1954a

A irmã precisava estudar, mas estava muito tensa…

Irmãos sempre se ajudam nos estudos… como esses dois do conto de hoje! Como se ajudavam!!!

 A irmã precisava estudar, mas estava muito tensa...
(escrito por Kaplan)
Mila estava bastante preocupada. Como sempre dera mais atenção ao lado festivo da universidade, agora estava quase tomando bomba numa matéria. Alta, gostosíssima, deixava os colegas babando por ela quando passava nos corredores ou quando sentada na sala de aula, com shorts ou minissaias reveladoras… era a delícia do curso.

Tudo tem um preço… não é? E ela estava, agora, louca para devorar os livros que precisava ler para fazer uma prova que sabia ser difícil, porque o professor nunca dera moleza para qualquer aluno ou aluna. 
E agora… vejamos por onde começo… nem faço ideia!

Tensa, muito tensa, ela chegou em casa após as aulas, comeu qualquer coisa e foi para o quarto. Tirou a saia e ficou apenas com a camiseta e calcinha. Deitou-se na cama, abriu o livro e começou a ler, mas a tensão era tão grande que ela não conseguia compreender bem o que estava lendo, na metade da página já tinha esquecido o que lera nos primeiros parágrafos.

Insistia, estava quase chorando de desespero quando seu irmão, Isac, entrou no quarto e se assustou vendo-a daquele jeito.

Conversaram, ela explicou o motivo da tensão.

– Isac, tá complicado demais, tá me afetando em tudo! Até meu namorado começou a reclamar de mim, mas não estou conseguindo nem ficar perto dele!

– Há quanto tempo você e ele não transam?

– Sei lá, deve ter mais de mês, eu acho!

– Sabe que a melhor coisa que existe para acabar com essa tensão louca que você está vivendo é justamente uma boa trepada?

– Não brinca, Isac… o assunto é sério!

– Eu sei, e não estou brincando… quer experimentar? Não vai custar nada, serão alguns minutos que você não estará olhando para as letras sem entende-las…

– Jura, mano?

– Estou falando sério! Vem cá, deixa eu te ajudar a acabar com essa tensão! 
Você tem os seios mais lindos que já vi…

E foi puxando a irmã para seu lado, beijando-a e já tirando a camiseta e o sutiã dela. Ele sabia que ela tinha seios muito excitáveis e foi por ali que ele iniciou o processo de “destensioná-la”. A princípio ela nem sentiu nada, mas acabou participando e gostando e aí rolou.

Isac tirou a roupa e ao vê-lo nu, já de pau duro, ela se entusiasmou e fez-lhe um bom boquete. Logo ela sentiu o pau do irmão entrando em sua xotinha. Ele ficara ajoelhado na cama e a colocara sentada em seu pau, corpos grudados, beijos e mãos atrevidas, e bombadas que começaram a fazer com que ela ficasse arrepiada.

Depois de ladinho. De cachorrinho. E o gozo chegou, descarregando suas tensões.

– Agora vou te dar um banho e você voltará a estudar e verá como eu tinha razão. 
Humm… que gostoso, maninho…

Fez isso, banhou a irmã carinhosamente, enxugou-a e levou-a carregada para a cama. Deu-lhe um beijo na bunda e saiu.

Ela se sentia mais leve, mesmo. Será que Isac era um especialista em tirar tensões? 

Voltou a pegar no livro, e notou que, de fato, estava mais tranquilo de entender o que o autor dizia. Ficou até de noite ali, deitada, nua, estudando. De vez em quando Isac vinha ao quarto, trazia um suco, biscoitos, trocavam alguns beijos, depois ele se retirava e ela voltava aos livros.

No dia seguinte, foi fazer a prova, confiante. E conseguiu se sair muito bem. O professor não levava trabalho pra casa. Assim que um aluno entregava a prova, ele a corrigia, na frente do aluno.

E ele teve uma surpresa quando leu a prova dela. Ela não tirou a nota máxima, mas ficou bem perto disso, e era o suficiente para não tomar bomba.

Feliz da vida, correu pra casa. Tinha de agradecer ao irmão e já sabia como iria fazer.

Chegou em casa, o irmão estava calmamente sentado numa poltrona vendo televisão. Ela sentou-se no colo dele, beijou-o, agradeceu muito o que ele tinha feito, contou sobre o sucesso na prova. 
Você merece um prêmio… e vou dar!

– Se você quiser, hoje eu deixo você fazer aquilo que sempre quis e eu nunca deixei…

– SE eu quero? Mas é claro que eu quero!

Ela levantou, rindo e correu para o quarto, ele foi atrás, os dois já arrancando as roupas e quando pularam na cama já estavam nus, se esfregando com volúpia. Ela ficou de pé, com as pernas em volta do corpo dele, sentado. Ele aproveitou para dar uma bela chupada na xotinha que estava bem perto de seu rosto.

Depois foi a vez dela chupá-lo, deixar o pau dele bem melado.

– Primeiro do meu jeito, depois você faz o que sempre quis, tá?

– Tudo que você quiser, mana!

Ela sentou e cavalgou, de costas pra ele que já aproveitou para colocar um dedo no cuzinho dela. Sim, amigos e amigas, era isso que ela sempre negara para ele e que estava disposta a dar, em agradecimento ao sucesso na prova.

Ela gemeu quando o dedo dele entrou lá, acelerou as puladas e gozou, relaxando completamente o corpo.

– Aproveita agora, Isac… 
Uiiiii… vá com calma…

Ficou de quatro, com a bundinha bem empinada e ele foi entrando com seu pau, devagar, mas com firmeza, naquele buraquinho até então virgem. Entrou tudo e ele começou a bombar até despejar dentro dela o seu gozo.

Cairam os dois, deitados, na cama, ficaram se fazendo carinhos, sorrindo, amorosamente.

– Acho que fiz bobagem durante muito tempo, né, Isac? Dar o rabinho não é tão ruim assim não…

– Mas sabe que foi bom você ter negado tanto? Foi ótimo você ceder hoje!

– Vou ceder mais vezes… pode esperar!

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1953a

Na praia deserta, duas lésbicas nuas se amando e eu vendo tudo

E eu que pensava já ter visto de tudo neste mundo…

Na praia deserta, duas lésbicas nuas se amando e eu vendo tudo
(escrito por Kaplan)
Foi um belíssimo espetáculo que pude presenciar numa das muitas vezes em que estive, sozinho, em praias desertas. Eu já tinha ido lá algumas vezes, e nunca vi aparecer qualquer pessoa, seja morador das redondezas ou visitante, como eu. 
foto: Kaplan

Essa praia ficava no sul da Bahia e, nos anos 80 do século passado, a região ainda não chegara naquele ponto que depois tomou conta de praticamente todo o litoral baiano, visitado por milhares de turistas o ano todo, nos famosos pacotes de uma semana.

Naquela época em que fui, não havia tais pacotes e a gente sempre ia por conta própria e ficava quinze dias, um mês… era muito bom!

Pois bem, eu dizia que presenciei um espetáculo belíssimo lá. E mais belo ainda, porque, na década de 80 ainda existia um preconceito fabulosamente grande com relação a homossexuais. Não que tenha acabado nos dias de hoje, infelizmente ainda temos muitas cenas de violência relacionadas a isso. O homossexualismo masculino até que era mais explícito, mas o feminino… causava pavor! E eu nunca entendi a razão disso! 

E foi o que encheu meus olhos naquela praia. Quando eu cheguei lá, no primeiro dia de férias, tive a surpresa de ver duas garotas, que não deveriam ter mais do que 25 anos, fazendo uma caminhada.   
Duas gatas! Que lindas!

Conversavam e eu não conseguia ouvir nada, por causa do barulho das ondas. Elas estavam vindo em minha direção, estavam de biquíni, e eu, não sei por quê, me escondi, não deixei que elas me vissem. Na verdade eu queria saber se tinha mais gente por ali, porque eu não punha calção, nem bermuda… eu sempre ficava nu naquela praia. Mas se houvesse um grupo… eu tinha de tomar minhas precauções e por isso fiquei escondido, esperando que elas passassem, pois queria ver onde elas iriam.

Só que elas não passaram. Elas pararam bem em frente ao meu esconderijo. E para minha surpresa, deram-se as mãos e entraram no mar, refrescando-se um pouco. Saíram e sentaram ali mesmo. E aí vi uma delas encostar a cabeça no ombro da outra, que virou o rosto e elas se beijaram, demorada e suavemente.

Achei maravilhosa a cena, e excitante também. Percebendo, na hora, que as duas eram namoradas, tomei o máximo de cuidado para que elas não me vissem, eu não queria atrapalhar o namoro delas. Mas tive de ficar ali, qualquer movimento meu denunciaria minha presença. Então, acabei por presenciar toda uma transa das duas. 
Meu amor… você me trouxe ao paraiso…

Começou com elas tirando os sutiãs. De topless era maldade! Que seios maravilhosos! E elas ficavam passando as mãos nos seios uma da outra, beijavam, com os lábios elas puxavam os mamilos, ficavam arrepiadas e rindo. E se beijavam na boca, deliciosamente!

Dali a pouco, uma delas fez a namorada ficar de quatro, abaixou um pouco a calcinha dela e lambeu-lhe o cuzinho e a xotinha. Não foi uma simples lambida, foi uma longa, demorada lambida que teve, ainda, um dedo enfiado na xotinha e movimentos de vai e vem que fizeram a garota balançar a cabeça, olhos fechados, curtindo tudo aquilo.

Então as duas tiraram as calcinhas, ficaram nuas, se abraçando, com os corpos já cheios de areia e sempre sorrindo, se beijando…

A que tinha recebido as lambidas tomou a iniciativa de fazer a namorada ficar sentada, com as pernas abertas, ajoelhou-se entre elas e deu um banho de língua na xotinha dela. Que também ficou deslumbrada, também de olhos fechados e murmurando coisas inaudíveis para mim, mas eu até imaginava o que poderia ser. 
Socorro! Estas ondas vão me derrubar!!!

Mais beijos, mais abraços. Entraram no mar, nuas, brincaram a valer nas ondas.

Saíram, pegaram os biquínis, mas não os colocaram, foram caminhando na direção de onde tinham vindo. Pude sair do esconderijo, então, e olhei na direção em que elas iam, para ver se via mais gente. Nada.

Sumiram de minha vista, mas antes colocaram os biquínis. O que me fez supor que ali perto elas deviam ter mais alguém, ou talvez houvesse uma aldeia de pescadores e elas estariam hospedadas por lá, ou acampadas, daí precisavam chegar vestidas.

Pude então, ficar à vontade, como sempre ficara.

Nos dias seguintes, elas não apareceram mais. Que pena!

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1952a

O tempo estava ruim, ameaçava chover, então voltaram para a pousada e lá ela deu

Retornar a locais e pessoas já experimentados sempre dá caldo… e que caldo…

O tempo estava ruim, ameaçava chover, então voltaram para a pousada e lá ela deu

(escrito por Kaplan)

Lembram daquele relato que fiz um pouco antes de chegarmos ao primeiro milhão de acessos, sobre um amigo nosso que abriu uma pousada numa aldeia e que a Meg tinha ido visitar? (Do topless na praia deserta para a transa com o amigo foi rápido).


Então… ela voltou lá alguns meses depois, novamente sozinha e com a certeza de que a pousada estaria vazia. Telefonou antes para confirmar, nosso amigo Danilo disse que era a época das vacas magras. Ela adorou, teria o Danilo só para ela o tempo todo.

Viajou pra lá, foi recebida com milhares de beijos e abraços por ele. Mas levou um susto: havia um casal hospedado lá.


– Ei, você me falou que não teria ninguém…

– E não vai ter, eles estão indo embora amanhã cedinho. E ninguém reservou para os próximos dias. 


Ela dorme nua… muito lindo…(foto: Kaplan)
Tranquilizada, ela se acomodou, já era tarde, a viagem fora cansativa. Logo adormeceu, nua. De manhã cedo, pensou que se o Danilo tivesse ido ao quarto dela ela nem o teria visto, tão pesado foi o sono dela. Perguntou e ele disse que foi sim, mas vendo o ressonar dela, preferiu não acordá-la.

Tomaram o café. Ela saiu da pousada e olhou o tempo. Nada bom. Muitas nuvens, o sol não estava dando o ar da graça. De qualquer forma, colocou o biquíni, um short e uma blusa e falou que ia dar uma volta. Ele foi junto, também vestido. Fazia um pouco de frio, ela o abraçou enquanto caminhavam. 

Só você mesmo pra me trazer aqui sem sol…
Sentiram alguns pingos de chuva.


– Só faltava essa… vai chover?

– Parece, é melhor voltarmos à pousada.


Foram, já acelerando o passo, porque parecia que cairia uma chuva forte. Acabou que não caiu, mas o tempo continuou ruim.


Ele então, vendo o quão ela estava desapontada, levou-a para seu quarto, colocou-a na cama e começou a beijá-la e foi tirando-lhe a blusa e o short. Ela ficou de biquíni, mas logo ele desapareceu, assim como a calça e a blusa do Danilo. E começaram o rala e rola pelas vias normais: primeiro ela chupou o pau dele. E não teve pressa. Pra quê? Tinham o dia inteiro para eles! Foi um longo boquete, retribuído depois por uma deliciosa chupada que ele deu na xotinha dela.


E ela foi comida com a devida competência, por ele, também sem pressa e experimentando todas as posições possíveis.  Primeiro, o tradicional papai e mamãe, depois ele a colocou ajoelhada e meteu por trás, aí foi abaixando seu corpo, sem tirar o pau de dentro e ela, então, o cavalgou. Foi quando ela experimentou seu primeiro gozo daquelas férias. 


Esse cuzinho… não tem igual!

Mas ele continuava impávido e comeu-a na posição de frango assado, e, finalmente, aproveitou do relaxamento total dela para traçar o cuzinho.


Sem nada para fazer, ficaram na cama, vendo televisão até na hora do almoço, que ela ajudou Danilo a fazer. Claro, peladíssima na cozinha, o que o animou a colocá-la sentada na mesa e come-la de frente.


Lá pelas 15 horas, uma nesga de sol surgiu e ela saiu correndo para a areia, pelada, para alegria de alguns pescadores que estavam por ali. Voltou para a pousada, rindo da situação, Danilo também ria muito, pois vira o susto dela ao ver os pescadores.

E isso foi o pretexto para mais uma trepadinha básica, na cama dele.


Desnecessário dizer que ela ficou aboletada no quarto dele, dormiu todas as noites com ele, trepou até cansar todos os dias. Para sorte dela, o tempo melhorou nos dias seguintes, ela pôde tomar sol, ficar queimadinha, e como havia gente da aldeia olhando o tempo todo, usou o biquíni e chegou de volta com aquelas marquinhas sensacionais. 

Essas marquinhas… sensacionais!!!
Que me animaram muito a trepar bastante com ela, ouvindo o que ela me contava das aventuras com o Danilo na pousada.


E inevitavelmente, nos veio a ideia de irmos lá, os dois.

Só de pensar nos ménages que seriam protagonizados, ficamos excitados, e conseguimos, um dia, fazer o que tínhamos sonhado. 

E foi muito bom também. 

Mas fica para outra ocasião eu contar como nos divertimos!

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1951a

O pintor e a modelo nua

Um antigo professor e uma ex-aluna se encontram… e tem início um outro curso…

O pintor e a modelo nua

(escrito por Kaplan)

Sim, amigos e amigas, Meg foi chamada por um outro pintor para posar. Não recusou, pois ele tinha sido seu professor na faculdade e um dos grandes incentivadores dela naquela época. Encontrando-se com ela, casualmente, na rua, elogiou, falou que ela continuava linda como sempre. Ela achou curioso, ele nunca fizera elogios dessa natureza! Sempre elogiara os trabalhos dela, as pinturas, mas nunca dissera nada a respeito dela. Sentiu-se lisonjeada.


Quis saber dele se ele continuava dando aulas. Foram conversando até chegarem próximo à casa dele. Convidou-a a entrar e, sentados no sofá, continuaram a conversa. 

Papinho pra lá, papinho pra cá…
– Sim, continuo, acho que nunca vou parar. É muito bom! Pena que nem todos os alunos são como os da sua turma, e, especialmente, como você!
– Professor, estou ficando encabulada…

– Não fique, estou sendo sincero, tenho muitas saudades de sua turma. Onde andam seus amigos chegados? Lembro do famoso “grupo dos seis”. Eram você, a Lúcia e aquela loura, como se chamava ela?

– Rejane.

– Isso, e os três colegas, lembro do Gabriel…

– Virgilio e Julio eram os outros dois.

– Isso. Turma excelente a sua! Deixou saudades! E você Meg, tem feito muita arte?

– Professor, eu acabei me dedicando mais à fotografia, junto com meu marido.

– É uma arte também!

– Sim, temos feitos belos trabalhos.

– E… me diga, seu marido se importaria de você posar para mim?

– Eu? Posar para o senhor? Nossa… quanta honra! Ele não se incomodaria nem um pouco, ficaria tão feliz quanto eu estou agora.

– Que bom! Então me dê seu telefone, eu estou terminando uma tela esta semana e te ligo para combinarmos para a semana que vem. Pode ser?

– Claro! 

Vai descer redondo… igual ao redondo que estou beijando…
Meg passou o telefone dela e foi para casa, feliz da vida. Sentados no sofá, tomando uma Skol geladinha, ela me contou o encontro e disse que estava entusiasmada, nunca pensara em posar, ainda mais para a fera que era o professor.
Ele, de fato, na segunda-feira, telefonou e perguntou se ela já poderia ir na terça à tarde. Ela disse que sim. Perguntou se precisava levar alguma coisa.


– Não, não precisa trazer nada. É… eu não te falei, mas eu queria que você posasse nua… tem problema? Seu marido não vai criar caso?

– Não, nenhum problema. Estarei aí amanhã à tarde.


Ela desligou o telefone e à noite conversamos sobre isso.


– Será que ele quer que eu só pose mesmo? O que você acha?

– Bem, eu não o conheço, você é que poderia saber disso. Ficou pensando que ele está querendo outra coisa?

– Confesso que me passou pela cabeça sim. Mas deve ser bobagem minha. Bem, amanhã vou lá e vejo.


Na terça à noite, quando nos reencontramos, ela disse que, aparentemente, era só para posar mesmo. 

É muito gostosa… preciso comer…
– Cheguei lá, ele me mostrou a pose que queria, tirei a roupa e fiquei posando, vendo ele dar pinceladas e mais pinceladas na tela. Não deixou eu ver, falou que só depois que estivesse pronto. Não fez nada que me levasse a pensar em segundas intenções…

– É, vai ver que ele só quer isso mesmo. Vai demorar muito para terminar?

– Não sei, ele não me deixou ver. Pediu que eu voltasse amanhã.


Mas o tal professor, de fato, não estava pensando apenas em pintar. E já no segundo dia ele deu mostras disso. Quando ela foi fazer a pose, a mesma do dia anterior, ele fez questão de ajudá-la e ela sentiu as mãos dele, trêmulas, tocar várias partes de seu corpo. Arrepiou, e ele viu…


Ele continuou a pintura e, ao contrário do primeiro dia, falou muito e quase sempre elogiando Meg e seu corpo. Ela teve a certeza de que ele queria algo mais. E não achou ruim, afinal o professor era uma pessoa muito querida.


O telefone tocou e ele, contrariado, foi atender. Ela levantou e foi ver como estava a pintura. Quando ele voltou à sala, viu-a olhando atentamente.


– Ah, Meg… eu não queria que você visse ainda inacabado…

– Professor, mulheres são muito curiosas. Eu não aguentei esperar… Me perdoa?


E como ela já estava a fim de rolar algo, falou o “me perdoa?” já encostando o corpo nu no dele. 


– Se fosse outra modelo eu não perdoaria. Mas você eu perdôo.


Ela deu um sorriso, agradeceu e atacou, passou as mãos na cabeça dele e deu-lhe um sonoro beijo. Pronto. A tela ficou em segundo plano. Ele a levou ao estrado onde ela estava posando, deitou-a de costas, ajoelhou na frente dela e deu-lhe uma bela chupada na xotinha.


Pé no pau, pau no pé… eu quero, professor!

Levantou-se e ela viu o volume na calça dele. Apalpou com o pé, sempre sorrindo para ele que, então, tirou a calça e mostrou seu pau para ela. Ela se levantou do estrado, ele se deitou e ela caiu de boca no pau dele, fazendo um boquete bem bacana.


Ai sentou-se no pau dele e pulou bastante. Depois eles ficaram deitados, ele atrás dela, metendo de ladinho e dali ele foi virando o corpo dela até deixá-la de quatro, sem ele tirar o pau de dentro dela e ficou bombando até ela gozar. E ele gozou em seguida, derramando seu gozo dentro da xotinha dela.

Pegou papel higiênico para ela se limpar e depois conversaram a respeito do que tinha acontecido, quando ele confessou seu tesão por ela desde que era aluna.


– Por que nunca me falou, professor?

– E o medo de você fazer um escândalo que me custaria o emprego?

– Eu nunca faria isso!

– Mas eu não sabia, Meg. Só sabia que era casada e isso era uma barreira…

– E me pintar agora foi só um pretexto, ou queria mesmo me imortalizar na sua tela?

– Não, nada de pretexto, eu queria mesmo pintar seu retrato.

– Ainda vai demorar muito pra acabar não vai?


Ela fez essa pergunta já dando aquele olhar que ele entendeu.


– Meg… vai demorar sim, principalmente se rolar mais vezes o que rolou hoje. E sempre posso fazer outras pinturas…

– Assim é que se fala, professor! Sua aluninha virá quantas vezes você quiser!

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1950a

Incríveis histórias de uma garota de programa

Da série As surpresas da vida – quem diria que eu ia encontrar uma amiga fazendo a vida…

Incríveis histórias de uma garota de programa     

(escrito por Kaplan)

Eu já tinha ouvido falar, mas nunca dei muito crédito não, em recepcionistas de hotéis que carregam um livrinho com fotos de garotas de programa que eles, por uma gorjeta módica, se encarregam de colocar dentro de seu quarto.

Até que passei uma semana em uma cidade que não vou citar qual, e como eu estava sozinho, um rapaz que trabalhava na recepção, me vendo usando a internet naqueles cantinhos que os hotéis costumavam reservar com o pomposo nome de “business Center”, veio até mim e perguntou se eu não desejava companhia.


– Vi que o senhor se hospedou sozinho e vai ficar uma semana inteira, talvez queira passar alguns momentos bem divertidos…


Fiquei curioso. Então o tal “serviço” existia mesmo. Me fiz de interessado e então ele me mostrou o livrinho com fotos de umas 30 mulheres. Louras, morenas, ruivas, seios pequenos, seios turbinados… tinha para todos os gostos. E até algumas fotos de travestis.

Levei um susto quando vi a foto de uma morena. Não era possível… era a Adélia, amiga nossa que sumira de nossa cidade e ninguém dava notícia dela já fazia uns 5 anos!

Claro que o nome que estava ali não era o verdadeiro. Mas eu perguntei ao rapaz se ele sabia ele disse que só conhecia as meninas pelo apelido que elas usavam. Resolvi contratar os “serviços” daquela garota. Ele saiu, telefonou e disse que na noite seguinte ela estaria lá para me atender.


Mal pude me conter para comprovar se era a Adélia mesmo. E tive a surpresa de, ao abrir a porta do quarto, deparar-me com minha amiga. 

Veja quem chegou de repente…
O susto dela também foi grande e só conseguiu pronunciar uma frase quando me viu:


– Eu sabia que isso ia acontecer, mais dia menos dia…


Puxei-a para dentro, nos abraçamos.

Não vou falar de tudo que conversamos, ficaria muito chato. Mas, acabei transando com ela e conseguindo que ela me contasse vários casos. Expliquei que tinha um blog de contos eróticos e iria colocar lá o que ela me contasse, evidentemente resguardando a privacidade dela. Adélia não era o nome certo dela, mas é assim que ficará conhecida aqui.


A transa foi ótima, ela era uma expert. Já tinha transado com ela anos antes e notei uma melhora sensacional na garota! Chupada ótima! Comi Adélia de quatro em cima da cama, não sem antes dar uma chupada demorada na xotinha. Foi tão bom como antigamente e depois ela me contou alguns casos. Vamos a eles:


– Sabia que existem executivas que vem aqui e chamam a gente?

– Mulheres executivas?

– É… o dia em que eu quiser virar lésbica, posso virar… já sei tudo que elas fazem numa cama.

– Me conta isso!

– Ela era poderosa e gostava de comandar tudo. Até parecia que eu era uma secretária dela, com tanta ordem que eu recebi!

Assim que eu cheguei no quarto, ela mandou eu ficar sentada na cama. Tirou a roupa e colocou uma lingerie, com direito a meia, cinta-liga… e tudo peças francesas!  O sutiã ela pediu que eu colocasse nela, ocasião em que aproveitei para dar uns apertos nos seios dela. E aí ela me juntou os panos. Eu sentada na cama, ela ficou em pé com minhas pernas entre as dela, e começou a me beijar, passou as mãos nos meus peitos e ai tirou minha blusa, me beijava sem parar, me deitou na cama, tirou meu sutiã, minha saia, minha calcinha. Apesar do jeito abrutalhado, de dominadora, era muito delicada na cama, os beijos dela em meu corpo me fizeram tremer… 

Senhor…. que língua é esta…
E na hora em que ela deu um trato em meus peitos e depois na minha perereca… vou te confessar, eu gozei. Algo que quase nunca acontece quando transo com um homem, ela me fez gozar. 

Fez questão de que eu passasse a noite com ela, dormiu abraçadinha comigo, foi muito gostoso. Ela já voltou umas três vezes aqui no hotel e sempre sou chamada. Gosto muito, com ela eu me solto igual me soltei aqui com você, que é meu amigo de longa data.

– Mas tem também os clientes meio malucos. Teve um que me fez ficar de quatro na cama e eu tinha de ficar ronronando que nem um gato. Depois de eu já estar até com a garganta seca, ele falou para eu tirar o sutiã. Tirei e fiquei me mexendo, rebolando, aí ele me deu um tapinha na bunda e tirou minha calcinha. E daí, enfiou a língua no meu cu… nossa, como ele gostava de lamber um cu…coisa de doido. Eu já devia ter imaginado, porque ele pediu alguém que fizesse anal, por isso que me chamaram.

E foi o que ele fez… depois de me lamber o cu, comeu. Pagou e ponto final. Fui embora. Muito estranho!


– Delicioso foi a noite em que me chamaram para atender a quatro estudantes, tinham acabado de passar no vestibular e queriam comemorar. Claro que pedi a identidade de todos eles, e como todos eram maiores, mas bem inexperientes, tive de falar com eles o que tinham de fazer… foi muito divertido, Kaplan!


Primeiro, mandei que todos eles tirassem as calças. Tiraram, mas continuaram de cueca, tive de mandar eles tirarem também. Aí tinha dois sentados no sofá e os outros dois sentados em cadeiras. Comecei masturbando os dois do sofá e o que estava na cadeira à minha direita, que parecia ser o mais entendido, começou a passar as mãos em mim, a tocar meus seios, então eu tirei a blusa e falei para ele e o outro da cadeira tirarem as roupas todas, eles vieram ate mim e eu comecei a punhetá-los também. 

Quanto pau… quantas mãos…
Eles estavam doidos pra me ver nua, até me ajudaram a tirar a calça e a calcinha. Ficaram babando e eu só masturbando eles… os dois em pé, depois os dois sentados, depois os dois em pé de novo e aí chupei os paus dos dois. E falei com os quatro para colocarem as camisinhas, falei com os dois que estavam em pé para sentarem. E aí fui sentando no colo deles, um por um, dava uns minutos de cavalgada e passava para o outro, e sentindo que eles não paravam de passar as mãos em mim, parecia que era a primeira vez deles! E enquanto eu cavalgava um, outro ficava na minha frente para eu chupar o pau dele. Bem, só consegui ir embora depois que os quatro gozaram, enchendo as camisinhas. Queriam que eu ficasse mais tempo, mas eu, que não tive muito prazer com eles, falei que tinha outro cliente agendado e não poderia. Me mandei!


– É muito chato transar com jovens inexperientes, né?

– Se é. De outra vez, foram dois caras mais maduros. Aí foi diferente, deu pra ter prazer. 


Guloso… não se contentou só comigo, chamou outra…
E interessante também foi um cara que quis duas. Eu e uma colega viemos atendê-lo. E esse cara era bom, viu? Pegou minha amiga primeiro, ela ficou deitada e ele passando o pau, lindo, por sinal, no reguinho dela. Passou, passou… e depois crau, enfiou na perereca e fez ela gemer de verdade, não foi fingimento, ela me disse depois e eu também tive prazer com ele. 

Quando ele terminou com ela, me chamou e fez a mesma coisa, mas pediu que ela ficasse na minha frente, deitada, porque queria ver  o que seríamos capazes de fazer. Sem problemas, eu e ela já tínhamos transado na frente de outros clientes, então demos um belo show, que o deixou alucinado. Depois nós duas chupamos o pau dele ao mesmo tempo, e nos beijávamos quando nossas bocas se encontravam, ele não resistiu e gozou bonito no nosso rosto!

 Impressionado com os relatos que ela me fez, pedi que ela escrevesse mais e me mandasse. Ela prometeu, mas não cumpriu. Fiquei chateado, podia ter mais casos interessantes para contar para vocês!

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1949a

Na praia deserta, fingi que dormia quando um rapaz apareceu e foi conversar com ela

As férias são momentos preciosos… e como acontecem coisas interessantes nas férias!

Na praia deserta, fingi que dormia quando um rapaz apareceu e foi conversar com ela


(escrito por Kaplan) 

Meg e eu tiramos uns dias de férias e resolvemos sair por aí, na base do “easy rider”, sem destino certo, entrando em pequenas cidades, e chegando, no litoral a algumas praias bem desertas.

Na última em que estivemos, e era a última mesmo, porque as férias estavam no fim e dali teríamos de voltar, sem escalas!, ela me preparou uma surpresa e acabou sendo surpreendida também.


Chegamos, a praia parecia bem deserta, de fato. Estendemos toalhas na areia, eu tirei minha roupa e fiquei esperando que ela também se despisse. Mas ela estava com um vestidinho, leve, e não o tirava. Perguntei se ela estava vendo alguém, ela disse que não, mas que ia fazer um showzinho pra mim.

Já gostei da ideia! 

O show! Ah! Que show! (foto: Kaplan)
E aí vi que ela começava a dançar sob os efeitos de uma música imaginária. Dançava, alegremente, sorriso nos lábios e olhando sempre pra mim. As mãos dela percorriam o corpo, ela levantava um pouco o vestidinho, me deixava ver a calcinha, depois continuava a dançar, abaixava a parte superior, me exibindo o seio. 

Era um striptease na praia… 
desamarrou o vestido, que era preso por um laço na nuca, tirou-o e ficou só de calcinha. E continuava dançando, e as mãos dela percorriam os seios, o bumbum, com promessas silenciosas de mil coisas!
Sentou na toalha e aí tirou a calcinha, que jogou em meu rosto. Semideitada, com a xotinha virada pra mim, ela abria os grandes lábios, enfiava o dedo como se estivesse masturbando, e alegrava-se vendo que eu “reagia” direitinho ao que ela fazia.

Não teve jeito… avancei sobre ela  e a comi, de frente mesmo, papai e mamãe… muito gostoso! 

Eita… que leitinho bom que sai daqui…
Satisfeita, com o corpo encostado ao meu, começou a bater uma punheta pra mim. Bateu direitinho, não demorou muito para que meu gozo voasse na areia.

Rindo pelo sucesso, ela me fez um boquete daqueles bem sensacionais.


Ficamos deitados, olhos fechados, ouvindo o barulho das ondas quebrando na areia. Estava tudo muito tranquilo quando ouvimos uma voz masculina:


– Boa tarde, casal lindo!


Assustados, olhamos quem era. Era um cara de seus 30 e poucos anos, pelado, bem queimado de sol, por inteiro, o que me fez entender que ele era um frequentador habitual daquela praia.


– Boa tarde, – respondi, – você mora por aqui?

– Não, estou passando férias e vocês são as primeiras pessoas que vejo na praia em mais de uma semana. Só vejo os pescadores de uma aldeia perto daqui, onde armei minha barraca. Bem, fiquem à vontade, aproveitem essa beleza de natureza!


E saiu, trotando, em direção ao espaço vazio que havia à nossa direita.

Olhei pra Meg. Ela estava de boca aberta, parecia que ainda não havia acordado. Mas havia sim, a boca aberta era para o belo espécime masculino que ficara na frente dela por alguns minutos.


– Meu bem, que beleza de homem!


Fiz de conta que havia ficado com ciúme do comentário dela.


– É? gostou? vai atrás dele!


Ela deu uma gargalhada…


– Bobo… você é muito bobo!!!


Rindo, voltamos a deitar. Dali a uns vinte minutos, ela olhou pra mim e falou que ia entrar no mar. Resmunguei qualquer coisa e senti ela saindo. Eu suspeitava que ela tinha visto o rapaz voltando e era isso mesmo. Então fingi que estava dormindo. E fiquei de olho. Ela andou um pouco para a direita e logo os dois se encontraram. E aí… claro, foi a surpresa que ela teve. Ele parou perto dela e ficaram conversando, volta e meia ela olhava pra onde eu estava e eu continuava fingindo que dormia.


Não demorou para que eu visse  o pau dele dando sinais de vida. Vou continuar narrando falando o que ela me disse depois, pois na hora eu não ouvia nada do que eles diziam.


– Foi uma surpresa muito grande encontrar vocês dois aqui. Não menti, nunca vi ninguém, e faço essa corrida todos os dias. Vocês ficarão ainda por mais tempo?

– Não, hoje é nosso último dia, temos de voltar daqui a pouco.


Ele perguntou onde morávamos, ela disse, ele se apresentou, chamava-se Zózimo.


– Prazer, Zózimo, eu sou Meg e meu marido é o Kaplan.

– Seu marido não se incomoda de ver você, toda nua, maravilhosamente nua, conversando numa praia deserta com um homem nu e que está bem excitado?

– Ele está dormindo, mas mesmo que estivesse acordado, não se incomodaria.

– Verdade? Então, isso quer dizer que podemos nos “conhecer” melhor? 

Bom encontrar alguém que se veste como eu…
– Por que você acha que eu deixei ele dormindo lá e vim pra cá esperar você chegar?


Nada mais precisou ser dito. Eu vi os dois juntarem seus corpos num abraço fantástico e um beijo entre eles aconteceu, demorado.


E aí, ele se ajoelhou na frente dela e lambeu-lhe a xotinha, para depois, deitar-se na areia e ela fazer um boquete nele, antes de sentar no pau dele e cavalgar.


– Tem certeza de que seu marido, se acordar, não vai ficar furioso?

– Esquece meu marido, concentre-se em mim… 


Cavalgar na areia… hummmm…..

E ela cavalgava sem parar, seus cabelos esvoaçavam pelos pulos e pelo vento, ela gemeu tão alto, que consegui ouvir…

Ele a colocou de quatro, comeu-a por trás, ela virava o rosto pra ele, ele se curvava e a beijava, sem para de bombar. Quando vi ela olhando pra mim e ele de olhos fechados bombando, fiz um sinal de positivo, ela riu, me mandou um beijo sem ele perceber. E continuou levando vara do Zózimo…

Os dois já estavam sujos de areia, ela gemia… e ele bombava…


E para sujá-la mais ainda de areia, ele a colocou deitada de costas, arreganhou as pernas dela e, ajoelhado, meteu de frente. Estavam enlouquecidos, os dois…

Eu não cheguei a marcar no relógio não, mas calculei que já estavam trepando pelo menos há uns 30 minutos… e parecia que ainda iria demorar mais…


Mas não demorou não. Uns dois minutos depois ele demonstrou sinais de cansaço, tirou o pau da xotinha dela e gozou em sua barriga. Beijou os seios dela, beijou-lhe a boca, levantou-se e se despediu.


Ela entrou no mar para tirar aquele punhado de areia que ficara em seu corpo. Depois veio até mim, sorrindo e me contou os detalhes que acabei de contar para vocês.

Foi um final de férias soberbo, aquele! Deixou saudades!

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1948a

Pulou a janela para transar com o amigo do irmão

Qúando a vontade bate, ninguém segura uma garota que gosta muito de sexo!

Pulou a janela para transar com o amigo do irmão

(escrito por Kaplan) 

Esta história me foi contada por um grande amigo, Amilcar é o nome dele. Encontrei com ele, casualmente, na rua, havia tempo que não nos víamos e aquele encontro continuou no primeiro bar que encontramos, regado a muitas cervejas.

E ele me disse que havia vivido um lance muito legal e curioso no início do mês.

Rapaz, eu fui no sítio de um pessoal amigo meu. Na verdade, era um casal que fiquei conhecendo no dia, pais de um colega de faculdade. E ele tem uma irmã, Viviane, um tesão de mulher. Linda mesmo, seios de tamanho legal, bundinha arrebitada. Claro que fiquei vidrado nela quando a vi na piscina, tive que despistar bastante para ninguém perceber que eu tinha ficado excitado com a visão. 

Uma linda mulher…
Mas ela viu, depois me contou isso. E começou a me dar o maior mole… e eu fui ficando meio sem graça, afinal, tinha acabado de conhecê-la e os pais dela… sou amigo do irmão dela, o que costuma ser até outro empecilho, né?

Mas ficou nisso… ficamos o dia inteiro na piscina, fazendo churrasco, nadando e toda vez que eu entrava na piscina, ela vinha atrás e ficava conversando, perguntando coisas e eu só ficando de pau duro… na maior cara de pau ela mergulhava, saia na minha frente a arrumava o sutiã, como se ele estivesse saindo do lugar, mas me dava cada lance dos peitos dela… que eu tinha de sair de perto… tava ficando difícil!


Aí, quando o sol foi embora, entramos todos, fomos tomar banho, enquanto ela e a mãe dela ficavam na cozinha arrumando algo para a gente lanchar. Na hora do lanche, senti o pé dela me cutucando debaixo da mesa. Eu já estava quase me denunciando…


E, finalmente, teve uma hora lá que fiquei frente a frente com ela, não havia mais ninguém, e ela me falou: – Não tranque a janela do seu quarto quando for dormir. Eu vou lá!


Fiquei grilado. Será que ela queria transar comigo? Tudo indicava que sim… mas eu fiquei pensando como isso ia acontecer. Com os pais e o irmão nos quartos ao lado… sei que fiquei perturbado, mas, quando fomos todos dormir, fiz como ela tinha mandado. Deixei a janela só encostada. Deixa eu te explicar a casa: é um andar só, e numa das laterais ficam os quartos, seis ao todo, eles sempre recebem muita gente lá. O primeiro quarto é o do casal, depois vem o dela, em seguida o do irmão e os três seguintes ficam para quem estiver hospedado lá. Eles me colocaram no quarto ao lado do quarto do meu amigo.


que adora pular janelas…
Tirei a roupa, fiquei só de cueca e me deitei, pensando no que iria acontecer. Dali a pouco vejo ela empurrar a janela e entrar. Só de shortinho e camiseta decotada, uma maravilha!

Fez sinal para eu ficar em silêncio e chegou até a cama. Quase sussurrando, perguntei o que ela pretendia.


– Cara, ver você de pau duro por minha causa me deixou no maior tesão… quero tudo a que tenho direito!

– Mas e seu irmão aqui do lado?

– Ele tomou tanta cerveja que não acorda nem que a casa pegue fogo… e meus pais estão muito longe da gente… 

e ela gosta de pegar…
E já foi afastando o lençol que me cobria e pegando em meu pau, por cima da cueca. Claro que ele endureceu na hora e ela gostou muito. Tirou minha cueca, pegou nele e enfiou na boca. Putz… que boquete, fantástico!


Virou pra mim e falou: – Vi que você não tirava os olhos dos meus peitos… veja eles direito!


E tirou a camiseta. Nossa, que maravilha era aquilo. Não resisti, aí eu já tinha perdido a vergonha e sabia que ia comer.


Peguei nos peitos dela, segurei os biquinhos, mamei neles até dizer chega! 


e anda sem calcinha, pronta pra dar…
Aí ela tirou o shortinho, estava sem calcinha, acredita? É muito safada, a Viviane!

Queria sentar em meu pau, mas fiz questão de dar uma boa chupada na xoxota dela e depois eu deixei ela sentar. Pular ali era complicado, fazia muito barulho, então eu falei pra ela ficar quieta e eu levantava e abaixava o corpo dela, assim, o barulho era quase nenhum.

E depois coloquei ela de quatro e tornei a comer. E ela quis que eu gozasse na boquinha… engoliu tudo!


Cara, foi um lance maravilhoso. Depois ela foi embora, pulando a janela e voltando pro quarto dela.


No domingo, mais exibicionista ainda com biquínis muito pequenos. Eu observava que o pai e o irmão olhavam, censurando, mas, pelo visto, quem mandava ali era ela. Desfilou o quanto quis, me tesou mais ainda, mas… voltamos ao final da tarde.


Isso já tem uns 15 dias. E já levei ela em moteis 4 vezes! É uma delícia transar com ela. Só espero que o irmão nunca descubra!

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1947a

Ménage à beira do rio

Tem horas que até os amantes favoritos são deixados de lado… e ficam irritados!

Ménage à beira do rio
(escrito por Kaplan)

Uma das vezes em que fomos à fazenda do “seu Otávio”, ele ficou meio bravo, porque o filho dele, Francisco, foi também e como era uma atividade “diferente” que tínhamos combinado, fomos, Meg, Francisco e eu para a beira do riacho que cortava a fazenda, mas que ficava muito distante da casa. 

Parece o paraíso… mas é apenas um riacho (foto: Kaplan)
O Francisco conhecia um local bem camuflado lá e foi pra lá que ele nos levou. Iamos fazer um ménage, esse era o plano e foi isso que deixou o Otávio chateado, porque ele não participou…


Claro que depois Meg o recompensou regiamente, mas no primeiro dia, quando voltamos, ele já estava desconfiado do que tínhamos ido fazer e fechou a cara, não deu papo pra ninguém, nem pra ela.


Mas foi muito legal. O lugar era realmente bem escondido, ficamos totalmente à vontade lá.

Não foi preciso muito preparativo. Já sabíamos o que tínhamos ido fazer e, assim que chegamos, já fomos tirando as roupas e começou a agarração na Meg, que ria, se divertindo muito e louca para que a transa fosse realmente compensadora. 

Que vontade de agarrar logo esta gatona…
Eu a segurei pelas costas e fiquei beijando sua nuca, e o Francisco chegou pela frente, pegou nos seios dela, beijou-os, foi beijando o corpo dela inteirinho até chegar na xotinha, onde se demorou um bocado. 

Ela não conseguia parar quieta com o corpo, eu tinha de me esforçar bastante para mantê-la naquela posição.
Mas ela me pediu para soltá-la, queria chupar o pau do Francisco. Fiz o que ela pediu, ela se inclinou para chupá-lo, do que me aproveitei para enfiar meu pau na xotinha dela e ficar bombando bastante.


Paramos um pouco. O calor era grande e aproveitamos para entrar nas mansas águas do riacho, nadamos um pouco, sempre com brincadeiras de agarrá-la, ao que ela retrucava agarrando nossos paus e os apertando… bem divertido.


Voltamos para a margem e o Francisco deitou-se numa toalha, com o pau duro olhando para o céu, ela entendeu que ele queria comê-la e aquela posição era perfeita. Sentou-se e ficou pulando, então foi minha vez de ficar em pé ao lado dela para ela chupar meu pau. Ela teve o primeiro gozo naquele momento.


Outra pausa, ficamos os três deitados, ela no meio e ela não largava nossos paus, brincando com eles ao mesmo tempo.


– Amores…sabem do que eu gosto quando participo de um ménage com dois paus lindos assim?

– Eu sei, querida… e vai acontecer, para sua alegria.

– Só para minha? Vocês não vão ficar contentes?

– Claro que vamos! 

Estou no paraíso, meninos!!! Enfiem tudo!!!
Foi a minha vez de deitar, ela sentou com a xotinha engolindo meu pau e o Francisco veio por trás, enfiando no cuzinho dela. Fizemos uma DP bem demorada e, quando terminamos, nem eu nem Francisco tínhamos gozado, ela entendeu o que a gente queria. Ficamos em pé, ela ajoelhada no meio de nós dois e com as mãos ela nos fez gozar em seus seios.

Voltamos ao riacho, nadamos, nos limpamos e ainda ficamos mais duas horas ali. Eu também queria comer o cuzinho dela e ela não negou, enquanto eu comia ela chupava o pau do Francisco.


Depois ele a comeu de cachorrinho e eu só assisti.

Voltamos para a casa, vimos a cara fechada do Otávio.

Francisco tomou a iniciativa.


– Meg, você lembra o caminho que fizemos?

– Lembro, por que?

– Leva o velho amanhã cedo lá e o divirta, ninguém vai aguentar essa cara feia dele um fim de semana inteiro!


E foi assim que ele voltou a ficar calmo, bem humorado…

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Game of Thrones destrona Pornhub

A estreia da sexta temporada de Game of Thrones, no último domingo (24), movimentou milhões de pessoas ao redor do mundo. E não foi só a concorrência direta da TV que perdeu para a série. O site pornô Pornhub fez um estudo que mostra que os acessos à página caíram drasticamente durante a exibição do primeiro episódio.

Cerca de 4% da audiência do site adulto caiu, o que significa que mais de um milhão de pessoas deixaram a pornografia de lado para ver Game of Thrones. 

No entanto, o estudo também mostra que, assim que o episódio acabou, as bucas no site por conteúdos relacionados a Game of Thrones subiram 370%.

A campeã de buscas é a personagem Daenerys, vivida pela atriz Emilia Clark, também número um de buscas no Pornhub. Em segundo lugar, a personagem Margery, de Natalie Dormer, e fechando o pódio está Shae, de Sibel Kekilli. Cersei Lannister, personagem de Lena Headey, ficou apenas em quarto lugar, enquanto Melisandre, interpretada por Carice Van Houten, ficou em quinto. Dos homens, o mais buscado é Jon Snow, vivido por Kit Harington, mas ele nem sequer aparece no Top 10.

Game of Thrones é apenas a sétima colocada na lista de séries e filmes procurados no site pornô. O grande campeão é o filme Os Vingadores, seguido do desenho American Dad e de Star Wars.

Vocês também deixam de tocar umazinha para assistir GoT ou tocam assistindo?

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nocolo

UMA MULHER CASADA SACIADA PELO AMANTE DO METRÔ

Uma relação  extra conjugal, revigora e apimenta um relacionamento, e o casamento, por isso que as vezes acabamos fugindo das convenções da sociedade, sendo uma mulher casada sou cobrada a ser sempre  certinha  boa profissional, boa dona de casa, boa esposa, mas todos nós temos a nossas necessidades sejam físicas sejam de carência afetiva, embora a sociedade nos condenem muitas vezes, sou uma  mulata atraente,  1:62 de altura, seios fartos, bumbum grande, e cintura bem delineada, sou uma mulher vaidosa que me cuido gosto de perfumes e acredito que passo uma imagem de mulher fogosa.
Sou uma pequena  empresária bem sucedida tenho uma sociedade em um Clínica de Estética e Massagens Corporal, para a classe média, um mimo para as mulheres que gostam de se cuidarem, e sou uma delas, mantenho minha aparência bem cuidada que é como um cartão de visita da Clínica. 
Sou casada há 15 anos, eu e meu marido temos um convívio harmonioso nos amamos e temos um bom entrosamento, todavia após uma década e meia a rotina se estabeleceu. Ele é um homem simples um pouco antigo, sem iniciativa nenhuma na cama, limitando a mal fazer o básico e logo termina sem se preocupar se eu me satisfiz ou não, tirando isso ele é um excelente esposo e pai de família.
Tenho um carro semi-novo  mas Para ir ao trabalho, prefiro ir de  metrô é mais rápido e  economizo combustível, e com isso me livro de estacionamento, mas  Entretanto tem dias que vou de carro quando preciso sair do roteiro. 
Nas viagens de volta no metrô  ultimamente percebo que um jovem me olha assim com olhos de quem quer alguma coisa , mas ele é  bem novinho comparado a mim , mais ou menos 23 anos magro, moreno, simpático um pouco tímido. As vezes, eu o olho mas desvio rápido quando ele dirige seus olhos a mim tb mesmo assim  nossos olhos as vezes se encontram, confesso que é sempre bom se sentir desejada.  

E essa rotina foi por um bom tempo, as vezes que eu não o via sentia falta, embora nunca tivéssemos nos falado, até que o destino conspira, e nos sentamos no mesmo banco, ele puxa conversa, tornamo-nos oficialmente amigos e a partir dai passamos a nos conhecer melhor, em conversas pergunto-lhe se tem namorada se é casado etc e tal, ele responde que é noivo pretende se casar em breve, digo-lhe que a vida de casada não é só flores que tem seus percalços, ele quer saber o porque, pergunta se me dou bem com o marido, e coisas assim, tento evitar esse assunto pra não ter que reclamar, nossa rotina diária de passageiros do metrô segue-se até que um dia com o vagão lotado estamos de pé ele toma coragem e vem por trás se encosta bem discreto em mim, nada faço é ele respira forte perto de mim. Fico excitada ele com a mão aperta minha cintura, sinto um choque, mas deixo ele discretamente aperta seu pênis na minha bunda, suspiro fundo .
Chega a minha estação eu desço, ele me segue. mas eu peço que não me siga. no outro dia se aproxima de mim e passa o número do seu celular, guardo. Metrô cheio, como no dia anterior novamente se encosta em mim deixo e gosto, ele com o volume comprime meu bumbum, sinto quente e macio eu roço um pouco. Chega minha estação desço e ele me olha eu sorrio. quando chego em casa estando sozinha eu ligo para ele e me identifico, conversamos longamente, ele me convida pra sair tomar algo com ele  eu lhe falo que minha situação de casada não me permite sair com ele, ele diz que é noivo, que não tem nada demais de sermos bons  amigos,  

Depois de muito insistir marcamos para nós ver marcamos próximo a uma estação do Metrô, na hora em que sempre nos encontramos, foi uma noite longa em que o sono insistia em não vir e eu imaginando como seria nosso encontro,   finalmente chega o dia e a hora do encontro se aproxima, nos encontramos no lugar combinado, ficamos conversando um pouco antes de entrar na estação nos afastamos e ele me segura a mão e me enlaça, me beija e eu deixo, a sensação pra mim é de novidade, ficamos nos" pegando" com muito tesão, mas já é tarde e pegamos o Metrô, está cheio, ficamos quase abraçados me enlaçando de leve e mão na minha bunda, aperta, se encosta em mim e suo e ele com cheiro de homem cola e se excita no meu corpo. Chega minha estação e desço.
Já na varanda de casa ligo para ele, que diz que esta com tesão por mim e que poderíamos nos ver fora do Metrô, digo que ainda é cedo, e que não tenho certeza, ele é insistente então novamente marcamos na entrada do Metrô, dessa vez chegamos mais cedo e ficamos nos beijando ele me encosta em uma parede num cantinho afastado e esfrega seu mesmo por cima da roupa roçava  na minha vagina eu sentia o volume e a excitação dele e fico suada de tanta excitação. 


Ele quer por toda lei me levar pra um motel mas eu ainda reluto e resolvemos cada um ir para suas casas, mas durante a semana ele me liga varias vezes acabamos  marcando para sábado nos encontrar de novo. dessa vez sei que será inevitável,  e logo pela manhã me arrumo, vou a uma clinica de estetica, me depilo, escovo os cabelos e faço as unhas, na volta cuido de algumas providências da casa e digo ao marido que preciso ir num treinamento a tarde. e logo depois do almoço tomo banho troco de roupa coloco um vestido branco, colado ao corpo e relativamente curto, despeço-me do marido e pego o Metrô, mas dessa vez eu desço na estação mais próxima, como combinado e  ele está de carro, me esperando. 

No carro ele me olha com desejo dizendo que eu estou muito gostosa, e nos beijamos sem perder tempo sua boca vai para meu decote e procura o soutien, com a mão puxa um seio e chupa, quase desmaio de tesão, suga o bico e mordica com uma leve pressão, ele suga chupando, mas alguém passa próximo somos obrigados a parar com aquilo,  nos recompomos e saímos., ele sugere irmos a um  Motel, digo para aguardar um pouco porque  estou sem coragem., ele insiste diz que é melhor, mais seguro e porque teremos mais privacidade, e completa dizendo que só faremos o que eu permitir, é claro que eu sei que dentro de um motel não terei como negar nada a ele, mesmo com certo  receio vamos para um próximo, bem aconchegante, entramos e ainda na garagem ele fica me beijando, me encosta no carro e vai abrindo o vestido atrás. Vai tirando aos poucos e ainda na garagem me vejo só de calcinha e soutien. 

Fico sem graça e ele me olha cheio de desejo. 

Me segura pela mão e me conduz ao quarto onde sem pressa vai me deixando bem a vontade, alisa meus cabelos e me beija demoradamente, com cautela desabotoa o soutien, meus seios saltam rígidos e durinhos, ele com o dorso da mão vasculha um e depois o outro, os bicões se alteram é hora de chupar.
Se curva e segura um apertando o bico e no outro chupa, tenho sobressalto e o desejo me domina sem medo, dói um pouco o bico sensível, mas seus dentes são prazerosos, vou gemendo baixinho. Vai para o outro, mas segura o já mamado e ver o estrago das mordidas, alisa e continua chupando o outro... o ato me leva ao gozo pleno. 


Ele sente que estou entregue e que pode avançar e aperta minha bunda e vai tirando parcialmente a calcinha, que eu mesmo facilito e ele se abaixa e fica cheirando a xoxota melada do gozo, lambe meu gozo, me excito ainda mais, não resisto e finalmente eu me entrego totalmente e digo:
- Quero ser sua.
Ele me leva para a cama, me deita e termina de tirar minha calcinha e abre minha pernas e chupa minha xoxota... vou nas nuvens e volto... a língua invade minha xana toda e me possui como se fosse um pênis, tenho outro gozo.
Ele vai tirando sua roupa e eu deitada saciada vejo como ele é muito novo mas com experiência de satisfazer uma mulher madura.
Agora vem nu, se deita e me coloca na posição de chupar a xana...me coloca sentada na sua boca e chupa tudo varrendo a xoxota... me movimento e o gozo vem. Satisfeita vou para seu mastro, quente e firme... abocanho todo e vou" sorvetando" com a língua e chupo bem molhadinho. 


Ele me acomoda na cama me deita de bruços quase de quatro, acomoda os travesseiros embaixo de meus quadris e me deixa com o bumbum empinado, eu penso comigo mesmo será que ele vai querer comer meu cuzinho logo de cara, num misto de medo e de tesão me preparo para o que vier, mas ele vem com a rola no ponto, mas aponta pra minha xana e a penetra com gosto, eu sinto cada centímetro daquela rola  entrando em mim, e vejo que é ainda maior e dura do que eu imaginava . me arreganho e sou preenchida toda... cavalga e sinto a xoxota gulosa acomodando a pica imensa... e num vai e vem frenético gozamos juntos olho no relogio e vejo que já era meio tarde, acho melhor voltar pra casa, sinto um pouco de arrependimento, mas o prazer é imenso, coloco a calcinha e antes que eu colocasse mais roupa mas ele me impede me faz sentar em seu colo, me abraça e me beija,  aperta a minha bunda, e mete a mão dentro da calcinha e sente a vulva inchada e masturba-a. depois me pede para chupa-la, eu quero então me escancaro, ele tira a calcinha e chupa toda e lambe e eu me entrego novamente, volto pra casa, com a xoxota cheia de esperma e o corpo satisfeito. espero que meu marido não me queira nessa noite porque teria que compartilhar o esperma de outro homem, 


Chego em casa tomo outro banho e vejo as marcas do saciar, os seios em brasa doloridos e vermelhos. ao terminar o banho me visto e mesmo com o marido em casa dou um jeito de ligar para ele, que disfarça fala pouco pois está com a noiva, depois desse primeiro encontro nos tornamos  amantes, mas eu continuo com meu marido e ele com a noiva e em breve irá se casar..

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