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FUI VISITAR A PRIMA, COMI A TIA

Eu moro em S.Paulo capital, e recentemente fui visitar minha prima no interior,  e chegando lá na cidade onde eles moravam, a prima não estava, como era um fim de semana ela tinha ido com o pai dela para o sitio deles como sempre faziam, a tia não foi junto e no sitio  não pegava sinal celular lá, só tava a tia em casa, notei que ficou meio constrangida, não sei se por estar sozinha ou pela prima e o tio não estar mas enfim, vendo que ela não  estava muito a vontade falei que não tem problema que eu iria embora e voltaria outra hora, eram apenas 100 kms, mas ela logo ficou mais a vontade e me convidou para ficar, disse-me que eles costumavam ligar as vezes pra casa e ela diria que eu estava ali e afinal eu  era uns dos seus sobrinhos mais velhos e querido, a tia me tratou muito bem como a um convidado de honra.


A noite estava caindo, ela fez um pouco de sala antes de ir preparar a janta,  conversamos um pouco ela pediu licença e foi preparar um jantar, apos o jantar me levou a  um dos quartos de uma das sua duas filhas que estavam com o pai no sitio, me acomodei e lhe perguntei onde era o banheiro que eu queria tomar  um banho ela me levou ao corredor de acesso aos quartos e me mostrou, depois de me acomodar fui me banhar acabei esquecendo de levar uma toalha perguntei a ela se ela poderia arrumar uma toalha pra mim e ela me falou toma seu banho tranquilo que vou providenciar assim que acabar te levo e foi o que fez, quando acabei de me banhar lhe pedi a toalha ela entrou no banheiro e eu dentro do box, ela pode ver pela minha  silhueta o meu corpo nu, e não desviou os olhos quando olhou na linha da minha cintura e viu meu brinquedo semi ereto, deu uma risadinha e falou vc cresceu em muleke, um homem feito, não faz muito empo era um garoto agora é um homem, deu um suspiro e completou e que homem, me deu a toalha virou-se e voltou pra sala.

Fiquei meio que envergonhado com aquele elogio ainda mais porque eu já tinha batido altas punhetas em homenagem aquela tia que era coroa mas era bem gostosa, terminei meu banho me enrolei na toalha e fui para o quarto colocar uma roupa, passado alguns momentos escuto o barulho do chuveiro como só estávamos nós dois era a tia tomando banho, fui até o corredor percebi que a porta do banheiro estava entreaberta,  olhei pelo vidro embaçado do box e pude visualizar ela de perfil  peladinha  o que me deixou com o pau duro e com muito tesão, como eu já tinha vestido minha a bermuda camiseta e tava de chinelo fiquei ali observando, pensei comigo mesmo, essa noite vou tocar uma bela duma punheta pra  tia, percebi que ela saiu do box pra se enxugar, me escondi pra ela não ver que eu tava ali, quando ela fez menção de sair disfarcei e fui para sala de TV, e comecei a assistir a novela.


Não demorou muito ela aparece na sala com uma camisola semi-transparente não muito curta mas bem sexi, dava pra perceber que ela estava sem sutiã, e com uma calcinha preta por baixo, quando ela sentou fiquei secando suas pernas e coxas, e que pernas que coxas grossas, que bunda, quantas punhetas eu bati pensando naquelas pernas e bunda nem preciso dizer que fiquei excitado na hora, enfiei a mão no bolso da bermuda pra disfarçar, meio sem jeito falei que ia dormir que tava cansado  ela  me falou mas ainda é cedo nem acabou a novela então me levantei com as mãos no bolso e a tia percebeu e com um sorriso bem maroto me falou então  tudo bem, ela ainda brincou não precisa trancar a porta viu, pra dizer a verdade, apesar dela estar de camisola e aquela brincadeira toda nem em minhas mais ousadas fantasias achei que de fato eu iria transar um dia com a coroa da minha tia  e fui me deitar excitado, mesmo não acreditando na ousadia eu deixei a porta destrancada após me deitar não demorou muito para mim ouvir a porta do quarto se abrir e nem acreditei quando vi ela entrando com a quela camisola preta, es e ajoelhar ao lado da minha cama, para em seguida começar a me acariciar, a passar a mão em todo meu corpo,  fiquei de pau duro na hora, mas  fiquei imóvel para ver até onde ela iria, ela continuou alisando e acariciando por uns 10 minutos até que não resistiu e enfiou a mão dentro da minha cueca, segurou minha pica olhou-me e com um sorriso safado disse, nossa que monumento, afastou a coberta, tirou ela pra fora e arregaçou a pele deixando a glande exposta, começou a passar a língua.. ai que delicia,  e passando a língua na cabeça começou a me masturbar em seguida começou a me chupar não aguentei  a peguei e puxei para a cama e lhe disse que  sabia que um dia iria acabar comendo  tia gostosa,


Ela tirou minha bermuda me deixando nu e ela já  estava semi nua a essa altura ela  estava só só de calcinhas, e se deitou na cama mas não sem antes tirar totalmente a calcinha, me abraçou e sussurrando baixinho em me ouvido me disse, me disse  já que estamos só nós dois em casa nessa noite me faz mulher, então coloquei meu pau entre no meio das suas pernas e fui metendo na posição papai-mamãe e depois do meu cacete estar todo dentro ela fechou as pernas em torno da minha cintura e gemendo baixinho dizia  seu safado que delicia !!!  Ter você dentro de mim é muito bom, bem melhor que o frouxo do seu tio que já não comparece mais com qualidade, essas palavras me fizeram gozar mais rápido, então gozei e cai a seu lado, logo depois da gente transar conversamos um pouco  onde, ela me disse que tinha sido uma delicia e me falou ainda  que a tempos  estava carente em seguida começou a me beijar, me fazendo fiar excitado de novo, ela vendo-me de pau duro me disse que gostaria que eu fizesse  como ela tinha visto num filme uma vez, perguntei como ela me disse que, gostaria de que eu metesse por traz com ela  de bruços, na hora perguntei voce quer que eu coma sua bunda, ela disse que não que queria que eu comesse a buceta mesmo mas por traz, alei pra ela fiar em posição que eu faria o serviço a pedido, em seguida ela se virou de bruços arrebitou bema bunda mostrando aquele bundão gostoso empinado pra mim, posicionei meu pau e soquei tudinho pra dentro daquela buceta que apesar de melecada ainda continuava apertada, pelo jeito fazia um bom  tempo que meu tio realmente não comparecia , soquei fundo continuadamente varias vezes ate gozar novamente, eu senti que ela já tinha gozado múltiplas vezes.


Depois de ter comido ela duas vezes, ela ali de bruços falei tia, agora vou comer essa bundona que tá arrebitada pra mim, e ela toda safada nem se importou arrebitou mais ainda a bundona se mostrou a verdadeira safada que ela tinha dentro dela dizendo,  então come o meu cuzinho come o que quiser quem entra na chuva é pra se molhar, aos poucos fui enfiando minha piroca e ela rebolava pra facilitar a entrada da pica toda, então eu comecei a provoca-la, ordenei que ela dissesse o nome do tio e que o chamasse de corno, e ela não se fez de rogada dizia coisas que eu jamais pensei ouvir da boca dela que sempre foi do tipo reservada, nunca ouvi ela falar um palavrão, mas naquela hora ela tornou-se uma puta, adorei aquilo;


Pra resumir ficamos metendo os dois até ambos caírem cansados e dormimos ali mesmo até quase meio dia e quando acordamos demos outra metida e ai foi que caiu a ficha e ela me falou, caramba  que loucura a gente fez, agora promete que nunca vai dizer nada a ninguem do que aconteceu aqui tá,  a culpa é do seu tio que bem.. deixa pra lá….  e acabamos rindo da situação, eu já tinha pegado minha prima várias vezes e eu acho que a tia sabia por isso que ela deu em cima de mim… 


Almoçamos tarde, e lá por volta das 5 da tarde a prima apareceu,  agimos naturalmente como se nada tivesse acontecido  entre nos nós,  a tia Laura perguntou do pai, então a Neide minha prima respondeu que o pai tinha ficado no sitio porque estava coordenando umas reformas etc e tal…. confesso que quando vi minha prima trajando um desse colantes de ginastica, e um top, dei um abraço e um beijo, e fiquei pensando com meus botões  tal mãe tal filha porque minha tia apesar de coroa ainda era muito bonita e gostosa, e disse pra filha, que bom que chegou já estava ficando preocupada em ficar aqui só com seu primo o que lhe falou não tem nada de mais mãe mas em tom de brincadeira a Tia Laura falou  mas a carne e fraca e riram muito, depois disto a Neide falou mãe, faz um café pra gente tomar enquanto vou tomar um banho e saiu pro banheiro, fiquei ali assistindo TV enquanto a tia preparava o café, e ao voltar minha prima estava usando um shorts  pequeno e curtinho enfiado no rego o que mostrava sua bundinha, logo pensei comigo mesmo, isso  não vai prestar, quando caiu a colher da mesa ela propositalmente ao pegar no chão virou a bunda pro meu lado o que veio a confirmar o que eu já sabia puta que pariu como era gostosa e ela ao perceber que eu não tirava os olhos, olhou pra mim e disse  tira o olho gordo não e para o seu bico viu, eu respondi nunca se sabe…



E nesse clima tomamos o café da tarde, depois a tia foi lavar a louça da mesa, fiquei ali com a Neide no sofá, rasgando elogios a prima, ela toda envaidecida, falei Neide vc é me deixa maluco sabia, abracei-a e levei a mãos em suas tetas, e ela falou tira a mãe pode ver, respondi deixa que veja não vai dizer nada, a Neide ainda receosa disse mas vc sabe é mãe e é bom respeitar, encostei em seu ouvidinho e falei Neide vc é bobinha, já passamos a noite juntos, a minha prima se espantou e perguntou mas passaram juntos como… então respondi juntos mesmo juntinhos na mesma cama  a Neide ficou espantada e falou não acredito, fui mais a fundo e falei e quer saber…  eu adoraria uma surubinha a tres que vc acha da ideia?… A Neide me falou voce tá maluco  esta louco, apesar de ser muito amiga da minha mãe, acho que não tenho intimidade a esse ponto então falei sempre tem a primeira vez, ninguém precisa ficar sabendo, estamos só nós três aqui que tal se vc topar, eu convenço a tia.. então pra minha alegria ela me falou vou pensar, na hora eu pensei comigo mesmo  vai acontecer.


Nisto a tia tinha terminado o serviço na cozinha veio pra onde estavamos assentou-se do meu lado direito já que do lado esquerdo  Neide estava ocupando, então abracei a tia Laura e dando uns amassos na frente da Neide falei Tia Laura eu tava conversando com a Neide sobre uma trans a tres….. então a tia olhando com uma cara de safada falou-me meu sobrinho taradinho, não bastou comer a mãe agora quer comer a filha, eu respondi não quero comer só as filha quero comer as duas juntas  e lhe agarrei e lhe dei um beijo de língua o que foi correspondido, minha prima nos olhava pasma nos vendo beijar daquele jeito quase não acreditando no que via então eu  fui até ela e dei um beijo que foi plenamente correspondido, então a Tia me falou, e voce vai dar conta das duas?… pronto era o que eu precisava ouvir,  estava armada a nossa suruba, fomos para o quarto e la as duas ficaram nuas me deitei com a pica pra cima e minha tia e minha prima dividia minha pica com suas chupadas o que adorei.


Depois dei uma gostosa chupada nas duas, quando fui meter na prima parei pra colocar camisinha ela me falou que não precisava pois tomava anticoncepcionais etc e tal …excitado do jeito que eu estava a camisinha estava mesmo tirando o clima, então fiquei ainda mais doido e cai em cima da prima enquanto a tia ao lado olhava e passava amão nas minhas costas e dizia não gaste tudo com a Neide tambem quero, bombei forte várias vezes, quando eu ia gozar me controlava pra prolongar mais a foda, senti que a Neide tinha gozado abracei a tia e joguei a do lado e fui pra cima dela tambem, meti vigorosamente minha pica nas duas até que exausto cai deitado ao lado então a tia mais experiente disse-me só isso, voce um rapaz novo… falei deixa eu dar uma pausa já te mostro moral da história depois peguei as duas por traz e fiz o serviço completo…..


Fiquei aquele fim de semana eu ia embora no domingo a noite, mas como o tio só voltava na terça elas me convenceram a ficar dois dias mais, nem preciso dizer que eu dormia com as duas..na terça logo após o almoço eu peguei estrada não queria ficar e esperar o tio chegar, não sei como o encararia, melhor prevenir como são apenas 120 kms de distancia sempre que meu tio tem previsão de ir pro sitio em fins de semana elas me comunicam e eu me desloco até lá…. é uma loucura deliciosa.

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1830a

Meg sabia como fazer um vizinho feliz


(escrito por Kaplan)
Mais algumas historietas de Meg com vizinhos que tivemos em vários prédios onde moramos.

Aliás, eu comecei a pensar que ela adorava mudanças exatamente pela possibilidade de conhecer novos vizinhos, e vizinhas também, que lhe proporcionavam bons momentos. Se o vizinho era solteiro, era geralmente no apartamento dele que as transas aconteciam. Se era casado, com certeza seria no nosso apartamento.

Vou começar falando de uma transa dela com o Alex. Morava três andares abaixo do nosso, era solteiro, nós o conhecemos na área social, onde havia piscina. Claro que ele se encantou quando viu Meg de biquíni e ficou rodeando-a. Quando ficou sabendo que ela era casada comigo, deu uma esfriada, mas como ela já tinha ficado interessada nele, tratou de esquentá-lo novamente. 

Sem avisar a ele, ela apareceu no apartamento, assim que viu ele chegando do trabalho. Foi com uma minissaia e uma blusa de alça com amplo decote. Alex assustou-se quando a viu e ela foi entrando sem pedir licença.

– Quero conhecer seu apartamento – ela disse e foi puxando-o pela mão. Visitou a sala, a cozinha, dois dos três quartos e parou no quarto onde ele dormia. Sentou na cama, ele também e ela foi direta:

– Por que você parou de me paquerar? Eu estava gostando…

– Descobri que você é casada, conheço seu marido…

– Isso nunca fui problema na minha vida. Você não quer nada mesmo? Desistiu para sempre?

– Bem, não vou te negar, vontade eu tenho… quando te vejo de biquíni tenho de me policiar para não dar bandeira.

– E sua bandeira tem um mastro bom?

Alex não estava acreditando no que ouvia. Mas acreditou quando ela fez ele ficar deitado, sentou-se sobre ele (e ela estava de minissaia, então, ao sentar-se, ele viu a calcinha dela) e começou a tirar o cinto da calça dele, a abrir o fecho e a colocar o “mastro” à disposição de suas mãos e de sua boca. 

Ficou pasmo, vendo a desenvoltura dela fazer-lhe um boquete que ele apreciou bastante. E então ele criou a coragem para despi-la e dar umas boas lambidas na xotinha, que arrancaram gemidos dela.

– Deixa eu conhecer seu mastro por inteiro… enfia ele em mim, Alex…

Ele enfiou tudo que pôde, a comeu de diversas maneiras, fez ela gozar e ele gozou na boca da Meg.

Depois dessa primeira vez, ela frequentou por muitas outras o apartamento do Alex…

Segundo vizinho premiado. Juliano era casado e desde que conheceu Meg ficou enlouquecido, não parava de cantá-la sempre que a encontrava. Ela ficou seduzida por ele e estava disposta, mas… como fazer? Juliano saía cedo com a esposa, ambos trabalhavam, e voltavam para casa no mesmo horário. Ela já tinha dito a ele que ficava o dia inteiro em casa, claro que saía para fazer compras, ir a um cinema, mas se ele marcasse um dia e uma hora, ela estaria lá para recebê-lo. Só que o Juliano não conseguia. Meg já estava desistindo, quando ele a encontrou no elevador e, eufórico, falou que teria dois dias totalmente livre, pois a esposa ia participar de um encontro dos funcionários da empresa em que ela trabalhava. E como era uma multinacional, com sede em São Paulo, o encontro seria lá.

– Vai ser na sua casa ou na minha? 

– Na sua, Meg. Já que você  me disse que o Kaplan não se incomoda e que ele sai cedo para trabalhar, eu vou avisar no banco que estou doente e vou faltar. Depois de amanhã estarei em seu apartamento, assim que o Kaplan sair, você pode me ligar. Estarei pronto!

E assim aconteceu, ela me contou que ele chegou em disparada, mal acreditando no que ia rolar ali. E fez questão de trepar na nossa cama. Vibrou quando Meg lhe abriu a porta já pronta, ou seja, nua. Ele babou vendo os seios e a bunda dela, pegou neles, beijou-os e empurrou-a para nosso quarto, jogou-a na cama e deitou-se por cima dela, beijando cada pedacinho do corpo. Estava tão eufórico que Meg suspeitou que ele poderia gozar antes da hora, então tratou de acalmá-lo, conversaram um pouco e depois voltaram aos beijos e amassos. Juliano também pôde experimentar as delícias do boquete que ela fazia e ela foi comida, em seguida, de quatro e depois cavalgando-o.

Gostou do gozo que ele lhe proporcionou, mas não conseguiram mais achar um horário para brincarem de novo. Ele não podia “adoecer” dois dias seguidos, era arriscado demais. E nunca mais transaram.

Outro vizinho, de um outro prédio em que moramos, Mauricio, também transou com ela em nosso apartamento, apesar de ser solteiro. Eram dois apartamentos por andar e ele morava no mesmo andar que a gente.

Depois que o clima entre eles se revelou propício, ele falou com ela que iria no dia seguinte bem cedo. Ela o esperou com a camisola que havia dormido, branca, de alcinha, fácil de tirar, sem sutiã e sem calcinha.

Ela levou um susto porque ele bateu na porta da cozinha e quando ela abriu… o viu apenas de cueca, já entrando.

– Mas você é muito doido! E se a faxineira te pega andando de cueca no corredor?

– Ela já passou, acha que não tomei conta? 

Seguiu-se o tradicional. Abraços, beijos, boquete. Ela fez questão de não tirar a cueca dele, apenas levantou-a, colocando o pau pra baixo, pronto para ser engolido por ela que ajoelhou no chão da cozinha para chupá-lo com gosto.

E foi comida sentada na bancada da pia (não sei como as pias não quebravam, de tanto que foram usadas com propósitos sexuais…).

Foi rápida, ele trabalhava e tinha de sair. Mas isso não impediu que novos encontros dos dois acontecessem e ele concordou em recebê-la no apartamento dele também.

Já o Cristiano, em um terceiro edifício em que moramos, foi bem criativo. Depois que eu saí para o trabalho, ele bateu lá em casa. Meg atendeu e ele disse que estava sem água no apartamento dele. Conversa fiada, desde quando, num edifício, apenas um apartamento fica sem água?

Ela entendeu que era uma desculpa e ofereceu para ele tomar banho em nosso apartamento. Ele entrou, agradeceu, ela o levou ao banheiro e viu que ele já se despia, mesmo sem fechar a porta. Saiu dali rindo, imaginando que ia rolar algo, ela adorava caras assim, safadíssimos!

Dali a pouco escuta ele chamando-a. 

Foi até lá, entrou e viu ele nu, tomando seu banho. Ele disse que esquecera a toalha, se ela podia pegar no apartamento dele, estava na sala e ele deixara a porta aberta. Ela foi, pegou a toalha e entrou no banheiro enrolada nela. Tinha tirado a roupa toda, porque sacou que o teatro que o Cristiano fazia só tinha uma finalidade.

Ela tirou a toalha e entrou no boxe com ele e já começaram com as agarradas, os beijos, as chupadas, ela o colocou sentado no chão e sentou em cima dele, cavalgando-o até gozar.

– Cristiano, você, com certeza, foi o que teve ideia mais criativa para me comer. Merece bis, qualquer dia desses baterei na porta de sua cozinha…

A última historieta de hoje aconteceu entre ela e o Breno, também vizinho de andar. E foi no apartamento dele, também solteiro. Esse Breno nem teve tempo de respirar. Mal se mudou, ela ficou interessada. “Um gato, um gato”, me disse ela, entusiasmada. 

E como toda boa vizinha, foi logo se insinuando, oferecendo ajudar no que fosse preciso. Mas as camisetas que ela usava diziam claramente a vontade que ela tinha. E o Breno, de bobo não tinha nada, sacou logo que havia conquistado a vizinha. E, uns dois dias depois de ter mudado, quando eu estava entrando no elevador para ir ao trabalho, ouvi um ruído e saquei que ele estava no olho mágico verificando se eu ia embora mesmo.

Desci, já preparado para ouvir, na hora do almoço, a nova aventura da Meg.

E ela me contou que assim que eu saí, ele bateu a campainha e disse que precisava terminar de fazer a arrumação, pois conseguira uma licença da empresa e ela vencia naquele dia. Ela poderia ajudar?

Era tudo que Meg queria ouvir. Claro que podia!

– Espera só um minuto, vou colocar uma roupa, porque de camisola não dá para te ajudar, né?

Pôs a primeira camiseta que encontrou, o primeiro shortinho e foi correndo para o apartamento do Breno, que já a esperava na porta. Ela achou que o papo de ajudar a arrumar era só papo, mas não, era verdade e ela teve de ajudá-lo a empurrar alguns móveis, abrir caixas e colocar as coisas nos armários. 

“Deu uma canseira” me disse ela e “então, lá pelas 10 horas ele falou para a gente parar e beber alguma coisa. Concordei e sentei no sofá, enquanto ele pegava um suco na geladeira.

Tomamos, e conversamos e logo o assunto virou para o que interessava. Ele começou elogiando minhas camisetas, já tinha visto duas nos dias anteriores, elogiou minhas pernas e sentou-se ao meu lado.” 
 Claro que, depois disso, as coisas foram fluindo naturalmente. Olhares, sorrisos, língua passada nos lábios, aqueles sinais de que ambos estão a fim e nada mais falta para se agarrarem.

Ela via o volume na calça dele e não aguentou muito tempo para comentar sobre a beleza do órgão masculino. Ele entendeu que ela queria ver, e mostrou. E ela pegou e chupou. E as roupas começaram a sair e logo os dois estavam nus no sofá.

E ele se mostrou bem versátil: comeu de frente, com ela de quatro, foi cavalgado e até tentou comer o cuzinho dela, mas ela não deixou. “Imagina se eu ia deixar rolar anal no primeiro encontro… claro que não, isso é lá pelo terceiro ou quarto encontro…”

Foi no terceiro.

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1829a

Ela quis conhecer o “jardim secreto” que ele tinha em sua cobertura


(escrito por Kaplan)
Minha sobrinha Cecília trabalhou para um engenheiro, chamado Clésio. Era louca para ter um caso com ele, mas ele não parecia estar interessado, tratava-a como a qualquer funcionário do escritório.

Ele estava terminando a construção de um edifício de apartamentos e como o lote pertencia originalmente a ele, ele o cedeu à construtora em troca de um dos apartamentos de cobertura. E caprichou na decoração quando o apartamento foi-lhe entregue, pois pretendia casar e morar ali. 

Uma tarde, Cecília não se lembra de qual o motivo, os dois ficaram sozinhos no escritório e ele mostrou a ela as plantas, as modificações que estavam sendo feitas e falou que na cobertura haveria um jardim, que pediu a ela segredo, pois seria uma surpresa para a futura esposa. E depois daquele dia, talvez pela alegria de ter o apartamento pronto e já quase todo decorado do jeito que ele imaginava, ele se mostrou mais afável,todo dia tinha algo para contar. E ela ficou participando da alegria dele.

Quando tudo estava pronto, ele pediu que ela fosse com ele até lá, para ele sentir o que o “olhar feminino” iria dizer. 

Ela ficou encantada. Clésio se mostrava um doce de pessoa. Pena que ele não lhe dava bola!

Foi com ele, olhou tudo na parte de baixo, gostou demais do que viu. Então subiram para a cobertura, ela estava realmente curiosa para saber como seria o tal jardim que ele falara.

Achou que ele era maluco. Tinha colocado grama sintética na parte coberta, que ficava um pouco acima da parte descoberta e assim a chuva não iria atingir a grama. Na parede, colocou vários vasos, de formas e tamanhos diferentes, todos já plantados com flores maravilhosas. Tinha ficado, de fato, um jardim magnífico. 

Ela elogiou bastante e aproveitou para ver a vista que se tinha da cobertura.Magnífica, inclusive o sol já começava a desaparecer e ela pôde assistir a um belo espetáculo da natureza.

Aquilo a inspirou a fazer uma loucura.

Pediu a ele um copo de água e ele desceu para buscar. Então ela, rapidamente, tirou a calça jeans e a camisa, o sutiã e ficou só de calcinha, olhando o por do sol. Ela sabia que estava dando uma cartada maluca, podia ser demitida, mas não podia deixar de tentar. 
 Quando ele chegou com a água, quase caiu duro, vendo que ela estava só com aqueles trajes.

– O que é isso, Cecília?

– Chefinho, eu acho que você precisa testar todos os ambientes do apartamento, para ver se eles estão dentro do que você planejou. Tenho certeza de que você planejou essa cobertura, toda indevassável, para transar loucamente com sua esposa. Precisa fazer um teste, e eu sou voluntária…

Ela sabia que haveria duas possibilidades de reação dele: 
a) ele ficaria bravo com a ousadia dela, mandaria ela se vestir e, provavelmente a demitiria no dia seguinte; 
b) ele gostaria da ideia e ela realizaria seu sonho de transar com ele.

Vibrou quando viu que ele tirava a calça, abria a camisa, mas não a tirou. Gostou de ver que excitava o chefinho, ele já estava com o pau bem duro. Puxou-a para o “gramado”, tirou-lhe a calcinha, deitaram-se ali, encheu-a de beijos e vendo que ela já estava molhadinha, enfiou o pau, de ladinho, e a comeu bem gostoso. 

Depois a colocou sentada no balcão do barzinho que havia construído ali, também, e a comeu de frente, proporcionando-lhe um bom gozo.

Quando terminaram, ficaram algum tempo se olhando, acabaram rindo da situação. Dois pelados numa cobertura recém-inaugurada. Vestiram-se e ela ficou sem saber se perguntava se continuaria como secretária ou seria mandada embora.

– Cecília, eu sempre te vi como uma pessoa muito discreta. Quero saber de você se continuará sendo, e mais ainda, se será capaz de guardar segredo do que aconteceu aqui hoje.

– Chefinho, fique tranquilo. Minha vida privada não interessa a ninguém do seu escritório, nunca disse nada lá e nunca direi. Entendo sua preocupação e até te peço desculpas por ter te tentado aqui hoje. É que sinto um tesão muito grande por você e eu sabia que podia perder o emprego por tentar demonstrar. Agradeço que você não me recusou, eu ia me sentir péssima. E estou saindo daqui hoje feliz, gostei demais de nossa transa. Fique tranquilo. Não vou perturbá-lo de novo. Se me mantiver como secretária, o que aconteceu aqui hoje daqui não sairá. Não vou cobrar uma segunda ou uma terceira vez. Não darei o primeiro passo novamente. Se você der o passo, eu te acompanho, com muito prazer. Se não der, entenderei, e não vou te atrapalhar em nada. Ficarei feliz só pelo dia de hoje. 

Depois dessa conversa franca, Clésio chamou-a mais algumas vezes. Depois que casou, não chamou mais.

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MEU MARIDO MERECEU E GOSTA DE SER CORNO

Na ultima festinha da empresa que trabalho reparei uma insistente troca de olhares entre minha esposa e o Alberto, um dos diretores da empresa.
Fiquei puto da vida, mas agüentei firme até a hora de irmos embora e não dei nenhum vexame.Não trocamos muitas palavras até chegarmos em casa e eu rapidamente me deitei, como de costume de cueca e camiseta.

Minha esposa logo também se deitou e logo começou a alisar meu pau. Era estranho porque ela dificilmente me procura, mas eu deixei e logo meu pau foi ficando duro quando resolvi perguntar:
– Vc esta alisando meu pau ou esta pensando no pau do Alberto?
Ela não se abalou e continuou alisando meu cacete e respondeu :
– Vc ta delirando Julio ? Bebeu demais??
– Eu vi vcs dois se olharem a festa inteira, não sou cego. – disse demonstrando uma certa raiva.
– E se eu estiver alisando seu pau pensando no dele, algum problema?
– Vc queria? – perguntei, mas fiquei com medo da resposta dela.
– Se disser que quero vc vai deixar? – ela perguntou com carinha de safada e nessa hora meu ciúme bateu forte mas continuei naquele jogo.
– Depende. – respondi secamente.
– Do que?
– Se eu puder ver vcs transando eu topo.
– Ta louco, vai ficar sentado na cama nos vendo transar?
– Não preciso estar no quarto, basta que eu possa ver – respondi com a garganta seca esperando que ela parasse com aquilo e fosse apenas uma provocação por parte dela.
– Vc iria espiar de onde?
– Da janela do quarto por exemplo. Fico La fora.
– Quando? – ela perguntou com carinha de muito safada, e eu gelei. Não sabia se continuava ou se acabava com aquela brincadeira ali. Mas resolvi continuar pra ver aonde chegava. Até onde ela seria capaz de me trair.
– Pode ser no sábado? – perguntei ironicamente como se eu fosse topar.
– Tá ótimo pra mim. Vc convida ele ou eu convido?
Não acreditei que ela queria ir adiante mas pelo jeito a coisa era séria. Estava num ponto onde acabava com aquilo ou então aceitava essa experiência de ser corno que muitos dizem que é deliciosa.
– Pode deixar que eu convido.
Nessa altura ela já tinha tirado meu pau pra fora da cueca e começou a lamber e perguntou:
– Será que o pau dele é gostoso como o seu , amor?
– Vc vai saber logo.- respondi.
Ela aumentou o ritmo das chupadas e novamente perguntou:
– Vc vai ficar com ciúmes de ver sua esposinha chupando o pau de outro homem?
– Acho que vou. Vc esta pensando no pau dele agora?
– Sim….. ta gostoso…..
– Então chupa gostoso…..
– Chupo….. goza na minha boca….. quero seu leite…..
Nossa, eu estava tão excitado que gozei rapidinho.
Naquela noite quase não dormi. Meu ciúme me corroia mas por outro lado a excitação era enorme. No dia seguinte pela manhã tornei a perguntar pra ela se era pra seguir adiante com aquilo e ela respondeu desinteressadamente dizendo que ia até no cabeleireiro se aprontar para a festinha.
Fiquei meio puto da vida mas me conformei. Afinal eu havia começado a brincadeira e agora tinha que ir até o fim.
Na sexta levamos as crianças para a casa de meus pais e no sábado o Alberto chegou na hora combinada para tomar uns drinks.
Tinha acertado com minha esposa que ficaria alguns minutos bebendo com eles e depois, de meu próprio celular ligaria para casa e atenderia como se alguém estivesse me chamando da empresa , para que eu pudesse me ausentar. Foi o que fiz.
Depois de 3 ou 4 doses, quando todo mundo já estava a vontade eu fui ao banheiro, liguei para minha casa e eu mesmo atendi na frente dos dois. Me desculpei com eles dizendo que tinha que sair e pelo jeito a coisa iria demorar, mas recomendei que o Alberto ficasse etc.
Fui correndo para a janela do quarto que eu já havia preparado uma bela fresta para assistir minha estréia como corno.
A espera foi cruel. Passaram se quase meia hora e nada deles entrarem no quarto. Estava morrendo de ciúmes só de imaginar o que eles estavam fazendo na sala.
Eis que finalmente entram os dois. Minha esposa nuazinha e ele só de cuecas. Para meu espanto notei que ela tinha depilado totalmente sua xaninha para a ocasião. Estava lisinha e linda. Alias minha esposa é um mulher muito atraente.
Minha esposa sentou-se na beirada da cama e ele pediu :
– Sua vez de me agradar agora minha putinha.
Não acreditei quendo ele chamou minha esposa de putinha.
– Vai… chupa gostoso…
Quando minha esposa abaixou a cueca dele, saiu um cacetão de dentro dela maior que o meu. Minha esposa abocanhou aquela tora e começou a mamar feito uma putinha mesmo. Nunca vi nada igual.
– Isso vadia… chupa gostoso… assim…
Ela chupou por uns 5 minutos e eu me masturbando lá fora.
De repente ele manda:
– Agora fica de quatro minha vadia… vou experimentar essa bucetinha….
Minha esposa então ficou de quatro na beirada da cama e ele começou a introduzir seu cacete na buceta dela que devia estar encharcada.
Ela gemia e dizia:
– Que delicia de cacete… mete tudo…. aaaaiiiiiiii… assim… gostoso…
– Você gosta né putinha?! rebola no meu pau vamos…
– Assim, assim que você gosta? uuuuuuuuiiiiiiii… que deliciaaaaaaa
– Isso vadia….assim mesmo…. agora vai apanhar na bunda minha putinha….
– Bate, bate na sua vadia… aaaaiiiiiiii… isso, mais… me fode…
– Toma cadelinha, vou encher essa buceta de porra…
– Vem, me enche de porra… vou gozar amor… mete…
– Toma, sente meu cacete todinho…
– Aaaaiiiiiiiiiiiiii… estou, gozaaando… uuuuuiiiiiiiiiii
– Goza putinha, goza gostoso…
Nessa altura eu já tinha gozado na parede mas meu pau continuava duro.
O Alberto então pediu para ela se deitar de costas, se ajoelhou em cima dela e começou a bater punheta até gozar nos peitos e no rosto da minha esposa. Foi muita porra. Deixou ela toda lambuzada.
Depois ficaram deitados alguns minutos e minha esposa foi ao banheiro. Logo ele foi atrás dela e daí eu não conseguia ver nada e mal podia ouvir o que eles diziam porque o barulho da água do chuveiro encobria tudo.
Só dava para ouvir algumas coisas como ela falando alto:
– Não, aí dói muito, pára.
Logo imaginei que ele queria comer o cuzinho dela.
Depois de uns 10 minutos os dois voltaram e minha esposa foi direto na direção do meu criado mudo e pegou o tubinho de KY que eu uso quando como o rabinho dela e deu pra ele.
– Põe devagar que se pau é muito grande.
Ela disse isso e ficou de quatro na cama abrindo as nádegas com as duas mão escancarando seu cuzinho pra ele.
Nessa altura eu já estava batendo mais uma punheta.
O Alberto lambuzou bastante o rabinho da minha esposa, depois lambuzou seu próprio cacete e enterrou tudo nela. Vi seu pauzão desaparecer dentro do cuzinho da minha esposa que gemia :
– Devagar seu tarado, ta me rasgando toda seu cavalo, devagar.
– Nossa, que cu delicioso e apertado, seu corninho não te come não?
– Come, mas o pau dele é pequeno… vai devagar, assim….
– Toma vadiazinha, geme gostoso no meu cacete….
– Vaaaiiii, mete, me rasga toda… assim, mete tudo….
– Uuuiiiiiiii… que cuzinho delicioso, vou te encher de porra….
– Vem meu macho…. me da sua porra, fode sua puta….
– Toma cadelinha, assim… aaaaiiiiiiiiiiiiiiii
– Goza gostosão, isso… quero sua porra….
Claro que nessa altura eu gozei de novo vendo minha esposa gemendo no cacete do Alberto.
Nunca pensei que ela se tornasse a puta que eu estava vendo.
Esperei os dois descansarem e voltar pra sala e então resolvi voltar pra casa.
Nunca imaginei que eles ainda não tinham acabado.
Quando abri a porta e entrei na sala minha esposa estava ajoelhada no chão mamando de novo no cacete do cara.
Claro que foi uma cena muito desagradavel e tenho que conviver com isso todo dia. Sempre que encontro o Alberto fico imaginando o que ele pensa de mim.
Claro que sou um corno, mas ele não precisava saber não é mesmo??’

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1828a

Ele fez o que não devia: mostrou o pau para ela. Teve de comer!


(escrito por Kaplan)
Uma das pessoas que Meg conheceu quase por acaso foi o Orlando. Sujeito simpático, era amigo de um casal nosso conhecido e coincidiu que os visitamos num dia em que o Orlando também estava lá (se a memória não me falha, era um aniversário…, mas isso não importa).

Batemos um bom papo com ele, que se mostrou um fã entusiasmado de fotografias. O papo rendeu e é claro que ele se convidou para ir em nosso studio no dia seguinte para ver alguns trabalhos.

Efetivamente, ele esteve lá, na parte da tarde. Eu tinha saído para fotografar e foi Meg quem o recebeu. Novamente bateram longos papos, às vezes interrompido por algum cliente que ia levar ou buscar filmes.

Ela não teve, aliás, nunca teve, qualquer problema em deixar que pessoas vissem fotos dela nua ou seminua. Desde que coloquei fotos dela numa exposição, ela nunca mais se importou com o fato de alguém estar vendo fotos dela nua. E ela tinha muitas, porque eu vivia tirando!

Então, o Orlando também viu. E não poupou elogios, claro! E ela gostou, porque ele tinha finesse, não era um admirador vulgar, grosseiro, pelo contrário.

Ela perguntou se ele já havia posado para algum fotógrafo. 

– Eu? Mas que ideia… por que eu posaria?

– Ora, você tem um rosto bonito, um corpo bonito também, fotógrafos poderiam fazer belas fotos suas!

– Você está brincando!

– Não, falo sério. Se quiser podemos fazer algumas.

– Quando, onde?

– Aqui mesmo, agora mesmo! 
foto: Meg

Ela fechou a porta e levou-o ao Studio. Ele ficou meio intimidado pelo que ela dizia, mas foi acalmado. Ela o colocou sentado em um banco e fez algumas fotos de rosto, depois perguntou se ele poderia tirar a camisa, gostou de ver que ele tinha um peito peludo, colocou um papel de fundo com paisagem e o fotografou de pé, como se fosse abaixar a calça.

Ela me disse que nessa hora, já sentiu que existia um certo clima no ar. Mas a coisa toda só rolou quando ele – ela não sabe se por acidente ou por desejo – deixou que a calça caísse e, como estava sem cueca, seu pau ficou exposto.

Era tudo o que ele não podia fazer se não quisesse nada. Mas se quisesse, era só o que ele precisava fazer.

Meg era uma adoradora de paus masculinos. E ao ver o dele, esfriou da cabeça aos pés.

– Ah… Orlando… que coisa maravilhosa! Vou ter de fotografá-lo também!

Fez ele ficar sentado e disse que mole não ficava bem, então… fez um boquete e o pau dele endureceu na mesma hora.
foto: Meg

Tirou algumas fotos, mas sentia que algo dentro dela exigia uma trepada com  aquele pau ali na sua frente.

– Orlando… eu não estão conseguindo resistir…

– Nem eu. Mas seu marido pode voltar…

– Se ele voltar e ver que há gente aqui, ele não entra. Não se preocupe com ele.

E já foi tirando a roupa e ele admirou ao vivo e a cores o que já tinha visto nas fotos. Havia um sofá no Studio e foi lá que ele a sentou para dar-lhe uma bela chupada na xotinha. E logo a comeu ali em cima do sofá, de ladinho. Meg gemia, Orlando sabia fazer as coisas! Deixou-a suada, olhos vidrados, querendo mais e mais.

Ela fez questão de cavalgá-lo, gozou, mas ambos queriam mais e ela foi comida de cachorrinho, já estava ofegante. 

Foi então que ela se lembrou que o primeiro boquete que ela tinha feito, para endurecer o pau dele para a foto, tinha sido muito pouco, tratou de fazer um mais caprichado e levou para dentro de sua garganta o leitinho do Orlando.

Orlando ainda ficou na cidade por mais dois dias. Adivinhem pra quê?

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1827a

Ele lia contos eróticos para a namorada… aí rolou!


(escrito por Kaplan)
Max e Joana eram namorados e gostavam muito de literatura erótica. Ele lia para ela, quando estavam a sós, porque os pais dela não gostariam de saber. Mesmo porque, invariavelmente, depois da leitura, rolava uma gostosa transa entre eles, também desconhecida dos pais.

Onde Max lia? Na casa de Joana. Como o pai e a mãe trabalhavam e ela não tinha irmãos, a parte da tarde era o horário indicado para eles se encontrarem.

Naquele dia, ela,já apenas de camiseta e calcinha, aguardava ansiosa a chegada do namorado com o livro que eles estavam lendo. Ele havia parado num conto que tinha tudo para ser explosivo. A história se passava no início do século XX, na França, e um cavalheiro ia ter um encontro, conseguido a duras penas, com a dama de seus sonhos. Só que, no dia e horário que ela marcara, ele apareceu e a criada lhe disse que “madame saiu e só voltará à noite”. Então o “monsieur”, desapontado, escreveu um recado e ficou conversando com a criada, moça nova, bonita e acabou descobrindo que sua ida não seria em vão, quando ela perguntou o que poderia fazer para lhe ser útil. 

Foi nesse trecho que Max parou e agora iria retomar.

Ela sentou no sofá, com as pernas pra cima, ele sentou no tapete e começou a leitura:

Armand mal podia acreditar em sua boa sorte. Era um momento para ser aproveitado.

– Creio que sim – disse, dando um passo em direção a ela – a menos que eu a esteja interrompendo em alguma importante tarefa doméstica.

– De maneira alguma. Tudo está em ordem e estou livre até madame voltar, tarde da noite.

– Sabe, estou encantado com a limpeza de sua roupa, Claudine. Se me permite…

Desamarrou as pontas de cima do avental engomado, sobre os seios dela. O vestido, embaixo, estava fechado por uma fileira de botões do pescoço à cintura.

– Os botões nos vestidos das mulheres – disse ele, em tom brincalhão – sempre me fascinaram. Convidam a uma especulação imediata. Fazem os dedos ficarem loucos para desabotoá-los.

– Realmente? Nunca pensei nisso.

Ele desabotoou o vestido devagar, de cima para baixo, contando alto, até chegar ao último botão, não muito acima da cintura dela.

– Botões ou não, é difícil perceber como minhas roupas podem, de alguma maneira, interessá-lo – disse ela com os olhos brilhando.

– O interesse está no que escondem, como, estou certo, você sabe muito bem.

– E o que escondem?

A mão de Armand estava dentro do vestido, por baixo da blusa, acariciando um seio macio.

– Sua recatada roupa negra esconde um delicioso par de atrações, Claudine.

– Talvez essas atrações estejam escondidas, mas parecem ter um efeito notável sobre o senhor. – E ela deslizou a mão, lentamente, para cima e para baixo na reveladora protuberância nas calças dele, para provar o que estava dizendo.”

– Max, por favor, pare! Já estou molhadinha! Vem cá!

Ele olhou para ela, fechou o livro e brincou:

– Mas estou vendo que você não tem botões na sua camiseta, querida… como quer que surja uma protuberância debaixo da minha calça?

– Deixa de ser bobo. Não tenho botões na camiseta, mas debaixo dela tenho dois, veja! 

Tirou a camiseta e apontou os dois biquinhos. 

– Não são dois botões lindos, deliciosos?

– Ah, você tem razão…

E ele mamou nos botões, ops, nos biquinhos dos seios da Joana, que, em seguida, tirou a roupa do namorado e premiou-o com um boquete. E ele retribuiu com uma bela chupada e enfiando dois dedos na xotinha, antes de colocá-la ajoelhada no sofá, ajoelhar no chão atrás dela e beijar-lhe o cuzinho, a xotinha, lamber a bundinha toda. 

Então ela o colocou sentado, ajoelhou-se no tapete e fez novo boquete, e, em seguida, foi comida por Max. Depois que ela gozou, como sempre faziam, ele tirou o pau de dentro dela e ficou se masturbando até gozar.

Agora, era esperar o próximo dia em que ele voltaria com o livro, para continuar lendo aquele conto que já trouxera belos frutos aos leitores e ouvintes!

(O trecho entre aspas foi retirado do livro “Memórias eróticas de Paris na Belle Époque, escrito por Anne-Marie Villefranche e publicado, no Brasil, pela editora Record em 1982).

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1826a

O banheiro foi o único local da casa onde eles puderam transar

Amigas e amigos, estou surpreso. Em apenas uma semana, 10.000 acessos, e chegamos aos 960.000!
A continuar nesse ritmo, no início de março chegaremos ao tão sonhado milhão!
Ou pode ser antes, se vocês pedirem aos amigos e amigas para acessarem também! Façam a felicidade de todos!!!



(escrito por Kaplan)
Igor e Ana foram convidados a uma festa na casa de uma amiga. Amiga rica, casa cheia de cômodos, vários quartos, biblioteca, uns cinco banheiros, uma loucura a casa da amiga.

E não é que, no meio da festa, talvez inspirados pelas bebidas, pelas músicas mais suaves, pela dança, bateu aquela vontade nos dois de transarem loucamente?

Mas não podiam sair da festa “à francesa”, nem estavam com grana para ir a um motel. O problema é que quando Ana ficava com vontade, não conseguia segurar, ficava indócil, o Igor sabia disso e tentou pensar em alguma coisa.

Ir para os jardins era perigoso, pois havia cães de guarda, já tinham sido avisados para não saírem sem alguém da casa junto.

– Vamos na biblioteca, quem sabe dá?

Não deu, o pai da moça estava lá, quieto, lendo, porque a festa era dos jovens… os dois o cumprimentaram, fizeram de conta que estavam apreciando os livros e saíram. 

– Será que tem algum quarto que a gente possa ir?

– É arriscado, Ana, imagina se alguém da casa resolve entrar no quarto e nos encontra lá. Vai ser um vexame total!

Desesperada, ela rodou vários ambientes da casa e encontrou um banheiro, mais afastado de onde a turma estava. Voltou, chamou o Igor e levou-o até lá. Entraram, trancaram a porta. O banheiro era enorme, tinha chuveiro, banheira de hidro, um armário cheio de gavetas, sanitário à parte, o que significava que duas pessoas podiam utilizar o banheiro ao mesmo tempo. Olharam superficialmente, porque o que eles queriam era outra coisa.

Tiraram as roupas com grande rapidez e Igor colocou a namorada sentada na bancada que ficava em cima do grande armário. Chupou a bucetinha dela, que gemeu… como estava precisando daquilo! 

– Me come, agora!

Ele só a puxou para a beirada e enfiou o pau, bombando e beijando-a, para evitar que os gemidos dela escapulissem e alguém ouvisse.

– Minhas costas estão doendo, Igor, vamos pro chão.

Desceu, ficou de quatro em cima de um tapete, ele veio por trás e a comeu de novo.

– Ahhhh… que maravilha… isso, isso… mete bastante! Eu vou gozar, Igor, eu vou gozar!!!

Mordeu a mão para não dar um berro, essa era a vontade dela.

– Você gozou também?

– Ainda não.

– Maravilha, deixa eu te cavalgar então. 

Ele deitou-se de costas no tapete e ela sentou no pau dele e pulou, pulou.

– Segura mais um tempo que estou quase indo de novo… Oh, my god, como eu gosto disso!

Ela estava sentada de costas para o rosto dele. Resolveu virar para ele, sem tirar o pau de dentro e aí pôde abaixar o corpo e beijá-lo, pois gozara de novo.

Ao levantar, viu que nada escorria.

– Você não gozou, Igor?

– Não…

– Ah… não, querido, não pode… vem cá, vou dar um jeito nisso!

O jeito, as minhas leitoras e meus leitores sabem qual é… chupou com gosto até ele fazer seu esperma sair voando em direção ao corpo dela.

– Meu bem, te amo muito, foi lindo, foi ótimo, mas agora deixa eu me limpar e vamos voltar pra festa, antes que notem nossa ausência!

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1825a

Swing, de volta ao padrão tradicional


(escrito por Kaplan)
Então, depois daquela série de swings com três casais, resolvemos voltar ao tradicional, e nossos próximos swings foram de dois casais. Ao final, Meg e eu concordamos que era bem melhor assim e dali em diante não iríamos mais tentar variações.

Dessa vez, tivemos o prazer de transar com um casal que conhecemos numa das muitas viagens à praia que fizemos.  Sem o saber, eu adorei ver a Yara de biquíni e o Abel quase morreu quando viu Meg com seu biquíni quase invisível de tão pequeno. 

foto: Kaplan

foto: Kaplan

Abel e Yara tinham idades próximas às nossas, que já andávamos na casa dos 40. A maneira como nos conhecemos foi a tradicional: hospedados na mesma pousada, começamos a ir à praia juntos, depois da praia, à noite, saíamos para jantar, passear pela rua do Mucugê, onde ficam todas as pessoas em férias, num clima festivo, de volta ao hotel, sempre encerrávamos a noite tomando um vinho, ora num quarto, ora no outro.

Lá não aconteceu nada, a não ser o clima favorável a novos encontros, possíveis porque eles moravam na mesma cidade que nós. Então, mantivemos contato e uma noite eles nos visitaram para levar as fotos que haviam tirado e em muitas delas Meg e eu aparecíamos. Aproveitamos para mostrar as que nós tiramos e em que eles também apareciam.

Foi aí que eles ficaram admirados de ver a diferença de qualidade entre fotos tiradas por profissionais e amadores. Daí o papo rolou para outras fotos que fizemos em nossa vida e Meg não se preocupou em deixar que eles vissem fotos dela nua.

Percebi que Abel ficou de olhos bem abertos vendo as fotos, e Yara comentou que tinha vontade de posar nua também, mas não sabia se teria coragem e se o Abel iria gostar. Na mesma hora ele disse que era bobagem dela.

– Você não está vendo essas fotos maravilhosas da Meg? Seu corpo não é muito diferente do dela, por que você não ficaria bem na foto como ela fica? E eu já te falei várias vezes, pare com essa mania de dizer que não tem coragem de fazer as coisas. Se quer, faça! Temos que aproveitar a vida!

Meg disse que, se Yara quisesse, ela tiraria algumas fotos dela ali mesmo.

– Aqui, agora? E seu marido vai ver? 

– Uai… o seu marido está vendo as minhas fotos… o que tem de mais?
Abel encorajou-a e ela aceitou. Então Meg pegou a máquina, eu peguei a minha também e fotografei Meg fotografando Yara. Ela fez algumas fotos com ela vestida, depois pediu que ela tirasse o vestido e fotografou-a de lingerie. Mas Meg era experiente e viu que Yara não estava à vontade. Então chegou perto dela e conversou baixinho.

– Está inibida em ficar nua na frente do Kaplan?

– Não deveria não, né, mas estou sim…

– Quer parar?

– Não, quero continuar… me arranja uma cerveja, acho que vai ajudar.

Meg me falou, eu providenciei a cerveja. Ficamos, Abel e eu no sofá, esperando ver o que acontecia.

Meg adotou outra tática, e eu percebi que ela já estava pensando em algo mais…

Falou baixinho, de novo, com Yara. 

– Ajudaria se eu também ficasse nua?

– Jura? Seu marido não iria se incomodar?

– Claro que não, o Abel já me viu pelada nas fotos… vou tirar a roupa, espero que te ajude a acalmar.

E tirou, para espanto do Abel, que teve muito trabalho para esconder o volume que apareceu na calça dele. Mas como aí a Yara resolveu se despir, meu pau também ficou duro vendo-a e eu disse ao Abel que não precisava ficar escondendo. Mostrei a ele que meu pau também estava duro e ele ficou mais calmo…

Então Meg pôde tirar várias fotos da Yara nua, e quando acabou, virou-se para ela e fez o desafio: 

– Que tal agora, a gente fotografar nossos maridos nus? Por que só nós é que tiramos a roupa?

Yara entrou no clima e apoiou entusiasticamente a ideia. Como Abel ficasse indeciso, eu tirei a roupa e ele também tirou e Meg nos fotografou pelados.

As roupas ficaram completamente esquecidas depois disso, pois Meg sentou entre eu e o Abel e eu comecei a acariciá-la, ela pegou as mãos dele e colocou nos seios e a Yara então veio para o grupo, sentou-se em meu colo e pôs minhas mãos nos seios. 

O bacana foi isso, sem ninguém comentar nada a respeito, sem ninguém programar, a coisa rolou naturalmente. E não demorou para que, depois dos boquetes, eu me sentasse no tapete com a Yara sentada em meu pau e Abel, sentado no sofá, recebia Meg em seu pau. Elas pularam e não demoraram a gozar, em função mesmo da coisa ter acontecido de forma tão natural.

– Que dia essas fotos ficam prontas, Meg?

– Terça ou quarta-feira.

– Então, vocês dois estão intimados a irem no nosso apartamento no sábado que vem, levar essas fotos para a gente ver, e eu garanto que não terei mais inibição alguma, vai rolar muita coisa boa! Adorei o que aconteceu aqui hoje, não foi bacana, Abel?

– Bacana? Bacana é pouco… foi sensacional!

– Nós também gostamos muito. Estaremos lá no sábado, podem nos esperar!

De fato, sábado estávamos lá. Quando chegamos, Abel ainda estava no banho e Yara ficou admirando as fotos. Adorou todas elas, de fato tinham ficado muito bonitas. Depois ela chamou Meg na cozinha para perguntar uma coisa, que a Meg me contou depois. Ela disse que, como efeito do que acontecera entre nós quatro, lera alguns contos eróticos e vira que era comum as mulheres trocarem beijos, chupadas…

– É assim mesmo que funciona, Meg?

– É assim, quando as duas querem que seja assim.

– Você… já fez isso?

– Já, muitas vezes.

– E é bom? Eu nem imagino…

– É ótimo , quer experimentar?

– Não sei…

Não teve tempo de terminar a frase, Meg a puxou e lhe deu um daqueles beijos que estremecem qualquer uma.

– Que tal? Gostou?

– Uau… deixa eu respirar direito…

– Pensa com calma… agora vamos pra sala que nossos homens já devem estar aflitos para nos comer! 

Naquele momento em que elas regressaram, Meg sentou-se no sofá e Yara ficou em pé, talvez pensando no que acontecera. Aí o Abel me aparece, saído do banho, só com uma toalha, se enxugando.

– Uai, vocês já estão ai? Por que não me avisou, Yara? Esperem um minuto, vou me vestir.

Meg não deixou

– Deixa de ser bobo, Abel. Vestir pra que? Nós viemos aqui não foi para ficarmos vestidos… esqueceu? 

Ele riu, deixou a toalha cair e chegou perto dela que não perdoou, pegou no pau dele e já começou a chupar, molhando-o com o uísque que estava tomando.

Todo mundo ficou nu e começaram os beijos, as esfregações, as chupadas.

Yara deu uma parada e falou com o marido:

– Querido, acabei de aprender uma coisa deliciosa, quer ver?

– Claro, seja lá o que for!

Então ela pegou a Meg pela mão e deu-lhe um beijo, ao que Meg caprichou, deixando Yara e Abel sem ar. E o Abel não teve dúvida, pegou a esposa e, em pé mesmo, colocou-a sentada em seu pau e ficou comendo-a. Meg e eu olhávamos, sorrindo. Como é bom a primeira vez! Nós dois estávamos amando ver o casal descobrir coisas, graças a nós.

– Kaplan, esta semana a gente conversou muito sobre swing e Yara me disse que teria vontade de fazer uma coisa, para a qual eu preciso de sua ajuda.

– Vamos lá, o que é? 

Ele sentou-se no sofá, a Yara ficou de joelhos e começou a chupá-lo e ele me disse para eu come-la. Era queria ser comida e chupar ao mesmo tempo.

Atendi o desejo dela, com muito prazer e a Meg, para não ficar só olhando, subiu no sofá e encostou sua xotinha na boca do Abel.

– My God… muito melhor do que eu pensei! Falou Yara e logo retomou as chupadas no marido.

Claro que depois que a satisfizemos, Meg ensinou a ela outra coisa: como se faz uma DP. Yara ficou vendo, sem acreditar no que via.

Depois que fizemos Meg gozar e nos retiramos de dentro dela, Yara disse que aquilo ela achava que nunca ia fazer. 
Claro que rimos. Mas se ela não quisesse, jamais iríamos forçar a barra.

O fato é que conseguimos mais um casal para vivermos a maravilhosa experiência do swing.

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FANTASIAS

   

 Fantasias de casal,, somos um casal bem apessoados,  eu 43, ela 37, minha mulher tem  1,58 de altura com tudo em cima, cintura fina seios médios bonitos e firmes olhos cor de amêndoas, e estamos casados a mais de 15 anos, e já  temos uma filha quase adolescente.


Durante todos esses anos de casados sempre curtimos muito transando, principalmente quando recem-casamos, mas depois vieram os filhos a gente teve que se anular um pouco e dedicar mais aos filhos, mas sempre tivemos nossas fantasias, e durante muitas de nossas transas falávamos de nossas fantasias e taras uma vez eu falei que todo homem tem a fantasia de um menage a três com duas mulheres então minha mulher  falou que tinha a mesma fantasia mas com dois homens, e falou da vontade de ter dois homens na mesma cama e na hora do tesão a gente sempre concordava em realizar as fantasias ,mas realizá-las com mais um homem entre nós realmente seria algo um tanto distante da realidade, depois do sexo não falávamos mais sobre qualquer fantasia..

Algumas vezes quando saiamos para curtir um pouco da noite eu sempre pedia para ela se vestir de forma mais sexi, eu adorava  vê-la ser admirada ou desejada por outro homem, isso me excitava, até que  fomos  numa casa noturna que tocava  um rock dos anos 80 e 90 bem maneiro do qual a gente gostava,como sempre deixamos  nossa filha na casa da vó e seguimos para curtir e a Marisa minha mulher vestia um vestido até bem comportado. a altura do joelho, mas o decote nas costas era generoso, que deixava a costas praticamente de fora, chegamos a tal casa noturna e  encontramos alguns conhecidos e começamos a beber umas cervejas e a bater um papo distraído com a conversa dos amigos  quando olhei próximo a mesa que a gente estava  percebi que minha mulher estava conversando com um rapaz como eles conversando animadamente imaginei até até que o rapaz era algum conhecido do pessoal da nossa mesa orque na verdade eu não  conhecia todos que ali estavam. continuei bebendo e conversando com o pessoal e observei que o papo entre a minha esposa e o tal carinha continuava animada, então comecei a observar melhor o tal carinha, que devia ter uns 30 e poucos anos,corpo malhado, bem definido, foi quando resolvi me aproximar deles, pra me enturmar melhor e ofereci uma bebida foi ai então que ela me apresentou a ele e aos demais da mesa como sendo seu marido… e ela me apresentou ele como sendo o Bruno e que  estava em São Paulo a trabalho e ia ficar uns dias.

Percebi que o tal rapaz  ficou  constrangido ao saber que eu era o marido dela, deu pra perceber que ele estava tentando cantar minha esposa, percebi porque  ele tentou sair dali ele devia estar imaginando que eu pudesse arrumar confusão por ele ter tentado dar em cima da minha mulher mas numa boa eu puxei  papo para ele perceber que eu não estava me importando, vi que minha mulher   ficou surpresa com a minha reação, acho que até ela imaginava que eu ia rodar a baiana, mas não, deixei a latinha de cerveja que eu tava tomando com ela e fui até o bar pegar outra para mim enquanto eles continuavam o papo… propositalmente demorei um pouco no bar e na mesa o papo continuou percebi que o “cara” as vezes a tocava, como eu não voltei a mesa minha mulher dispensou o rapaz, levantou-se e veio até mim, e ao se aproximar eu lhe perguntei, e dai que vc achou do cara te cantando, gostou?? Ela com um sorriso bem maroto respondeu que sim.

E continuamos a beber e dançar e por varias vezes cruzamos com o tal de Bruno que ele fazia questão de dirigir-lhe  um sorriso atrevido, depois de algumas horas dançando e varias cervejas  já estávamos bem mais soltos, percebi que a Marisa estava dançando muito mais excitada do que eu jamais havia visto ela assim, em determinado momento ela falou que iria ao banheiro, então eu lhe  falei bem  no seu ouvido, aproveite e venha sem calcinha, passado alguns minutos ela retornou com uma carinha toda safada, perguntei a ela se ela tinha feito o que pedi,
– Ela respondeu que sim
– Então mostra pra eu ver
– Sem Hesitar ela abriu a bolsa e me mostrou a calcinha dentro
– Falei não acredito…
– Ela então pegou minha mão e levou pra debaixo da sua saia mostrando que tava sem…
– Você tá excitada?
– Sim e muito
Nesse jogo de sedução perguntei e o tal Bruno que vc acha dele, no que ela falou  que ela tinha cruzado com ele na volta do banheiro e que ela até parou par perguntar se ele estava gostando da noite só para provocá-lo um pouco.
Na hora  falei que também estava muito excitado e que estava louco para ir para casa pra fazer um sexo bem gostoso, e brincando falei que na hora se ela quisesse ela poderia me chamar de Bruno para fantasiar…, ela respondeu que também estava com muita vontade, todos os nossos conhecidos já haviam ido embora, resolvemos ir também quando fomos pagar tina uma pequena fila, enquanto estavamos na fila notamos que o Bruno também se aproximou, veio até nós e falou, já estão indo embora. Respondemos que sim, é cedo ainda, mas completou eu também vou, disse que os amigos tinham deixado ele sozinho porque queria ficar um pouco mais, imaginei que ele ficou por causa da minha mulher que de certa forma tinha dado mole pra ele, notei que os olhos da Marisa brilhavam de desejo principalmente quando ao nos despedirmos ele deu um beijo na face dela.
Falei baixinho ao ouvido dela, vc gostou disso?
Perguntei a ela se ela estava gostando disso.
Com a mesma cara de safada acenou com a cabeça que sim.
Na hora acho que o tesão me bateu na cabeça, nas duas cabeças, e falei  porque não vamos pra casa tomar mais uma e continuar o papo lá em casa.
Marisa me olhou com uma cara de espanto como quem não acreditava no que eu tinha falado, olhando pra mim disse jura amor?, Respondi sim, é um convite, topa Bruno?
O Bruno nem respondeu só olhou para ela e concordou.
Ela se levantou e foi em direção a porta já de mãos dadas com ele que com uma cara assustada mas de quem estava excitadíssimo com a brincadeira.e fomos até o estacionamento pra pegar o carro e antes dela entrar  não falou nada apenas me deu um enorme beijo quente cheio de tesão.
Entramos no carro, ele no banco traseiro, pois ele não estava de carro e lá fomos nós para nosso apartamento.

Durante o trajeto fui trocando carinho com  a Marisa, enfiei a mão embaixo da saia masturbando ela, e ele não perdeu tempo veio por trás acariciando-lhe  os peitos  enquanto eu acariciava sua boceta encharcada, e lhe disse tá vendo ela já está  sem calcinha, ele  ficou maluco de tanto  tesão enfiando a mão tentando tb tocar a buceta, com certa dificuldade tentou agarrar ela por trás e beijar-lhe o pescoço. A Marisa doida de tesão já estava quase gozando do banco do carro, era madrugada e poucos carros circulavam pelas ruas.


Chegando em casa, parei no acesso ao elevador e falei que eles poderiam ir subindo enquanto eu estacionava o carro na nossa vaga, e subi logo depois, ao abrir a porta da sala já vi a Marisa  no sofá meio que sentada meio que deitada, de pernas abertas sobre o ombro dele ele de joelhos chupando sua buceta fazendo ela uivar de prazer, fechei a porta e já tirei minha roupa com o pau duro como nunca me aproximei e ela pegou meu cacete começou a chupar, acabou  gozando na boca dele, entre espasmos de prazer e com a cara marota de sempre  sorriu-me com um sorriso de uma mulher satisfeita isso me deixou com mais tesão ainda, na boate lhee prometi a ela que ela ia ser fodida como nunca e era mo que ia acontecer nós dois iríamos acabar com ela.

Fomos para a cama, falei pro Bruno deitar e ela ficar de quatro em cima dele chupando o pau dele e comecei a fode-la por trás na sua boceta que estava encharcada. depois invertemos as posições fizemos ela gozar por varias vezes, mas deixei por ultimo que ele  comesse o cu dela enquanto ela estava chupando meu pau, Fiquei olhando seu rosto acabado de prazer já pedindo por favor pra parar. Mas fomos até o fim fazendo ela gozar mais uma vez e nós também, gozei na sua boca enchendo do meu  leite que escorria pelo canto dos lábios, e falei que era pra ela engolir, o que ela fez.
O dia já estava clareando, la fora já se ouvia o barulho dos primeiros carros andando, de tão cansados acabamos adormecendo os três na mesma cama, lá por volta das 10 horas da manhã acordei, olhei e vi aquele estranho deitado, dormindo na nossa cama, e minha mulher nua no meio de nós dois, já passado o efeito do álcool eu mais lucido vi o tamanho da besteira que eu tinha feito, não do sexo mas sim de levar um total estranho pra nossa casa, nossa cama, mas… o que tava feito tava feito, levantei e fui a pé até a padaria mais próxima comprar algo pro nosso café, e durante o trajeto fui pensando no que havia acontecido, num misto de arrependimento e tesão   de relembrar de ver minha esposa sendo possuída por um outro cara.

30 A 40 minutos depois voltei, entrei no apartamento e escutei o chuveiro ligado. fui a até o quarto entrei no banheiro e vi a Marisa tomando banho ao me ver me chamou para entrar no banho junto com ela. Tirei minha Roupa, entrei e perguntei do Bruno, ela falou-me  que ele tinha  chamado um taxi e foi embora, depois ela me falou que ela adorou a experiência, e que ele  deixou seu telefone par que se um dia fossemos até a cidade dele ele nos hospedaria em seu apartamento em seguida me deu um beijo e disse que me amava pelo que eu tinha feito por ela 


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AAAA

A DIARISTA

Era um final de ano a minha mulher  decidiu viajar e passar a semana de fim de ano na praia, mas   eu tive que retornar do litoral para trabalhar afinal eu não tirei ferias coletivas com a maioria das empresas fazem. 

Trabalhei dia 23/12 normalmente, folguei 24 e 25 mas dias 26 e 27 novamente trabalho normal, como minha esposa não trabalha ela continuou na praia após o Natal e eu voltei para a escravidão.   Mas durante a subida da serra já veio a ideia de aproveitar que estaria sozinho para  dar uma pulada de cerca mas, aquela amiga que me quebrava o galho de vez em quando também estava viajando então estava complicado pro meu lado cheguei em casa  em casa imaginando uma forma de contornar a situação para não passar em branco, e por mais que eu pensasse nas opções não achei um jeito.

Ao chegar em casa tomei um banho e fiquei assistindo TV.  porque eu tava bem cansado da viagem mas mesmo assim eu queria tentar planejar algo, nem que fosse uma cervejinha num barzinho e o que viesse depois seria lucro, liguei para algumas amigas e nada,  Fui dormir um tanto contrariado e no dia seguinte ao acordar fui tomar café tinha louças pra lavar, decidi tomar café perto do trabalho,  quando fui pegar a roupa para trabalhar vi que o armário estava cheio de roupas sem passar e a casa meio bagunçada, na hora uma ideia me veio a cabeça, lembrei-me de uma diarista conhecida da minha esposa que vinha de vez em quando quando a gente precisava, pensei: “Porque não chama-la já que era conhecida da minha esposa” , ela não era  um monumento de mulher mas era jeitosinha, lembrei-me de que minha esposa me disse certa vez sobre ela, disse que ela já tinha confidenciado em uma especie de lamentação a respeito do marido dizendo  que o marido já não comparecia como antigamente etc e tal que vivia só para o trabalho principalmente porque eles estavam endividados e  por isso ela nem tinha o direito de reclamar etc e tal.  

Como moramos no mesmo condomínio só que  em blocos diferentes era comum a gente  se encontrar e apesar de ela já ter entrado na casa dos 40 não  de se jogar fora, e quase sempre ela usava calças legs bem apertados que mostravam suas curvas, ou saias mais  curtas delineando o belo corpo fazia a alegria de muitos homens e o seu de caminhar despertava a imaginação masculina,  apesar dela ser bem mais velha que eu resolvi investir, pensei comigo ela s ainda da um belo caldo e era uma boa opção já que meus planos e opções tinham ido por água abaixo.

Eu no dia seguinte fui trabalhar num pequeno escritório imobiliária ia dar plantão, eu que tinha que abrir o escritório já que eu tinha a chave do escritório mas logo cedo o colega de plantão que iria estar comigo me ligou muito cedo dizendo que ia atrasar-se bastante, o que era normal, a  chefia tinha ido  viajar sobrou para nós  os subordinados  se foderem..  a cidade estava um deserto sem os carros quase nenhum, estava um tédio, por volta do meio dia lembrei da diarista, peguei o telefone e liguei pra ela :
-Oi, tudo bem? É o Leandro.
-Oi Leandro.. tudo.  Não sabia que tinha o numero do celular!
-Ehh.. minha esposa me deu.  Aliás.. ela ficou na praia e eu vim trabalhar e hoje de manhã mal tive roupa pra me vestir.  Se você não estiver ocupada pode passar la em casa e dar uma ajeitada pra  mim?
-Claro.. onde pego a chave?
Eu respondi : Deixei dentro da caixa do correio num envelope branco, mas deixei está destravada.  Quando voce pode ir, hoje ou amanhã ? 
-Posso ir agora a tarde mesmo se quizer…. 
-Não vai atrapalhar cuidar da sua filha?
Ela respondeu o que eu queria ouvir :  a filha esta passando uns dias com a madrinha no interior.  Estou sozinha e sem fazer nada.  to sozinha em casa vou lá agora mesmo
Como não havia nada pra fazer no escritório, combinei com o colega pra ele  me cobrir.   e vazei pra casa.
Cheguei e a porta não estava trancada a chave, entrei em silencio pé por pé, e ela se assustou quando me viu.  Arregalou os olhos e perguntou :
– O que está fazendo aqui?
Eu respondi : Eu moro aqui, lembra?
-Pensei que só chegaria no final da tarde, mal comecei a passar as roupas.
– Ah, semana de feriado não tem nada pra fazer no escritório pra não ficar um olhando pra cara do outro a gente reveza, um cobre o outro 
Eu respondi : Não há problema, pelo menos pra mim.  Seu marido não acha ruim?
-Meu marido? Ele tá trabalhando porque as contas não param e a grana está semrpe curta
Senti que o campo estava fértil, terminei o dialogo ali e entrei direto no banheiro.. de proposito deixei a porta aberta.  De onde ela estava não me via, mas ouvia certamente a água cair.. demorei bastante no banho inclusive dando um trato no meu pau, aparando alguns pelos mais compridos e manuseando ele já estava dando sinal de vida.  Gritei por ela e pedi para trazer a toalha.. de proposito abri a porta do box e fiquei esperando sem fazer questão de esconder minha ereção
Quando ela chegou com a toalha soltou um “Ai meu Deus!” e virou o rosto.  Eu perguntei se ela não estava acostumada a ver um homem pelado e ela disse que “os maridos das amigas e patroas não!”.  Dei uma risada e sai do banheiro me enxugando, de proposito passando na frente dela com o membro  a vista… justamente pra provoca-la, ela baixou os olhos e continuou a passar a roupa.
Passei meu melhor perfume, deitei na cama e chamei por ela novamente.  Desta vez ela não veio, apenas perguntou o que eu queria.  Respondi que queria conversar um pouco, estávamos sozinhos e não haveria problema.  Ela não veio.  Resolvi mandar meu RAP mesmo eu estando no quarto e ela na sala.

-Porque você está aqui hoje trabalhando e passando roupa?

 Ela respondeu :- Pela  grana. preciso da grana, Já basta passar o natal sem poder comprar uma roupa nova.  e pra  passar o reveillon quero comprar algo novo
– Na hora tasquei meu xaveco, hummm ….  me diga uma que tal uma graninha  extra?
Ela falou depende… de como..
Falei, bem… olha…  vem aqui no quarto que eu te falo…  ela percebeu minha intenção e sem sair da sala respondeu: 
– Acho que sei onde quer chegar, mas se você está pensando em me pagar pra transar contigo desde já eu digo que não sou nenhuma prostituta que transa por dinheiro, sou uma mulher casada e você também é  e a nossa conversa acaba aqui…
Encarei como um desafio,   Levantei-me da cama, me posicionei na porta do quarto e resolvi elevar o ego dela … Não estou dizendo que você é uma puta.  na verdade eu te acho uma mulher muito bonita, com belas pernas, corpo bem delineado, só que  eu estou sozinho e sempre tive  um enorme tesão por você, só que  nunca tive a chance de … você sabe né… posso até queimar meu filme mas como eu estou muito a fim de você to arriscando.  Sabe, quando te convidei foi de proposito, a limpeza da casa e a roupa pra passar foi pretexto mesmo, … é que eu acho um pecado uma mulher como você ter que trabalhar fora, pra não passar necessidades.  Ah!!! se fosse comigo eu te trataria como toda mulher deve ser tratada, iria ter tudo que eu pudesse e ia te dar e o principal teria muito carinho e sexo de qualidade.
Ela por um momento parou de passar a roupa e. ficou me olhando.. pensativa. 
Continuei o xaveco : – Veja, estamos só nós dois e o condomínio praticamente vazio, não há nenhum risco e  tudo  fica só entre a gente, nem seu marido nem minha mulher precisa saber

Na cara dura eu falei, adoro fazer e receber sexo oral  se vc não quiser mesmo tudo bem mas não vai arrancar pedaço e nem te fazer menos mulher.  olha que são 18 cms de prazer, duvido que você não goste E ainda por cima..  posso te dar aquele vestido que você quer comprar como um presente de natal, que acha? E sem dar tempo pra ela pensar falei, aposto que você adora ser chupada também, aposto que seu marido não faz, percebi em seus olhos certa concordância e resolvi investir mais forte :- vou te fazer uma proposta, eu já tomei meu banho to todo limpinho e cheiroso, primeiro você me chupa.. se gostar.. deixa eu te chupar também.. e se você gostar .. aí  finalizamos, se não quiser mesmo me contento com a chupada e ainda te compro o vestido.

Devido a relutancia dela  exclamei… Porra… ouvi você varias vezes dizendo pra minha mulher que transa uma vez a cada dois meses e é aquela transa mais sem graça..  aproximei-me dela puxei-a pela mão e disse, vem aqui e me deixa mostrar como se faz. me sentei na beirada da cama , e meu pau duro que nem uma pedra em riste apontando pra ela.. ela ainda ficou pensativa  uns 30 segundos ou mais eu insistindo então e ela se ajoelha.. fecha os olhos  resignada começa a chupar lentamente.. dava pra ver que se deliciava e que há muito tempo não chupava uma rola.  Chupava macio e suave.. quando vi que estava realmente no ponto pedi que tirasse pelo menos o short e a blusinha, eu queria ve-la só  de lingerie.  Ela não disse nada e se levantou e foi desligar o ferro, saiu da sala e pra minha surpresa quando

 ela voltou voltou apenas com sutiã e calcinha minúscula… num tom quase preto com detalhes de renda.. linda.. marcavam bem seu corpo branquinho.

Deitei-me  na cama e ela chegou pelos pés.. subiu lentamente e abocanhou de vez meu pau.. agora já chupava com mais vontade de uma forma mais intensa … foi quando  percebi que ia rolar, porque ela chupava com força agora, largava o pau e chupava gostoso minhas bolas, mordia minha virilha  pedi pra ela ir mais devagar  senão gozaria muito rápido, foi a senha pra ela chupar cada vez mais intenso, em vez de ir mais devagar ela colocava meu saco inteiro na boca e não parava de punhetar… a safada sabia como fazer, colocou a ponta do dedo no meu cu e deu uma leve forçada.. pensei comigo aí ferrou, pra controlar a ejaculação teria que deixar aquela área contraída e pra não sentir dor teria que deixar relaxada.. relaxei e explodi num gozo nota 10 na boca dela.. a filha da puta quando sentiu o primeiro jato enfiou  ainda mais o dedo no meu rabo!  Foi  estranho mas intenso!!  Engoliu tudo sem deixar vazar pelos cantos da boca. Me olhou e com um olhar safado perguntou : Mereço um aumento? Eu disse que teria que avaliar o resto.. puxei-a pelo braço e ela se jogou na cama.  Ela se deitou de barriga pra cima.. pus-me sobre ela e comecei a beijar e mordiscar seus pescoço… desci pros ombros e ela se arrepiou inteira.. ótimo sinal. 
Fui descendo e tirando seu sutiã do caminho abocanhei um dos mamilos e comecei a chupar vigorosamente.  Ela gemia e se contorcia.. aproveitei e pus a mão por dentro da sua calcinha.. a buceta já melada não ofereceu resistência e comecei a bolinar seu grelo. Não demorou nada e realmente ela não devia transar ha muito tempo pois ela gozou em tempo recorde… aproveitei e pulei pro outro mamilo e ela quase gozou novamente, fui descendo.. beijando e mordendo sua barriga.. via o tesão aumentando pelo tanto que se contorcia.. arranquei sua calcinha e mordi sua virilha.. ela soltou um gemido alto.. quase um grito… a buceta estava tão melada que quase pingava.  Não me fiz de rogado e caí de boca.. enfiando a língua bem fundo.. subia e chupava o grelo… ela puxava minha cabeça pra dentro dela.. como que fosse possível.  meti a minha língua no grelo.. passei a foder a buceta com dois dedos e ela gemendo cada vez mais alto.. continuei a chupar o grelo mais intenso e fodendo a buceta com um dedo e outro já fodendo seu cuzinho.. trifásico…  vejo o corpo começar a tremer e ela  goza de novo como eu gosto… grita.. geme.. estremece as pernas.. me puxa e me arranha.. completamente fora de si… fiquei de joelhos observando… os espasmos continuaram por quase 2 minutos. 

observei e vi que ela estava suada… ofegante… mas com um sorriso diferente no rosto.  Perguntei : E então? Ela respondeu :- 
Nossa… gozei em meia-hora o que não gozo num ano inteiro.  Você realmente gosta da coisa.
em um tom sarcástico falei então!!  paramos aqui ou vamos para o serviço completo?
Ela olhou no relógio, e disse que ainda tinha duas horas..  era a frase ocultando um “vamos foder bem gostoso!”. Mudei a posição e de imediato já começamos um 69 …  ela mexia os quadris com as sensações e volta e meia me chupava intenso e as vezes tirava da boca pra gemer..  Nessa posição ela agarrou minha bunda e puxou meu corpo e chupou  com vontade..  alcancei o criado mudo e peguei um pênis artificial de 13cm com um anel qeu costumava brincar com a minha mulher e comecei a lamber o grelo e fuder a buceta com o artefato..  já nem nos  importávamos  com o barulho.. ela gemia gostoso e alto.  Estava louca brincando com meu pau, meu saco e áreas adjacentes.. vi que estava no ponto.. saí da posição e pus os pés dela nos meus ombros e numa só estocada a penetrei.
Ela deu um gemido gostoso e logo comecei a bombar forte… ela respondia a cada estocada.. .agora já falava palavrões entre pedidos de “me fode” “me come gostoso” “soca até o talo porra”.



Após gozar duas vezes nesta posição pus ela de lado e continuei socando na buceta.. mudando a posição e levando ela a loucura.. gozou mais duas e deitei-a de bruços e continuei estocando gostoso na buceta.. ela gozou a primeira e pediu pra eu gozar com ela… a frase exata foi :” Me fode, goza comigo… me enche de porra.. me faz gozar!”… aumentei o ritmo e a profundidade e não segurei mais..  quando gozei enterrei até onde pude e ela novamente gritou.. tremendo as pernas.. contorcendo o corpo… meu pau latejava dentro da buceta e eu sentia ela contraindo… foi realmente um gozo espetacular… fiquei ali algum tempo sobre o corpo dela esperando a respiração voltar ao normal.

Eu estava coberto de suor, afinal o trabalho foi intenso e resolvi tomar outro banho.
 estava há uns 10 minutos embaixo d´água quando ela apareceu na porta do banheiro, ainda estava sem roupa e lógico que não perderia a oportunidade e a convidei para tomar banho comigo.  A principio ela disse que não poderia molhar o cabelo mas eu abri o armário e lhe dei uma touca para que cobrisse os cabelos e ela veio.
Já sem pudor algum ela começou a me beijar e alisar meu corpo… e que beijo gostoso.  Peguei o sabonete e pedi pra ela me ensaboar, coisa que fez com maestria, lógico que dando especial atenção ao meu cacete que estava momentaneamente fora de combate.
Depois foi minha vez e lógico que ensaboava seu corpo sem pressa e com muita safadeza.. seios e buceta eram os alvos preferidos.  A encostei na parede e segurei suas mãos no alto e comecei a beijar sua boca, corpos colados e se esfregando.. com uma mão segurava seus braços acima da cabeça e a outra já estava em pleno trabalho na sua buceta. Logo ela começa a se contorcer, continuei beijando e bolinando e logo ela goza mais uma vez.  Virei ela de costas e mordia sua nuca e pescoço, enquanto minha mão brincava no seu rego, especificamente um dedo fodia lentamente seu cuzinho.  Quando ela começou a gemer não tive dúvidas, abri bem sua bunda e encaixei a cabeça do pau no cuzinho.  Ela reclamou que sentia muita dor e que não estava acostumada.. pedi que esperasse e fui até o criado-mudo (molhando todo o quarto) e peguei uma camisinha e KY. Voltei e ela estava na mesma posição.. continuei beijando a boca, 

pescoço, ombros e lambuzei bastante o cuzinho com a pomada, pus a camisinha e forcei.  Como ela estava relaxada gemeu baixinho mas a cabeça entrou na primeira tentativa… fui bombando devagar e colocando sem pressa os 18cm naquele anelzinho gostoso.

Quando entrou tudo falei em seu ouvido :- E ai cadela… gosta de dar o cuzinho?
Ela respondeu : – Só pra homem que sabe foder.. e faz tempo que não faço isso.
Comecei a bombar mais forte e mantendo o ritmo.. ela gemia cada vez mais alto e voltou aos palavrões :-” Fode.. fode meu cu filho da puta!”… ahhhh.. “vou gozar no cu… que delicia caralho.. filho da puta.. soca tudo”!
Como já havia gozado duas vezes não foi difícil esperar.. ela gozou uma vez e eu continuei… com a mão passei a bolinar seu grelo e desta vez demorou um pouco mais, mas ela gozou novamente.  Já estava com as pernas doendo e com um movimento a coloquei de quatro.  Fui até o quarto e peguei o pênis artificial e encaixei no meu pau… entrei no box e disse :”Agora você vai gozar como nunca!”.
Fui colocando meu pau no cuzinho devagar enquanto o pênis artificial foi entrando na buceta.  Deu um pouco de mão de obra pra ficar perfeito mas quando encaixaram comecei a bombar e de imediato ela começou a gemer tão alto que tive que esticar a mão pra fechar a porta.
Ele quase gritava :” Meu Deus.. que delicia.. .me fode.. me come.. me rasga.. filho da puta.. nunca transei gostoso assim!” e soltava gemidos realmente lascivos.. eu delirava com a cena daquela bundona branca, o cuzinho rosado sendo fodido por meu pau e ela gritando por mais.
Já estava me cansando e resolvi colocar as forças finais em ação.  Passei a bombar forte, intenso e rápido.  O barulho da minha pélvis batendo na bunda dela era bastante alto, mas nada comparado aos gritinhos que ela soltava, até que ouvi o que queria :-” Vou gozar.. vou gozar caralho.. que delicia porra!  mete tudo filho da puta, cachorro do caralho! Mete que estou gozando.. AAAAAHHHHHHHHHH….. POOOOORRRRAAAAAAA!
E explodiu num gozo que até hoje quando me lembro meu pau lateja… o cuzinho dela apertando meu cacete e continuei mais alguns segundos e gozei.  Ao sentir meu pau latejando dentro dela ela apertou ainda mais e se debatia.  Deixei ele ali no cuzinho dela até amolecer, enquanto isso ela não parava de gemer e falar palavrões.  Quando ficou flácido tirei, joguei a camisinha no chão e me levantei.
Dei a mão e a pus de pé.  Ela olhou nos meus olhos, entrou na água e disse :”Porra… agora sei porque minha amiga não abre mão de você por nada!  Tem casa própria, carro, dinheiro pra fazer o que quer e ainda fode deste jeito.!”
Continuamos ali na água por mais alguns minutos e ela saiu , se vestiu e foi passar mais um pouco de roupa.
Terminei o banho em alguns minutos e fui pro meu quarto, pus uma bermuda e camiseta e fui fazer um café para nós.
Quando chegou próximo a hora do marido dela chegar ela guardou as roupas e disse que tinha que ir.
Perguntei quando era o trabalho e ela disse :- As roupas são R$ 50,00… sobre o complemento me dá aquele  presente que me prometeu!
Eu perguntei o que ela queria e ela disse que uma conjunto de lingerie branco já estava bom.  Como eu não teria tempo para fazer isso saquei R$ 100,00 e lhe entreguei.  Ela disse que sobraria e se eu iria querer o troco.. lógico que respondi “Não precisa, afinal, posso precisar dos seu serviços depois.”  Ela sorriu, me deu um beijo gostoso na boca e enquanto beijava pôs a mão por dentro da bermuda.  Ao sair olhou sorrindo e finalizou :”Temos que repetir isso.. e nem preciso passar roupa”., vou te confessar uma coisa, eu teria dado de graça, mas preciso da grana.

Me joguei no sofá e pensando nos momentos que tive adormeci, acordei duas horas depois com a esposa ligando no celular e perguntando se estava tudo bem…. lógico que respondi :” Tudo ótimo, estou passando um pouco de roupa”.

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