha, porque ele ficou tão entusiasmado que gozou logo.

Aí eu falei com ele: 
– Já que temos a festa, vamos descansar um pouco, depois a gente toma banho e se apronta. Ele aceitou, dormimos até as 19, aí levantamos, tomamos banho e nos vestimos. Eu tinha levado um vestido bem chic, porque vi que a turma que mora lá é bem abonada. O vestido é chic mas bem sensual, tem uma fenda enorme, que quase mostra a calcinha e o decote é tomara que caia. 
Que tal gato, fiquei gata?

Quando apareci para ele, pronta, cabelo arrumado, maquiada… quem disse que fomos à festa? Ele ficou alucinado, enfiou a mão no meu decote, pegou nos meus peitinhos, rolamos pelo chão, trepamos de novo, uma trepada bem demorada… e desistimos de ir porque tínhamos amassado as roupas totalmente.

Então fomos dormir, me fingi de brava e apesar de me deitar nua, não deixei ele me encostar.

De manhã, acordei, olhei pra ele que ainda dormia, peguei no pau dele e fiz um boquete que o acordou. Do boquete passamos a um 69 e depois ele me comeu de papai e mamãe.

Fomos tomar café e ele me disse que teríamos de ir embora, pois à tarde o pai ia precisar dele para alguma coisa. Falei que ia tomar um banho e estaria pronta. De fato, tomei o banho, vesti um conjunto de lingerie preto e quando me preparava para colocar o shortinho e a camiseta, ele entrou no quarto e me viu e falou: 
-Ah, não… não resisto a uma lingerie preta! Eu falei que não estava acreditando, mas nem tive tempo de terminar o protesto, ele já pulava em cima de mim na cama, me enchia de beijos, afastou a calcinha pro lado e me chupou, tirou meu sutiã, cheirou e veio mamar nos meus peitinhos, e aí eu já estava pronta… transamos de novo. Cavalgando e cachorrinho, as posições preferidas. E mais um belo gozo.

Aí voltamos e eu falei com ele que teríamos de dar um tempo maior, senão eu morria de vez!”

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1977a

Dar no carro é desconfortável, mas muito gostoso!

Mulheres e carros… atração fatal!

Dar no carro é desconfortável, mas muito gostoso!
(escrito por Kaplan)  
Quando Tatiana ficou sabendo que seu boyfriend Vilmar havia, finalmente, comprado um carro, ficou eufórica. Sempre fantasiara sair de carro com alguém, entrar em estradas de terra ou desertas e transar. Transar dentro do carro ou em cima dele, não importa. Na sua fantasia, sempre havia um carro, mato, natureza de um modo geral e uma boa pica para faze-la gozar muito. Nada melhor do que seu namorado, paixão de sua vida, para realizar essa fantasia.
Local deserto, para fazer tudo que é proibido… (foto: Kaplan)

Na primeira oportunidade que tiveram, lá foram eles. Não conheciam nenhum lugar específico, então o lance era pegar uma rodovia e, quando vissem alguma bifurcação para uma estrada de terra, entrar nela e ver se havia algum local apropriado. Isso significava também, um local bem deserto, pois não era conveniente que alguém os visse. 

Fizeram isso e deram sorte de, na primeira tentativa, entrar numa estradinha sem qualquer movimento. Inclusive, ao contrário das estradas de terra, cheias de curvas, a que eles entraram tinha retas enorme, quilométricas e o mato era bem fechado. Ela delirava! 
Que seios maravilhosos… vou mamar bastante neles!

Tudo como sempre sonhara.Pararam num local bem no meio de um retão,o que lhes permitiria ver se alguém se aproximava. Ela já tinha tirado a blusa e os seios deixavam Vilmar alucinado.

Assim que parou o carro, ele saiu e foi até a porta do passageiro, abriu-a e já foi segurando nos seios de Tatiana, beijando-os, chupando-os. Ela já estava totalmente no clima!

Tirou o short e a calcinha dela e chupou a xotinha. Tatiana não cabia em si de contente, tudo acontecia conforme ela sempre sonhara.

Então, depois de devidamente chupada, foi a vez de ela abaixar a calça do namorado e fazer um boquete que ele, talvez pela adrenalina do momento, jurava que era o melhor que ela já havia feito.

Como nunca haviam transado dentro de um carro, começaram a fazer algumas tentativas de encontrar a melhor posição para isso. Primeiro, ela ficou sentada no banco dianteiro, com as pernas bem abertas e ele foi penetrando-a, pela frente. Não gostou, fazia tantos movimentos que acabava acertando a cabeça no veículo.

Então ele é que sentou e ela sentou-se no pau dele, de costas para ele. Foi mais interessante e ela já começou a gemer. 
Desconforto? Sempre se dá um jeito…

Finalmente, optaram por uma terceira posição. Ela ficou em pé, apoiou as mãos no assento do carro e ele, em pé, por trás dela, meteu com bastante disposição. Foi a melhor posição que encontraram, mas não deixaram de tentar outras, depois que ele conseguiu proporcionar o gozo à namorada. 
Na “pausa que refresca” entre uma transa e outra, ficaram conversando sobre o desconforto de algumas posições dentro do carro. Concluíram que a melhor tinha sido mesmo aquela última, em que apenas metade do corpo dela permaneceu dentro e as áreas mais interessantes ficaram do lado de fora do carro.

O papo foi tão animado e nunca interrompido por quem quer que seja, que logo o pau dele deu sinais de vida e, após um breve boquete, resolveram transar usando o carro, mas de outra forma: ela sentou-se no capô e ele, em pé, meteu pela frente.

Foi muito boa, mas o capô saiu meio amassadinho…

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Tio e sobrinha brincando de cabra cega

Mais brincadeiras de tio e sobrinha… esses dois são fantásticos!

Tio  e sobrinha brincando de cabra cega
(escrito por Kaplan)

Já apresentei a vocês a Lilian, irmã da minha amiga Julia, personagem de muitas histórias contadas por mim ou por ela mesma.

Pois bem, depois que descobriu que Julia transava com o tio, Lilian não perdeu a ocasião para seduzi-lo. O que, aliás, foi facílimo… aquele tio safado estava pronto para tudo, principalmente com as duas irmãs, de quem sempre gostara muito. E agora, passara a gostar mais ainda, pois as duas lhe proporcionavam momentos de indiscutível prazer.

E teve um dia que a Lílian foi visitá-lo, com planos, claro… e ele, sabendo o que ela desejava e que ele também ficara interessado, propôs a ela uma brincadeira, para esquentar o ambiente e criar bastante clima de tesão entre eles.

– Lilian, lembra de quando vocês eram pequenas e brincavam de cabra-cega? Hoje em dia as crianças não brincam mais disso, só querem saber de joguinhos eletrônicos, mas anteriormente havia essas brincadeiras.

– Eu lembro sim, tio, aliás, eu morria de aflição quando a gente brincava lá na fazenda, quando eu era a cabra-cega rodava que nem uma perua e nunca conseguia pegar ninguém! A Julia e os meus primos sempre conseguiam me pegar ou pegar uns aos outros, mas eu nunca, nunca consegui pegar ninguém.

– Vamos brincar aqui em casa?

– Jura? Acha legal?

– Olha, aqui você só não me pegará se for muito ruim mesmo, afinal o espaço é pequeno!

– Está bem, mas você vai ser o primeiro. Arruma um lenço para eu vendar seus olhos! 

Ele pegou um pano preto e amarrou firmemente, vendando seus olhos. Então ela começou a se esconder. Começaram na sala, ela tinha ido para um dos quartos, ele foi tateando até chegar no outro quarto e ela, então, correu para a sala e se escondeu atrás da cortina.

O tio rodou os quartos, o banheiro, a cozinha e não achou. Voltou à sala e teve a certeza de que ela estaria atrás da cortina, único local que ele não pesquisara anteriormente. De fato, lá estava ela. Gritinhos de alegria, risos e então foi a vez de ele vendar Lílian e tentar se esconder dela.

Fez algo parecido com o que ela tinha feito. Ficou na cozinha, vendo ela tatear pela sala e depois se dirigir pelo corredor para os quartos. Então ele, sorrateiramente, voltou para a sala e ficou sentado no sofá, rindo, esperando que ela retornasse. 

Ela chegou, desesperada. Já tinha percorrido todos os ambientes do apartamento e nada do tio. Tateando, voltou ao sofá para sentar e pensar onde ele poderia estar. E ele posicionou-se de tal forma que ela sentou-se no colo dele. Mais gritinhos, mais risos.

– Não acredito, seu safado… você ficou aqui na sala o tempo todo?

– Não, eu fiquei na cozinha, depois que vim pra cá.

– Me enganou direitinho. Então, agora é sua vez de novo.

Vendou o tio e já tinha um esconderijo. Assim que ele começou a procurá-la, ela deitou-se debaixo da mesa e, por mais que o tio procurasse não a encontrou. Então ele se considerou derrotado naquela segunda rodada. Tirou a venda e viu-a surgir debaixo da mesa, rindo muito.

– Me enganou direitinho. Prometo que vou te dar o troco. Vem cá!

Vendou-a de novo e escondeu-se atrás da cortina, de novo, só que fazendo barulho que deu para ela perceber onde ele estava. E ela foi direto pra lá, afastou a cortina e ao levar a mão para tocar nele… tocou no pau dele. Ele tinha tirado a roupa, estava nu, e ela segurou no pau dele. Riu e tirou a venda.

– Você é muito safado mesmo, tio!

– Não gostou?

– Adorei! Bem, eu ganhei o jogo, 2 a 1. Qual será meu prêmio? 

– Este aqui, que já está ficando na dureza que você gosta…

Ela tinha de sorrir. O tio era safado, mas muito espirituoso! Sentou-se no sofá, o tio ficou na frente dela que pegou no pau dele e o chupou. Adorável! Se os namorados que ela já tivera fossem comparar seus paus com o do tio, ficariam envergonhados. Não pelo tamanho, ela já vira maiores, mas como se diz, as mágicas que a varinha conseguia realizar!

Chupou bastante e depois fez o que mais gostava, ficou de quatro no sofá para o tio comer sua xotinha e depois que ela gozou, ele comeu o cuzinho dela.

Eram realmente uma dupla e tanto. Ele ficava sempre feliz, seja com Lilian, seja com Julia. Se perguntassem a ele qual delas ela preferia, a resposta vinha na ponta da língua: as duas!
(peço desculpas por apresentar um conto sem imagens. Algum problema do Blogger impediu que eu as inserisse hoje. Espero que só hoje!)

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Enquanto o filho estava fora, ela deu para o amigo dele.

Maduras gostam de novos, novos gostam de maduras… perfeito!

Enquanto o filho estava fora, ela deu para o amigo dele.
(escrito por Kaplan)
Realmente, existem muitas histórias envolvendo rapazes e mães de amigos deles. A que vou contar hoje envolveu Teresa e o amigo do filho dela, chamado Warley.

Desde o primeiro dia que Warley foi à casa deles, ela ficou fissurada. Era tudo de bom!

Diferente de outras mães cujos filhos não toleravam sequer saber de interesse delas,  o filho dela tinha uma relação bem aberta com a mãe.

Então, depois de algumas idas do Warley lá, ela resolveu que queria e combinou com o filho, ele chamaria o Warley para ir à casa deles e sairia, ficando fora um bom tempo, para que Teresa pudesse seduzir o Warley. 

Assim foi feito. E o pobre Warley, sem saber o que o aguardava, chegou à casa deles, bateu a campainha. Ninguém respondeu. Já pensava em ir embora quando ouviu seu nome e  viu surgir à sua frente a mãe do amigo, usando um short bem pequeno e uma blusinha decotada. Ela abriu a porta, sorrindo para ele e entraram.

– Oi Warley, meu filho falou que você viria, mas ele teve de sair para resolver uns problemas e pediu que você o esperasse. Senta ai, vamos bater um papo enquanto ele não chega.

– Não quero incomodar, se a senhora quiser eu volto outra hora.

– Em primeiro lugar, por favor, não me chame de senhora, meu nome é Teresa.  Em segundo lugar, é claro que não me incomoda, sempre é um prazer conversar com os amigos do meu filho.

Sentaram-se, ficaram batendo papo, ela perguntou sobre a faculdade, os colegas, quis saber se ele tinha namorada. A tudo ele respondeu. O lance de namorada… ele não tinha.

– Mas como, um rapaz tão bonito como você não tem namorada? Você não é gay, não, é?

– Não… não sou.

– Estou achando você muito tenso. Vou dar um jeito nisso.

Levantou-se, ficou atrás dele e começou a fazer massagens nos ombros. Warley gostou, massagem boa, ela tinha mãos fortes. Mas continuava incomodado. Teresa era uma bela mulher, as pernas dela eram belíssimas… mas era a mãe do amigo dele… ele não devia fazer nada. Mas se ela fizesse? Aquela massagem tinha alguma outra finalidade? 

Estava imerso nesses pensamentos quando notou que a mão direita dela saía do ombro e descia, perigosamente, pela  barriga dele, quase chegando lá… agora eram as duas mãos que desciam. E chegaram lá, apalparam o pau dele. Ele tentou evitar, mas não conseguiu, mesmo porque ela inclinou a cabeça e deu-lhe um beijo. Meio assustado, ele correspondeu e viu que ela enfiava a mão dentro de sua calça e pegava no pau, que logo endureceu.

– Vamos tirar essa calça, Warley?

Perguntou e ela mesma respondeu, desabotoando o cinto, abrindo a braguilha e deixando o pau totalmente à vista.

Ela deu a volta ao sofá, ajoelhou-se nele e mandou ver um boquete, que deixou o Warley maluco. Que beleza de chupada! Maravilhosa! Ela entendia mesmo!

Adorou ver os seios dela, pois ela deu uma parada e tirou a blusa. Belos seios, firmes.

– Não tem perigo de alguém chegar?

– Não, meu querido, combinei com meu filho que só poderia voltar quando eu telefonasse autorizando.

– Ele sabe disso?

– Sim, sabe… mas vamos parar de falar e fazer coisas mais interessantes. Dê cá esse seu pau, quero chupar mais um pouco. 

Foi o que ela fez, ainda um boquete bem demorado, antes de tirar o shortinho e a calcinha e exibir sua xotinha peluda para Warley.

Já sem constrangimento algum, ele mamou nos belos seios, ela fez uma espanhola e depois deu para ele. Conseguiu gozar e aprovou o amigo do filho.

– Warley, agora que você já sabe que gosto de você e que meu filho sabe disso, por favor, apareça sempre.

(Infelizmente, por razões que desconheço, o Blogger não conseguiu inserir as imagens que escolhi para este conto. Peço desculpas)

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1974a

O vídeo que ela pôs não era o mais adequado…

Da série: coisas incríveis acontecem quando a gente menos espera! Ainda bem que é bom!!!

O vídeo que ela pôs não era o mais adequado…
 (escrito por Kaplan) 
Dizem que as mulheres, geralmente, não gostam de ver vídeos pornôs. Eu não sei até que ponto isso é verdade, pois muitas amigas minhas gostam. 
Algumas, mais tímidas, até me pediam para ir às locadoras e pegar os pornôs para elas. E, algumas vezes, eu assistia com elas e depois rolavam coisas muito parecidas com as que tínhamos visto… (risos)

Pois bem, uma dessas amigas, Angelina, mais expedita, ela mesma pegava os filmes, chegou em casa doida para ver um que haviam recomendado a ela.

Colocou o vídeo, começou a ver e de repente… travou. Não sabia como fazer, não conseguia sequer retirar o vídeo do lugar. Depois de tentar, inutilmente, recorreu a um técnico que ela já conhecia e ele se dispôs a ir lá. Ela suplicou, dizendo que tinha de devolver o vídeo naquele dia, senão teria multa… inventou mil coisas e o Elmar, este o nome do técnico, falou que logo chegaria lá.

Demorou quase duas horas, na verdade. Ele estava em outro local, consertando um aparelho e enquanto não terminou não pôde sair e dirigir-se à casa da Angelina. 
Oi… que bom que você chegou!

Ela o recebeu, aflita. Vestia um shortinho e uma blusa que deixava a barriguinha à mostra. Levou o Elmar até o local da Tv e vídeo e ele viu o problema. Falou com ela que não era complicado resolver não e, de fato, logo o filme voltou a rodar.

E ele viu que filme que era… olhou para Angelina, que sorriu, meio encabulada.

– Você gosta de ver filmes assim, Elmar?

– Sinceridade? Não. Esses filmes não me atraem, prefiro ver ao vivo e a cores.

– Verdade? Filmes pornôs não te excitam nem um pouco?

– Angelina, não se zangue com o que eu vou falar: ver você com esse shortinho e sua barriguinha de fora me excita muito mais que esse filme. 
Isso te excita, de verdade?

Ouvir aquilo deixou Angelina em transe. Achou lindo o que Elmar dissera. Tirou a blusa, o sutiã, mostrou os seios para ele.

– Assim você fica mais excitado ainda?

– Só não ficaria se estivesse morto…

Falou e pegou nos seios dela. Puxou-a para si e deu-lhe um beijo. Ela gostou da pegada do Elmar. Estava decidida a ir além do sarrinho.

– Eu também me excito muito quando vejo um homem nu… 
Elmar… que maravilha!!! vem cá!!!

Ele entendeu a dica, tirou a roupa toda e mostrou seu belo instrumento para ela. 
Viu que ela arregalava os olhos, admirada, e logo ela pegou no pau dele e colocou-o na boca. Lembrou-se de uma cena que conseguira ver no filme antes do aparelho estragar e lambeu as bolas do pau dele antes de fazer um boquete bem demorado, que deixou Elmar fascinado. Ela chupava muito bem, foi o que ele pensou.

Ela tirou o shortinho e a calcinha, deitou-se no sofá, abrindo as pernas, oferecendo-se toda para aquele pauzão, que, agradecido, foi entrando sem sequer pedir licença. Enfiou-se todo dentro dela e Elmar começou a fazer o vai e vem que levou Angelina a fechar os olhos e gemer, feliz da vida. De fato, ao vivo e a cores era melhor do que na telinha da TV…

Depois de come-la de frente, ele deitou-se por trás dela e continuou metendo, de ladinho, até que ela gozasse. Como estava sem camisinha, ele preferiu não gozar dentro dela, tirou o pau e ficou se masturbando, com ela assistindo, encantada, até que viu aquele líquido branco sair pulando do pau dele e caindo em seu rosto, seios…

Levou-o ao banheiro e tomaram um banho gostoso, com muitos beijos e amassos. E a promessa de ele voltar, mesmo sem ter algo para consertar…

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1973a

O pedreiro viu, entrou, tocou, mas não pôde comer

Ela era terrível… deixava quase tudo, mas o melhor… ela não deixava!

O pedreiro viu, entrou, tocou, mas não pôde comer
(escrito por Kaplan)
Lorena era uma loura muito safadinha. Não perdia ocasião pra provocar os homens, e quase sempre ficava só na provocação, não chegava às vias de fato. 
Mata os véios todos!!!

Exibicionista, deixava muitos caras malucos, com suas roupas provocantes, seus decotes insinuantes, lances de seios e de calcinha, às vezes até lance de bucetinha.

Pois bem, um dia seu marido chamou um pedreiro, o Custódio, para arrumar uma janela dentro da casa. Sim, do quarto dele para o banheiro, havia uma janela e ela estava emperrada. Sabendo disso, assim que o Custódio chegou e o marido explicou e saiu, ela ficou apenas de lingerie, no banheiro. Sabia que o Custódio iria abrir a tal janela, mais cedo ou mais tarde e ela queria se exibir pra ele.

Não deu outra, ao ouvir ele martelando, ela pegou um “brinquedo”, tirou o sutiã e ficou “brincando” com ele na xotinha. O Custódio quase caiu duro ao ver a cena. E ela, safadíssima, virou-se para ele e perguntou se podia continuar ali. Imaginem se o Custódio ia falar que não!

Falou que sim e ainda perguntou pra que servia aquele “brinquedo”.

Ela explicou e, para não ficar dúvida alguma, tirou a calcinha e ele pôde ver ela enfiando o brinquedo na xotinha. 
Uau… ela enfia mesmo!

E ele ficou babando, vendo as caras e bocas da madame. Ela enfiou, se masturbou, gemeu, fechou os olhos, gemeu mais ainda e ele, de pau duro, quase pulava a janela para agarrar a dona, mas se conteve.

Ele nunca tinha visto aquilo. Uma dona gostosa como aquela, enfiando aquela coisa na xotinha.

Criou coragem para perguntar se podia ver mais de perto e ela concordou. Então ele foi até a porta, entrou e ficou segurando a perna da Lorena e vendo os movimentos que ela fazia. Enfiava, tirava, massageava o grelinho, tornava a enfiar…

– Isso é tão bom, Custódio… devia comprar um para sua esposa…

Ele ousou pegar no seio dela, ela não se incomodou. Ele pegou num , depois no outro e finalmente abaixou o corpo e ficou tendo um close da masturbação dela. Ela ainda tirou o brinquedo e deu para ele lamber, o que ele fez.

– Custódio, massageia meu grelinho enquanto eu enfio….

– Posso mesmo, dona?

– Estou pedindo… por favor…

Ele fez o que ela pedia e criou coragem para fazer mais coisas. Enfiou o grosso dedo dentro da xotinha dela e ela pediu que ele pegasse no brinquedo e enfiasse nela.

Ele achou muito interessante aquilo e aproveitou para dar umas boas lambidas na xotinha, enquanto enfiava aquele troço esquisito dentro dela.

Ele já estava achando que iria comer a dona. Depois de lambe-la todinha, o que mais restaria senão enfiar o pau naquela xotinha que já estava toda molhada? 
Que cuzinho… que xoxota…

Pois acreditem, ela conseguiu gozar com o que ele fazia, seu gozo fluiu e ele bebeu tudo. Alucinada com o que acontecia, ela o beijou e ficou em pé com a bunda voltada para ele. A língua dele continuou fazendo “estragos” que a deixaram bem animada. Seu cuzinho também foi lambido e a língua dele entrou lá dentro também.

Ela contorcia-se toda. Estava muito feliz com o que aprontara. Já podia parar, mas quem disse que o Custódio parava? A língua de ouro dele continuava provocando gemidos e suores na Lorena. Com muito custo, ela se desvencilhou dele e sentou-se na bancada. Viu ele tirando a calça e mostrando o pau duro. Fez menção de enfiá-lo, mas ela não deixou.

– Não, Custódio, me comer não.

– Dona, por que não? Depois de tudo que a gente já fez…

– Não, nem pensar… o que fizemos foi o máximo que posso fazer.

– Dona, dona…

– Não, Custódio, me comer não. Faz o seguinte, bate uma punheta com uma mão e com a outra você me masturba.

A dona estava decidida e ele sabia que não devia fazer nada violento. Aceitou o limite, e começou a se punhetar enquanto dois dedos da mão esquerda enfiavam-se novamente dentro dela. E aconteceu uma coisa que ele nunca imaginara ver: gozaram ao mesmo tempo, entre gemidos e urros.

Suados os dois, ela agradeceu e saiu; ao Custódio só restou vestir, pegar a calcinha dela como lembrança e voltar a consertar a janela…

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1972a

Uma manhã de muito sexo

Adorável Meg… esperava eu viajar para aprontar mil e uma coisas interessantes!

Uma manhã de muito sexo
(escrito por Kaplan)
Meg estava conversando com um amigo nosso, Dario. Eu tinha viajado a serviço e só voltaria no dia seguinte. Ele a convidou para tomarem uns drinques no apartamento dele, ela foi, já sabendo que o convite tinha outras intenções. Não seria a primeira vez que ela transaria com ele, já tinha acontecido várias vezes.

Não deu outra. Depois de muitos drinques, papos, insinuações, eles foram para as vias de fato, na cama dele, que ficava no segundo andar. Ele morava em uma cobertura e Meg gostava muito de ir lá para tomar sol peladinha. O safado tinha um telescópio na cobertura de onde ele “fiscalizava” as mulheres da vizinhança, inclusive Meg, pois morávamos próximo. Muitas vezes ele ligava lá pra casa e pedia pra ela fazer um strip. E ela fazia, rindo muito, achava o Dario um cara muito doido, mas era muito legal.

E quando ela ia tomar sol lá, rolava sexo pra valer. E ela gostava muito.

Então, como eu dizia, eles subiram para o quarto e transaram bem legal. Dormiram depois, os muitos drinques fizeram efeito! 
Olha só! Topless na laje! Que ótimo! (foto: acervo particular)

De manhã, ela acordou antes dele. Pôs a calcinha, uma blusa de abotoar, mas não abotoou e foi para a área externa, pegou o telescópio e deu uma olhada. Era divertido mesmo, via mães exasperadas com os filhos de uniforme, via casais tomando café… epa… lá estava um vizinho nosso peladão na cozinha. Ele andava sempre pelado, Meg sabia disso porque já tinha ido algumas vezes ao apartamento dele. 
E ali, naquele outro prédio… olha só, a amiga dela fazendo topless na cobertura dela!!! Ah… ia tirar um sarro com ela depois!

Depois de se divertir por alguns minutos, voltou para o quarto. Dario não estava lá. Saíra sem ser percebido. Procurou-o, desceu as escadas, ele estava na sala, já vestindo uma calça e com o computador ligado. Ficou indignada.

Desligou o computador.

– Escuta aqui, você não me convidou para ficar aqui com você e você no computador… pode parar, temos coisas melhores a fazer!

Tirou a blusa e deitou-se sobre ele, no sofá.

– Foi muito bom ontem à noite, mas ainda estou com vontade… dá conta?

– Lógico… 
Adoro chupar seu pau…

Começaram os beijos, e ele também mamava nos seios dela, pegava na bunda, apertava. Ela sentou, ficou fazendo movimentos como se estivesse com o pau dele dentro dela, rebolando, e sentindo que o pau dele ficava duro. Abriu a calça. Ele estava sem cueca e o pau dele ficou livre, à disposição dela, que chupou-o como sempre fazia. Olhava para ele, sorria, enfiava na boca, tirava, lambia, lambia as bolas, passava a cabeça em volta de sua boca, na face, voltava a lamber, deixando Dario louco para comê-la.

Com o pau dele bem molhado, ela sentou-se – que novidade! Era o que mais gostava de fazer! – e cavalgou-o.

– Faz aqueles movimentos com a xotinha, faz!

Ela sorria. Todo mundo gostava disso. Ela conseguia mover os grandes lábios, apertando o pau que estivesse lá dentro, era algo divino!

– Agora você!

Ele também tinha uma tática, conseguia fazer o pau dele pular dentro da xotinha, o que deixava Meg maluca. Ela me ensinou isso, depois que ele havia feito a primeira vez, e, de fato, é delicioso! 
Você é maravilhosa, como sempre!

Continuou pulando até estar plenamente satisfeita.

– Hummm… Dario, noite muito boa essa, e o amanhecer então… maravilhoso.

Posso tomar um banho? Tenho de ir, Kaplan deve chegar daqui a pouco.

– Vamos ao banho…

Ela riu. Sabia que ia rolar mais uma no chuveiro.

Que bela manhã aquela!

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1971a

Os irmãos cozinharam e CUzinharam

Trocadilho infame este do título, não? Até eu achei!

Os irmãos cozinharam e CUzinharam
(escrito por Kaplan)
Ademar e Jéssica eram irmãos, já adultos, já formados em suas respectivas faculdades de engenharia e comunicação.

Como muitos irmãos, já haviam descoberto o sexo entre si, e isso já tinha mais de cinco anos. Ficavam muito tempo em casa, longe da vigilância dos pais e por isso aconteceu de se verem nus num dia de muito calor. Ele estava só de cueca no quarto, com um ventilador bem em cima dele, quando ela entrou, também só de lingerie. 
Morro de calor, de todos os calores!

– Deixa eu ficar aqui um pouco, aproveitando esse ventilador… meu quarto está um forno!

Ele chegou um pouco para o lado, ela deitou-se ao lado dele e ficaram estudando. Mas aquela situação, meio inusitada, acabou levando-os à distração. Os olhos de Ademar percorreram o corpo da irmã, de alto a baixo e ele admirou. Como nunca havia prestado atenção nela? Que belo corpo tinha a irmã!

Olhava tanto que acabou chamando a atenção dela. Intrigada, ela perguntou o que estava acontecendo e ele acabou confessando.

– Jéssica, nunca tinha reparado em você. Que corpo bonito que você tem! Você está linda, minha irmã!

Ela deu um sorriso. Que elogio mais interessante, vindo do irmão! Retribuiu:

– Você também está um gato, aliás, na faculdade já vi muitas meninas suspirando por você!

Ficaram em silêncio. Logo ele perguntou:

– Você acha que é errado a gente ficar nu?

– Aqui, um na frente do outro?

– É.

– Nunca pensei nisso, Ademar. Bem, acho que não é errado não, afinal, estamos quase nus. Só acho que nossos pais não iriam gostar disso.

– Você contaria para eles?

– Lógico que não! Ficou doido?

– Vamos ficar, então? Eu também não contarei! 
É… somos muito bonitos mesmo…

Rindo,os dois se despiram. Inevitável ficarem olhando um para o outro e vendo o que nunca tinham visto. A respiração dos dois estava bastante tensa e Jéssica reparou que o pau do irmão balançava, começando a endurecer. Ficou olhando e veio uma vontade enorme de pegar.

Com a voz rouca – talvez já pressentindo o que poderia acontecer – ela perguntou se podia pegar e ele concordou.

Ela então pegou nele e viu que ele ficou totalmente rijo.

– Nossa, Ademar… que tesão que isso dá… estou até com comichão na perereca…põe sua mão nela…

Ele levou a mão até lá e sentiu a umidade.

Não dava mais para segurar. Eles se abraçaram e trocaram um beijo delicioso. Os corpos se enroscaram, e foi mão naquilo, aquilo na mão, e ela o chupou, ele também a chupou. Ficaram mais de uma hora brincando. Mas naquela primeira vez não aconteceu mais nada.

Claro que o primeiro passo fora dado e não demorou para que eles passassem da brincadeira à transa. E assim, passaram-se os dias, os meses, os anos e eles sempre transando.

E chegou o dia que eu quero narrar. 
Esta sua bunda.. maravilhosa!

Eles tinham chegado em casa, só estavam os dois, como sempre, aliás. Resolveram fazer alguma coisa diferente para comer. Foram para a cozinha e começaram a ver o que tinha de ingredientes possíveis. 
Resolveram fazer um mexidão, com o que havia na geladeira. Arroz, feijão, ovo, farofa, pedaços de frango. Os dois, bem de pertinho, acabavam se tocando e aí aconteciam os beijos, os abraços, os amassos. Não demorou para ele levantar a camiseta dela e mamar gostoso nos peitinhos da irmã. 
Tirou? Vai ter de comer…
 Tirou a calça dela, a calcinha e viu a xotinha com poucos pelos que ela cultivava a pedido do namorado. Ajoelhou-se frente a ela e sua língua percorreu as mais profundas entranhas da xotinha. Ela gemeu. Como gostava de ver o irmão fazendo aquilo!

– Tira sua calça também, mano…

Ele tirou e ela, na mesma hora, pegou no pau dele e o levou à boca, fazendo um boquete que ele também gostava demais.

Ela se levantou e pediu para ele esperar. Estava vendo que o mexidão já estava bastante quente e antes que queimasse, ela desligou a panela.

Virou-se de frente para ele e falou:

– Vamos em frente, mas como estou no meu período fértil… já sabe como vamos fazer, não sabe?

– Sei sim, e adoro isso. 
Seu cuzinho é mais gostoso que o mexidão…

Ele a inclinou sobre a mesa. Olhou a bela bunda que a irmã tinha, beijou-a e deu uma lambida no cuzinho. Depois enfiou um dedo e, em seguida, seu pau entrou lá dentro e ele ficou bombando sem parar, ouvindo a irmã gemer baixinho.

Antes que ele gozasse, teve uma ideia.

– Vamos comer o mexidão com você sentada em meu pau?

Ela riu.

– Você e suas idéias malucas… mas eu topo! Vamos lá.

Arrumaram os pratos, ele sentou-se e ela voltou a ter o cuzinho penetrado por ele. Sentada no irmão, eles comeram o melhor mexidão da vida deles!

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